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Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu 2009. Todos os direitos reservados. 1 18th WCAS – World Continuous.

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1 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados. 1 18th WCAS – World Continuous Auditing Symposium Implementando Auditoria Contínua em Tesouraria de Bancos 18th WCAS – World Continuous Auditing Symposium Junho 2009 Inteligência em Riscos

2 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados. 2 18th WCAS – World Continuous Auditing Symposium Contexto e Evolução da Auditoria Interna Enfoque de Desenvolvimento Exemplo Prático Principais Desafios e Benefícios Tendências em Auditoria Contínua Agenda

3 Contexto e Evolução da Auditoria Interna

4 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados. 4 18th WCAS – World Continuous Auditing Symposium Contexto Pressões sobre a Processo Tradicional de Auditoria Interna Governança Fatores de Negócio Outros Regulamentação Conhecimento do risco Redução de Custos Aumento da eficiência Aderência regulatória Manutenção da independência Gestão de Riscos Evolução sobre conceitos de Auditoria Interna Economia globalizada Chief Executive Auditors Pressão por demonstrar valor agregado Expectativa de detecção de fraude e oportunidades de redução de custos SOX IFRS Basiléia II BACEN/CVM Estrutura de Comitês Stake-holders Automatização de processos Aumento da complexidade das operações

5 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados. 5 18th WCAS – World Continuous Auditing Symposium Contexto Estado atual do processo de auditoria interna

6 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados. 6 18th WCAS – World Continuous Auditing Symposium Contexto Estado desejado do processo de auditoria interna

7 © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados. 7 18th WCAS – World Continuous Auditing Symposium Grau de Informatização e Integração dos Processos e Negócios Tempo - Enfoque da Auditoria Interna Grau de Automação dos Processos e Controles vs. Enfoque da Auditoria  Ausência de foco em risco.  Análises em base amostral.  Ausência de mensuração de volumes financeiros.  Auditoria Interna com foco em risco.  Análises efetuadas abrangendo toda base de dados.  Mensuração financeira total dos principais riscos residuais.  Avaliação preventiva e tempestiva dos indicadores de risco, otimizando a atuação da Auditoria Interna.  Realização direcionada dos trabalhos, conforme a redução ou aumento dos níveis de risco residual.  Foco em risco.  Parte das análises efetuadas abrangendo toda base de dados.  Mensuração financeira parcial de riscos residuais.  Ausência de tempestividade na revisão do processo.  Média de tempo para realização de FUP de 1 a 2 anos.  Planos de Ação para corrigir as deficiências com prazos longos. Contexto Evolução do Enfoque de Auditoria Interna

8 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados. 8 18th WCAS – World Continuous Auditing Symposium Contexto Auditoria Contínua vs. Auditoria Tradicional Auditoria Tradicional Auditoria Contínua Testes cíclicos bom base em dados históricos (muitas vezes ocorrendo meses após as atividades aconteceram). Bases amostrais para análise. Priorização ocorre semestralmente / anualmente, durante a elaboração do plano de Auditoria. Enfoque voltado para revisão de documentação. Avaliação de riscos e controles de forma contínua e automatizada. Cobertura de 100% das operações. Priorização ocorre em “real-time” com base nos indicadores calculados. Utilização de dados/informações correntes para identificação das necessidades de auditoria.

9 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados. 9 18th WCAS – World Continuous Auditing Symposium Contexto Objetivo da Auditoria Contínua Assegurar capacidade de resposta

10 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados th WCAS – World Continuous Auditing Symposium Contexto Formas de Atuação da Auditoria Interna *Fonte:GTAG – Global Technology Audit Guide, Continuous Auditing: Implications for Assurance, Monitoring, and Risk Assessment, publicado pelo IIA - The Institute of Internal Auditors

11 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados th WCAS – World Continuous Auditing Symposium PRINCIPAIS DESAFIOS Gestores Atividades, Transações e EventosSistemas Corporativos e Processos Acompanhamento Gerencial Auditoria Testes de auditoria Auditoria Contínua Integração Resultados da Auditoria Monitoramento Contínuo Indicadores (KPI´s e KRI´s) Contexto Integração com Informações Gerenciais Integração

