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UNIVERSIDADE GAMA FILHO PÓS-GRADUAÇÃO TREINAMENTO DESPORTIVO PROF. MS. CLODOALDO JOSÉ DECHECHI.

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1 UNIVERSIDADE GAMA FILHO PÓS-GRADUAÇÃO TREINAMENTO DESPORTIVO PROF. MS. CLODOALDO JOSÉ DECHECHI

2 CRONOGRAMA DA AULA SÁBADO CONTROLE NEUROMUSCULAR DO MOVIMENTO,CONTROLE NEUROMUSCULAR DO MOVIMENTO, ADAPTAÇÕES NEURAIS AO TREINAMENTO.ADAPTAÇÕES NEURAIS AO TREINAMENTO. DOMINGO MANHÃ PRÁTICASPRÁTICAS DOMINGO TARDE DISCUSSÕES DOS RESULTADOS DAS PRÁTICASDISCUSSÕES DOS RESULTADOS DAS PRÁTICAS AVALIAÇÃOAVALIAÇÃO ROTEIROS DE ESTUDO, PARTICIPAÇÃO NAS PRÁTICAS E DISCUSSÃO DOS DADOSROTEIROS DE ESTUDO, PARTICIPAÇÃO NAS PRÁTICAS E DISCUSSÃO DOS DADOS

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4 Video 1 Video 2 Video 3 Video 4

5 UNIDADE MOTORA Composto por um NEURÔNIO MOTOR ALFA e todas as FIBRAS MUSCULARES que ele inerva

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7 EXCITAÇÃO PONTE CRUZADA CONTRAÇÃO ATP + H 2 O → ADP + Pi + H + ACETILCOLINA POTENCIAL DE AÇÃO Na + K + Ca ++ ACOPLAMENTO ACTINAMIOSINA TROPOMIOSINATROPONINA VIDEO CONTRAÇÃO

8 ROTEIRO DE ESTUDOS 1.DEFINA O PONTE CRUZADA. 2.DESCREVA O QUE É UMA UNIDADE MOTORA?

9 I IIA IIX / IIB As fibras musculares são recrutadas numa ordem crescente de tamanho, porque fibras maiores apresentam maior limiar de excitação

10 VIDEO

11 DIVERSIDADE NEURAL PROPRIEDADES DE MEMBRANA DENSIDADE DE CANAIS IÔNICOS EXCITABILIDADE FREQUENCIA DE RECRUTAMENTO VELOCIDADE DE PROPAGAÇÃO DOS P.A. UNIDADEMOTORA DENSIDADE DE CANAIS DE NA + POTENCIAL DE REPOUSO REPOUSOIBAIXA-85mV IIAMÉDIA-92.7mV IIX/IIBALTA-94.6mV TAMANHO DO MOTONEURÔNIO

12 TIPO IIA TAMANHO DO NEURÔNIO MOTOR GRANDE FREQUÊNCIA DE RECRUTAMENTO MÉDIA (40 – 90 Hz) TIPO IIX / IIB TAMANHO DO NEURÔNIO MOTOR GRANDE FREQUÊNCIA DE RECRUTAMENTO ALTA (200 Hz) TIPO I TAMANHO DO NEURÔNIO MOTOR PEQUENO FREQUÊNCIA DE RECRUTAMENTO BAIXA ( Hz)

13 Potencial de Ação É uma onda de descarga elétrica que percorre a membrana de uma célula. Podem ser gerados por muitos tipos de células, mas são utilizados mais intensamente pelo sistema nervoso, para comunicação entre neurônios e para transmitir informação dos neurônios para outro tecido do organismo, como os músculos ou as glândulas. Potenciais de ação são disparados quando uma despolarização inicial atinge o POTENCIAL LIMIAR EXCITATÓRIO

