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Prof. Paulo Cesar Stringheta Departamento de Tecnologia de Alimentos Universidade Federal de Viçosa - MG Pesquisas e Tendências no Uso de Corantes Alimentares.

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2 Prof. Paulo Cesar Stringheta Departamento de Tecnologia de Alimentos Universidade Federal de Viçosa - MG Pesquisas e Tendências no Uso de Corantes Alimentares

3 “Nada é mais difícil de realizar, mais perigoso de conduzir, ou mais incerto quanto ao êxito, do que uma nova ordem das coisas, pois a inovação tem como inimigos todos os que prosperaram sob as condições antigas e, como tímidos aliados, os que podem se dar bem nas novas condições.” Maquiavel

4 Ponto de Vista Coisas novasCoisas novas Palestra não é uma aulaPalestra não é uma aula Palestra éPalestra é –Convencimento –Disseminação de idéias –Conseguir adeptos

5 ALIMENTOS: Por Que Colorir?ALIMENTOS: Por Que Colorir?

6 HISTÓRICO –1396 -coloração da manteiga; –1500 a.C.- Cúrcuma, páprica e açafrão; –Século XIX Sulfito de cobre, arsenito de cobre e chumbo;Sulfito de cobre, arsenito de cobre e chumbo; – °corante sintético: Malva; – ª legislação sobre uso de corante; – ª padronização da simbologia de uso de corante FD&C, D&C, D&C-Ext – ª proibição de corante “Amaranto.”

7 COR Os sentidos do ser humano captam cerca de 87% de suas percepções pelo olho, 9% pelo ouvido e as 4% restantes pelo olfato, paladar e tato. Os sentidos do ser humano captam cerca de 87% de suas percepções pelo olho, 9% pelo ouvido e as 4% restantes pelo olfato, paladar e tato. A aceitação de um produto alimentício pelo consumidor está diretamente relacionada com o atributo cor. A aceitação de um produto alimentício pelo consumidor está diretamente relacionada com o atributo cor. Apesar da alimentação ser necessária para sobrevivência, não se pode negar que é também fonte de prazer e satisfação. Apesar da alimentação ser necessária para sobrevivência, não se pode negar que é também fonte de prazer e satisfação.

8 Linguagem das Cores Amarelo: Mais alegre das cores. Relacionada ao sol. Irradia muita luz. Laranja:Cor de grande brilho. Luminosidade do amarelo e a excitação do vermelho. Desperta euforia e sensações agradáveis. Vermelho:Cor forte. Grande poder de atração. Ativa a circulação e a pressão. Violeta:Cor fria e negativa. Em alimento está muitas vezes associada a mau sabor. Azul:Atmosférica. Sensação de tranqüilidade. Pureza. Repugnância quando associada ao alimento. Verde:Relacionada ao frescor. Esperança. Natureza. Harmonia entre sol e o céu. Preto, Branco, Cinza: Peso. Leveza, claridade.

9 PRETO (carbo vegetabilis/caramelo/”blends”) VERDE (clorofila) Amarelo esverdeado/verde amarelado (cúrcuma/xantofila/clorofila) AMARELO “gema de ovo” (urucum/  -caroteno/cúrcuma) Laranja (urucum/  -caroteno) Laranja avermelhado (urucum/carmim/carmim + urucum) VERMELHO (carmim/beterraba/antocianina) Lilás/azul(antocianina) AZUL ?? Marrom(caramelo) Espectro dos Naturais

10 Importância da Cor no Alimento PercepçãoPercepção –Seleção de plantas/alimento –Julgamento da qualidade MotivaçãoMotivação –A cor pode aumentar ou reduzir o desejo/apetite EmoçãoEmoção –Plantas/alimentos coloridos são atrativos – geram prazer AceitaçãoAceitação –Cores agradáveis e características favorecem a escolha e a decisão Comparamos/escolhemos pela corComparamos/escolhemos pela cor

11 Porque usar Corantes em Alimentos Reforçar a cor existenteReforçar a cor existente –Iogurte, massas, geléias, etc. Padronizar a cor de um produto durante a produçãoPadronizar a cor de um produto durante a produção –Sucos, sorvetes, polpas de frutas, ovos Repor perdas ocorridas no processamentoRepor perdas ocorridas no processamento –Cereja Conferir corConferir cor –Balas, gelatinas, refrigerantes, bebidas alcoólicas (campari), etc.