12 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados th WCAS – World Continuous Auditing Symposium Contexto Business Intelligence vs. Risk Intelligence Objetivos “Drivers” Ferramentas Business Intelligence Balance Scorecard (KPIs) Risk Intelligence Controls Continuous Monitoring Continuous Audit (KRIs) Performance Orçamento / Budget Indicadores Financeiros Foco no Passado Acompanhar as metas do negócio Variações, Desvios, Concentrações Nível de Exposição aos Riscos (Apetite) Exceções (“non-compliance”) Associados a Riscos Operacionais Foco nas exceções futuras Identificar erros, falhas e contingências Monitorar a exposição a riscos acima do tolerável

13 Enfoque de Desenvolvimento

14 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados th WCAS – World Continuous Auditing Symposium VALOR AOS ACIONISTAS Aumento da Receita Otimização dos Custos Operacionais Eficiência dos Ativos Atendimento das Expectativas Criação e Preservação de Valor RISCOS CORPORATIVOS Estratégicos Operacionais Financeiros Regulamentares Vantagem Competitiva PROCESSOS DE NEGÓCIO Enfoque de Desenvolvimento Universo Auditável

15 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados th WCAS – World Continuous Auditing Symposium Relatórios de Auditoria Rating OcorrênciasTransacional Resultados de Auditorias Preços das operações Posições Resultado das operações (gerencial e contábil) Disponibilidade e Perfis de Acesso Denúncias referente a Funcionários Perdas Efetivas Extrapolação de limites (Var, Stress e Stop Loss) Riscos Controles Indicadores Programa de trabalho Auditoria de processos com foco em riscos Auditoria de conformidade Auditoria oculta Auditoria denúncias Limite de Tolerância à Riscos Cálculo dos indicadores Estruturação Execução Priorização Definição da Abordagem SLA`s Desvios Ajustes e Estornos Reprocessamento de Boletos Qualidade Apontamentos de Auditoria nos trabalhos de tesouraria Produtos críticos em relevância e exposição Enfoque de desenvolvimento Definição de Indicadores Reporte dos Resultados das Análises Alta Administração e Comitês

16 Exemplo Prático

17 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados th WCAS – World Continuous Auditing Symposium Extrator de Dados 3. Extração de Dados Sistema 3 Sistema 4 Sistema 8 Sistema 5 Sistema 6 Sistema 7 Sistema 2 Sistema 1 2. Mapeamento das Bases de Dados 1. Definição dos Objetivos e Key Risk Indicators (KRIs) Risk Intelligence KRI Database 5. Dashboard Priorização dos Resultados Software de Data Mining Repositório Único de Dados 4. Cálculo dos Indicadores e Repositório de Dados Avaliação dos controles-chave Exemplo Prático Implementação

18 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados th WCAS – World Continuous Auditing Symposium VALOR AOS ACIONISTAS Aumento da Receita Otimização dos Custos Operacionais Eficiência dos Ativos Atendimento das Expectativas Criação e Preservação de Valor RISCOS CORPORATIVOS Estratégicos Operacionais Financeiros Regulamentares Vantagem Competitiva Negociação das Operações Formalização das Operações Manutenção da Carteira Liquidação das Operações Gestão de Riscos (Mercado, Liquidez) Posição e Apuração de Resultados Gestão de Fluxo de Caixa PROCESSOS DE NEGÓCIO Exemplo Prático Implementação em Tesouraria

19 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados th WCAS – World Continuous Auditing Symposium R1 Negociação de operações em condições desfavoráveis ao Banco visando ao benefício próprio. R2 Posições assumidas em desacordo com as estratégias e a estrutura de limites de exposição definidas pelo Banco. R3 Não-recebimento de valores negociados em operações com contrapartes que excedam os limites de crédito estabelecidos. Riscos Específicos do Processo (Exemplo) Riscos - Database Negociação das Operações Formalização das Operações Manutenção da Carteira Liquidação das Operações Gestão de Riscos (Mercado, Liquidez) Posição e Apuração de Resultados Gestão de Fluxo de Caixa Exemplo Prático Implementação em Tesouraria

