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ÉTICA: NA GESTÃO EMPRESARIAL Janaina C. Mascarenhas.

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Apresentação em tema: "ÉTICA: NA GESTÃO EMPRESARIAL Janaina C. Mascarenhas."— Transcrição da apresentação:

1 ÉTICA: NA GESTÃO EMPRESARIAL Janaina C. Mascarenhas.

2 Conteúdo Programático: Conceito de ética; Relação entre ética, direito e moral; Ética princípios e valores; Ética empresarial e a cultura corporativa Ética do lucro; Ética e competência;

3 Ética e as leis da incompetência; Ética e corrupção; Ética da qualidade; Consciência ética; Ética e responsabilidade social nos negócios; Ética e as relações de trabalho;

4 ÉTICA – CONCEITO: O que é ética? Existe meia-ética? Por que a ética é rejeitada ? Que relação existe entre ética, direito e moral ?

5 Como está a ética hoje ? Com base no filme exposto na aula anterior: “Piratas da Informática”, responda: 1 – A empresa Microsoft surgiu à partir de uma atitude ética de seu criador ? 2 – como você avalia a atitude do sócio majoritário da empresa concorrente, ao lidar com os seus funcionários ?

6 3 – Ao seu ver no mundo dos negócios vale tudo para se ter sucesso ? 4 – Como você avalia a imagem do sócio majoritário da Ap. ao olhos dos funcionários da empresa? De verdadeira adoração ou de medo incondicional? 5 - Que atitude vc já praticou em sua vida pessoal ou profissional que acredita não ter sido “muito” ética. Por que ?

7 Diante de tudo o que foi comentado, como vc define ética? Ética é a ciência da verdade. Não existe uma ética da mentira, nem uma meia-ética; A ética e a verdade são a essência da consciência humana. Portanto, ninguém lhes pode ser indiferente. Ex: O agente omite um fato de alguém. Mas não pode este agente omitir tal fato de sua consciência, pode ?

8 A omissão da consciência é tão dolorosa ao homem, que este quando não consegue seguir seus ditames inventa simulacros de ética e de verdade. Cria caricaturas da ética, sacrificando a verdade. Cria verdades inexistente afim de satisfazer suas limitações interiores e agir sobre a égide de uma suposta ética.

9 A ética e a verdade, por habitarem a consciência, vêm de dentro do ser, do indivíduo. Portanto, ou se é ou não se é! Assim, não se pode falar em meia-ética. Embora camufladas no meio social, a ética da dissimulação ou meia-ética, são mentiras inteiras que não resistem à verdade, no tempo.

10 ÉTICA É O FUNDAMENTO DA SOCIEDADE. Não há possibilidade de convívio social sem que haja a observância de princípios éticos. Pilares éticos sociais: 1- Justiça = Que haja oportunidade a todos; 2 – Liberdade = vontade educada → liberdade responsável; 3 – Solidariedade = Compromisso com o bem pessoal e comum.

11 Neste contexto temos: Ética comprometida com o respeito à dignidade humana. Mas o que devemos entender como dignidade humana?

12 Para que sejam cumpridas as funções básicas da sociedade são imprescindíveis desenvolverem-se, igualmente, três capacidades, eminentemente éticas: 1 – Liderança Integrada = não basta ser líder, é preciso estar integrado por verdades comuns. Ex: Líderes que busquem o reconhecimento do material humano

13 2 – Organizações Flexíveis = que a estrutura estimule a participação, criatividade, descentralização, delegação de autoridades, abertura às relações interpessoais. Ou se flexibiliza ou se estimula a indesejável prática da omissão, das “desculpas” e das mentiras. Ex: horários. Quem nunca disse algo inverídico, para justificar um atraso?

14 3 – Visão e Ação Estratégica = desenvolvimento simultâneo da: Percepção Diagnóstica: Saber o que está acontecendo. Pensamento Estratégico: Definir cenários do futuro e tomar decisões estratégicas.

15 Enfase: Sociedade com competência Ética. Competência: Justiça, Liberdade e solidariedade Humana. Caso não haja: incorremos na ignorância. Na falta de consciência ética Ignorância implica em: A – Estímulo ao totalitarismo em toda ordem; B – Total supressão da consciência ética.

16 Ética exige competência e coerência; Competência ética resulta do aprimoramento de três áreas fundamentais: 1 – Liderança:agente transformador. 2 – Estratégia:ações concretizam resultados 3 – Cultura corporativa: fundamentos – verdades comuns que dão sustentabilidade (Não é dada a devida importância)

17 Ex: Iceberg Liderança: Parte visível – Agente transformador. Estratégia:Superfície – ações e resultados Cultura corporativa:face oculta – fundamentos, verdades comuns. Ética está na essência da cultura corporativa e a educação é o fator determinante de sua formação e de garantia de excelência.

