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BOSCH Índice FMEA1 Objetivos2 Histórico2 Vantagens3 Redução de Custos de Defeitos 3 Possibilidade e Limites 4 Tipos de FMEA 7 FMEA de Sistema 8 FMEA de.

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1 BOSCH Índice FMEA1 Objetivos2 Histórico2 Vantagens3 Redução de Custos de Defeitos 3 Possibilidade e Limites 4 Tipos de FMEA 7 FMEA de Sistema 8 FMEA de Projeto 8 Descrição do método 10 Equipe11 Cronograma de Trabalho 13 Preparação Sistemática 13 Características especiais 15 Descrição da coluna 6: "C" 15Documentos16Atualização16 Preparação17 Formulários FMEA 21 Realização Sistemática 22 Característica significativa do formulário 23 Metodologia e procedimento 23 Metodologia24 Inter-relacionamento no formulário 24 Exemplo25

2 BOSCH FMEA F ailure M ode E ffect A nalysis

3 BOSCH Encontrar pontos fraco potenciais Identificar e avaliar sua importância Introduzir medidas apropriadas em tempo hábil para evitá-los ou detetá-los Finalidade Objetivos da FMEA O propósito da FMEA é: Prevenir falhas Reduzir sua ocorrência Descobrir falhas antes que o cliente o faça Limitar os efeitos de falhas inevitáveis FMEA é um método analítico de garantia preventiva da qualidade

4 BOSCH Após desenvolvimento foi aplicado Aviação Navegação espacial Tecnologia nuclear Industria automobilística Na BOSCH FMEA é parte integrante do Sistema de Gestão da Qualidade Desenvolvido nos EUA nos anos 60 para o projeto Apollo Histórico da FMEA

5 BOSCH Melhoria na capacidade competitiva Aumento do faturamento Redução do custo de desenvolvimento Redução de custos Menos modificação antes e durante a produção Satisfação dos Clientes Melhoria da imagem Redução do índice de reclamação Minimizar riscos Descobrir cedo os erros potenciais FMEA Satisfação dos colaboradores Wirkkette zur Identifikation von sekundären Nutzenpotenzialen Vantagens do FMEA

6 BOSCH 100,- 10,- 1,- -,10 Custo por defeito Regra decimal dos custos de defeitos Conceito Projeto AVO Produção Exames Aplicação Antes da implantação do FMEA Após a implantação do FMEA Custos de defeitos Redução do Custo de defeito devido ao uso da regra decimal Custos de exame Custos de Preven- ção de defeitos Relativos a custos Custos de Preven- ção de defeitos Custos de exame Custos de defeitos Redução de Custo de Defeitos

7 BOSCH As vantagens da FMEA demonstram que o gasto para evitar falhas já no início do processo de criação do produto se justifica, uma vez que elimina os custos bem mais elevados de defeitos em um momento futuro Possibilidade e limites da FMEA A FMEA é uma ferramenta para analisar riscos através de falhas isoladas

8 BOSCH Evitar falhas/erros de engenharia e desenvolvimento Menos alterações posteriores do produto e conseqüente redução de custos Evitar reincidência através do –registro sistemático do conhecimento técnico –defeito do produto –defeito do processo Vantagens do FMEA Possibilidade e limites da FMEA

9 BOSCH Complexidade do produto Plano de referência / tipo de FMEA Experiência do moderador / da equipe no método FMEA Qualidade da preparação Missão / abrangência da análise Os seguintes pontos têm papel importante nos custos da FMEA: Possibilidade e limites da FMEA Sobretudo os dois últimos pontos oferecem um potencial de economia considerável. Mais adiante veremos a importância da preparação de uma FMEA. Os altos custos freqüentes são usados como argumento contra o emprego da FMEA.