12 Interrelação entre a cor outras características sensoriais. Efeito da cor sobre o limiar de percepção do gosto. Efeito da cor sobre o limiar de percepção do gosto. Fonte: CLYDESDALE (1993)                       SALGADOAMARGOÁCIDODOCE

13 A cor é o primeiro quesito de qualidade do produto. A cor é o primeiro quesito de qualidade do produto. Sugestões visuais permitem a identificação do alimento e por experiências anteriores evocam antecipadamente sensações orais. Sugestões visuais permitem a identificação do alimento e por experiências anteriores evocam antecipadamente sensações orais. A cor como um fator de escolha

14 Aspectos que podem limitar o uso de corantes em alimentos pH do alimento;pH do alimento; Solubilidade do corante;Solubilidade do corante; Qualidade microbiológica do corante e do alimento;Qualidade microbiológica do corante e do alimento; Composição do alimento;Composição do alimento; Condições de processamento;Condições de processamento; Embalagem;Embalagem; Estocagem do alimento.Estocagem do alimento.

15 Usos e Aplicações de Corantes Naturais Aditivos alimentaresAditivos alimentares Colorir papelColorir papel TêxteisTêxteis Cosméticos/perfumariaCosméticos/perfumaria FármacosFármacos

16 Principais Corantes Naturais AntocianinasAntocianinas –Berinjela, morango, uva, açaí, maçã, repolho roxo, flores, capim gordura CarotenóidesCarotenóides –Cenoura, pimentão vermelho, tomate, urucum BetalaínasBetalaínas –Beterraba, buganville CurcuminaCurcumina –Açafrão CarmimCarmim –Cochonilha – Dactylopius coccus Costa BixinaBixina –Urucum (norbixina) (pó de urucum) ClorofilaClorofila –Frutos/folhas LicopenoLicopeno –Tomate, goiaba, mamão, melancia MonascusMonascus –Fungos do gênero Monascus

17 CORANTES NATURAIS - Fatores que afetam sua estabilidade EstávelInstável 2,0 a 7,0: Estável Cúrcuma EstávelEstável 3,0 a 7,0: Estável Carmim InstávelInstável 4,0 a 7,0: Estável Betalaína Estável até 100ºC Instável 3,0 a 12,0: Estável Bixina/Norbixina Estável até 70ºC Instável 2,0 a 4,0: Estável AntocianinaTEMPERATURALUZpHFATORESCORANTES

18 Morango, Acelora Laranja, Tangerina Maracujá, Manga Pêssego Limão Abacaxi, Carambola Uva Cores e Sabores Cereja

19 Antocianinas Flavonóide amplamente distribuído na natureza, capaz de absorver fortemente no visível  laranja, vermelho, púrpura e azul. Flavonóide amplamente distribuído na natureza, capaz de absorver fortemente no visível  laranja, vermelho, púrpura e azul. Quimicamente pode ser definida como glicosídeos de antociaidinas. Quimicamente pode ser definida como glicosídeos de antociaidinas. Dependendo do grau de acidez ou alcalinidade, as antocianinas adotam diferentes estruturas químicas em meio aquoso. Dependendo do grau de acidez ou alcalinidade, as antocianinas adotam diferentes estruturas químicas em meio aquoso. São sensíveis a fatores como luz, oxigênio, metais, sulfito. A sua estabilidade é fortemente dependente do pH do meio. São sensíveis a fatores como luz, oxigênio, metais, sulfito. A sua estabilidade é fortemente dependente do pH do meio. Fontes comerciais utilizadas atualmente: uva e repolho roxo. Fontes comerciais utilizadas atualmente: uva e repolho roxo.

20 Antocianinas 1  Base quinoidal: cor azul; 2  Cátium flavilium: cor vermelha; 3  carbinol: incolor; 4  chalcona: incolor

21 Urucum Carotenóide amarelo-alaranjado obtido da semente do urucuzeiro. Carotenóide amarelo-alaranjado obtido da semente do urucuzeiro. O urucum fornece pigmento hidrossolúvel e lipossolúvel dependendo do solvente de extração. O urucum fornece pigmento hidrossolúvel e lipossolúvel dependendo do solvente de extração. A reação mais significativamente sofrida é a oxidação. A reação mais significativamente sofrida é a oxidação. Empregado tradicionalmente em produtos lácteos. Empregado tradicionalmente em produtos lácteos. Semente de urucum (Bixa orelleana) Estruturas químicas dos pigmentos do urucum

