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VI – ENQUADRAMENTO MACRO-ECONÓMICO -Zona Euro – O significado de uma União Económica e Monetária (UEM) -Os equilíbrios macroeconómicos Ópticas de produção,

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1 VI – ENQUADRAMENTO MACRO-ECONÓMICO -Zona Euro – O significado de uma União Económica e Monetária (UEM) -Os equilíbrios macroeconómicos Ópticas de produção, despesa e rendimento Economia aberta e economia fechada -As noções de produtividade e competitividade -A produtividade aparente do trabalho -Moeda e Inflacção

2 O que é a UEM europeia? O Enquadramento Macroeconómico de Portugal na UEM UEM portuguesa (zona escudo) Em Portugal, antes da entrada do euro, a nossa moeda era o escudo, havendo pois uma União Monetária entre o Continente e as Regiões Autónomas. Por outro lado, o espaço português também era uma União Económica pois tínhamos um mercado único constituído pelo Continente e Regiões Autónomas no qual havia (e há) completa liberdade de circulação dos factores de produção – pessoas, bens, serviços e capitais. União Monetária = Moeda única entre as regiões da união União Económica = Liberdade de circulação dos 4 factores de produção no espaço da União: Pessoas; Bens; Serviços; Capitais. Portugal (zona escudo) era assim uma União Económica e Monetária (UEM) à escala nacional

3 O que é a UEM europeia? (cont.) O Enquadramento Macroeconómico de Portugal na UEM UEM europeia – zona euro Com a moeda única europeia, o que se passava à escala nacional transpõe-se para a escala europeia. Com o euro passamos a ter uma União Monetária para todos os países que aderiram ao euro. Por outro lado, a União Europeia já é para os seus membros um grande mercado único com crescente liberdade de circulação dos factores de produção nesse mercado. Caminhamos, assim, para uma União Económica à escala europeia. Os países que aderiram ao euro (zona euro), como Portugal, estão assim, numa UEM à escala europeia Com a integração na UE e com a criação do mercado único europeu e da moeda única europeia (o euro), Portugal deixou de ser uma pequena economia aberta, para passar a ser uma região dum grande espaço económico

4 Despesa Nacional (despesas de consumo) Produto Nacional (produção de bens) Trabalho e Iniciativa Rendimento Nacional (salários +lucros) EQUILIBRIO MACROECONÓMICO SEM ESTADO FAMILIASEMPRESAS -As famílias vão comprar o que se produziu - Mas gastam o dinheiro que recebem sendo portanto -E recebem pelo trabalho prestado, trabalho esse que vai criar o valor à produção realizada pelas empresas Despesa (consumo) = Produto Despesa = Rendimento Rendimento = Produto MERCADO DO PRODUTO MERCADO DOS FACTORES DE PRODUÇÃO

5 Vamos agora introduzir o Capital e o Estado CAPITAL – Conjunto dos meios duradouros de produção Se fôr capital físico = Máquinas + edifícios Se fôr capital intangível = Marcas + patentes Se fôr capital intelectual = know-how + capacidade de gestão e organização É então fácil de perceber que precisamos de capital para produzir O capital é financiado pela poupança ( a parte do nosso rendimento que não gastámos) e expressa-se através do investimento que é no fundo a formação de novo capital. ESTADO – Entidade que não produz (quem produz são as empresas), que tem como receitas os impostos pagos pelas familias e pelas empresas e com os impostos financia os seus gastos. EQUILIBRIO MACROECONÓMICO COM ESTADO

6 EMPRESAS FAMILIAS ESTADO Ypm Ypf C CAPITAL I= Si Sg Sp Temp Y = PRODUTO = RENDIMENTO =DESPESA C – Consumo privado (das familias) G= Consumo Público (do Estado) I=Investimento Capital=I =Si= Poupança Interna = Sp (Poupança privada (familias))+Sg (poupança pública do Estado) _________ fluxos físicos (óptica do produto) fluxos monetários (óptica do rendimento) Sg= Tf+Temp-G Ypm= Ypf+Temp Ypm = C+G+I G Tf Tf= Imposto sobre as familias Temp= Imposto sobre as empresas Equilibrio Macroeconómico com Estado, produto e rendimento nacional

7 ECONOMIA FECHADA AO EXTERIOR (SEM EXPORTAÇÕES E SEM IMPORTAÇÕES) Y=C+G+I Y= Produção Nacional (oferta interna) C= Consumo Privado G= Consumo Público I= Investimento Y-C-G = I Si = Poupança interna (diferença entre que se produz e o que se consome) Si= I O que se investe é aquilo que se poupa.

