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História da Educação Especial no Brasil: Aspectos históricos Maria José M. Naito

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Apresentação em tema: "História da Educação Especial no Brasil: Aspectos históricos Maria José M. Naito"— Transcrição da apresentação:

1 História da Educação Especial no Brasil: Aspectos históricos Maria José M. Naito

2 INCLUSÃO NA ESCOLA PÚBLICA Pauta Concepção Aspectos Históricos Legislação Desafios

3 Atividade 1 – Parte A Descrever a situação que leva à necessidade de inclusão. Tempo: 15 minutos para a elaboração e 5 minutos para a apresentação

4 CONCEPÇÃO Certezas iniciais: Toda criança: Sempre sabe alguma coisa Sempre pode aprender Tem o seu tempo e jeito

5 CONCEPÇÃO Escola Inclusiva é aquela que se mobiliza para o atendimento das singularidades de seus alunos.

6 O PERCURSO HISTÓRICO segregação à inclusão A noção de “falta” é perpassada pelas representações de cada sociedade e contextualizada à sua época. Da segregação à inclusão

7 O PERCURSO HISTÓRICO Preconceito Discriminação Condenação à morte Segregação social Da culpa à expiação dos pecados Da piedade à superproteção

8 O PERCURSO HISTÓRICO Desde o surgimento das primeiras escolas até meados do século XVIII, os excluídos da ordem social não tinham direito à escolarização No início do século XIX, cria-se um sinônimo para exclusão, a segregação

9 O PERCURSO HISTÓRICO No final da 2ª Guerra Mundial, o conceito de natureza humana torna-se mais flexível e permeável às diferenças e tem lugar o discurso da integração.

10 INCLUSÃO X INTEGRAÇÃO Integração pressupõe a adequação do aluno à escola em termos de estrutura física, pedagógica e administrativa. Inclusão: a escola se adapta para todos os alunos, independe de raça, etnia, gênero, deficiências, situação sócio-econômica, para que tenham educação de boa qualidade. Sassaki:p.153

11 Atividade 2 Todas as crianças têm as mesmas necessidades básicas: brincar, aprender, interagir e serem felizes Refletindo sobre os escritos acima, como indicado, deve completar os excertos: 1.Ao invés da caracterização da deficiência, das limitações e dificuldades procurar......

12 Atividade 2 2. Não se centrar nas limitações, nos déficits, nas impossibilidades, mas Apresentar situações de aprendizagem desafiadoras, que possibilitem Criar situações vivenciadas de ação através de A inclusão não depende do grau de severidade da deficiência, mas Modificação da temporalidade, pode dizer respeito.....

13 PRÁTICAS O conceito de escola inclusiva implica uma nova postura da escola comum, que pressupõe no projeto pedagógico – no currículo, na metodologia de ensino, na avaliação e na atitude dos educadores – ações que favoreçam a interação social e sua opção por práticas heterogêneas

14 LEGISLAÇÃO

15 Declaração dos Direitos Humanos (1948) - assegura ensino público gratuito. Lei 4024/61 (LDB) – integração do deficiente no sistema de ensino. Declaração Mundial de Educacão para todos (1990) - desenvolvimento pleno do cidadão visando à transformação social,

16 LEGISLAÇÃO Declaração de Salamanca (UNESCO, 1994) – inclusão no sistema regular de ensino. P. 152) Linha de ação sobre necessidades educativas especiais (Brasil, 1994): surge o conceito “portador de necessidades educacionais especiais” Diretrizes nacionais para a educação especial – inclusão em classe comum com projeto pedagógico orientado para tal.

17 LEGISLAÇÃO A classificação nas Políticas Públicas para efeito de prioridade no atendimento educacional especializado, dá ênfase a: portadores de deficiência mental, visual, auditiva, física e múltiplas;

18 LEGISLAÇÃO portadores de problemas de conduta portadores de superdotação Os processos pedagógicos não são neutros, estão imersos no tecido social (...) sendo conservadores e inovadores (...) devem ser enfocados e compreendidos. Cortella

19 ATIVIDADE 3 COMO VOCÊS RECEBEM AS CRIANÇAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS NAS SUAS ESCOLAS ? Descreva uma experiência apontando os pontos positivos.

