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Colheita do Arroz Irrigado O teor de umidade do grão adequado para realizar-se a colheita do arroz está entre 18 e 23%. Se colhido com teor muito elevado,

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Apresentação em tema: "Colheita do Arroz Irrigado O teor de umidade do grão adequado para realizar-se a colheita do arroz está entre 18 e 23%. Se colhido com teor muito elevado,"— Transcrição da apresentação:

1 Colheita do Arroz Irrigado O teor de umidade do grão adequado para realizar-se a colheita do arroz está entre 18 e 23%. Se colhido com teor muito elevado, haverá grãos em formação. Por outro lado, se a colheita for muito tarde haverá mais quebra de grãos no beneficiamento e, quando se destina a semente, o vigor poderá ser afetado. Ponto de Colheita As operações de colheita e pós-colheita constituem etapas importantes do processo de produção e, quando mal conduzidas, acarretam perdas elevadas de grãos, comprometendo os esforços e os investimentos dedicados à cultura. A colheita pode ser realizada por três métodos: o corte, enleiramento, recolhimento e trilhamento são feitas manualmente o corte, o enleiramento e o recolhimento das plantas são, geralmente, manuais, e o trilhamento, mecanizado o manual o semi-mecanizado o mecanizadotodas as operações são feitas à máquina Qualquer que seja o método utilizado, quando o arroz é colhido muito úmido ou tardiamente, com baixo teor de umidade, a produtividade e a qualidade dos grãos são prejudicadas. Na colheita mecânica, além da regulagem adequada dos mecanismos externos e internos da colhedora, deve-se atentar para a velocidade do molinete, que deve ser suficiente apenas para puxar as plantas para dentro da máquina. A época correta de colheita é um dos importantes fatores que afetam a produção e a produtividade dos cereais. Isto é particularmente verdadeiro para a cultura do arroz, pois basta considerarmos que a planta sustenta seis ou mais panículas que raramente amadurecem todas uniformemente.

2 Época correta é realizada quando os grãos ainda estão com alto teor de umidade, oscilando em torno de 27%. Esta modalidade de colheita é feita para evitar danos futuros advindos de condições meteorológicas, como por exemplo chuvas. Neste tipo de colheita, devido ao alto teor de umidade, teremos: porcentagem maior de espiguetas vazias e grãos gessados, maiores problemas na limpeza, havendo perdas na batedura, redução do rendimento no beneficiamento. Este tipo de colheita diminui a produtividade da cultura. a - Colheita precoce é realizada quando os grãos estão com baixo teor de umidade, em torno de 14-16%. Com uma maior permanência no campo, e na presença de condições adversas, como chuva e alternância de temperatura, haverá modificações no teor de umidade no grão e com isto a porcentagem de grãos trincados será maior, o que causará redução da fração de grãos inteiros. A colheita tardia favorece a colhedeira, que opera melhor sendo baixas as perdas na limpeza e na batedura. Neste tipo de colheita perde-se portanto em qualidade do produto, especialmente em se tratando de produção de sementes. b - Colheita tardia

3 Como descrito anteriormente, observa-se que a melhor época de colheita ocorre num momento entre a colheita precoce e a colheita tardia. entre 18 e 23%. O teor de umidade do grão adequado para realizar-se a colheita do arroz está entre 18 e 23%. Neste período os grãos mais baixos da panícula alcançam a fase semi-dura.

4 Geralmente, quando o produtor possui ou tem à sua disposição secadores comerciais, ele usualmente prefere começar a colheita mais cedo, quando o teor de umidade ainda está acima de 20%. Isto pode ser entendido, porque o produtor tem uma grande soma de dinheiro investido em seu arrozal, e ele não quer correr o risco de que o campo de arroz sofra os danos de um possível mal tempo nos dias que estão por vir. Uma outra razão parece ser a capacidade do equipamento de colheita. Se o equipamento é limitado, o produtor começaria colhendo mais cedo, objetivando melhor aproveitamento deste. uso de cultivares de ciclos diferentesescalonamento da data do plantio Para facilitar uma colheita com um teor de umidade em torno de 20%, é recomendável que o período de colheita seja prolongado, através do uso de cultivares de ciclos diferentes, associado ao escalonamento da data do plantio, de forma tal que se possa manter uma maior capacidade de colheita antecipada, à medida que os campos de arroz vão atingindo a maturidade em uma seqüência previamente programada. Secagem naturalnaturais melhoradossecagem forçadaestacionárias convencionais A secagem pode ser feita por vários métodos, desde o natural e os naturais melhorados, até a secagem forçada, a qual inclui as estacionárias, onde apenas o ar se movimenta durante a operação, e as convencionais, onde são movimentados ar e grãos durante a secagem. trincamento formação de crosta periféricaalteração de coloraçãodesestruturação do amido morte do próprio grão reduções no rendimento industrial e no valor comercial Os principais danos causados aos grãos de arroz durante a secagem com ar aquecido são trincamento, formação de crosta periférica, alteração de coloração, desestruturação do amido e morte do próprio grão, que provocam reduções no rendimento industrial e no valor comercial. Os grãos de arroz são sensíveis aos choques térmicos, por isso a alternância do emprego de ar aquecido e ar ambiente aumenta o número de grãos trincados.