10 BOSCH Priorização e seleção das áreas a serem analisadas Uma análise de decisão que evidencia módulos críticos Utilização de FMEA existentes de produtos/processos similares Uso de uma “FMEA básica” em caso de componentes/ produtos/ processos a serem analisados reiteradamente A abrangência das análises podem ser reduzidas Possibilidade e limites da FMEA

11 BOSCH Enquanto o gasto com a FMEA é fácil de calcular, as economias geralmente não são diretamente mensuráveis Possibilidade e limites da FMEA

12 BOSCH A FMEA será necessária realizar em: Desenvolvimento de novos produtos Novos processos de manufatura Produtos com requisitos de segurança Momento de mudança de produtos e processos Novas aplicações de produtos antigos conhecidos Experiência negativa de produtos, 0-km e no campo Requisitos de clientes Possibilidade e limites da FMEA

13 BOSCH O maior benefício é obtido quando a FMEA é realizada como acompanhamento do planejamento de desenvolvimento/produção o mais precocemente possível. Importante é que os resultados possam fluir no momento certo para o processo de criação do produto, evitando assim possíveis recorrências. Possibilidade e limites da FMEA

14 BOSCH FMEA de sistema FMEA de projeto FMEA de processo FMEA de interface Outras aplicações do FMEA FMEA de Logística FMEA para Software Tipos de FMEA

15 BOSCH Interface e interações FMEA de Sistema Subsistema D Subsistema B Subsistema CSubsistema A Meio Ambiente Sistema Na Figura acima, as interfaces entre os subsistemas são mostradas onde o Subsistema A tem contato (conecta-se) com o Subsistema B, B tem contato com C, C com D, A com D, B com D. O Meio Ambiente também tem contato com cada um dos subsistemas listados na figura acima, o qual requer que "Interfaces do Meio Ambiente" sejam consideradas durante o preenchimento da FMEA. Fonte QS-9000

16 BOSCH Um sistema pode ser considerado como sendo constituído por vários subsistemas. Estes subsistemas freqüentemente são projetados por diferentes equipes. Algumas FMEA's de Sistema típicas podem cobrir os seguintes sistemas: Carroceria, Força Motriz, Interior, etc. Portanto, o foco da FMEA de Sistema é assegurar que todas as interfaces e interações estão cobertas entre os vários subsistemas que constituem o sistema, assim como, as interfaces para os outros sistemas do veículo e o cliente. Escopo da FMEA de Sistema FMEA de Projeto Fonte QS-9000

17 BOSCH Uma FMEA de Subsistema é geralmente um conjunto de um sistema maior. Por exemplo, o subsistema da suspensão dianteira é um subconjunto do sistema da carroceria. Portanto, o foco da FMEA de Subsistema é assegurar que todas as interfaces e interações entre os vários componentes que constituem o subsistema estão cobertas. Escopo da FMEA de Subsistema FMEA de Projeto Fonte QS-9000

18 BOSCH Uma FMEA de Componente é geralmente uma FMEA focada no subconjunto de um sistema. Por exemplo, um suporte é um componente da suspensão dianteira (a qual é um subsistema do sistema da carroceria). Escopo da FMEA de Componente FMEA de Projeto Fonte QS-9000

19 BOSCH Integração cronológica da elaboração da FMEA A FMEA é elaborada em equipe no momento mais precoce possível. A cooperação de especialistas de diversas áreas considera seus conhecimentos e experiências em relação aos temas abordados Descrição do método

20 BOSCH Descrição do método Início amostras B(C) fabric./ teste Desenvolvimento de sistema Desenvolvimento de componente AnteprojetoProjetoEnsaios Planejamento de produção PlanejamentoProvisão Série piloto Série FMEA de Sistema EmissãoProcessamento de açõesAtualização FMEA de Projeto EmissãoProcessamento de açõesAtualização FMEA Processo EmissãoProcessamento de açõesAtualização Pedido de desenvolvimento de sistema Pedido de desenvolvimento de componentes Plan. pedido/ Pré-liberação do produto Liberação do Produto SOP (Lib. fornec. Produto) Sugestão características especiais, QB1 Definição características especiais, QB2 Realização características especiais p.ex C plss, QB3 Definir características de cliente (ext.), QB0

