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Cultura de Qualidade nas Instituições de Ensino Superior Cultura de Qualidade nas Instituições de Ensino Superior Política de Garantia da Qualidade Os.

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Apresentação em tema: "Cultura de Qualidade nas Instituições de Ensino Superior Cultura de Qualidade nas Instituições de Ensino Superior Política de Garantia da Qualidade Os."— Transcrição da apresentação:

1 Cultura de Qualidade nas Instituições de Ensino Superior Cultura de Qualidade nas Instituições de Ensino Superior Política de Garantia da Qualidade Os Primeiros Passos Escola Superior de Educação Instituto Politécnico de Lisboa Sérgio Machado dos Santos A3ES

2 Qualidade e Garantia da Qualidade na Agenda do Espaço Europeu de Ensino Superior A temática adquiriu uma importância crescente ao longo do Processo de Bolonha A temática adquiriu uma importância crescente ao longo do Processo de Bolonha Abordagem tímida na Declaração de Bolonha Desenvolvimento em crescendo ao longo dos sucessivos Comunicados Apareceu associada às reformas na organização do ensino Apareceu associada às reformas na organização do ensino Exemplo: A Reforma para a Qualidade, na Noruega Marco importante: a adopção dos ESG em 2005 Marco importante: a adopção dos ESG em 2005 Estabelecimento de um referencial comum para a garantia da qualidade no EEES Transposição para os regimes jurídicos nacionais Obrigatoriedade de as IES desenvolverem um SIGQ Obrigatoriedade de as IES desenvolverem um SIGQ

3 O Papel Nuclear da Avaliação Interna Princípio fundamental (afirmação da autonomia institucional) Princípio fundamental (afirmação da autonomia institucional) A qualidade e a garantia da qualidade são responsabilidade, em primeiro lugar, das próprias instituições de ensino superior A qualidade e a garantia da qualidade são responsabilidade, em primeiro lugar, das próprias instituições de ensino superior Características básicas da avaliação interna Características básicas da avaliação interna Processo sistemático: Implica monitorização e controlo, mas também avaliação e retroacção orientado à melhoria contínua Processo abrangente: avalia todas as actividades nucleares e os agentes envolvidos Processo participativo: envolve activamente todos os actores Processo institucionalizado: obedece a uma política institucional para a qualidade e envolve estruturas e procedimentos devidamente institucionalizados SIGQ formalmente constituído

4 Avanços muito significativos na Garantia Externa da Qualidade Avanços muito significativos na Garantia Externa da Qualidade Instalação de Agências em todos os países subscritores Diversidade de abordagens multiplicidade de processos de avaliação / acreditação / auditoria … (contextualizados) Situação evolutiva muito dinâmica Alguma tendência para aliviar os procedimentos, mas com excepções significativas (algumas muito recentes) Progressos mais lentos na implantação dos SIGQ Progressos mais lentos na implantação dos SIGQ Generalização do desenvolvimento de instrumentos de garantia da qualidade Evolução positiva no envolvimento dos estudantes e outros parceiros Mas: com problemas de sistematização e coerência global (e alguma confusão de conceitos) O Panorama Europeu na Garantia da Qualidade

5 Exemplo de Boas Práticas (NOKUT): Exemplo de Boas Práticas (NOKUT): O sistema de garantia interna de qualidade deverá: O sistema de garantia interna de qualidade deverá: - Estar bem integrado e articulado com os mecanismos de governação - Gerar informação adequada e assegurar a respectiva análise e disseminação pelos diversos níveis de responsabilidade e gestão - Dispor de procedimentos para a tomada de medidas para o desenvolvimento e melhoria institucional - Estar baseado em procedimentos intimamente associados aos próprios processos e ambientes de aprendizagem - Ser motivador para todo o pessoal e estudantes - Ser avaliado internamente e desenvolvido de acordo com as necessidades Princípios Orientadores para um SIGQ

