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Avaliação e Monitoramento de Projetos Programa Regional de Formação para o Desenvolvimento Econômico Local com Inclusão Social - Brasil Gerência de Fomento.

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1 Avaliação e Monitoramento de Projetos Programa Regional de Formação para o Desenvolvimento Econômico Local com Inclusão Social - Brasil Gerência de Fomento e Desenvolvimento2014

2 Conteúdo Conceitos de avaliação e monitoramento Fases de avaliação – Inicial – Intermediária – Final Instrumentos – Sistema do Marco Lógico – Gerenciamento de riscos

3 Avaliação de Projetos Conceitos e Etapas de Avaliação

4 Avaliação

5 Conjunto de operações que permite, de um lado, compilar e armazenar ordenadamente a informação relativa ao projeto e, de outro lado, analisá-la para tomar decisões que afetam sua evolução. – Fonte: PTI / BID, 2014

6 Etapas de avaliação Planejamento Avaliação inicial Monitoramento e controle, replanejamento Avaliação intermediária Termo de encerramento, memória e lições aprendidas Avaliação final

7 Avaliação Avaliação inicial Permite a delimitação do âmbito de ação e verifica a coerência interna do projeto. Avaliação intermediária Monitoramento Verifica a coincidência entre ações realizadas e planejadas. Processo Verifica os resultados intermediários. Estratégia Avalia a propensão e o comprometimento dos atores locais com a iniciativa. Avaliação final Permite estimar os resultados alcançados e o êxito do projeto. Fonte: CNI, 2009.

8 Avaliação de Projetos Componentes e instrumentos

9 Escopo - Planejamento Que objetivos vou atender? Quem vou atender? Em que lugar vou atender? Quais atividades vou executar? Positivo Que objetivos não vou atender? Quem não vou atender? Em que lugar não vou atender? Quais atividades não vou executar? Negativo Que mais?

10 Escopo Pode fazer parte do escopo do projeto: – Objetivos geral e específicos – Premissas – Limites – Restrições – Lista positiva e negativa – Estrutura analítica do projeto – Matriz de responsabilidades e de comunicação (RACE) – IMPORTANTE: se possível, um termo de abertura do projeto contendo essas informações e com assinatura de aceite dos parceiros. Hora do exemplo

11 Planejamento do monitoramento Indicadores – Faz parte dessa atividade a incorporação de um sistema de indicadores que permita verificar posteriormente o acompanhamento do projeto. – Fonte: PTI / BID, 2014.

12 Indicadores – aspectos relevantes O que pode ser um indicador: – Número (contagem) – Proporção (porcentagem) – Taxa – Média – Mediana – Razão – Índice (composição de indicadores) Fonte: Measure Evaluation, 2008

13 Indicadores – exemplos – Número (n◦ de escolas primárias) – Proporção (n◦ de escolas primárias/n◦ total de escolas) – Taxa (n◦ de acidentes com morte/ n◦ de acidentes totais) – Média (50 viagens de 5 pessoas – 10 viagens por pessoa) – Mediana – medida de tendência central – Razão - n◦ de jovens universitários na rede/ n◦ de jovens não universitários na rede – Índice (composição de indicadores)- INPC Fonte: Measure Evaluation, 2008

14 CreamClaroRelevanteEconômicoAdequadoMonitorável Indicadores – Aspectos relevantes

15 Indicadores – aspectos relevantes SMARTSpecificMeasurableAchievableRelevantTime Based

16 Tᵒ T¹ Tⁿ... Linha de base

17 Avaliação de Projetos Instrumentos

18 Sistema do Marco Lógico Definição Instrumento que ajuda aos formuladores de projetos a entender melhor a natureza dos problemas que estão tratando de resolver. Fonte: BID, COMPONENTES FINALIDADE OBJETIVO ATIVIDADES OBJETIVOS INDICADORES MEIOS VERIFICAÇÃO PRESSUPOSTOS

19 Sistema do Marco Lógico Contexto O Marco Lógico surgiu no contexto da cooperação internacional, em virtude de alguns problemas relacionados aos projetos, levantados no final dos anos setenta pela Agência Americana de Cooperação Internacional / United States Agency for International Developments (USAID). Fonte: Seplan / AM

20 Sistema do Marco Lógico Contexto Informe anual de 1994 do BID informa que: – 145 de 352 projetos (41,2%) ou; – US$ milhões (29,6%) do saldo não desembolsado Encontram-se em estado de execução lenta, atrasada ou situação problemática. Fonte: BID, 1997.

21 Contexto Segundo pesquisa do PMI (Project Management Institute) em torno de 30% dos projetos não atingem seus objetivos e, aproximadamente 17% são completamente descontinuados. Fonte: PMI, Pulse Sistema do Marco Lógico

22 Ferramentas de Diagnóstico Análise das partes interessadas Análise dos problemas Ferramentas de Identificação Análise de objetivos Análise de alternativas Estrutura

23 Análise das partes interessadas Grupo/ Organização Interesses Ameaças Oportunidades Recursos Representação Formal Hora do Exercício

24 Análise do problema Primeira questão: O que é um problema? – Dica importante: – Não confundir causa do problema com efeito ou possível solução – Exemplo: Faz falta um semáforo Há uma alta taxa de acidentes Hora do Exercício

25 Árvore de efeitos Fonte: Measure Evaluation, 2008

26 Árvore de efeitos Fonte: Measure Evaluation, 2008

27 Árvore de efeitos Fonte: Measure Evaluation, 2008

28 Árvore de efeitos Fonte: Measure Evaluation, 2008

29 Árvore de causas Fonte: Measure Evaluation, 2008

30 Árvore de causas Fonte: Measure Evaluation, 2008

31 Análise de objetivos Representa a situação esperada. Constrói-se a situação contrária à árvore de problemas. – Efeitos se transformam em fins; – Causas se transformam em meios.

