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AÇÃO DE CRISTO E AÇÃO DA IGREJA. A LITURGIA COMO AÇÃO PARTICIPADA dos MINISTÉRIOS LITÚRGICOS 2 2.

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1 AÇÃO DE CRISTO E AÇÃO DA IGREJA

2 A LITURGIA COMO AÇÃO PARTICIPADA dos MINISTÉRIOS LITÚRGICOS 2 2

3 "Com razão (...) a liturgia é tida como o exercício do múnus sacerdotal de Jesus Cristo, no qual, mediante sinais sensíveis, é significada e realizada a santificação do homem; e é exercido o culto público integral pelo corpo místico de Cristo, cabeça e membros" (SC 7) 3 UMA DESCRIÇÃO DO QUE É LITURGIA

4 DE CRISTO: “(...) a liturgia é tida como o exercício do múnus sacerdotal de Jesus Cristo,... (Cf. Hb 10,5-10) DOS CRISTÃOS: e é exercido o culto público integral pelo corpo místico de Cristo, cabeça e membros" (SC 7) 4 EXERCÍCIO DO SACERDÓCIO

5 Jesus Cristo está presente e agindo “no sacrifício da missa, tanto na pessoa do ministro, 'pois aquele que agora se oferece pelo ministério dos sacerdotes é o mesmo que outrora se ofereceu na cruz’, quanto sobretudo sob as espécies eucarísticas. 5 SACERDÓCIO DE CRISTO: PRESENÇA DO CRISTO

6 Presente está pela sua Palavra, pois é Ele mesmo que fala quando se lêem as Sagradas Escrituras na Igreja. Está presente finalmente quando a Igreja ora e salmodia " (SC 7) 6

7 "Dedicai-vos a um sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais aceitáveis a Deus por Jesus Cristo” (1 Pd 2,5) (Citação de Ex 19,5-6) 7 SACERDÓCIO DOS CRISTÃOS:

8 “Vós sois uma raça eleita, um sacerdócio real, uma nação santa, o povo de particular propriedade, a fim de que proclameis as excelências daquele que vos chamou das trevas para a sua luz maravilhosa"(1 Pd 2,9) 8

9 Portanto: Sobretudo na liturgia se exerce o sacerdócio de Jesus Cristo, do qual participam todos os batizados e, de modo particular, os ordenados. 9

10 A Sacrosanctum Concilium fala da "plena, consciente e ativa participação das celebrações, que a própria natureza da liturgia exige e à qual, por força do batismo, o povo cristão, geração escolhida, sacerdócio régio, nação santa, povo de conquista tem direito e obrigação" (SC 14). 10 PARTICIPAÇÃO NA LITURGIA

11 "As ações litúrgicas não são ações privadas, mas celebrações da Igreja, que é o sacramento da unidade, do povo santo,... Por isso, as celebrações pertencem a todo o corpo da Igreja, e o manifestam e afetam" (SC 26). 11 LITURGIA É AÇÃO DA IGREJA

12 “É por isso que a Igreja procura, solícita e cuidadosa, que os cristãos não entrem neste mistério de fé como estranhos ou espectadores mudos, mas participem na ação sagrada, consciente, ativa e piedosamente, por meio duma boa compreensão dos ritos e orações...” (SC 48) 12 LITURGIA É AÇÃO DA IGREJA

13 “sejam instruídos pela palavra de Deus; alimentem-se à mesa do Corpo do Senhor; dêem graças a Deus; aprendam a oferecer-se a si mesmos, ao oferecer juntamente com o sacerdote, que não só pelas mãos dele, a hóstia imaculada.” (SC 48) 13 LITURGIA É AÇÃO DA IGREJA

14 S. Orai, irmãos e irmãs... T. Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja. 14

15 O Concílio Vaticano II deslocou o centro, de uma Liturgia centralizada na pessoa do “sacerdote celebrante” para a assembleia de “povo sacerdotal”. 15 LITURGIA É AÇÃO DA IGREJA

16 3 dimensões da Ação Litúrgica (Ação simbólica-ritual) 3 dimensões da Ação Litúrgica (Ação simbólica-ritual) FAZER (Gestos, ações corporais) SABER (Sentido Teológico- litúrgico) SABOREAR (Atitude interior - Espiritual-afetiva)

17 A assembléia litúrgica que se reúne para a liturgia é assembléia toda ministerial, organizada em aspecto hierárquico. Hierarquia, porém, baseada na expressão neotestamentária. A autoridade eclesiástica é baseada na autoridade de Cristo. 17 LITURGIA É AÇÃO MINISTERIAL

18 “Mas Jesus, chamando-os, disse: ‘Sabeis que os governadores das nações as dominam e os grandes as tiranizam. Entre vós não deverá ser assim. Ao contrário, aquele que quiser tornar-se grande entre vós seja aquele que serve, e o que quiser ser o primeiro dentre vós, seja o vosso servo...’” (Mt 20,25-27). 18 LITURGIA É AÇÃO MINISTERIAL