14 mV I IIA IIX

15 mV I IIA IIX

16 mV I IIA IIX - 70

17 mV I IIA IIX

18 VIDEO

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21 ADAPTAÇÕES NEURAIS ADAPTAÇÕES MUSCULARES COMO AUMENTAR A FORÇA????? SINCRONIA DE UM VELOCIDADE DE P.A. INIBIÇÃO PRÉ-PÓS SINÁPTICA REFLEXO DE ESTIRAMENTO, ETC. ÁREA DA FIBRA SUBSTRATOS ENERGÉTICOS ATIVIDADE ENZIMÁTICA. ISOFORMAS DE MIOSINA

22 O tipo de treinamento (capacidade física enfatizada) vai determinar o aumento do tamanho da cadeia de miosina (tipo de fibra), e consequentemente, sua perda ADAPTAÇÕES MUSCULARES AUMENTANDO O TAMANHO

23 Andersen, 2000

24 POTÊNCIA = FORÇA (N) x VELOCIDADE (m/s) = Watt (W)

25 AUMENTANDO O RECRUTAMENTO - ADAPTAÇÕES NEURAIS

26 ELETROMIOGRAFIA SUPERFÍCIEINTRAMUSCULAR AGULHAFIO PASSIVOS ATIVOS ELETRODOS

27 ELETROMIOGRAFIA SUPERFÍCIEINTRAMUSCULAR VS GRUPAMENTO MUSCULAR COMO UM TODO COMPORTAMENTO DE UNIDADES MOTORAS ESPECÍFICAS

28 ANÁLISE DO SINAL EMG DOMÍNIO DO TEMPO DOMÍNIO DAS FREQUENCIAS AMPLITUDE DO SINAL FREQUENCIA DO SINAL

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31 Recruta mais fibras, mas diminuindo a potência média Efeito sobre Fibras IIb

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33 ROTEIRO DE ESTUDOS 1.Defina o ponte cruzada. 2.Descreva o que é uma unidade motora? 3.Qual a utilização da eletromiografia para a análise das ações musculares? 4.De um exemplo da adaptação muscular para o treinamento de força em relação a amplitude e frequência do sinal eletromiográfico 5.Como podemos aumentar nossa força? Justifique fisiologicamente

34 TREINAMENTO DE FORÇA Força é a capacidade de exercer tensão muscular contra uma resistência, envolvendo fatores mecânicos e fisiológicos que determinam a força em algum movimento particular (GUEDES, 1997) Apresenta as seguintes manifestações (ZATSIORSKI, 1999) –Resistência de Força: é a capacidade do sistema neuromuscular sustentar níveis de força moderado por intervalos de tempo prolongado –Força Máxima: é a maior força que o sistema neuromuscular pode mobilizar através de uma contração voluntária –Potência/Força Explosiva: é definida como o maior recrutamento de UM na menor unidade de tempo

35 TREINAMENTO DE FORÇA FATORES DETERMINANTES DO GANHO DA FORÇA e POTENCIA

36 IDE E LOPES (2008)

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38 N NEURAL FACTORS VERSUS HYPERTROPHY IN THE TIME COURSE OF MUSCLE STRENGTH GAIN. Moritani TMoritani T, deVries HA.deVries HA. Am J Phys Med Jun;58(3):

39 Semmler (2002)

40 Semmler, 2002

41 SALE (1988)

42 Semmler, 2002

43

44 Menor carga: MAIOR participação da musculatura sinergista Maior carga: MENOR participação da musculatura sinergista

45 Força (N) Tempo (ms) PRÉ-TREINO PÓS-TREINO

46 IDE E LOPES (2008)

47 VELOCIDADE DE POTENCIAIS DE AÇÃO SINCRONIZAÇÃO DE UNIDADES MOTORAS ATIVAÇÃO DE AGONISTAS. INIBIÇÃO DE ANTAGONISTAS.

48 Pré- treino Pós- treino

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51 PAAVOLAINEN, 1999

52 Experimento 2 mulheres, sedentárias Coleta pré: anterior ao programa de atividades Coletas pós 1 semana, pós 2 semanas e pós 4 semanas de atividades