22 Betalaínas Betalaínas se assemelham em aparência e comportamento às antocianinas. Betalaínas se assemelham em aparência e comportamento às antocianinas. As betalaínas são encontadas principalmente em uma ordem de vegetais, Centrospermeae, à qual pertence a beterrada (Beta vulgaris) e de onde são facilmente extraídas com água. As betalaínas são encontadas principalmente em uma ordem de vegetais, Centrospermeae, à qual pertence a beterrada (Beta vulgaris) e de onde são facilmente extraídas com água. Das 70 betalaínas conhecidas, 50 são pigmentos vermelhos chamados betacianinas e 20 são pigmentos amarelos denominados betaxantinas. Das 70 betalaínas conhecidas, 50 são pigmentos vermelhos chamados betacianinas e 20 são pigmentos amarelos denominados betaxantinas. Cor: vermelha em 3 7. Cor: vermelha em 3 7. Estabilidade semelhante a das antocianinas (pH dependente) sendo mais sensível ao calor. Estabilidade semelhante a das antocianinas (pH dependente) sendo mais sensível ao calor. 1,7 diazo-heptamelina Estrutura química da betanina

23 Curcumina A curcumina é o principal corante presente nos rizomas da planta cúrcuma (Curcuma longa). A curcumina é o principal corante presente nos rizomas da planta cúrcuma (Curcuma longa). A cúrcuma é cultivada em vários países tropicais incluindo a Índia, China, Paquistão, Peru e Haiti. A cúrcuma é cultivada em vários países tropicais incluindo a Índia, China, Paquistão, Peru e Haiti. O rizoma é comercializado desidratado na forma de pó e é genericamente chamado de cúrcuma. O rizoma é comercializado desidratado na forma de pó e é genericamente chamado de cúrcuma. Três extratos são obtidos a partir da cúrcuma: óleo essencial, óleo resina e curcumina. Três extratos são obtidos a partir da cúrcuma: óleo essencial, óleo resina e curcumina. Cor: amarelo limão em meio ácido e laranja em meio básico. Cor: amarelo limão em meio ácido e laranja em meio básico. Aplicações. Aplicações.

24 Carmim O termo carmim é usado mundialmente para descrever complexos formados a partir do alumínio e o ácido carmínico. O termo carmim é usado mundialmente para descrever complexos formados a partir do alumínio e o ácido carmínico. O á cido carminico é extra í do a partir dos corpos dessecados de insetos fêmeas da esp é cie Dactylopius coccus costa (Coccus cacti L). O á cido carminico é extra í do a partir dos corpos dessecados de insetos fêmeas da esp é cie Dactylopius coccus costa (Coccus cacti L). O á cido carm í nico é sol ú vel em á gua e a sua colora ç ão é dependende do pH do meio ( laranja em pH 7). O á cido carm í nico é sol ú vel em á gua e a sua colora ç ão é dependende do pH do meio ( laranja em pH 7). O carmim apresenta maior intensidade de colora ç ão que o á cido carm í nico e sua cor é independente do pH do meio. O carmim apresenta maior intensidade de colora ç ão que o á cido carm í nico e sua cor é independente do pH do meio. Estabilidade e aplica ç ões. Estabilidade e aplica ç ões. Estrutura química do ácido carminico

25 Plantas com folhagem de cor verde são fontes de clorofilas. A clorofila é obtida por extração do vegetal seco e moído. É solúvel em óleo, mas também são comercializadas formas dispersíveis em água. O extrato contém as clorofilas "a" e "b" associadas aos carotenóides. A clorofila é empregada em produtos de confeitaria, sopas,molhos, iogurtes, pickles, bebidas não alcoólicas, geléias de menta, sorvetes. Clorofila

26 A capsantina e a capsorubina são os principais pigmentos das pimentas vermelhas Capsicum annum. Obtido a partir das pimentas secas e moídas. Comercializados sob o nome de extrato de páprica. Solúvel em óleo e aroma adocicado. Também disponível sob a forma de dispersão em água. A cor varia do vermelho ao alaranjado dependendo da concentração. Empregado em molhos (ketchup, misturas para sopas desidratadas), salsichas, produtos derivados de carne, condimentos e queijos. Páprica

27 CAROTENOIDES CAROTENOIDES β -caroteno: frutas e hortaliças amarelas e vegetais verdes folhosos Zeaxantina e luteína: couve e espinafre Licopeno: tomate α-caroteno: cenoura Solúvel em óleo e em água sob a forma de dispersão. Aplicações: refrigerantes, biscoitos, molhos, geléias, pós instantâneos para bebidas alcoólicas, balas, sorvetes e outros produtos

28 Estruturas dos Carotenóides

29 Conhecimento dos consumidores sobre o uso de corantes em alimentos industrializados

30 Categoria Tipo de corante (%) N° de produto s Naturai s Artificiais Caramel o Dióxidotitânio Fora da norma Laticínios78,018,04,045 Biscoitos64,011,022,064 Sucos naturais 80,020,015 Sorvetes71,023,021 Balas e similares 15,070,03,010,02,059 Refresco em pó 96,04,096,048 Refrigerantes61,049,049 Gelatina8,092,036 Isotônico9,067,024,021 Tipo de corante utilizado.