19 “Nas celebrações litúrgicas, limite-se cada um, ministro ou simples fiel, exercendo o seu ofício, a fazer tudo e só o que é de sua competência, segundo a natureza do rito e as leis litúrgicas.” SC HIERARQUIA E DIVERSIDADE MINISTERIAL

20 A liturgia não comporta, pois, uma assembléia desordenada, no sentido de que nela cada um faz aquilo que mais lhe agrada. Não se trata de uma assembléia improvisada, mas estruturada e hierarquizada, pois “as ações litúrgicas não são ações privadas, mas celebrações da Igreja, que é «sacramento de unidade», isto é, povo santo reunido e ordenado sob a direção dos bispos” (SC 26). 20 HIERARQUIA E DIVERSIDADE MINISTERIAL

21 A liturgia atribui grande importância à função dos ministros na assembléia e os nossos documentos expressam tal realidade. Aí se enfoca com freqüência tanto a realidade ministerial da Igreja, como a sua contribuição para uma mais digna e significativa celebração litúrgica. 21 ARTICULAÇÃO DOS MINISTÉRIOS NA CELEBRAÇÃO

22 Não é difícil encontrar documentos que tratam da diversidade dos ministros exigidos na liturgia; da importância dos mesmos para uma mais intensa celebração litúrgica; da função dos vários ministros no momento celebrativo da assembléia; 22 ARTICULAÇÃO DOS MINISTÉRIOS NA CELEBRAÇÃO

23 do lugar que cada um deve ocupar na ação litúrgica; da veste própria de cada ministro na celebração e ainda do testemunho que os ministros são chamados a dar diante de todos através de um comportamento digno e exemplar 23 ARTICULAÇÃO DOS MINISTÉRIOS NA CELEBRAÇÃO

24 Existem na Igreja atualmente três tipos de ministérios litúrgicos: 1- os ministros ordenados: bispo, padre, diácono; 2- os ministros instituídos: leitor e acólito; 24 ARTICULAÇÃO DOS MINISTÉRIOS NA CELEBRAÇÃO

25 3- uma infinidade de outros ministros que vão surgindo de acordo com a vida e a necessidade de cada paróquia ou comunidade: leitores, acólitos, comentaristas ou animadores, cantores e instrumentistas, sacristãos, equipe de acolhimento, Ministros extraordinários da Comunhão, ministros do batismo, dirigente de celebração, dirigentes da via-sacra, da novena de natal, etc... 25

26 Tradicionalmente na Igreja, a presidência da assembléia eucarística é confiada ao bispo diocesano, responsável pela eucaristia nas várias comunidades locais, os quais são auxiliados neste serviço pelos presbíteros. 26 O MINISTÉRIO PRESIDENCIAL

27 Na Missa ou Ceia do Senhor, o povo de Deus é convocado e reunido, sob a presidência do sacerdote que representa a pessoa de Cristo, para celebrar a memória do Senhor ou sacrifício eucarístico. (IGMR 27 ) “O sacerdote oferece o santíssimo sacrifício «na pessoa de Cristo», o que quer dizer mais do que «no nome», ou «nas vezes» de Cristo. «Na pessoa», isto é, na específica, sacramental identificação com o «sumo e eterno sacerdote»...” [Dominicae cenae. 8]. 27 A FUNÇÃO PRESIDENCIAL

28 É pela maneira como exerce a presidência que o ministro promove a participação ativa dos fiéis. Deve auxiliar para que a celebração litúrgica, interior e exteriormente, se exprima assim como ela realmente é: ação comunitária de Cristo-Igreja. 28 A FUNÇÃO PRESIDENCIAL

29 Leitores Acólitos Salmistas Cantores, schola cantorum, instrumentistas Comentadores, mestres de cerimônia Outras funções na assembléia eucarística 29 OS DEMAIS SERVIÇOS NA ASSEMBLEIA LITÚRGICA

30 Através da voz daquele que lê as Sagradas Escrituras na celebração, Deus fala ao seu povo, e por meio da sua expressão vocal, o povo pode receber e compreender a mensagem salvífica de seu Senhor. 30 OS LEITORES

31 Nem todos podem executar esta tarefa na Igreja, mas somente aqueles que preenchem os requisitos básicos necessários ao ministério, sejam eles de tipo técnico ou espiritual. Podemos distinguir dois tipos de leitores: os que assumem esta função através de um rito litúrgico de instituição e os “temporários ou fortuitos”, que realizam tal serviço atendendo a uma necessidade imediata da comunidade. 31 Duas observações sobre os leitores

32 Os artigos da IGMR apresentam as funções do leitor na celebração da missa. “Além de proclamar a Palavra, pode-se confiar a eles o encargo de ajudar na organização da liturgia da palavra e cuidar, se for necessário, da preparação de outros fiéis que, por designação temporária, devem fazer as leituras na celebração da missa” [OLM 51]. Ordo Lectionum Missae 32 A FUNÇÃO DO LEITOR

33 “Além de proclamar a Palavra, pode-se confiar a eles o encargo de ajudar na organização da liturgia da palavra e cuidar, se for necessário, da preparação de outros fiéis que, por designação temporária, devem fazer as leituras na celebração da missa” [OLM 51]. Ordo Lectionum Missae 33 A FUNÇÃO DO LEITOR

