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Autorretrato (Priscila Namiuti) Eu cansei das frases feitas por fazer Cansei de tudo aquilo que não é realmente “eu” Não penso exatamente no comum Eu não.

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1 Autorretrato (Priscila Namiuti) Eu cansei das frases feitas por fazer Cansei de tudo aquilo que não é realmente “eu” Não penso exatamente no comum Eu não me encaixo em lugar nenhum Eu sou um Tão doce Tão tímido Singelo o que mostra de mim Este espelho perdeu pra sempre aquilo que sou eu.

2 CORRUPÇÃO DISSERTAÇÃO MODELO UNESP

3 CORRUPÇÃO: ORIGEM DO TERMO “Corruptus” (termo em latim): “quebrado em pedaços” OU “apodrecido, pútrido”. Por conseguinte, o verbo corromper significa “tornar pútrido, podre” A palavra “corrupção” é frequentemente utilizada nos noticiários, quando abordam as ações ilícitas praticadas por políticos brasileiros, sendo, assim, natural associá-la ao ambiente político. Ignora-se, entretanto, que esse termo, cuja origem latina – “corruptus” – significa “apodrecido”, também se refere a práticas antiéticas dos cidadãos comuns.

4 DEFINIÇÃO DE CORRUPÇÃO De acordo com a ONG Transparência Internacional, a corrupção pode ser definida como "o abuso de poder para fins privados". De acordo com a ONG Transparência Internacional, é possível definir “corrupção” como "abuso de poder para fins privados". Essa concepção, frequentemente associada ao âmbito político, pode ser relacionada, também, às ações ilícitas realizadas pelos cidadãos comuns no dia-a-dia: subornar um guarda de trânsito, aproveitar-se de um cargo, posição social ou condição financeira para burlar uma lei, entre outras tantas atitudes cotidianas que, nem sempre, são consideradas corruptas pela sociedade.

5 A CORRUPÇÃO COMO TEMA NA LITERATURA Romance “Memórias de um sargento de milícias”, de Manuel Antônio de Almeida Conto “Dois Dedos”, de Graciliano Ramos Conto “Teoria do Medalhão”, de Machado de Assis (Obra completa de Machado de Assis disponível no site do MEC:

6 Exemplo de tese O ano de 2013 ficará marcado na história do país. Milhares de brasileiros saíram às ruas de suas cidades para se manifestarem contra a corrupção praticada pelos políticos. Esse discurso em favor da ética, entretanto, mostra-se incoerente ao se considerar que muitos cidadãos comuns – inclusive manifestantes – praticam ações corruptas em seu dia-a-dia.

7 Conclusão por retomada de tese De fato, os protestos em relação à corrupção política são extremamente relevantes. Entretanto, não bastam atitudes que visam apenas combater as ações antiéticas realizadas pelos governantes; torna-se imprescindível, ainda, formar a consciência de que as práticas ilícitas presentes no cotidiano dos cidadãos são também corruptas e que a desonestidade, tão comum no âmbito político, é, de certa forma, um reflexo do comportamento brasileiro.

8 É possível concluir com proposta de solução (desde que se responda à pergunta da proposição) Fuja do clichê! Palestras abertas à comunidade escolar se fazem necessárias para... É POSSÍVEL ELABORAR UMA PROPOSTA MAIS CRIATIVA!!! Nesse contexto, em que a corrupção política reflete o comportamento do cidadão comum, a conscientização acerca da importância de agir de maneira ética no dia-a-dia não é, certamente, uma tarefa fácil. Requer tempo e, principalmente, o envolvimento de diversos setores da sociedade. Campanhas como a idealizada pelo Ministério Público – “O que você tem a ver com a corrupção?” – constituem-se iniciativas positivas, mas, por si mesmas, não são suficientes. Aliadas, entretanto, à ação da instituição escolar, podem surtir maior efeito, visto que não somente sua divulgação é necessária, mas também a reflexão e o debate mediados por educadores. Assim, é possível paulatinamente formar uma sociedade em que o “jeitinho brasileiro” faça parte, somente, das histórias presentes na literatura brasileira.

9 CAMPANHA “O QUE É QUE VOCÊ TEM A VER COM A CORRUPÇÃO?”

10 EXEMPLO DE TEXTO O “jeitinho brasileiro” é um tema recorrente na literatura. Manuel Antônio de Almeida, em “Memórias de um sargento de milícias”, apresentou o que, segundo a crítica literária, seria o primeiro “malandro” no romance nacional. Machado de Assis, em seu conto “A teoria do Medalhão”, expôs, por meio de sua fina ironia, a crítica aos costumes que constituem formas de corrupção cotidiana. Graciliano Ramos, no conto “Dois Dedos”, abordou a política de “favores”, tão comum ainda na atualidade. Por meio da reflexão literária, percebe-se que, em diferentes momentos históricos, as ações ilícitas realizadas no dia-a-dia do cidadão comum são até mesmo legitimadas em alguns casos pela sociedade, fazendo da corrupção uma prática não somente relacionada ao âmbito político.

11 Essa concepção a respeito de práticas ilícitas realizadas pelos cidadãos brasileiros mostra-se totalmente incoerente ao discurso em favor da ética, que ganhou força a partir, principalmente, das recentes manifestações ocorridas no país, as quais revelaram a indignação da sociedade em relação à corrupção praticada pelos políticos. Assim, há claramente uma situação contraditória: por um lado, muitos evidenciaram um maior engajamento político, conscientizando-se acerca de seu papel no combate às ações corruptas; por outro, mesmo entre os mais engajados provavelmente há aqueles que não conseguem perceber a falta de ética em suas próprias atitudes.

12 Dessa forma, ações como subornar um guarda de trânsito, “furar fila”, sonegar impostos, entre outras, são até mesmo justificadas por aqueles que as praticam. Segundo o antropólogo Roberto Da Matta, esse comportamento frente às ações corruptas cotidianas demonstra como a lei e a ética costumam ser vistas no país – um “estraga- prazeres”, um castigo -, legitimando-se o célebre “jeitinho brasileiro”.

13 Nesse contexto, em que a corrupção política reflete o comportamento do cidadão comum, a conscientização acerca da importância de agir de maneira ética no dia-a-dia não é, certamente, uma tarefa fácil. Requer tempo e, principalmente, o envolvimento de diversos setores da sociedade. Campanhas como a idealizada pelo Ministério Público – “O que você tem a ver com a corrupção?” – constituem-se iniciativas positivas, mas, por si mesmas, não são suficientes. Aliadas, entretanto, à ação da instituição escolar, podem surtir maior efeito, visto que não somente sua divulgação é necessária, mas também a reflexão e o debate mediados por educadores. Assim, é possível paulatinamente formar uma sociedade em que o “jeitinho brasileiro” faça parte, somente, das histórias presentes na literatura brasileira.


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