20 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados th WCAS – World Continuous Auditing Symposium R1 - Negociação de operações em condições desfavoráveis ao Banco visando ao benefício próprio. R2 - Posições assumidas em desacordo com as estratégias e a estrutura de limites de exposição definidas pelo Banco. R3 - Não-recebimento de valores negociados em operações com contrapartes que excedam os limites de crédito estabelecidos. Riscos Específicos do Processo  Situações em que o volume financeiro de operações por operador excedeu a sua faixa média de atuação por produto.  Diferenças percentuais entre preço/taxa definidos pela trava e preço/taxa fechados na operação.  Operações realizadas com contrapartes não autorizadas. Exemplos de KRIs Relacionado ao Risco Específico VALOR AOS ACIONISTAS Capital Receita Operacional Expectativas Risco Despesas Operacionais Ativos da Organização Risco de Crédito Operacional Financeiro Regulamentar Modelo de Negócio Político e Econômico Aderência as Regras Estratégico Governança Integridade Conduta Anti- ética/Fraude RISCOS CORPORATIVOS Risco de Mercado Risco Operacional Exemplo Prático Implementação em Tesouraria

21 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados th WCAS – World Continuous Auditing Symposium IndicadorObjetivoRiscos Associados Sinalizar as diferenças percentuais entre preço/taxa definidos pela trava e preço/taxa fechados na operação. - PC - Diferença percentual. a Demonstra o grau de descolamento das taxas praticadas pela carteira comercial em relação ao valor estabelecido pela Tesouraria e dos preços e taxas negociados pela mesa Interbancária em relação a travas de negociação previamente definidas. Observações Sistema(s) X Np = número total de operações fechadas com preço fora dos parâmetros preestabelecidos. Sistema(s) X Nt = Número total de operações fechadas com taxa fora dos parâmetros preestabelecidos. Sistema(s) X Ppi = Preço-padrão estabelecido como parâmetro no momento de boletagem da operação. OrigemComponente Sistema(s) X Pi = Preço de uma operação de derivativos fechada fora dos parâmetros preestabelecidos. Para o cálculo da fórmula é necessário calcular individualmente, para cada valor de taxa e preço fora dos parâmetros, a distorção percentual em relação ao valor- - padrão aplicável ((Ti - Tpi)/Tpi e (Pi - Ppi))/Ppi) para depois totalizar esses percentuais e dividir o total pelo número de operações boletadas com taxa e preço fora dos parâmetros preestabelecidos. Para as análises de quantidade e taxa, apenas gerar gráficos com a quantidade e o volume boletados com taxa e preço fora dos parâmetros preestabelecidos, respectivamente. Produtos (exemplo): SELIC (Compromissadas) (*) Tomado e Doado, Títulos Públicos (*) CDI, Cupom Cambial, Cupom IGP-M, DDI Futuro, DI a Termo, Dólar Futuro. Utilizar taxas externas obtidas de fontes externas (Bloomberg, Broadcast, etc.). Procedimento Mesa, Produto, Operador, Quantidade e Volume Comprado e Vendido Diário Cálculo do Sinalizador PC > 0% Sistema(s) X Tpi = Taxa-padrão estabelecida como parâmetro no momento de boletagem da operação. AnáliseFórmula Ponto de Inflexão Ti = Taxa de uma operação de crédito fechada fora dos parâmetros preestabelecidos. Tendência Histórica PC = (  ( (Ti - Tpi)/Tpi) +  ( (Pi - Ppi)/Ppi) )/(Nt + Np)*100 Trava R1R2 Sistema(s) X Exemplo Prático Indicador Detalhado de Tesouraria

22 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados th WCAS – World Continuous Auditing Symposium Exemplos: Operações realizadas com contrapartes não autorizadas. Ajuste manual de taxas após fechamento das operações. Exemplos: Volume de perdas. Índice de posição da carteira vs. limites de risco estabelecidos. Indicador(es) que Aponte(m) Materialização efetiva de Riscos Foco AI: Comunicação a Alta Administração. Início Imediato de Trabalho. Exemplo Prático Indicadores de Tesouraria (Tradicional vs. Contínuo)

23 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados th WCAS – World Continuous Auditing Symposium Indicador(es) que Aponte(m) Probabilidade de Materialização de Riscos Exemplos: Volume financeiro de operações por operador excedeu alçadas definidas. Ajuste manual de taxas após fechamento das operações. Foco AI: Comunicação do Gestor da UN / Processo. Solicitação de documentação suporte. Análises adicionais em caso de visita a UN (trabalhos estruturais). Exemplos: Freqüência de acerto do modelo de VaR em função de perdas não esperadas. Comportamento diário do caixa, analisando grandes oscilações de seu valor. Exemplo Prático Indicadores de Tesouraria (Tradicional vs. Contínuo)

