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GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA ENF° LUIZA FERRER. ADOLESCÊNCIA Fase de transição: infância fase adulta.

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Apresentação em tema: "GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA ENF° LUIZA FERRER. ADOLESCÊNCIA Fase de transição: infância fase adulta."— Transcrição da apresentação:

1 GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA ENF° LUIZA FERRER

2 ADOLESCÊNCIA Fase de transição: infância fase adulta

3 ADOLESCÊNCIA Período de transformações físicas, fisiológicas e emocionais. Muitas alterações são percebidas na fisiologia do organismo, nos pensamentos e nas atitudes desses jovens.

4 ADOLESCÊNCIA Construção e afirmação de nova identidade social.

5 ADOLESCÊNCIA Etapa do desenvolvimento do ser humano para atingir a maturidade biopsicossocial;

6 Sexualidade Percepção e controle do corpo; Exercício do prazer/desprazer; Valores e comportamentos em processos afetivos e sexuais.

7 Manifestação da Sexualidade Novas necessidades e sensações corporais; Desejos desconhecidos; Busca de relacionamento interpessoal.

8 Expressão da sexualidade Qualidade das relações afetivas que vivenciaram e vivenciam; Transformações corporais, psicológicas e cognitivas; Valores, normas culturais e crenças da sociedade em que estão inseridos.

9 Gravidez na Adolescência A gravidez é o período de crescimento e desenvolvimento do embrião na mulher e envolve várias alterações físicas e psicológicas. Desde o crescimento do útero e alterações nas mamas a preocupações sobre o futuro da criança que ainda irá nascer. Denomina-se gravidez na adolescência a gestação ocorrida em jovens de até 21 anos que encontram-se em pleno desenvolvimento dessa fase da vida. Esse tipo de gravidez em geral não foi planejada nem desejada e acontece em meio a relacionamentos sem estabilidade. No Brasil os números são alarmantes.

10 Gravidez na Adolescência Para o médico obstetra Júlio César Imbiriba, uma adolescente não está preparada para ser mãe em virtude de seu desenvolvimento físico não estar completo. Todos os órgãos estão em fase de crescimento, inclusive o útero. Em muitos casos, ocorre desproporção feto maternal, quando o útero da mulher é pequeno e o feto é grande. Nesta situação, é necessária a indicação de uma cesariana para que não haja problemas. Outro risco citado pelo médico é o suporte hormonal insuficiente. A menina receberá hormônios para o seu crescimento e para o de uma criança, ficando desproporcional a quantidade necessária para organismo da gestante e causa por exemplo, fetos anormais.

11 Gravidez na Adolescência São muitos os problemas de saúde que podem afetar a jovem grávida. Abaixo dos 18 anos, dobra o risco de anemia, o que traz mais complicações para o parto. Para o bebê, aumenta a possibilidade de ele vir ao mundo prematuro ou malnutrido. O corpo da adolescente, ainda em desenvolvimento, compete com o do feto, que também está crescendo. Dobra o risco de pré- eclâmpsia, doença caracterizada por hipertensão e edema, e multiplica-se o da eclâmpsia propriamente dita, capaz de levar a convulsões, ao coma e até mesmo à morte da jovem mãe.

12 Gravidez na Adolescência Adolescência e gravidez, quando ocorrem juntas, podem acarretar sérias consequências para todos os familiares, principalmente para os adolescentes envolvidos, pois envolvem crises e conflitos. O que acontece é que esses jovens não estão preparados emocionalmente e nem financeiramente para assumir tamanha responsabilidade, fazendo com que muitos adolescentes saiam de casa, cometam abortos, deixem os estudos ou abandonem as crianças sem saber o que fazer.

13 São cerca de 700 mil meninas se tornando mães a cada ano no Brasil; A gravidez ocorre geralmente entre a primeira e a quinta relação sexual. Entre 1993 e 1999 houve aumento de aproximadamente 30% do número de partos feitos no SUS em adolescentes entre 10 a 14 anos. BRASIL, Gravidez na Adolescência

14 Em alguns países como a China, que não possui mais capacidade territorial para absorver um número elevado de indivíduos a maternidade é controlada pelo governo e cada casal só pode ter um filho. Em outras culturas como em tribos indígenas e alguns países africanos gravidez é sinônimo de saúde, riqueza e prosperidade. No Brasil, onde não há controle de natalidade e onde o planejamento familiar e a educação sexual ainda são assuntos pouco discutidos, a gravidez na adolescência acaba tornando-se um problema social grave de ser resolvido.

15 O que leva as adolescentes a engravidar? 1.Iniciação precoce da puberdade, decréscimo da idade da Menarca, iniciação da capacidade reprodutiva; 2. Ausência de métodos contraceptivos nas relações sexuais e de preservativo, maior exposição à gravidez e às infecções pelo HIV e outras DST’S. 3. O uso de drogas e bebidas alcóolicas; 4. Resposta às pressões do parceiro para iniciar a vida sexual; 5. Além das que engravidam para casar-se.

16 Gravidez na Adolescência A gravidez na adolescência acarreta sobrecarga física e psíquica aumentando a vulnerabilidade aos agravos materno-fetais e psicossociais. Estatuto da Criança e do Adolescente,2001

17 Gravidez na Adolescência O início da atividade sexual está relacionado ao contexto familiar, adolescentes que iniciam a vida sexual precocemente e engravidam, na maioria das vezes, tem o mesmo histórico dos pais. A gravidez precoce pode estar relacionada com diferentes fatores, desde estrutura familiar, formação psicológica e baixa autoestima.