8 Oferta GlobalProcura Global Y (=) + M (↑)= C (↑) + G (↑) + I + X (=) (Oferta Externa) (Oferta Interna) (Procura Interna) (Procura Externa) Y – Produção Nacional M – Importações C – Consumo Privado G – Consumo Público I – Investimento X – Exportações ECONOMIA ABERTA AO EXTERIOR (COM IMPORTAÇÕES E EXPORTAÇÕES)

9 Balança de Pagamentos Y (=) = C (↑) + G (↑) + I + (X (=) – M (↑)) Poupança Interna Poupança Externa Y (=) - C (↑) - G (↑) + M (↑) - X (=) = I - CONSUMIMOS MAIS (em Qualidade e Quantidade) DO QUE PRODUZIMOS -SALÁRIOS (embora PRODUTIVIDADE -O nosso nível de consumo (e de vida) é suportado pelo endividamento externo

10 As noções de produtividade e competitividade Produtividade em termos fisicos INPUTOUTPUT produtividade = Em termos económicos, é fácil de perceber que se aumentarmos a produtividade num processo que crie um produto que não se vende, aumentamos o número de produtos produzidos, mas não aumentamos a competitividade.... processo Produtividade é condição necessária para a competitividade mas não é suficiente. OUTPUT INPUT

11 As noções de produtividade e competitividade Produtividade em termos económicos INPUTOUTPUT produtividade = processo VALOR ACRESCENTADO INPUT

12 As noções de produtividade e competitividade Como só há valor acrescentado se houver utilidade social e valor de mercado (preço) para aquilo que produzimos, ao introduzir a noção de valor acrescentado, aproximamos a noção de produtividade da de competitividade. A competitividade é, no fundo, a capacidade das empresas produzirem bens e serviços, numa base sustentável, de forma mais eficiente que as suas competidoras, quer em termos dos factores- preço quer dos não-preço (factores de ordem qualitativa). A competitividade consiste pois, em transformar ideias em produtos de uma forma melhor, mais rápida e mais barata que os concorrentes. Competitividade = Produtividade x Qualidade x Serviços Produtividade = Tecnologia x Organização x Motivação

13 As noções de produtividade e competitividade Em resumo: A noção de competitividade descreve de forma genérica o desempenho da economia e a capacidade dum País segurar ou aumentar a sua cota de mercado num sector particular (Krugman, 1996; Porter 1998;....ver....) Para medir a competitividade, recorre-se a vários indicadores de desempenho, entre os quais o mais importante é a produtividade. A produtividade é um conceito e, como tal, pode-se medir. A competitividade é apenas uma noção. Muitas vezes, as discussões sobre a competitividade dum País acabam por se reduzir à discussão sobre produtividade.

14 A produtividade aparente do trabalho S = S (K, L) S = função de produção K = capital L = Trabalho (labour) Produtividade aparente do trabalho = É então fácil de perceber que a produtividade dum dos factores de produção depende do nível do outro. É um erro falar do nível de produtividade do trabalho sem atender ao stock de capital existente e, neste stock de capital está não apenas o capital físico mas, cada vez mais, o capital intelectual (capacidade de gestão, de organização e de motivação).

15 A moeda é o instrumento que serve ao intercâmbio dos bens e dos serviços numa sociedade complexa que tenha ultrapassado a fase da mera troca física de produtos. Cunhar e emitir a moeda era um privilégio de soberania e como tal só as entidades soberanas (estados) o podiam fazer. A MOEDA É no fundo a colocação em circulação de moeda (meios de pagamento) superiores às possibilidades do aparelho produtivo. Quando a procura começa a exceder a produção e esta não reage (permanece constante) é evidente que a parte excedentária da procura não poderá ser satisfeita e os preços vão subir (inflação) por forma a dissuadir a procura. A INFLAÇÃO

16 Assim: A INFLACÇÃO (cont.) Normalmente, o excesso de meios de pagamento (moeda em circulação) ao criar liquidez nas pessoas / consumidores faz aumentar o consumo, criando-se assim uma pressão do lado da procura sobre a oferta, o que gera tensões inflacionistas. Isto é inteiramente válido numa economia fechada ao exterior. Numa economia aberta, como a portuguesa, e se a oferta interna não reagir, esse excesso de procura sobre a oferta é resolvido através de importações, as quais atenuam as pressões inflacionistas da economia fechada. Em suma, a inflação que no fundo é medida através do ritmo da subida dos preços no mercado dos produtos (devido a haver um excesso de procura sobre a oferta) é no fundo um fenómeno da raiz monetário ligado ao excesso da liquidez numa economia. BIBLIOGRAFIA: - Almeida, Alvaro “Economia Aplicada para Gestores” Cadernos IESF Espaço Atlântico – Publicações e Marketing, Lda Samuelson, Paul A. e William D. Nordhaus “Economia” – 18Edições McGraw Hill


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