21 BOSCH Para aumentar a eficiência a FMEA é realizada por uma equipe formada por especialistas dos setores operacionais responsáveis. Equipe FMEA

22 BOSCH Os objetivos do trabalho em equipe são: Trabalhar em paralelo o mais precocemente possível, em vez de serial Aproveitamento do maior potencial de conhecimento e experiência Relação aberta com as informações disponíveis Aumento da criatividade Decisões coordenadas mais rápidas Consenso e maior aceitação dos resultados Promover cooperação ampla e geral Equipe FMEA

23 BOSCH Para que a FMEA seja realizada com eficiência são formadas equipes principais ( de 3 a 5 participantes). Se necessário são envolvidos outros peritos Equipe FMEA

24 BOSCH FMEA de SistemaFMEA de ProjetoFMEA de Processo Equipe principal Engenharia de Sistema (responsável) Aplicação Moderador Projeto (responsável) Testes Fábrica (Planejamento de produção ou Garantia da Qualidade Moderador Planejamento de Produção (responsável) Garantia da Qualidade Fabricação Moderador Participação temporária Desenvolvimento de componentes Vendas Setores centrais Compras Aplicação/ Engenharia de sistema Ensaio de durabilidade Setores centrais Vendas Fábrica Compras Engenharia (Projeto e/ou ensaios) Setores centrais Compras Composição da equipe Equipe FMEA

25 BOSCH Passos da FMEA Cronograma de trabalho da FMEA 0 - Preparação e planejamento Definir incumbências, limites e objetivos Grupo de trabalho, planejamento do cronograma Material de apoio para o grupo de trabalho Descrição de funções 1-Estruturação Numeração Componentes e operações 2-Análise de função Funções Características 3-Análise de falhas Tipos de falhas potenciais Conseqüências de falhas e causas de falhas 4-Avaliação de risco Prevenção e detecção de falha Severidade da conseqüência da falha (S) Probabilidade de ocorrência (O) Probabilidade de detecção (D) Índice de prioridade de riscos RPN = S x O x D 5-Otimização/Melhoria da qualidade Criar hierarquia de riscos (analisar S,O,D e RPN) Definir ações de melhoria com R: e P: Introdução das ações de melhoria Avaliação da situação melhorada (O,D)

26 BOSCH A preparação sistemática da FMEA pode reduzir consideravelmente o ônus da FMEA propriamente dita, ou seja, o tempo empregado no trabalho em grupo. Preparação sistemática

27 BOSCH Definir incumbências (tipo da FMEA) Definir objetivos Determinar membros da equipe Determinar necessidade de treinamento, event. Prever treinamento Disponibilizar visões gerais e diagramas Planejar os temas a serem abordados Realizar estimativa de gastos Empreender preparações organizacionais Tarefas que devem ser resolvidas antes do inicio da FMEA Preparação sistemática

28 BOSCH Momento da realização / início no momento oportuno Composição do grupo de trabalho Capacidade dos funcionários para o trabalho em grupo Conhecimento da metodologia FMEA Na FMEA de Processo: Conhecimento sobre a viabilidade de implantação de ações por MA na produção Disposição para o repasse de informações Fatores importantes para a qualidade da FMEA são: Preparação sistemática

29 BOSCH Características especiais resultantes de exigências de clientes devem ser identificadas na FMEA A dedução das características especiais (críticas/ significativas/R/D/CEP) da FMEA e a sua identificação são feitas de acordo com as determinações da Divisão de Negócios. Na definição e abordagem de características especiais (críticas/significativas/R/D/CEP) é necessário observar o seguinte: Características especiais