24 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados th WCAS – World Continuous Auditing Symposium Indicador(es) que Aponte(m) Falhas de Controles que pode(m) “Encobrir” a Materialização de Riscos Exemplos: Ajustes retroativo em operações. Índice de operações não “batidas” com a contraparte. Foco AI: Programação de trabalho para avaliar os agentes que apresentem os piores índices. Exemplos: Freqüência de ajustes no cadastro de contrapartes autorizadas. Freqüência de ajustes dos limites de alçada dos operadores. Exemplo Prático Indicadores de Tesouraria (Tradicional vs. Contínuo)

25 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados th WCAS – World Continuous Auditing Symposium Exemplo Prático Dashboard Tesouraria

26 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados th WCAS – World Continuous Auditing Symposium Exemplo Prático Dashboard Tesouraria

27 Principais Desafios e Benefício

28 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados th WCAS – World Continuous Auditing Symposium Definição dos KRIs: Definir efetivamente quais são os indicadores e “agentes” que impactam na materialização dos riscos. Origem das Informações: Unidades de negócio com sistemas distintos, porém com o mesmo processo e riscos inerentes bem como diversidade dos bancos de dados para coleta e consolidação das informações. Processamento e Performance: Alto custo no desenvolvimento de “querys” para extração dos dados e no processamento e cálculo dos KRIs. Automação: Devido a falta de integração ou limitação das ferramentas, esse processo pode não ter a devida automatização. Análise dos Resultados: Grande volume de análise para classificar as exceções, podendo ocasionar a ineficácia desse processo. Tratamento dos “falso positivos”: Identificar as situações operacionais que podem levar a um “falso positivo” e ajustar o indicador de forma contínua. Capacitação dos Profissionais: Exigência de conhecimentos técnicos em TI e processos para otimizar recursos. Desafios para Implementação da Auditoria Contínua

29 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados th WCAS – World Continuous Auditing Symposium PrincipaisBenefícios Demonstração tempestiva da evolução dos riscos para a Alta Administração. Melhoria da eficiência dos processos. Acompanhamento de falhas recorrentes e estabelecimento de ações corretivas. Auxilio no processo de follow-up das recomendações da Auditoria Interna. Estabelecimento de benchmarking, avaliando o desempenho entre localidades e Unidades de Negócios. Detecção de potenciais situações de fraude ou perdas financeiras. Procedimento para validação de um processo de “Control Self-Assessment”. Otimização dos recursos de AI e direcionamento adequado dos trabalhos. Principais Benefícios

30 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados th WCAS – World Continuous Auditing Symposium Tendências em Auditoria Contínua Aperfeiçoamento contínuo dos indicadores, considerando inclusive a correlação entre eventos de risco. Aumento de investimentos em tecnologia para extração e análise de dados. O processo de Auditoria Contínua passará a ter maior destaque na estrutura de Governança das organizações. Maior demanda por profissionais com habilidades em estatística e análise de dados.

31 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados th WCAS – World Continuous Auditing Symposium Ives P. Müller Luiz F. Ferreira Dias Informações Adicionais Inteligência em Riscos

32 A Deloitte

33 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados th WCAS – World Continuous Auditing Symposium Uma das maiores prestadoras de serviços de consultoria e auditoria do mundo Mais de 700 escritórios em 140 países Cerca de 150 mil profissionais Atende a mais de 400 das 500 maiores empresas do mundo Faturamento global de US$ 23 bilhões (2007) A Deloitte no Mundo

34 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados th WCAS – World Continuous Auditing Symposium América do Norte US$9,6 bilhões em receita funcionários LACRO (América Latina e Caribe) US$738 milhões em receita funcionários África US$380 milhões em receita funcionários Europa US$7.2 bilhões em receita funcionários Oriente Médio US$104 milhões em receita funcionários Ásia US$2,1 bilhões em receita funcionários A Deloitte no Mundo

35 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados th WCAS – World Continuous Auditing Symposium A primeira do setor a chegar no País, em sócios e profissionais Triplicou de tamanho entre 2003 e 2008 Especialização por indústria (setores econômicos) 97% dos clientes satisfeitos com seus serviços* Emprego de tecnologias exclusivas e das mais avançadas metodologias de negócio Reconhecida no mercado por dezenas de prêmios, nas mais diversas áreas de negócios * Pesquisa “Client Satisfaction 2007” A Deloitte no Brasil