31 Tipo de corante usado em cada setor alimentício da amostra.

32 Corantes que as indústrias declararam usar em seus produtos UrucumUrucum CarmimCarmim CúrcumaCúrcuma PápricaPáprica Beta-carotenoBeta-caroteno ClorofilaClorofila AntocianinaAntocianina CarameloCaramelo Dióxido de titânio Vermelho 40 Bordeaux S Tartrazina Amarelo crepúsculo Eritrosina Azul brilhante Ponceau 4R

33 Associação feita pelos consumidores à palavra “natural” quando relacionada a um alimento.

34 Fatores que influenciam muito no momento da compra de um produto na opinião dos consumidores.

35 Corantes Naturais: Alegações Funcionais / Saúde   Controle do colesterol – Antocianinas, bixina   Controle de triglicérides – Antocianinas, bixina   Antioxidante: Carotenóides, antocianinas   Distúrbios cardiovasculares: podem reduzir os distúrbios

36 Mortality From Coronary Heart I Age standardized male, years (Renaud and de Logeril, 1992) Mortality Cholesterol Plasma per 10 4 Plasma (mg/dL) Japan33- Toulouse (Fr)78224 France (Gen) Stanford (USA) United Kingdom380240

37 Consumo de vinho diário per capita (Renaud and de Logeril, 1992) Finlândia Estados Unidos Nova Zelândia Austrália Escócia Canadá Inglaterra Noruega Holanda Dinamarca Bélgica Suécia Alemãnha Suiça Itália França Austria Irlanda Mortalidadeporinsuficiênciacardíacapor1000homens

38 Ração (R)84,90±4,66- R + Triton (T)262,83 ± 18,91- R + T + Biochanina A121,30 ± 7,10 d-53,85* R + T + Kaempherol 116,22 ± 7,59 d-55,78* R + T + Naringina122,65 ± 5,46 d-53,33* R + T + Antocianina150,01 ± 3,45 c-42,93* R + T + Carmim166,78 ± 4,46 c-36,54* R + T + Monascus197,03 ± 11,37 b-25,04* R + T + Biochanina A + Antocianina92,38 ± 5,91 e-64,85* R + T + Biochanina A + Carmim105,46 ± 7,26 e-59,88* R + T + Biochanina A + Monascus86,84 ± 8,38 e-66,96* R + T + Kaempherol + Antocianina84,72 ± 5,11e-67,77* R + T + Kaempherol + Carmim95,79 ± 5,29e-63,55* R + T + Kaempherol + Monascus83,70 ± 5,70 e-68,15* R + T + Naringina + Antocianina98,72 ± 3,00 e-62,44* R + T + Naringina + Carmim96,96 ± 4,47 e-63,11* R + T + Naringina + Monascus87,52 ± 3,68 e-66,70* Médias de colesterol (± erro–padrão) de soro de ratos machos Wistar e suas respectivas percentagens de variação GruposColesterol total% de variação Letras - Scott-Knott (P>0,05) * diferente do controle (ração + Triton) Dunnet (P<0,05)

39 Ração (R)92,24±13,26- R + Triton (T)311,53 ± 3,05- R + T + Biochanina A162,33 ± 6,82 c-47,89* R + T + Kaempherol 132,28 ± 3,30 d-57,54* R + T + Naringina135,52 ± 3,43 d-56,50* R + T + Antocianina195,89 ± 4,87 b-37,12* R + T + Carmim181,88 ± 5,18 b-41,62* R + T + Monascus198,23 ± 5,75 b-36,37* R + T + Biochanina A + Antocianina74,46 ± 4,18 e-76,10* R + T + Biochanina A + Carmim96,79 ± 2,73 e-68,93* R + T + Biochanina A + Monascus90,68 ± 6,63 e-70,89* R + T + Kaempherol + Antocianina81,22 ± 3,02 e-73,93* R + T + Kaempherol + Carmim105,02 ± 4,94 e-66,23* R + T + Kaempherol + Monascus104,97 ± 5,72 e-66,31* R + T + Naringina + Antocianina92,82 ± 11,16 e-70,21* R + T + Naringina + Carmim105,33 ± 5,15 e-66,19* R + T + Naringina + Monascus114,25 ± 20,73 d-63,33* Médias de triacilgliceróis ( ± erro–padrão) de soro de ratos machos Wistar e suas respectivas percentagens de variação GruposTriacilgliceróis% de variação GruposTriacilgliceróis% de variação Letras - Scott-Knott (P>0,05) Letras - Scott-Knott (P>0,05) * diferente do controle (ração + Triton) Dunnet (P<0,05) DMS Dunnet = 38,56mg / dL