30 BOSCH Definição : Comentário: Questão : ­Características especiais (também chamadas características significativas ou críticas), asseguram desempenho adequado ao produto acabado durante armazenamento, manuseio, instalação e operação; alguns fabricantes de veículos identificam-nas com símbolos próprios. ­Características de conexão com cliente (exigidas pelo cliente ou definidas internamente) são dimensões e características especialmente importantes e que devem ser atendidas estritamente para assegurar a instalação e a operação apropriada de produtos. Também são usadas para assegurar a qualidade interna. ­Características especiais são identificadas em desenhos segundo N12A B21 e N12A E21/2 e/ou segundo N12A L13 para o status "R“(risco) ­Características de produto e parâmetros de processo podem ser características especiais Que características específicas de cliente e/ou definidas internamente são identificadas em desenhos ou atendem aos critérios de avaliação? Descrição da coluna 6: “C“

31 BOSCH Folha capa com informações genéricas e um resumo Descrição da área abordada (desenhos, esboços,...) Lista dos documentos utilizados (tabelas de valoração empregadas,...) Formulários FMEA Avaliações (cronograma, Resumo da FMEA,...) Para a publicação da FMEA de acordo com o distribuidor definido na Folha capa da FMEA, recomenda-se a reunião dos seguintes documentos: Documentos FMEA

32 BOSCH modificações do produto e do processo condições de emprego alteradas experiências de fábrica, 0-km e de campo acompanhamento das medidas (Na atualização deve ser considerada principalmente a situação atual relativa às ações.) Na atualização da FMEA são incluídas : Após a revisão é feita uma nova distribuição. Atualização Recomenda-se uma atualização semestral a anual, para modificações críticas ou importantes até mesmo períodos inferiores.

33 BOSCH A chave para o sucesso: Parâmetros de preparação Preparação 80% do sucesso da moderação depende de uma preparação abrangente. Parte da preparação consiste em uma discussão inicial com o cliente (pessoa que solicita a FMEA). Você dispõe de todas as informações necessárias para realizar um bom trabalho de moderação? Você consegue moderar esses grupos?

34 BOSCH A chave para o sucesso: Parâmetros de preparação Preparação Objetivos e assunto em questão Qual é o tópico? O que você espera realizar com a moderação? Os objetivos podem ser atingidos? O que acontece com os resultados?· Histórico Qual é o histórico (background) deste tópico? Quem pode informar algo a respeito? Participantes Quem (cargo, nível, ocupação) e quantos virão? Que conhecimento, talentos, interesses e experiência têm os participantes? Que decisões o grupo está autorizado a tomar?

35 BOSCH A chave para o sucesso: Parâmetros de preparação Preparação Situações difíceis Que conflitos podem surgir? Existe algum item delicado, algum preconceito? O que poderia prejudicar o processo? Metodologia Que procedimentos, que recursos são adequados? Organização/Estrutura Que local é adequado? É um bom momento? Quanto tempo será realmente necessário? Quem informa os participantes, e como? Que materiais e mídia serão necessários? Quem irá consegui-los? Quanto custará? Quem paga os custos?

36 BOSCH Comentários sobre a preparação para FMEA Preparação Explicar a tarefa e os problemas Conferir novamente objetivos e efeitos esperados Criar uma árvore estrutural (FMEA de sistema, design) ou discutir o fluxo de trabalho conforme PQP Representar graficamente as estruturas ou procedimentos funcionais (Organização funcional, fluxogramas, árvores estruturais...) Definir áreas problemáticas (Especificações funcionais, metas de custos, prazos, metas de qualidade...) 1. DEFINIR CLARA E CORRETAMENTE A TAREFA COM O GERENTE DO PROJETO

37 BOSCH Comentários sobre a preparação para FMEA Preparação Existe alguma FMEA padrão para esse tópico? Existem FMEAs sobre assuntos similares? Há outras divisões com produtos/processos similares? 2. CONHECER O HISTÓRICO Definir o número de participantes Combinar especialistas e amadores disponíveis Selecionar associados com ampla experiência 3. CRIAR EQUIPES ORIENTADAS PARA O PROBLEMA