5 A secagem estacionária é caracterizada, portanto, pela não movimentação dos grãos, que, colocados nos silos-secadores, sofrem a ação do ar, aquecido ou não, o qual é movimentado mecanicamente em fluxos axial ou radial, se em direção do eixo principal (altura, em direção vertical a partir do fundo do silo-secador), ou do raio (lateral, em direção horizontal a partir de um tubo central perfurado), respectivamente. A secagem estacionária de arroz pode ser feita com ar forçado, à temperatura de até 45 0 C, para camadas não superiores a 1,0m. Secagem forçada estacionária Para a secagem intermitente, são utilizados os secadores intermitentes, e a operação ocorre com movimentação dos grãos e do ar de secagem, que mantém períodos alternados de contato e de isolamento. Em sementes, a temperatura do ar não deve ultrapassar 45ºC e a da massa de semente, 40ºC, dentro do secador. Secagem forçada intermitentes O sistema de secagem intermitente exige maiores investimentos para a instalação e o uso de tecnologia mais sofisticada do que o estacionário, porém com resultados que podem ser bastante compensadores em grãos dotados de certa resistência a danos mecânicos e sensíveis a danos e choques térmicos, como os de arroz. Armazenamento sacariagranel O arroz pode ser armazenado em sacaria, no sistema convencional, ou a granel, em silos ou em armazéns graneleiros. O armazenamento em sacaria, para ser eficiente em conservabilidade, requer grãos secos, locais bem ventilados e pilhas com 4,5-5,5m de altura e 19m de comprimento, no máximo, por razões de segurança e operacionalidade. As pilhas e/ou os blocos devem ficar afastados cerca de 0,5m das paredes do armazém convencional. Para armazenamento em sacaria deve ser mantida boa ventilação nas pilhas, através de afastamento entre elas ou os blocos e entre elas e as paredes. Na parte inferior, podem ser utilizados estrados de madeira com altura mínima de 12cm.

6 Num silo ou num graneleiro, grãos relativamente pequenos, como os de arroz, exibem comportamento diferente do de outras espécies de cereais, de grãos maiores, principalmente por apresentarem maior tendência à compactação e oferecerem maior resistência à passagem do ar, durante a aeração. Problemas decorrentes dessa característica são contornados através de intrassilagem parcial ou total da carga do silo e/ou de transilagens periódicas, durante o armazenamento, a cada período de 60 dias ou, no máximo, 90 dias. Pragas e microflora de armazenamento Os grãos armazenados são atacados por pragas (roedores, insetos e ácaros) que causam sérios prejuízos qualitativos e quantitativos. O resultado da ação de insetos em grãos armazenados traduz-se em perda de peso e poder germinativo, desvalorização comercial do produto, disseminação de fungos e formação de bolsas de calor durante o armazenamento. As boas condições de higiene e sanidade nos silos e nos armazéns são fundamentais para a conservabilidade dos grãos. Aparecendo pragas, devem ser realizados expurgos. O expurgo pode ser aplicado tanto em arroz a granel como em sacaria, desde que respeitadas as especificações técnicas de cada produto. Em grãos a granel - os silos verticais metálicos, requerem maior atenção em relação ao controle de pragas dos produtos armazenados, principalmente por se tratar de um sistema que dificulta a vedação. Em grãos ensacados - a operação de expurgo pode ser feita através de câmaras móveis ou lençóis plásticos, permitindo a fumigação de cada pilha separadamente. O controle das pragas pode ser complementado com inseticidas não-fumigantes. Também é muito importante o controle de roedores nas redondezas do armazém. Além da colocação de raticidas ao redor do armazém, todos os buracos e fendas deverão ser calafetados. Os ácaros atacam todas as espécies de grãos, principalmente os danificados. Mais de oitenta espécies de ácaros podem ocorrer em grãos armazenados, especialmente em climas temperados. Os fungos fazem parte das principais causas de deterioração dos grãos armazenados, sendo superados quantitativamente apenas pelos insetos, mas seus efeitos qualitativos geralmente são mais preocupantes.