34 “«Para que os fiéis, ao ouvirem as leituras divinas, concebam no coração um suave e vivo afeto pelas Sagradas Escrituras, é necessário que os leitores, mesmo que não tenham sido instituídos para essa função, sejam realmente capazes de desempenhá-la e se preparem cuidadosamente». Esta preparação deve ser sobretudo espiritual; mas é também necessária a preparação propriamente técnica. 34 O MODO A SER EXERCIDO O MINISTÉRIO DO LEITORADO

35 distinguem-se os acólitos instituídos através de um rito litúrgico, e os acólitos ocasionais ou fortuitos. O acólito é instituído para o serviço do altar e para auxiliar o sacerdote e o diácono. Compete-lhe principalmente preparar o altar e os vasos sagrados, e, se necessário, distribuir aos fiéis a Eucaristia, da qual é ministro extraordinário” [IGMR 98] 35 OS ACÓLITOS

36 O ministério do salmista, encarregado do canto ou proclamação dos salmos na assembléia eucarística, recebeu ao longo da tradição cristã significativa importância. 36 OS SALMISTAS

37 O salmista não é um leitor que profere o seu texto, mesmo quando ele deve “ler” o salmo. O salmista não é nem mesmo um cantor, também se na maioria das vezes deva ele “cantar” o salmo. O salmista é essencialmente um “orante”, que reza e conduz toda a assembléia a rezar junto com ele por meio do salmo cantado ou lido. 37 OS SALMISTAS

38 Os ministros do canto sacro realizam um verdadeiro ministério litúrgico. cf IGMR 103 Todos estes serviços têm uma função precisa no culto da assembléia,... o canto e a música NÃO são meros contornos da celebração, cuja função seria decorativa, eles ENTRAM na ação celebrativa. 38 OS CANTORES E INSTRUMENTISTAS

39 A Schola cantorum deve promover a participação dos fiéis nos cantos executados [cf. MS 20.53; IGMR 103], e proferir de maneira clara e inteligível as suas partes [cf. MS 26]. 39 OS CANTORES E INSTRUMENTISTAS

40 “Além da formação musical, seja dado também aos membros da «schola cantorum» uma adequada formação litúrgica e espiritual, de modo que da exata execução de seu ofício litúrgico derivem não só o decoro da ação sagrada e a edificação dos fiéis, mas também um verdadeiro bem espiritual para os próprios cantores” [MS 24]. 40 OS CANTORES E INSTRUMENTISTAS

41 Os instrumentistas e seus instrumentos, devem ocupar um lugar tal a sustentarem o canto e serem ouvidos por todos. Como a natureza das partes presidenciais exige que todos as escutem, “...enquanto o sacerdote as profere, não haja outras orações nem cantos, e calem-se o órgão ou qualquer instrumento” [IGMR 32]. 41 OS CANTORES E INSTRUMENTISTAS

42 A função do animador liga-se diretamente à promoção da participação ativa, consciente e plena dos fiéis na missa. “...dirige aos fiéis breves explicações e exortações, visando a introduzi-los na celebração e dispô-los para entendê-la melhor. Convém que as exortações sejam cuidadosamente preparadas, sóbrias e claras. Ao desempenhar sua função, o animador fica em pé em lugar adequado voltado para os fiéis, não, porém, no ambão” [IGMR 105b]. 42 COMENTADORES ou ANIMADORES

43 “É conveniente, ao menos nas igrejas catedrais e outras igrejas maiores, que haja algum ministro competente ou mestre de cerimônias, a fim de que as ações sagradas sejam devidamente organizadas e exercidas com decoro, ordem e piedade pelos ministros sagrados e pelos fiéis leigos” [IGMR 106]. 43 OS MESTRES DE CERIMÔNIA

44 Podemos tratar ainda de outras funções na assembléia eucarística, como por exemplo dos ministros extraordinários da comunhão eucarística, dos organizadores de procissões e coletas e daqueles encarregados da recepção dos irmãos à porta da igreja e dos que cuidam dos idosos e crianças. 44 OUTRAS FUNÇÕES

45 Para a presidência destas celebrações sejam chamados em primeiro lugar o diácono; na falta deste, o pároco designe leigos, acólitos e leitores instituídos. Faltando também estes, podem ser designados outros leigos, homens ou mulheres, os quais podem exercer tal função por força do seu batismo e confirmação. (Diretório sobre as celebrações dominicais na ausência do presbítero, nn ASSEMBLÉIA LITÚRGICA SEM O PADRE

46 1) A Igreja apresenta-se toda ministerial desde os seus inícios neo-testamentários e só pode compreender-se deste modo. 2) Ministérios e serviços litúrgicos presentes e diversificados no corpo eclesisal jamais podem designar honra ou privilégio. 3) São inúmeros os ministérios eclesiais: ministérios ordenados e ministérios não- ordenados (instituídos e espontâneos ou fortuitos) 46 CONCLUSÕES


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