38 BOSCH Comentários sobre a preparação para FMEA Preparação Enviar um convite por escrito para os participantes (tarefa do associado responsável pela FMEA ) Definir datas Se possível, distribuir antes informações resumidas Informar os participantes do horário, duração, local e, se necessário, das acomodações 4. ENVIAR A TEMPO O CONVITE À EQUIPE Buscar informações, amostras, componentes individuais, etc. Encontrar uma sala de trabalho adequada e reservá-la Prover ferramentas de visualização (projetor, flip chart, papel, pin charts, cartões, canetas, apontador) Planejar intervalos e refrescos 5. PREPARAR FERRAMENTAS

39 BOSCH Para reduzir a carga de trabalho, os documentos relacionados a seguir devem estar disponíveis de antemão ou serem usados durante a FMEA: FMEA Sistema Especificação. de sistema Lista de produtos Diagrama funcional de circuito Descrição funcional Estatística do defeito Índice de falha de produtos similares Estrutura preparada e análise funcional Resultados de QFD0 (Defin. de produto) Design FMEA FMEA de sistema Especificação Desenhos de desenvolvimento Listas de Partes Plano de validação Amostras Estrutura preparada e análise funcional Documentação técnica do cliente (TCD) Resultados de QFD1 (Planej. de produto) FMEA Processo FMEA de Design Desenhos Especificação do processo PQP Desenhos de fabricação Amostras Índices de capacidade de máquina e processo Listas de defeitos Índice de falha de produtos similares Preparação Documentos úteis na preparação para a FMEA

40 BOSCH Preparação Além disso, os documentos relacionados a seguir podem ser úteis: Dados/resultados de testes/estudo de amostras da oficina Índice interno de falhas (FOR,...) Índice de falhas de campo e de milhagem 0 Resultados de cálculos de tolerância ou FEM Índice de falhas calculado teoricamente (índices FIT, MTBF,...) Relatórios 8D Documentos úteis na preparação para a FMEA

41 BOSCH Formulário FMEA - Padrão Bosch S = Importância dos efeitos de falhas (gravidade) O = Probabilidade de ocorrência de falha D = Probabilidade de deteção de falha Valor de Prioridade de Risco RPN = S x O x D R = responsável I = Data de implementação C = Classificação * Sistema, Design, Processo QUALID. ASSEGURADA * - F M E A PRODUTO : PARTE NO : PAG.: DEPT:: FMEA-NO.: DATA: NO.PROCESSO OU COMPONENTE FUNÇÃOMODOS DE FALHA EFEITO CFALHA CAUSA FALHA PREVENÇÃO FALHA DETECÇÃO SODRPNAÇÕES R:/I:

42 BOSCH Formulário FMEA - Padrão QS9000 ANÁLISE DE MODO E EFEITOS DE FALHA POTENCIAL (FMEA DE PROJETO) SistemaFMEA Número. SubsistemaPág. de. Componente.Responsável pelo Projeto.Preparado por. Ano Modelo(s) veículo(s).Data Chave.Data FMEA (Inic.) (Rev.). Equipe. Item Função Modo de Falha Potencial Efeitos(s) Potencia(is) da Falha S e v e r i d. C l a s i f. Causa(s) e Mecanismo(s) Potencial(is) da Falha O c o r r. Controles Atuais do Projeto Prevenção Controles Atuais do Projeto Detecção D e t e c. N. R. P. Ações Recomendadas Responsável e Prazo Resultados da Ação Ações Tomadas S e v e r. O c o r r. D e t e c. N. P. R.

43 BOSCH Formulário FMEA - Padrão QS9000 ANÁLISE DE MODO E EFEITOS DE FALHA POTENCIAL (FMEA DE PROCESSO) FMEA Número. Pág. de. Item.Responsável pelo Projeto.Preparado por. Ano Modelo(s) veículo(s).Data Chave.Data FMEA (Inic.) (Rev.). Equipe. Item Função Modo de Falha Potencial Efeitos(s) Potencia(is) da Falha S e v e r i d. C l a s i f. Causa(s) e Mecanismo(s) Potencial(is) da Falha O c o r r. Controles Atuais do Processo Prevenção Controles Atuais do Processo Detecção D e t e c. N. R. P. Ações Recomendad as Responsável e Prazo Resultados da Ação Ações Tomadas S e v e r. O c o r r. D e t e c. N. P. R.