6 Padrões Europeus (ESG) Padrões Europeus (ESG) Parte 1 dos ESG (orientados à garantia da qualidade do ensino)Parte 1 dos ESG (orientados à garantia da qualidade do ensino) Regime jurídico nacional Regime jurídico nacional RJIESRJIES Lei nº 38/2007Lei nº 38/2007 Sugestão de referenciais no estudo da A3ES Sugestão de referenciais no estudo da A3ES Conjunto de 10 referenciais, acompanhados de orientaçõesConjunto de 10 referenciais, acompanhados de orientações - 7 alinhados com a Parte 1 dos ESG - 3 adicionais, relativos à investigação e desenvolvimento, à interacção com a sociedade e à internacionalização Documento orientador para as instituiçõesDocumento orientador para as instituições Referenciais para os SIGQ

7 Requisitos essenciais para os SIGQ Definição explícita de objectivos de qualidade Definição clara da missão, visão e objectivos da instituição Estratégia para o desenvolvimento institucional Objectivos específicos e metas associados a planos operacionais Adopção de um Documento Estratégico para a Qualidade Política institucional para a qualidade Organização do SIGQ (âmbito e objectivos, estruturas, níveis de responsabilidade) Metodologias para a avaliação interna (procedimentos para a garantia da qualidade do ensino, investigação e relações com o exterior, bem como dos recursos humanos, materiais e serviços) Produção e difusão (interna e externa) da informação Participação dos parceiros (internos e externos) Meta-avaliação Sistema de informação

8 Cultura de Qualidade Elementos para uma cultura de qualidade (EQAF 2007) Elementos para uma cultura de qualidade (EQAF 2007) Clareza de propósito Lideranças inspiradoras e motivadoras Envolvimento da comunidade académica foco na mudança de comportamento das pessoas Centralidade do estudante - nos processos de aprendizagem - no envolvimento nos processos de avaliação Processo integrado e contínuo de auto-reflexão (ciclos de qualidade) Criação de um ambiente apropriado a iniciativas de melhoria, mesmo quando impliquem a assunção de risco

9 Modelo de Auditoria Institucional (A3ES) Objecto da auditoria Objecto da auditoria A estratégia institucional para a qualidade e a forma como se traduz num SIGQ eficaz e bem documentado Incide sobre os processos e procedimentos de manutenção e promoção da qualidade (e não especificamente sobre a qualidade, em si, das actividades da IES) Objectivos específicos Objectivos específicos Analisar se a política para a qualidade contempla a definição de objectivos de qualidade e as funções, actores e responsabilidades associadas ao SIGQ Avaliar os processos e procedimentos de garantia interna da qualidade Avaliar a eficácia do SIGQ (apreciação de evidências)

10 1. A política institucional para a qualidade (definição e documentação) 2. Os procedimentos e estruturas de GIQ (abrangência e eficácia) em relação às vertentes nucleares da missão institucional: - o ensino e a aprendizagem - a investigação e desenvolvimento - a colaboração interinstitucional e com a comunidade - A política de gestão do pessoal - os serviços de apoio - a internacionalização 3.A articulação do SIGQ com os órgãos de coordenação e gestão 4.A participação das partes interessadas 5.O sistema de informação 6.A publicação de informação 7.A monitorização e melhoria do SIGQ 8.O SIGQ no seu todo Áreas de Análise

11 Critérios de Apreciação Apreciação expressa no estágio de desenvolvimento do SIGQ Apreciação expressa no estágio de desenvolvimento do SIGQ Inexistente Emergente (estado de desenvolvimento parcial) Em desenvolvimento (estado de desenvolvimento substancial) Consolidado (totalmente desenvolvido) Matriz de critérios de análise Matriz de critérios de análise Critérios para cada par item / estado do desenvolvimento Critérios para decisão favorável Critérios para decisão favorável Apreciação mínima de emergente em todas as áreas de análise Apreciação de, pelo menos, em desenvolvimento nas áreas 2.1 (ensino e aprendizagem) e 8 (o SIGQ no seu todo).