53 IDE E LOPES (2008)

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55 POTÊNCIA MUSCULAR SPRINTS SALTOS LANÇAMENTOS GOLPES Cormie, 2011 MUDANÇAS DE DIREÇÃO CHUTES

56 NEURAISMUSCULARES POTÊNCIA SINCRONIA DE UM VELOCIDADE DE P.A. INIBIÇÃO PRÉ-PÓS SINÁPTICA REFLEXO DE ESTIRAMENTO, ETC. ÁREA DA FIBRA SUBSTRATOS ENERGÉTICOS ATIVIDADE ENZIMÁTICA. ISOFORMAS DE MIOSINA

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58 Ross, 2001

59 METODOLOGIAS DE TREINAMENTO TREINAMENTO DE FORÇA TRADICIONAL LEVANTAMENTOS OLÍMPICOS PLIOMETRIA EXERCÍCIOS BALÍSTICOS TREINAMENTO COMPLEXO SPRINTS Cormie, 2011 P = F x V

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63 ENERGIA POTENCIAL = m (Kg) x g (m/s 2 ) x h (m) = Joule Altura (h) OTIMIZAÇÃO DO CICLO ALONGAMENTO ENCURTAMENTO

64 POTENCIA 1 POTENCIA 2

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66 ALONGAMENTO ATIVO ENCURTAMENTO PRÉ ATIVAÇÃO CICLO ALONGAMENTO ENCURTAMENTO

67 17 CORREDORES GRUPO PLIOMETRIA N=8 - 6 SEMANAS DE PLIOMETRIA PRIMEIRAS 3 SEMANAS 2 X SEMANA - ¹. ÚLTIMAS 3 SEMANAS 3 X SEMANA - ¹ GRUPO CONTROLE N=9

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69 10 experimental (E) and 8 control (C) endurance athletes trained for 9 wk. The total training volume was kept the same in both groups, but 32% of training in E and 3% in C replaced by explosive-type strength training.

70 CONCLUSÃO: treinamento pliométrico proporcionou maior velocidade de deslocamento em 5 km

71 IDE E LOPES (2008)

72 Fuso Neuro-Muscular / Muscular –Cada fuso se localiza ao redor de três a dez pequenas fibras musculares intrafusais –A porção receptora do fuso muscular está localizada na parte média entre suas duas extremidades, onde as fibras musculares intrafusais não têm quaisquer elementos contráteis

73 Fuso Muscular O fuso pode ser excitado de duas maneiras diferentes: –pelo estriamento de todo o músculo –pela contração das porções terminais das fibras intrafusais

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75 Órgão Tendinoso de Golgi Têm uma resposta dinâmica e uma resposta estática, respondendo com intensidade quando a tensão do músculo aumenta subitamente, mas dentro de uma pequena fração de segundo ele se acomoda em um nível inferior de disparo constante, que é quase diretamente proporcional à tensão muscular o OTG proporciona ao sistema nervoso uma informação instantânea do grau de tensão de cada pequeno segmento de cada músculo.

76 O sinal local na medula excita interneurônio inibitório único que, por sua vez, inibe o motoneurônio anterior. Esse circuito local inibe diretamente o músculo individual, sem afetar os músculos adjacentes. Órgão Tendinoso de Golgi

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78 Fusos Musculares + OTG Os músculos e tendões têm uma quantidade abundante de fusos musculares e OTG. A principal diferença: –FUSO detecta o comprimento relativo do músculo –OTG detecta a tensão muscular.