44 BOSCH Realização sistemática da FMEA 1a etapa Definir elementos e estrutura do sistema 2a etapa Definir funções e estruturas funcionais 3a etapa Realizar análise de falha 4a etapa Realizar avaliação de risco 5a etapa Iniciar e prosseguir com a otimização Inserir funções/ características na estrutura (por exemplo, matriz BT-FU) Vincular funções  Rede funcional (VDA) Descrever os modos de falha potencial Determinar severidade e causas de falha Vincular falhas  Rede de falha (VDA) No formulário FMEA Definir a severidade da falha (S) Classificar a probabilidade atual de ocorrência (O) e detecção (D) Calcular o RPN (RPN=SxOxD) No formulário FMEA Priorizar e analisar riscos Definir e classificar melhorias Definir encarregados e prazos para melhorias Implementar melhorias Criar estrutura do sistema Enumerar os componentes ou etapas de processo Cinco etapas para realizar a FMEA

45 BOSCH > Limite Ação para prevenção de falha Ação para detecção de falha Ações para prevenção de falha Ações para detecção de falha **** (****) (****) [****] [****] **** S = Importância dos efeitos de falhas (gravidade) O = Probabilidade de ocorrência de falha D = Probabilidade de deteção de falha Valor de Prioridade de Risco RPN = S x O x D R = responsável I = Data de implementaçãoC = Classificação * Sistema, Design, Processo QUALID. ASSEGURADA * - F M E A Produto Parte No. Pag Depto.:: FMEA-NO.: Data NO.PROCESSO OU COMPTE FUNÇÃOMODOS DE FALHAS FALHA EFEITOS CFALHAS CAUSAS FALHAS PREVENÇAO FALHAS DETECÇÃO SODRPNAÇÕES R:/I: Que função deve ser cumprida? O que pode sair errado ? O que já está sendo feito contra a falha ? Quão grave é o risco ? Como se pode evitar o risco? Condição atual Condição melhorada Características significativas do formulário FMEA

46 BOSCH S = Importância dos efeitos de falhas (gravidade) O = Probabilidade de ocorrência de falha D = Probabilidade de deteção de falha Valor de Prioridade de Risco RPN = S x O x D R = responsável I = Data de implementaçãoC = Classificação * Sistema, Design, Processo QUALID. ASSEGURADA * - F M E A PRODUTO PARTE No.R: Pag. Depto. FMEA-No..: DATA No.Componente Processo FUÇÃO ( REQUERIMENTO) MODO DE FALHAS EFEITO FALHAS CAUSAS FALHAS PREVENÇAO FALHAS DETECÇÃO SODRPNAÇÕES R./ I. estrutura análiseargumentaçãoavaliação Otimização da melhoria trazendo resultados SóBoschcadacausacomumno. Lista de partes No. de trabalho compo- nente Etapa do process o etc. Requisitodocomponente ouparte Qual é a falha possível ? Você descobre a resposta primitiva com a negação da função ! Qual o efeito para o cliente? Pense até no usuário final! Qual é, de fato, a causa do modo de falha? Por quê? O que foi feito para melhorar a causa de falha ou o modo de falha? Que teste ou checage m você fez para detectar a falha? Metodologia e procedimento da FMEA

47 BOSCH Metodologia FMEA Significância dos efeitos da falha “S" FMEA de Sistema FMEA de DesignFMEA de Processo Componente/Processo Função Modo de falha Causa da falhaEfeitos da falha Probabilidade de ocorrência de falha "O" Probabilidade de detecção da falha “D" Valor de prioridade de risco RPN = S x O x D Ações Limitação de efeitos Detecção da falha Prevenção da falha