12 Área 8: O SIGQ apreciado na globalidade Área 8: O SIGQ apreciado na globalidade Nível Em desenvolvimento (desenvº substancial) O sistema cobre a maioria das actividades da instituição São apresentadas evidências claras sobre a eficácia do sistema de garantia da qualidade na melhoria contínua das actividades Os procedimentos de garantia da qualidade constituem um todo articulado e bem definido, que funciona bem. Critérios de apreciação - Exemplo

13 Fases do processo Fases do processo Preparação da auditoria Auto-avaliação Visita Relatório de auditoria Decisão e divulgação do relatório Feedback e follow-up Organização do Processo de Auditoria

14 Apresentação de intenção de candidatura Selecção de instituições a auditar Contratualização da auditoria Calendarização Reunião preliminar - Clarificar aspectos sobre a auto-avaliação e documentação a apresentar - Pode incluir um Seminário interno Preparação da Auditoria

15 Itens de natureza descritiva Itens de natureza descritiva Descrição muito sintéticaDescrição muito sintética Anexo: Manual da Qualidade ou documento(s) equivalente(s) Anexo: Manual da Qualidade ou documento(s) equivalente(s) Itens de natureza analítica Itens de natureza analítica Auto-apreciação, fundamentada, em relação a cada itemAuto-apreciação, fundamentada, em relação a cada item SWOTSWOT Aspectos identificados para melhoria e medidas iniciadas ou implementadasAspectos identificados para melhoria e medidas iniciadas ou implementadas Acesso a material on-line na IES Acesso a material on-line na IES Relatório de Auto-avaliação

16 Visita de auditoria Visita de auditoria Em princípio, dura dois dias e meioEm princípio, dura dois dias e meio Termina com apresentação de relatório oral Termina com apresentação de relatório oral Relatório de auditoria Relatório de auditoria Parte introdutóriaParte introdutória Resultados da apreciação, por itemResultados da apreciação, por item Síntese de pontos fortes e boas práticasSíntese de pontos fortes e boas práticas Recomendações para melhoriaRecomendações para melhoria Conclusão fundamentada sobre cumprimento de requisitos para a certificaçãoConclusão fundamentada sobre cumprimento de requisitos para a certificação Após a decisão final do Conselho de Administração, o relatório é publicado na página da AgênciaApós a decisão final do Conselho de Administração, o relatório é publicado na página da Agência Visita e relatório

17 Feedback Feedback Feedback dos intervenientes (aferição e melhoria do modelo) Feedback dos intervenientes (aferição e melhoria do modelo) Follow-up Follow-up Relatório breve de follow-up 18 meses após a auditoria Relatório breve de follow-up 18 meses após a auditoria Acompanhamento de relatórios anuaisAcompanhamento de relatórios anuais Possibilidade de um Seminário a meio do cicloPossibilidade de um Seminário a meio do ciclo Feedback e follow-up

18 Preparação do Manual de Auditoria Institucional Preparação do Manual de Auditoria Institucional Discussão do projecto e recolha de sugestões: Abril a Junho Discussão do projecto e recolha de sugestões: Abril a Junho Aprovação e difusão: JulhoAprovação e difusão: Julho Aplicação em regime experimental (datas a discutir) Aplicação em regime experimental (datas a discutir) Convite às IES para apresentação de interesse: Setembro Convite às IES para apresentação de interesse: Setembro Apresentação de declaração de interesse: Outubro e NovembroApresentação de declaração de interesse: Outubro e Novembro Selecção das instituições participantes: Dezembro Preparação pela A3ES e formação da Comissão: Novembro a JaneiroPreparação pela A3ES e formação da Comissão: Novembro a Janeiro Workshop com as IES participantes: Janeiro Workshop com as IES participantes: Janeiro Encontro preliminar: FevereiroEncontro preliminar: Fevereiro Submissão dos relatórios de auto-avaliação: AbrilSubmissão dos relatórios de auto-avaliação: Abril Visita às IES: Junho a SetembroVisita às IES: Junho a Setembro Relatório final: NovembroRelatório final: Novembro Regime Experimental - Calendarização

19 The quest for the Holy Grail of optimum quality assurance smart systems is more about smart systems large ones than about large ones

20 Monitorização Monitorização Tão leve quanto possível Tão leve quanto possível Suficientemente abrangente e capaz de detectar e sinalizar situações problemáticas ou de qualidade deficiente Suficientemente abrangente e capaz de detectar e sinalizar situações problemáticas ou de qualidade deficiente Análise e retroacção Análise e retroacção Aprofundar análise de situações sinalizadas Aprofundar análise de situações sinalizadas Gizar planos de acção para correcção/melhoriaGizar planos de acção para correcção/melhoria Garantir follow-up dos planos de acçãoGarantir follow-up dos planos de acção Sistema Inteligente


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