79 Fusos Musculares + OTG Fuso Muscular Estiramento do Músculo Reflexo Miotático OTG Tensionamento do Músculo Relaxamento Muscular DANTAS, 1999; JENSEN & FISCHER, 1979; STEGMANN, 1978 Contração agonista Relaxamento antagonista Contração antagonista Relaxamento Agonista

80 FNP – 3S Movimento até o limite da ADM ( 1a ); Contração isométrica máxima dos antagonistas por 5-6 s ( 1b ); Relaxamento seguido por aumento passivo da ADM por s ( 2 ). a b a b

81 FNP / 3S

82 Grupamentos Musculares Solicitados peitoral costas abdominal dorsal posteriores de coxa anteriores de coxa perna adutores abdutores

83 Objetivo –Avaliar o efeito agudo de 3 protocolos distintos de flexibilidade sobre esta capacidade física –Alongamento estático –Alongamento balístico –FNP –0’ até 60’ pós estímulo

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88 TIPO II MAIOR PARTE BANDA I. TIPO IEXCLUSIVAMENTE NA BANDA A. TITINA PROTEÍNA M  -ACTININA TIPO IIFLEXIBILIDADE NEBULINA Componentes Elásticos

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90 QUAL TREINAMENTO PROPORCIONA MAIORES GANHOS DE FORÇA E POTÊNCIA??? HIPERTROFIA FORÇA POTÊNCIA

91 HIPERTROPHY: 4 X 10 (75%1RM), PAUSA : 90’’ STRENGTH: 11 X 3 (90%1RM) PAUSA : 5’ POWER: 8 X 6 SALTOS PAUSA : 3’ EXERCÍCIO: AGACHAMENTO INDIVÍDUOS COM ANOS DE EXPERIÊNCIA PAUSA DE 1 SEMANA ENTRE CADA EXPERIMENTO

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94 FORCE OUTPUT AND EMG ACTIVITY OF THE PECTORALIS MAJOR, ANTERIOR DELTOID, TRICEPS, LATISSIMUS DORSI, AND RECTUS ABDOMINUS FOR ISOMETRIC AND DYNAMIC CONTRACTIONS UNDER STABLE AND UNSTABLE CONDITIONS.

95 59,6% ↓

96 ISOMETRIC SQUATS STABLE CONDITION OR WHILE STANDING ON UNSTABLE CONDITION OR WHILE STANDING ON UNSTABLE CONDITION EMG WAS RECORDED DURING BOTH CONDITIONS FROM THE VASTUS LATERALIS (VL), VASTUS MEDIALIS (VM), BICEPS FEMORIS (BF), AND MEDIAL GASTROCNEMIUS (G) MUSCLES.

97 45,6% ↓ 40,5% ↓ 37,3% ↓ 34,4% ↓

98 45,6% ↓ 40,5% ↓

99 VARIÁVELESTÁVEIS INSTÁVEIS FORÇA E ESTABILIDADE DO “CORE” ↓ ↑ (?) RUM AGONISTAS ↑↓ CO-ATIVAÇÃO DE ANTAGONISTAS ↓ ↑ (?) PRODUÇÃO DE FORÇA ↑↓ PRODUÇÃO DE POTÊNCIA ↑↓ MELHORA NA PROPRIOCEPÇÃO ↓ ↑ (?) REABILITAÇÃO DE DORES LOMBARES ↓ ↑ (?) PERFORMANCE ESPORTIVA ↑??? PRINCIPAIS EVIDÊNCIAS DO USO DE SUPERFÍCIES INSTÁVEIS VERSUS ESTÁVEIS NO TREINAMENTO DE FORÇA E POTÊNCIA

100 Força (N) Tempo (ms)

101 TREINAMENTO COMPLEXO É uma das mais recentes formas de treinamento contemporâneo Integra treinamento de força, pliometria e específico à modalidade Consiste em um exercício de força intenso seguido por um exercício de pliometria TAMBÉM CONHECIDO POR POTENCIALIZAÇÃO DE PÓS ATIVAÇÃO