18 Gravidez na Adolescência Como problema médico: - risco obstétrico maior; - não ser planejada; - diagnóstico tardio da gravidez; - frequência menor ao pré-natal; - aborto clandestino; - maior mortalidade materna;

19 Métodos Contraceptivos Além do uso de camisinha também se pode optar por uma outra proteção para aumentar a segurança. Pílulas anticoncepcionais e injeção mensal de hormônio podem ser usadas desde a primeira menstruação. A minipílula, a injeção trimestral e o DIU também podem ser utilizados por mulheres de todas as idades, inclusive pelas adolescentes.

20 Métodos Contraceptivos Pílula oral: Com percentual de 99,8% de eficácia, elas são feitas com hormônios parecidos com os que são produzidos pelo próprio corpo: o estrogênio e a progesterona. Age impedindo a ovulação e dificultando a passagem dos espermatozóides para o interior do útero. Devem ser tomadas diariamente, de preferência no mesmo horário. Anticoncepcional injetável mensal: o anticoncepcional injetável é semelhante à pílula. É prático, pois não exige que seja administrado diariamente e possui menos efeito colaterais no estômago do que o comprimido. Por ser uma solução oleosa, é liberada a mesma quantidade de hormônios da pílula diária e a menstruação ocorre normalmente.

21 Métodos Contraceptivos Dispositivo intrauterino (DIU): Trata-se de uma estrutura de metal que tem ação espermicida intrauterina, ou seja, que impede que o espermatozóide chegue ao óvulo. Pode ficar até cinco anos dentro do corpo da mulher. Sua eficácia contra a gravidez é de 99,6% e, os efeitos colaterais podem ser o aumento do sangramento menstrual, da duração da menstruação e da incidências de cólicas.

22 Métodos Contraceptivos Diafragma: com uma estrutura em látex, o diafragma é um método de barreira móvel, ou seja, que pode ser colocado e retirado da vagina. Para ser eficiente, deve ser colocado duas horas antes da relação sexual e retirado entre quatro e seis horas após o sexo. É combinado com gel espermicida. Após o uso, deve ser lavado com água e sabão. Sua durabilidade é de cerca de dois anos. Espermicida: é uma espécie de gel, comprado em farmácias sem a necessidade de receitas médicas e utilizado para matar ou imobilizar os espermatozóides evitando que eles cheguem ao óvulo. É aplicado na vagina pouco antes da relação sexual, mas não oferece o mesmo grau de proteção que a camisinha, por exemplo. O ideal é que seja usado junto com a camisinha aumentando assim sua eficácia.

23 Métodos Contraceptivos Preservativos feminino e masculino: são os métodos mais seguros, já que além de evitar a gravidez, também protegem contra as doenças sexualmente transmissíveis, como a Aids. De fácil manipulação, a capa fina de borracha da camisinha masculina cobre o pênis durante a relação sexual e impede o contato do sêmen com a vagina, o ânus ou a boca. O esperma fica retido e os espermatozóides não entram no corpo da mulher. A camisinha feminina pode ser colocada até oito horas antes da relação sexual e também é um método de barreira que não deixa com que o espermatozóide entre no corpo feminino. Feita com um plástico mais fino e mais lubrificado que a camisinha masculina, o anel interno deve ser inserido na vagina, enquanto que o externo deve ficar para fora do corpo, cobrindo a parte externa da vagina.

24 Métodos Contraceptivos Pílula anticoncepcional de emergência (pílula do dia seguinte): esse medicamento só deve ser usado em caso de emergência. As duas pílulas que compõem uma dose devem ser ingeridas com intervalo de 12 horas. Elas concentram alta dose hormonal (o equivalente a oito pílulas anticoncepcionais de uso prolongado), que vai retardar a ovulação e, assim, dificultar a gestação. A ocorrência de sangramento, ou a ausência do mesmo, está ligada ao período do ciclo menstrual da mulher.

25 Minipílula e injeção trimestral: Para mulheres em amamentação, o MS oferece dois métodos contraceptivos, que podem ser introduzidos seis semanas após o parto: a minipílula, administrada via oral, e a injeção trimestral. A combinação entre a prolactina (hormônio que estimula a produção do leite materno), com a progesterona (hormônio que prepara organismo para a fecundação) cria a barreira que impede uma nova gravidez durante a amamentação.

26 Métodos definitivos: Segundo a Lei do Planejamento Familiar, pessoas com mais de 25 anos e pelo menos dois filhos vivos, ou naqueles casos em que há risco de vida para a mulher ou para o futuro bebê, podem usar os métodos contraceptivos definitivos, como laqueadura para as mulheres, ou a vasectomia nos homens.

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29 Pré Natal Identificação/Acolhimento Antecedentes Obstétricos Antecedentes Pessoais Antecedentes Familiares Antecedentes Ginecológicos Exame Físico e Exame Obstétrico:

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33 ORIENTAÇÕES GERAIS Alimentação; Hidratação; Preparo da mama para amamentação; Vestuário e calçados adequados; Sono/Repouso; Frequência nas consultas de pré-natal; Modificações físicas e fisiológicas do período gestacional; Puerpério; Aleitamento materno Exclusivo; Cuidados com o Recém Nascido

34 Atividades Quais os riscos/problemas médicos na gravidez na adolescência? Quais orientações você da a uma adolescente gravida?


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