36 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados th WCAS – World Continuous Auditing Symposium         Porto Alegre Curitiba São Paulo Rio de Janeiro Salvador Recife Fortaleza Campinas Belo Horizonte  Joinville * * Escritórios de apoio  Brasília * 11 escritórios nos principais centros econômicos A Deloitte no Brasil

37 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados th WCAS – World Continuous Auditing Symposium Especialização por IndústriaConjunto de Práticas Auditoria Consultoria em Gestão de Riscos (ERS) Consultoria Tributária Consultoria Empresarial Consultoria em Gestão do Capital Humano Finanças Corporativas Outsourcing Consultoria e Planejamento Atuarial Manufatura Serviços Financeiros e Seguros Bens de Consumo Tecnologia, Mídia e Telecomunicações Saúde e Ciências Recursos Globais Aviação e Serviços de Transporte Solução Completa em Serviços Profissionais

38 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados th WCAS – World Continuous Auditing Symposium Organization and Process Design Risk Consulting Services, Q2 ‘07 The Forrester Wave is copyrighted by Forrester Research, Inc. Forrester and Forrester Wave are trademarks of Forrester Research, Inc. The Forrester Wave is a graphical representation of Forrester's call on a market and is plotted using a detailed spreadsheet with exposed scores, weightings, and comments. Forrester does not endorse any vendor, product, or service depicted in the Forrester Wave. Information is based on best available resources. Opinions reflect judgment at the time and are subject to change “The Forrester Wave TM : Risk Consulting Services, Q2 2007”, Michael Rasmussen and Chris McClean Consultoria líder em serviços de Gestão de Riscos no mundo

39 Copyright © 2006 Deloitte Development LLC. All rights reserved. © Deloitte Touche Tohmatsu Todos os direitos reservados th WCAS – World Continuous Auditing Symposium Nossas Credenciais em Auditoria Interna Diagnóstico e Revisão da Auditoria Interna (QAR) Parceria estratégica e operacional (Cosourcing / Outsourcing) Planejamento Anual de Auditoria Interna (PAAI) Implantação do Comitê de Auditoria Interna Auditoria Contínua Auditoria de Gestão de Riscos Auditoria de Canais Seguradoras e Fundos de Pensão Bancos Varejo Nacionais Bancos Varejo Internac. Bancos Médios DTVMs e Assets Auditoria de TI Capacitação

40 A Deloitte oferece serviços nas áreas de Auditoria, Consultoria Tributária, Consultoria em Gestão de Riscos Empresariais, Corporate Finance, Consultoria Empresarial, Outsourcing, Consultoria em Capital Humano e Consultoria Atuarial para clientes dos mais diversos setores. Com uma rede global de firmas-membro em mais de 140 países, a Deloitte reúne habilidades excepcionais e um profundo conhecimento local para ajudar seus clientes a alcançar o melhor desempenho, qualquer que seja o seu segmento ou região de atuação. Os 165 mil profissionais da Deloitte estão comprometidos a tornarem-se o padrão de excelência do mercado e estão unidos por uma cultura colaborativa, que encoraja a integridade, o comprometimento, a força da diversidade e a geração de valor aos clientes. Eles vivenciam um ambiente de aprendizado contínuo, experiências desafiadoras e oportunidades de carreira enriquecedoras, dedicando-se ao fortalecimento da responsabilidade corporativa, à conquista da confiança do público e à geração de impactos positivos em suas comunidades. No Brasil, onde atua desde 1911, a Deloitte é uma das líderes de mercado e seus mais de profissionais são reconhecidos pela integridade, competência e habilidade em transformar seus conhecimentos em soluções para seus clientes. Suas operações cobrem todo o território nacional, com escritórios em São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Fortaleza, Joinville, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife e Salvador. A Deloitte refere-se a uma ou mais Deloitte Touche Tohmatsu, uma verein (associação) estabelecida na Suíça, e sua rede de firmas-membro, sendo cada uma delas uma entidade independente e legalmente separada. Acesse para a descrição detalhada da estrutura legal da Deloitte Touche Tohmatsu e de suas firmas-membro.


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