40 Dieta58,50±2,36- D + ácido cólico (AC) + colesterol (C)99,59 ± 2,92- D + AC + C + Biochanina 64,38 ± 2,37 ab-35,35* D + AC + C + Kaempherol 59,23 ± 2,26 ab-40,53* D + AC + C + Naringina54,09 ± 2,52 b-45,69* D + AC + C + Antocianina68,76 ± 2,82 a-30,96* D + AC + C + Monascus59,50 ± 2,31 ab-40,26* D + AC + C + Biochanina + Monascus60,54 ± 2,93 ab-39,21* D + AC + C + Kaempherol + Antocianina62,76 ± 1,77 ab-36,98* D + AC + C + Naringina + Antocianina65,42 ± 1,48 ab-34,31* D + AC + C + Naringina + Monascus58,31 ± 1,79 ab-41,45* GruposColesterol total% de variação GruposColesterol total% de variação Letras – Student – Newman- Keuls (P>0,05) Letras – Student – Newman- Keuls (P>0,05) * diferente do controle (dieta + Ác. Cólico + Colesterol) Dunnet (P<0,05) DMS Dunnet = 10,90mg / dL Médias de colesterol total (± erro–padrão) de soro de ratos machos Wistar e suas respectivas percentagens de variação

41 Dieta58,06±2,91- D + ácido cólico (AC) + colesterol (C)103,04 ± 7,64- D + AC + C + Biochanina 56,31 ± 5,02 a-45,35* D + AC + C + Kaempherol 55,75 ± 4,03 a-45,89* D + AC + C + Naringina54,80 ± 4,28 a-46,82* D + AC + C + Antocianina72,20 ± 4,17 a-29,93* D + AC + C + Monascus56,03 ± 4,72 a-45,62* D + AC + C + Biochanina + Monascus66,90 ± 5,45 a-35,07* D + AC + C + Kaempherol + Antocianina62,56 ± 3,81 a-39,29* D + AC + C + Naringina + Antocianina59,66 ± 6,24 a-42,10* D + AC + C + Naringina + Monascus55,55 ± 1,81 a-46,09* GruposTriacilgliceróis% de variação GruposTriacilgliceróis% de variação Letras – Student – Newman- Keuls (P>0,05) Letras – Student – Newman- Keuls (P>0,05) * diferente do controle (dieta + Ác. Cólico + Colesterol) Dunnet (P<0,05) DMS Dunnet = 18,83mg / dL Médias de triacilgliceróis ( ± erro–padrão) de soro de ratos machos Wistar e suas respectivas percentagens de variação

42 Valores médios de triacilglicerol, em mg/dL, de coelhos machos submetidos a diferentes dietas com repolho roxo e uva roxa e avaliados aos 15 e 30 dias. Temp o (dias) Grup os nDietasTriacilglice rol (mg/dL) Repolho roxo % variação (RCAC) Repolho roxo Triacilglice rol (mg/dL) Uva roxa % variação (RCAC) Uva roxa 0G1G2G3G4G5G1G2G3G4G Ração (R) R + Colesterol + ácido cólico (RCAC) RCAC + 50 mg de antocianina RCAC mg de antocianina RCAC mg de antocianina 196,84 311,58 270,10 419,45 161, , ,62 * - 48,14 * 155,51 151,40 153,38 188,27 115, , , ,70 15G1G2G3G4G5G1G2G3G4G Ração (R) R + Colesterol + ácido cólico (RCAC) RCAC + 50 mg de antocianina RCAC mg de antocianina RCAC mg de antocianina 132,13 97,69 81,92 73,32 86, , , ,76 93,65 164,75 158,78 108,70 108, , ,02 * - 33,86 * 30G1G2G3G4G5G1G2G3G4G Ração (R) R + Colesterol + ácido cólico (RCAC) RCAC + 50 mg de antocianina RCAC mg de antocianina RCAC mg de antocianina 94,87 90,83 61,33 60,02 59, ,48 -33,92 -34,77 84,98 99,43 89,69 72,18 84, , , ,74