7 Na maioria das indústrias, o processo continua com as operações de brunimento e/ou polimento. Após o polimento e as seleções, os grãos são embalados, mecanicamente.Parboilização Parboilização é um processo hidrotérmico, no qual o arroz em casca é imerso em água potável, a uma temperatura acima de 58ºC, seguido de gelatinização parcial ou total do amido e secagem. Antes de ser submetido às operações hidrotérmicas, o arroz, ainda em casca, passa por um conjunto de equipamentos para a realização de operações complementares de limpeza e seleção, que pode incluir de máquinas de ar e peneiras a mesas densimétricas. Em grande parte das indústrias a autoclavagem é realizada em equipamentos de fluxo contínuo ou semicontínuo, que operam em temperaturas ao redor de 110ºC, com pressões de 0,4 a 1,2 kgf.cm -1, em tempos que variam de 10 a 30 minutos. Depois da autoclavagem, as operações hidrotérmicas seguem com a etapa das secagens. Após a secagem preliminar em secador rotativo é realizada a secagem complementar ou secundária. Completadas as operações hidrotérmicas, os grãos são descascados, produzindo o arroz integral parboilizado.

8 Coeficientes Técnicos do Arroz Irrigado no RS A reestruturação dos fatores de produção (terra, capital, trabalho), a escolha das tecnologias, o conhecimento da sua realidade e do meio em que produzem, a busca constante de informações e o controle de receitas e despesas, permitem aos produtores definir escalas de produções que os tornem competitivos. A competitividade do setor, deve ter como base os seguintes pontos: Determinação dos custos de produção por área de lavoura; Revisão dos arrendamentos; Cultivo restrito à áreas economicamente viáveis; Adoção de tecnologias e manejos para redução de custos: Plantio Direto, Pré-germinado, densidade de semeadura, adubação, etc. Qualidade total: redução das perdas de colheita, irrigação, mão de obra, etc. Análise mercadológica permanente, entre outros. A determinação do custo de produção, elemento-chave para que se estabeleça a competitividade, e sua análise, oferece uma base consistente e confiável para a projeção dos resultados e para o planejamento, principalmente na decisão de o que, quando e como plantar, além de revelar as operações, áreas e atividades de maior ou menor custo.

9 Tabela. Coeficientes técnicos para 1 hectare de arroz irrigado no estado do RS. Operações/insumosUnidadeQt.*/haCusto Insumos -SementeKg160 -Adubo de baseKg200 -Adubo cobertaKg80 -Herbicida GlifosateL4 PropanilL8 ClomazoneL1 -Fungicida(10% da área)..BenomilKg0,5 -Inseticida(20% da área)..CarbofuranKg15

10 Preparo soloUnidade Qt.*/haCusto -Demanche taipasHora/máq.0:50 -Aração/GradagemHora/máq.0:45 -AplainamentoHora/máq.1:00 -Locação de taipasSaco/ha1 -Construção de taipasHora/máq.1:30 -DrenagemHora/máq.0:20 -Limpeza canaisHora/máq.1:45 -DessecaçãoAplic. aérea1 -Mão de obraDia/hom.0,70

11 PlantioUnidadeQt.*/haCusto -Plantio/semeaduraHora/máq.1:00 -Mão de obraDia/hom.0,30 Tratos culturaisUnidadeQt.*/haCusto -Adub. coberturaAplic. aérea1 -Controle pl. daninhasAplic. aérea1,2 -Controle doençasAplic. aérea0,1 -Mão de obraDia/hom.0,40

12 ColheitaUnidadeQt.*/haCusto -Colhedora% produção7 -Graneleiros% produção2 -Mão de obraDia/hom.0,20 -Frete externoR$/t6 Limpeza/sec/armaz.% produção8 Arrendamento terraSaco/50 kg13 IrrigaçãoUnidadeQt.*/haCusto -IrrigaçãoSaco/50kg15 -Irrigador% produção1,5

13 Custo R$/ha OperaçõesConvencionalCultivo Mínimo Preparo do solo253,73 Dessecação-55,43 Plantio21,73 Sementes105,00 Adubo74,80 Adubação de cobertura54,20 Controle pl. daninhas/pragas/doenças199,50 Irrigação282,91285,94 Colheita266,77292,75 Secagem/armazenagem161,66177,83 Arrendamento252,60 Total1.672, ,51 Receita (R$ 16,84* X saco 50 kg)2.020, ,88 Margem Bruta347,90449,37 Relação custo/benefício1,211,25

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