48 BOSCH Que ações para detectar a falha foram implementadas? Que partes/ processos precisam ser classificados? Que funções devem ser realizadas? Que modos de falha podem prejudicar a função? Que causas de falha podem ser imaginadas? Que ações foram implementadas para corrigir a falha? Quais os efeitos do modo de falha? Qual a probabilidade da falha ser detectada? B A E RPN Que ações são necessárias para reduzir o risco ? Quem é o responsável? Qual é o número da parte/ processo? Qual a data planejada da introdução? Quão severos são os efeitos da falha? Qual a probabilidade de ocorrência da falha? Que ações para limitar os efeitos da falha foram implementadas? Que características especiais a definir? S = Importância dos efeitos de falhas (gravidade) O = Probabilidade de ocorrência de falha D = Probabilidade de deteção de falha Valor de Prioridade de Risco RPN = S x O x D R = responsável I = Data de implementaçãoC = Classificação * Sistema, Design, Processo QUALID. SEGURANÇA - F M E A PRODUTO PARTE NO. PAG. DEPT FMEA NO.: DATA NO.COMPONENTE OU PROCESSO FUNÇÃOMODO DE FALHAS EFEITOS CFALHAS CAUSAS FALHAS PREVENÇÃO FALHAS DETECÇÃO SODRPNAÇÕES R:/I : Inter-relacionamentos no formulário FMEA

49 BOSCH Exemplos

50 BOSCH Exemplos Porta Porta parte inferior sem forros

51 BOSCH ANÁLISE DE MODO E EFEITOS DE FALHA POTENCIAL (FMEA DE PROJETO) SistemaFMEA Número X SubsistemaPág. 1 de 1. Componente 01.03/encerramento do veículo.Responsável pelo Projeto Eng.de Carroceria.Preparado por A. Tate – X6412 – Eng. de Carroceria. Ano Modelo(s) veículo(s) 199xLion 4 dr/Wagon.Data Chave 9X ER.Data FMEA (Inic.) 8X (Rev.) 8X Equipe T. Fender – Desenvolvimento de Produto (carro); Childers – Produção; J. ford – Oper. Montagem (Dalton, Fraser, Henley – Plantas de Montagem). Item Função Modo de Falha Potencial Efeitos(s) Potencia(is) da Falha S e v e r i d. C l a s i f. Causa(s) e Mecanismo(s) Potencial(is) da Falha O c o r r. Controles Atuais do Projeto Prevenção Controles Atuais do Projeto Detecção D e t e c. N. R. P. Ações Recomendadas Responsável e Prazo Resultados da Ação Ações Tomadas S e v e r. O c o r r. D e t e c. N. P. R. Porta Dianteira L. Esq. HBHX-0000-A Entrada e saída do veículo Proteção dos ocupantes à chuva, vento, frio, ruídos e colisões laterais Ferragens da porta e suportes incluindo espelho, dobradiças, fechaduras e regulador de vidro Prover uma superfície apropriada p/ itens de aparência Pintura e tapeçaria Painel Interior Inferior da porta corroído Vida útil da porta Diminuída devido a: Aparência insatisfatória devido a ferrugem Funcionamento irregular do mecanismo interno da porta 7Limite superior para aplicação de cera protetora do painel interno da porta é muito baixa 6Teste de durabilidade Geral do veículo T-118 T-109 T Adicionar Teste de corrosão A. Tate Eng. Carroc. 8x Baseando no resultado do teste (teste n° 1481) limite superior de aplicação de cera aumentando em 125 mm Espessura especificada para camada de cera é insuficiente 4Teste de durabilidade geral do veículo igual acima 7196 Adicionar Teste de corrosão acelerada no laboratório Conduzir projeto de experimentos (DOE) na espess. da camada de cera Teste verif. Local aplic.cera A. Tate Eng. Carroc. 9X Resultado de teste n° 1481 mostra que a camada especif. é adequada. Projeto de Exper. demonstra que 25% de variação na espessura da camada aceitável Composição da cera é inapropriada 2Teste de laboratório físico e químico relatório n° Nenhum 7Ar aprisionado impede que a cera penetre nos cantos e bordas 5Desenho ajuda na investigação do não funcionamento do bico de jateamento 8280 Criar um grupo para avaliação usando o equipam. de jatear e cera específica Eng. Carroc. & Montagem 8X Baseado no teste3, furos adicionais de respiro foram abertos na área afetada Espaço insuficiente entre os painéis da porta p/ acesso do bico de jateamento de cera 4Avaliação do desenho que representa o acesso do bico de jateamento 4112 Criar um grupo de avaliação usando desenho do suporte de apoio e bico de jateamento Eng. Carroc.& Montagem 8X Avaliação mostrou acesso adequado 7117 Exemplo - Porta Fonte QS-9000