43 Valores médios de colesterol total, em mg/dL, de coelhos machos submetidos a diferentes dietas com repolho roxo e uva roxa e avaliados aos 15 e 30 dias. Tempo (dias) Grup os nDietasColesterol total (mg/dL) Repolho roxo % variação (RCAC) Repolho roxo Colesterol total (mg/dL) Uva roxa % variação (RCAC) Uva roxa 0G1G2G3G4G5G1G2G3G4G Ração (R) R + Colesterol + ácido cólico (RCAC) RCAC + 50 mg de antocianina RCAC mg de antocianina RCAC mg de antocianina 114,06 137,02 125,30 124,83 143, ,90 + 4,66 125,12 140,64 172,44 115,77 101, , , ,00 15G1G2G3G4G5G1G2G3G4G Ração (R) R + Colesterol + ácido cólico (RCAC) RCAC + 50 mg de antocianina RCAC mg de antocianina RCAC mg de antocianina 117,52 444,07 264,76 274,75 268, ,38 * -38,13* - 39,62* 115,45 520,77 396,22 163,92 286, , ,52 * - 45,07 * 30G1G2G3G4G5G1G2G3G4G Ração (R) R + Colesterol + ácido cólico (RCAC) RCAC + 50 mg de antocianina RCAC mg de antocianina RCAC mg de antocianina 111,85 689,52 322,80 524,88 416, ,18 * - 23,88 * -39,62* 93, ,12 422,02 555,25 252, ,42 * - 46,62 * - 75,68 *

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45 F ormação de complexo Antocianina- DNA FONTE: SARMA & SHARMA, Mecanismo proposto para interação cianidina-DNA que leva a formação do complexo de copigmentação cianidina-DNA.

46 Recomendações  Comer colorido faz bem e é agradável.  Preferir sempre produtos alimentícios coloridos com corantes naturais.  Alimentos com cores muito fortes/brilhantes têm grandes concentrações de sintéticos.

47 Prospectos Atuais e Futuros Necessidade do uso de corantes. Necessidade do uso de corantes. Substituição dos corantes sintéticos pelos naturais. Substituição dos corantes sintéticos pelos naturais. Tendência do consumo de produtos naturais. Tendência do consumo de produtos naturais. Propriedades nutracêuticas de alguns corantes naturais. Propriedades nutracêuticas de alguns corantes naturais.

48 Universidade Federal de Viçosa Laboratório de Corantes Naturais Pesquisas em Execução  Estudos de Pigmentos Naturais no Metabolismo Sanguíneo e, na Atividade Hepatoprotetora;  Eficiência dos Corantes Naturais na Manutenção de Níveis Saudáveis de Colesterol em Humanos;  Ação Antioxidante de Antocianinas de Produtos (casca, semente, suco, vinho) de Uva Roxa e Branca, produzidas no RS;  Identificáção da Estrutura Química e Estabilidade dos Pigmentos Extraídos de Frutos de Bertalha;  Caracterização de Antocianinas de Açaí e Metodologia de Obtenção de Extratos Antociânicos;

49 Pesquisas em Execução (continuação)  Substituições de Corantes Sintéticos por Naturais em Bebidas Isotônicas;  Desenvolvimento de Formulações de Isotônicos;  Utilização de Corantes Naturais em Misturas para Refrescos;  Desenvolvimento de Novos Métodos para a Produção de Corantes Naturais Microencapsulados;  Desenvolvimento de Metodologia Alternativa para a Extração de Pigmentos de Sementes de Urucum;  Diagnóstico de Corantes Naturais - Produção, Usos e Aplicações;  Estudos de Técnicas de Copigmentação de Antocianinas.

50 “Meu pai me disse certa vez, que há dois tipos de pessoas: as que fazem o trabalho e as que recebem o crédito por ele. E me disse para tentar ficar no primeiro grupo, onde é menor a concorrência.” Indira Gandhi

51 “Cada cor produz um efeito específico sobre o homem, revelando a sua presença tanto na sua retina quanto na alma.”“Cada cor produz um efeito específico sobre o homem, revelando a sua presença tanto na sua retina quanto na alma.” “Cada cor produz um efeito específico sobre o homem, revelando a sua presença tanto na sua retina quanto na alma.”

52 Grato pela atenção!!! Perguntas?


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