20 A diversidade pode nos apresentar: crianças com condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais e sensoriais diferenciadas; crianças com deficiências e bem dotadas; crianças trabalhadoras ou que vivem nas ruas; crianças das populações distantes ou nômades; crianças de grupos desfavorecidos ou marginalizadas

21 NECESSIDADES Formar e qualificar os professores, Elaboração e adaptação de currículos, Orientação e intervenção pedagógica, Promover a inovação e investigação educativa dos processos integradores, Adaptar os recursos humanos e materiais Bautista, p. 154

22 COMUNIDADE ESCOLAR Ações voltadas aos pais para que eles: sintam-se inseridos na escola, exerçam a função de mediadores nas relações escola-filhos e vice- versa, estejam envolvidos nesse processo de inclusão

23 A Inclusão para todos é um desafio a ser vencido pelo mundo. Para incluir todas as pessoas, a sociedade deve ser modificada, devendo firmar a convivência no contexto da diversidade humana, bem como aceitar e valorizar a contribuição de cada um conforme suas condições pessoais. DESAFIO

24 A espantosa realidade das coisas. É a minha descoberta de todos os dias. Fernando Pessoa

25 A categoria exclusão pode transformar-se empiricamente, numa forma de obrigar o outro - o excluído - a lutar pela inclusão num sistema político-econômico- educacional, que por princípio, o marginaliza e explora.

26 Atendimento da Educação Básica NÍVEIS Creche (306%) Pré-escola (35%) Ed. Fundamental (- 2%) Ensino Médio (41%) EJA (95%)

27 Educação Especial X Educação Inclusiva? O que era a Educação Especial até meados de 1990? Um sistema paralelo ao sistema “comum” de educação

28 Educação Especial O que é a Educação Especial hoje? “modalidade da educação escolar (...) um processo educacional definido por uma proposta pedagógica que assegure recursos e serviços educacionais especiais, organizados institucionalmente para apoiar, complementar, suplementar e, em alguns casos substituir os serviços educacionais comuns (...) em todas as etapas da educação básica” (Res. 02/2001, Art. 3º)

29 Quem eram os alunos da Educação Especial? D.A - D.V. - D.M. - D.Múltiplas Superdotado - Condutas típicas e... Que se encontravam em atraso em relação a escolaridade esperada (Lei 5.692/71)

30 Quem são hoje os alunos da Educação Especial?

31 Alunos que, durante o processo educacional apresentarem I - dificuldades acentuadas de aprendizagem ou limitações no processo de desenvolvimento, compreendidas em dois grupos: a) Não vinculadas a uma causa orgânica específica b) Relacionadas a condições, disfunções, limitações ou deficiências

32 II – Dificuldades de comunicação e sinalização diferenciadas dos demais alunos, demandando a utilização de linguagens e códigos aplicáveis III-Altas habilidades/superdotação, grande facilidade de aprendizagem que os leve a dominar conceitos, procedimentos e atitudes rapida- mente

33 pensando na educação da criança pequena... Bebês de risco -Asfixia neonatal -Prematuro -Problemas neurológicos -Infecções e ou malformações congênitas -Outros

34 Como pensar o atendimento? Fortalecimento da sociedade civil Entre eles: o direito à Educação Garantia do direito à Educação Garantia de acesso ao conhecimento

35 A escola na sociedade brasileira: De um lado: responde à pressão de atendimento a “qualquer custo” da massa da população, a fim de cumprir metas estabelecidas em acordos internacionais

36 A escola na sociedade brasileira: De outro lado: há a possibilidade de ser um instrumento mediador que favoreça o acesso aos bens culturais produzidos historicamente à população. (TOMMASI, WARDE e HADDAD, O Banco Mundial e as pol í ticas educacionais. São Paulo: Cortez, p )

37 Parece que não é um problema exclusivo da Educação “Inclusiva”: taxa de reprovação no Ensino Fundamental 11.7% (em 2002) abandono 8.7% (em 2002) distorção idade x série 33,9% no mesmo nível de ensino (em 2003)

38 Parece que não é um problema exclusivo da Educação “Inclusiva”: 95,20% dos alunos do ensino de 4ª série não desenvolvem um estágio de aprendizado equivalente ao nível de habilidade que corresponda a esse nível de ensino INEP 2003, 2005


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