52 BOSCH ANÁLISE DE MODO E EFEITOS DE FALHA POTENCIAL (FMEA DE PROCESSO) FMEA Número Pág. 1 de 1. Item Porta da frente L. Esq./H8HX-000-A.Responsável pelo Projeto Eng.de Carroc./Oper. Montagem.Preparado por J. Ford – X6521 – Oper. Montagem. Ano Modelo(s) veículo(s) 199xLion 4 dr/Wagon.Data Chave 9X ER 9X Trab. #1.Data FMEA (Inic.) 9X (Rev.) 9X Equipe A. Tate Eng. Carroceria, J. Smith-OC, R. James-Produção, J. Jones-Manutenção. Item Função Modo de Falha Potencial Efeitos(s) Potencia(is) da Falha S e v e r i d. C l a s i f. Causa(s) e Mecanismo(s) Potencial(is) da Falha O c o r r. Controles Atuais do Processo Prevenção Controles Atuais do Processo Detecção D e t e c. N. R. P. Ações Recomendad as Responsável e Prazo Resultados da Ação Ações Tomadas S e v e r. O c o r r. D e t e c. N. P. R. Aplicação manual de cera na parte interna da porta Cobrir parte interna da porta, superfície inferior com camada mínima de cera para retardar corrosão Cobertura insuficiente de cera sobre a superfície específica Vida útil da porta diminuída devido a: 7Bico de jateamento posicionado manualmente não está posicionado suficiente longe 8Checagem visual a cada 1 hora por turno. Medir profundidade da camada 5280 Instalar um "fim de curso" no jateador Eng. Processo 9X Instalado um "fim de curso" no jateador e checado na linha Aparência insatisfatória devido a corrosão Funcionamento irregular do mecanismo interno da porta Automatizar jateador Eng. Processo 9X Rejeitado devido à complexidade das diferentes portas na mesma linha de montagem 7Bico jateador entupida5Teste do Jateador no começo do trabalho e após longos períodos sem uso, e programa de manutenção preventiva p/ limpar os bicos Checagem visual a cada 1 hora por turno. Medir profundidade da camada 5175 Usar projetos de experimento s (DOE) na viscosidade x temperatura x pressão Eng. Processo 9X Foram determinados limites de temp. e pressão e implantados cartas de controle que mostram que o processo está sob controle Cpk = 1, Viscosidade muito alta Temperatura muito baixa Pressão muito baixa 7Bico jateador deformado devido ao impacto (batidas) 2Programas de manutenção preventiva para manter jateador em boas condições Checagem visual a cada 1 hora por turno. Medir profundidade da camada 570 Nenhum 7Tempo de jateamento insuficiente 8Instituições do operador e amostragem de lotes (10 portas/turno) p/ checar aplicação de cera nas áreas críticas 7392 Instalar um "timer" no jateador Manutenção 9X "Timer" automático instalado no jateador. Operador começa o jateamento, o "timer" controla parada automática. Cartas de controle mostram que o processo está sob controle CPK = 2, Exemplo - Porta Fonte QS-9000


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