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Diversidade. Lei de Diretrizes e Bases Lei nº 9394/96 Art. 26. Os currículos da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio devem ter base.

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1 Diversidade

2 Lei de Diretrizes e Bases Lei nº 9394/96 Art. 26. Os currículos da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio devem ter base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos. (Redação dada pela Lei nº , de 2013)(Redação dada pela Lei nº , de 2013)

3 Art. 26-A. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, públicos e privados, torna-se obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena. (Redação dada pela Lei nº , de 2008)(Redação dada pela Lei nº , de 2008)

4 § 1 o O conteúdo programático a que se refere este artigo incluirá diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil. (Redação dada pela Lei nº , de 2008)(Redação dada pela Lei nº , de 2008)

5 § 2 o Os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras. (Redação dada pela Lei nº , de 2008)(Redação dada pela Lei nº , de 2008)

6 Lei nº , de 9 de janeiro de 2003 Altera a Lei n o 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira", e dá outras providências.

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8 A cara do Brasil ►o Brasil é um país que se caracteriza pela diversidade ► precisamos atingir a igualdade de direitos

9 O respeito às diversidades brasileiras está ligado diretamente à postura de reconhecimento e valorização da cultura de cada grupo social formador deste povo

10 PEDAGOGIA DA DIVERSIDADE - EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS Levando a Entender o conceito de democratizaçã o escolar Buscar a universalizaçã o do ensino Desenvolvimen to de atitudes, valores e respeito aos DH

11 Alguns equívocos... QUESTÃO RACIAL Questão exótica Conteúdo de História Assuntos para negros História dos escravizados

12 RACISMO Cultura negra estimula conflitos raciais Falar de racismo na escola

13 Conteúdos trabalhados devem promover ►desconstrução de equívocos e preenchimentos dos vazios deixados pela historiografia oficial sobre o povo negro no Brasil, o continente africano e suas gentes e culturas ► combate ao racismo, as discriminações e preconceitos ► desenvolvimento de atitudes, valores e respeito aos Direitos Humanos e a pluralidade étnico-racial brasileira

14 Sobre a África Alguns preconceitos ►selvagem ► acorrentada à fome e à miséria ► terra de macacos, leões, homens nus ► dos escravos ► selva, deserto, tribo (brigas) ► África é subdesenvolvimento ► não civilizados

15 Conceitos ► continente com história, escrita, civilização (reinos) ► organização social, território, nação diversas populações, diversas culturas ► compreender relações entre África e Europa para compreender o Brasil ►racismo só se justifica pelo não conhecimento da África

16 O que é a África? ►Berço da Humanidade ► Continente marcado pela colonização/escravidão ► Dificuldades políticas ► Maioria do continente marginalizado pela globalização

17 Argel - Argélia

18 Lagos - Nigéria

19 Johanesburgo – África do Sul

20 ► do ponto de vista cultural, a diversidade pode ser entendida como a construção histórica, cultural e social das diferenças. A construção das diferenças ultrapassa as características biológicas, observáveis a olho nu. As diferenças são também construídas pelos sujeitos sociais ao longo do processo histórico e cultural, nos processos de adaptação do homem e da mulher ao meio social e no contexto das relações de poder. Sendo assim, mesmo os aspectos tipicamente observáveis, que aprendemos a ver como diferentes desde o nosso nascimento, só passaram a ser percebidos dessa forma, porque nós, seres humanos e sujeitos sociais, no contexto da cultura, assim os nomeamos e identificamos

21 ► diversidade se faz presente no cotidiano escolar por meio da presença de professores/as e alunos/as dos mais diferentes pertencimentos étnico-raciais, idades e culturas ► clareza sobre a concepção de educação que nos orienta ► relação estreita entre o olhar e o trato pedagógico da diversidade e a concepção de educação que informa as práticas educativas

22 ► a diversidade é muito mais do que o conjunto das diferenças ► ao entrarmos nesse campo, estamos lidando com a construção histórica, social e cultural das diferenças a qual está ligada às relações de poder, aos processos de colonização e dominação ► ao falarmos sobre a diversidade (biológica e cultural) não podemos desconsiderar a construção das identidades, o contexto das desigualdades e das lutas sociais

23 ► assumir a diversidade é posicionar-se contra as diversas formas de dominação, exclusão e discriminação. É entender a educação como um direito social e o respeito à diversidade no interior de um campo político

24 Que concepções de diversidade permeiam as nossas práticas, os nossos currículos, a nossa relação com os alunos e suas famílias e as nossas relações profissionais?

25 Sugestões de filmes e documentários a) Fale com ela (Hable com ella), 2002, 116 min, Espanha Público: adulto Direção: Pedro Almodóvar (Drama) b) Lanternas Vermelhas (Da hong deng long gao gao gua), 1991, China Público: jovens e EJA Direção: Yimou Zhang (Drama)

26 c) Minha vida em cor de rosa (Ma Vie En Rose), 1971, 90 min, Bélgica/França/ Inglaterra Público: adolescentes, jovens e EJA Direção: Alain Berliner (Comédia) d) Vista a minha pele. 2004, 49 min, Brasil Público: adolescentes e jovens Direção Joel Zito Araújo (Ficção)

27 e) O fio da memória. 1991, Brasil Público: jovens e EJA Direção: Eduardo Coutinho (Documentário) f) O RAP do pequeno príncipe contra as almas sebosas, 2000, 75 min, Brasil Público: jovens e EJA Direção: Paulo Caldas e Marcelo Luna (Documentário)

28 g) Kirikú e a feiticeira, 1998, 74 min, França/Bélgica/Luxemburgo Público: crianças (da educação infantil ao ensino fundamental) e adolescentes Diretor: Michel Ocelot Música: Youssou N´Dour (Desenho) h) História de um Brasil Alfabetizado, 2006, SECAD/MEC Público: educadores(as) em geral (Documentário)

29 i) Pro dia nascer feliz, 2006, 88 min, Brasil Público: adolescentes, jovens e adultos Diretor: João Jardim (Documentário)

30 REFERÊNCIAS GOMES, Nilma Lino. Diversidade e currículo. In: Indagações sobre currículo: diversidade e currículo / [Nilma Lino Gomes]; organização do documento Jeanete Beauchamp, Sandra Denise Pagel, Aricélia Ribeiro do Nascimento. – Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2007


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