32 Árvore de objetivos Fonte: Measure Evaluation, 2008

33 Árvore de objetivos Fonte: Measure Evaluation, 2008

34 Identificação de ações Fonte: Measure Evaluation, 2008

35 Análise de alternativas O processo participativo da avaliação inicial / planejamento deve permitir que se avalie a melhor alternativa de projeto para a solução do problema. Deve-se considerar os aspectos de viabilidade: – Técnicos viabilidade – Institucionais recursos, apoio – Sociais viabilidade, apoio – Ambientais impacto, viabilidade – Financeiros viabilidade

36 Análise de alternativas Deve-se considerar, além da viabilidade, a urgência / necessidade e a precedência (Pareto) das possíveis alternativas de solução.

37 Sistema do Marco Lógico Matriz do Marco Lógico Componentes Finalidade Objetivo Atividades Objetivos Indicadores Meios verificação Pressupostos

38 Marco Lógico Finalidade – é uma expressão da solução do problema detectado. – Exemplo: reduzir a taxa de mortalidade infantil em determinada população de respectiva localidade. Objetivo – representa o efeito direto do projeto. A mudança que se espera com o projeto. – Exemplo: incidência de enfermidades derivadas de impurezas na água reduzidas.

39 Marco Lógico Componentes – são os resultados específicos, os produtos a serem entregues com o recurso designado. – Exemplo: obras, estudos, serviços, capacitação. Atividades – conjunto de atividades / tarefas que contribuem para cada componente seja entregue. Hora do Exemplo

40 Gerenciamento de riscos O risco do projeto é um evento ou condição incerteza que, se ocorrer, terá um efeito positivo ou negativo sobre pelo menos um objetivo do projeto, como tempo, custo, escopo ou qualidade. Fonte: PMI, 2004 EscopoCusto Qualidade Tempo

41 Gerenciamento de riscos BAIXOALTO ALTAPROBABILIDADE IMPACTO Fonte: Salles, 2004

42 Gerenciamento de riscos Planejamento Identificação Análise qualitativa Análise quantitativa Plano de respostas Monitora mento e controle

43 Análise qualitativa Escore de Risco Impacto Probabilidade 0,1 (MB) 0,3 (B) 0,5 (M) 0,7 (A) 0,9 (MA) 0,090,270,450,63 0,81 0,7 (A) 0,070,210,350,490,63 0,5 (M) 0,050,150,250,350,45 0,3 (B) 0,030,090,150,210,27 0,1 (MB) 0,010,030,050,070,09 0,21 0,49 0,35 0,27

44 Análise quantitativa DescriçãoProbabilidadeImpactoValor esperado Greve de fornecedores 50%$ (+) Protótipo funciona de 1ª 20%$ $ (-) Inundações em março 90%$5.000$4.500 (+) Valor esperado$ (+)

45 Análise quantitativa Valor base = R$ Melhor caso = R$4.800 (valor base – oportunidades = $ – ) Valor esperado = R$ Pior caso = R$ (valor base + ameaças)

46 Análise quantitativa Uma árvore de decisão é um diagrama que descreve as principais interações entre decisões e possibilidades. A análise de árvore de decisão usa a noção do Valor Esperado para determinar o conjunto de resultados. É um diagrama de todos os atos, eventos e resultados possíveis. Uma árvore de decisão é um diagrama que descreve as principais interações entre decisões e possibilidades. A análise de árvore de decisão usa a noção do Valor Esperado para determinar o conjunto de resultados. É um diagrama de todos os atos, eventos e resultados possíveis. Decisão Evento D1D1 D2D2 E1E1 E2E2 E1E1 E2E2 O1O1 O2O2 O1O1 O2O2

47 Análise quantitativa Viagem de avião – Curitiba / Brasília Cia A – passagem custa $750 Cia B – passagem custa $1.000 Custos de atraso: Histórico de chegada no horário Cia A – 60% Cia B – 90% Custo de atraso - $1.050

48 Análise quantitativa

49 Plano de respostas Negativos Aceitar Transferir Mitigar Positivos Aceitar Compartilhar Melhorar

50 Monitoramento e controle Importante: Riscos mudam ao longo do projeto, novos riscos aparecem e aqueles previstos no início podem também desaparecer.

51 Monitoramento e controle Determinar se: Respostas estão sendo implementadas conforme planejamento Respostas estão atendendo os objetivos, ou novas respostas são necessárias Premissas do projeto ainda são válidas Surgiram riscos não previstos Hora do exemplo

52 Avaliação Final A avaliação é um processo contínuo, a avaliação final é o momento de verificar quanto se atingiu do esperado e os porquês (lições aprendidas) Template

53 Obrigado Marcelo Percicotti (41)


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