102 TREINAMENTO COMPLEXO POTENCIALIZAÇÃO PÓS-ATIVAÇÃO INCREMENTO DA FORÇA E A POTÊNCIA DA CONTRAÇÃO MUSCULAR DE FORMA AGUDA QUANDO PRECEDIDAS POR ATIVIDADES CONTRÁTEIS REALIZADAS COM EXERCÍCIOS INTENSOS CONTRA-RESISTÊNCIA (ROBINS, 2005; SALE, 2002; BAKER, 2003; CHIU, ET AL 2003, FRENCH, ET AL 2003; GOURGOULIS, ET AL , GUILLICH, ET AL 1996; RADCLIFFE, ET AL 1996., YOUNG, ET AL, 1998; JEFFREY ET AL 2007; BATISTA ET AL 2007; KILDUFF ET AL 2007; CHATZOPOULOS ET AL 2007). EXEMPLOS : NO ATLETISMO: AGACHAMENTOS + SALTOSAGACHAMENTOS + SALTOS AGACHAMENTOS + CORRIDAS DE VELOCIDADE...AGACHAMENTOS + CORRIDAS DE VELOCIDADE... NO VOLEIBOL: AGACHAMENTOS + BLOQUEIOSAGACHAMENTOS + BLOQUEIOS LANÇAMENTOS DE MB + SAQUES...LANÇAMENTOS DE MB + SAQUES...

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105 1) MEIO AGACHAMENTO COMPOSTO SOMENTE PELA FASE CONCÊNTRICA DO MOVIMENTO (ACON); 2) MEIO AGACHAMENTO COMPOSTO PELAS FASES EXCÊNTRICA E CONCÊNTRICA DO MOVIMENTO (ACON/EXC); 3) MEIO AGACHAMENTO COMPOSTO SOMENTE PELA FASE EXCÊNTRICA DO MOVIMENTO (AEXC).

106 ACON/EXC AEXC # # ACON * *

107 OBJETIVO: avaliar os efeitos de uma ação aguda de PPA sobre as ações da musculatura de peitoral

108 1) ELEVAÇÃO BARRA RETA SUPINO COMPOSTO SOMENTE PELA FASE CONCÊNTRICA DO MOVIMENTO (ACON); 2) ELEVAÇÃO BARRA RETA SUPINO COMPOSTO PELAS FASES EXCÊNTRICA E CONCÊNTRICA DO MOVIMENTO (ACON/EXC); 3) ELEVAÇÃO BARRA RETA SUPINO COMPOSTO SOMENTE PELA FASE EXCÊNTRICA DO MOVIMENTO (AEXC). AVALIAÇÃO DA POTÊNCIA Pré- Ativação ARREMESSO MEDICINE BALL 3 KG Pré-Ativação ATIVAÇÃO MUSCULAR Elevação barra Supino reto AVALIAÇÃO DA POTÊNCIA Pós- Ativação ARREMESSO MEDICINE BALL 3 KG Pós-Ativação

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112 IGF-1 GENES ALVO mTOR PI3K PKB IRS p70 S6K SÍNTESE PROTÉICA Canais de Ca ++ calcineurina Ca ++ calmodulina Entrada de Ca ++ Potencial de ação Ca ++ IDE E LOPES (2008)

113 mTOR PI3K PKB IGF-1; INSULINA SÍNTESEPROTÉICA IRS p70 S6K 4E-BP1 TREINO FORÇA DNA MGF LEUCINA

114 AMPK TREINOENDURANCE DNA Ca ++ ATP/ADPAMPGlicogênio

115 mTORAMPK FORÇA ENDURANCE PI3-K PKB DNA Ca ++ ATP/ADP X NADER (2006) X AMP

116 PRÁTICA Ação muscular de PPA –Potencia mmii –Potencia mmss Flexionamento FNP –Potencia mmii –Potencia mmss Fadiga metabólica gera queda de potencia? Ativação pliométrica aumenta potencia mmii? Ativação pliométrica aumenta velocidade sprint? Exercício superfície estável x superfície instável


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