18 Problemática: estes princípios não são observados pelas organizações na prática. Tendência: valorizar a exteriorização = marketing da ética = “aparência do ser”. Dizer-se ético é o que o marketing tenta nos convencer exaustivamente. Ser ético é questão de filosofia de vida e de empresa.

19 Desafio: é a criação da cultura ética na empresa. Indicadores essenciais: Ética da consciência: Percepção ética; Ética do coração: sensibilidade ética; Ética da inteligência: foco estratégico – como ser ético; Ética da vontade: motivação – no querer ser ético. Ética do comportamento: ação – ser ético.

20 Ética expressa os valores da verdade: Respeito à vida; Respeito à dignidade humana; Respeito à liberdade responsável; Respeito ao trabalho; Respeito ao bem comum. Ética não é produto; ética é essência de vida.

21 Ética empresarial e cultura corporativa: impossível separá-las! É correto vincular o sucesso ou o fracasso de uma empresa ao seu comportamento ético?

22 Sim. Ser ético hoje não é uma opção. Para pessoas e organizações é questão de sobrevivência. Não se avalia uma empresa hoje, com padrões tangíveis de ontem, pois referenciais intangíveis como marca, imagem, solidez, prestígio, credibilidade, decidem a preferência e garantem a continuidade.

23 Ética do Lucro. Lucro = condição p/perpetuidade da empresa. Fator de sobrevivência na dinâmica capitalista. Condições (essenciais e simultâneas): Empresa = lucro direcionado a investimentos. Capital = remuneração investidores Trabalho=remuneração com justiça dos agentes produtivos Comunidade=retribuição pelo sucesso do empreendimento (solidariedade social).

24 Ética dá Lucro? Sim. Garantia de bom conceito reflete confiabilidade; Vou trabalhar com pessoas e produtos não confiáveis? Vou estabelecer vínculo com empreendimentos duvidosos? A obsessão por lucro acaba por gerar não lucro, pois desgasta parceiros e inibe clientes.

25 O lucro é motivação natural para o empregado? Não é necessariamente o ganho pecuniário; Fica sempre o sentimento de que está sendo explorado; O que motiva as pessoas é saber que fazem parte de um projeto de vida, de crescimento; O que engaja vontades e inteligências são valores, idéias e ideais. Assim, o ganho financeiro tem sentido como estímulo positivo;

26 Falta de ética gera grandes prejuízos As conseqüências de se negligenciar a gestão de valores nas organizações é o prejuízo, que pode ser fatal. É só uma questão de tempo. Em uma cultura não ética – indiferente à questões morais, tudo acaba sendo permitido. A competição ganha expressão predatória – concorrentes devem ser eliminados a qualquer custo;

27 Os escândalos globais envolvendo empresas prestigiadas e bem conceituadas mundialmente provam como a falta de ética e transparência nas gestões empresariais abrem um buraco negro. Muitas empresas se apoiaram em fraudes deliberadas para manter seu crescimento artificial. Déc.1990 foi pródiga em exibir escândalos empresariais de grande repercussão.

28 Casos: A gigante de energia Enron – pede concordata em Dez/01, reconhece prática contábeis duvidosas dissimulação de dívida de U$ 22 bi. Falência fraudulenta da PARMALAT – empresa empregava mais de 30 mil funcionários em mais de 30 países. Falsificação de documentos, balanços e lucros fictícios.Fraude permanente, não detectável, tanto que o banco central alemão às vésperas do escândalo eclodir, adquiriu 5,1% do capital da empresa.

29 Corrupção: Negação da ética. Traço de degenerescência cultural; Indicador de uma sociedade doente; Instrumento: Gestão e prestação de contas; Fiscalização à gestão; Educação;

30 A sociedade deve organizar-se para exigir lisura na gestão pública; O combate a corrupção, antes de ser caso de polícia é questão de vigilância cívica, por meio da educação e da sociedade organizada. A participação consciente implica em mecanismos concretos de controle. Não se pode pretender resultados concretos sem o auxílio de uma opinião pública consciente.

31 Cultura da violência, o que isso significa em uma corporação? 1 – Tem seu foco no lucro obsessivo; 2 – Competitividade predatória; Resultado:Há uma convivência com ela sem que haja uma percepção; Conseqüência: Desagregação do poder = ilhas de dominação – cada diretor é um senhor feudal.

32 À medida que a mídia dá ênfase ao combate a corrupção, torna-se imprescindível para a organização a ética e a responsabilidade social. Preservar e desenvolver a consciência ética é condição básica de garantia de excelência para uma corporação. E nesta dimensão está a ética e a consciência social dos dirigentes;

33 Ética, comunicação e resistência ao novo. Paradoxo: excesso de informação e aumento da incomunicabilidade e da solidão. O universo tecnológico amplia-se de forma espetacular e surpreendente. Distanciamento cultural; Vazio nas experiências de conviver; Tecnologia coloca as pessoas em contato sem promover o relacionamento humano.

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