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Dependência Química: o que todo médico precisa saber Abordagem geral do usuário de substâncias psicoativas: como fazer uma entrevista inicial? Dependência.

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1 Dependência Química: o que todo médico precisa saber Abordagem geral do usuário de substâncias psicoativas: como fazer uma entrevista inicial? Dependência Química: o que todo médico precisa saber Dr. Daniel Sócrates

2 Abordagem Geral do Usuário de Substâncias O uso nocivo e a depende ̂ ncia de substa ̂ ncias psicoativas são pouco pouco abordadas durante a formac ̧ ão médica São pouco diagnosticadas Boa parte dos dependentes químicos entram em contato com o sistema de saúde devido a complicac ̧ ões decorrentes do seu consumo. O médico generalista é o seu primeiro contato com a rede de atendimento O médico generalista é peça fundamental para o estabelecimento do diagnóstico precoce e para a motivac ̧ ão destes indivíduos a buscar ajuda especializada.

3 Abordagem Geral do Usuário de Substâncias Uma boa avaliação inicial é decisiva para o engajamento do paciente e pode desencadear o processo de mudança muito antes da sua conclusão.

4 Tratamento de qualquer emergência ou problema agudo. Elaboração de um diagnóstico precoce acerca do consumo de drogas. Identificação de complicações clínicas, sociais ou psíquicas. Investigação de comorbidades psiquiátricas. Motivação do indivíduo para a mudança. Estabelecimento de um vínculo empático com o paciente. Determinar o nível de atenção especializada de que o paciente necessitará. Abordagem Geral do Usuário de Substâncias Objetivos da avaliação inicial:

5 O último episódio de consumo (tempo de abstine ̂ ncia) A quantidade de substa ̂ ncia consumida A via de administrac ̧ ão escolhida O ambiente do consumo (na rua, no trabalho, com amigos, com desconhecidos...) A frequ ̈ e ̂ ncia do consumo nos últimos meses Abordagem Geral do Usuário de Substâncias A avaliação inicial começa por uma anamnese clínica geral. Em seguida, uma anamnese mais específica, mesmo que breve, deve investigar o consumo de álcool e drogas. Questões essenciais para a investigac ̧ ão do consumo de álcool e drogas:

6 Faltas frequ ̈ entes no trabalho e na escola História de trauma e acidente frequ ̈ entes Depressão Ansiedade Hipertensão arterial Disfunc ̧ ão sexual Distúrbio do sono Abordagem Geral do Usuário de Substâncias Alguns sinais e sintomas podem indicar a presença de complicações do consumo Sinalizadores de problemas decorrentes do uso de álcool e drogas:

7 Tremor leve Aumento do fígado Irritac ̧ ão nasal (sugestivo de inalac ̧ ão de cocaína) Hiperemia conjuntival (sugestivo de uso de maconha) Pressão arterial lábil (sugestivo de síndrome de abstine ̂ ncia de álcool) Taquicardia e/ou arritmia cardíaca Odor de álcool Odor de maconha nas roupas Síndrome da higiene bucal (mascarando o odor de álcool) Abordagem Geral do Usuário de Substâncias Após a anamese geral e específica, processa-se o exame físico. Deve-se observar alguns sinais mais comuns do uso de álcool e drogas Sinais físicos sugestivos do uso de álcool e drogas:

8 Abordagem Geral do Usuário de Substâncias A entrevista inicial deve ser diretiva, mas sem deixar de ser acolhedora, empática, clara, simples, breve e flexível.

9 Investigar o uso de álcool e drogas em seus pacientes Avaliar os problemas relacionados com o uso Orientar aqueles que apresentem uso problemático de álcool e drogas Orientar a família do paciente e convidá-la a participar do tratamento. Demonstrar interesse Chamar à reflexão O que fazer Abordagem Geral do Usuário de Substâncias

10 Remover Barreiras Oferecer opções de escolha Praticar a Empatia Dar feedback Clarificar objetivos Ajuda ativa Aconselhar Abordagem Geral do Usuário de Substâncias O que fazer

11 Abordagem Geral do Usuário de Substâncias Aconselhar não é dizer o que deve ser feito. A mudança é do indivíduo.

12 Confrontar o cliente diante de uma negação Assumir o papel de expert Categorizar o cliente Não levar-se em conta o ritmo e as necessidades do cliente Discutir de quem é a culpa Abordagem Geral do Usuário de Substâncias O que não fazer

13 Abordagem Geral do Usuário de Substâncias Caso o médico generalista não se sinta apto a intervir, ele deve motivar o paciente a procurar ajuda especializada, realizando o encaminhamento. Uma boa avaliac ̧ ão inicial é essencial para a continuidade do tratamento.

14 OBRIGADO Abordagem Geral do Usuário de Substâncias


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