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Nanopolímeros e liberação controlada de drogas Prof. Dr. Vinicius Campos Disciplina de Nanobiotecnologia Graduação em Biotecnologia - UFPel.

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1 Nanopolímeros e liberação controlada de drogas Prof. Dr. Vinicius Campos Disciplina de Nanobiotecnologia Graduação em Biotecnologia - UFPel

2 1. Liberação de fármacos 2. Nanopartículas 3. Polímeros biodegradáveis Abordagens da aula...

3 Introdução Liberação de fármacos a uma velocidade e/ou numa localização indicada para a necessidade do corpo ou estado da doença em um período especificado de tempo: –Liberação temporal: controle sobre a velocidade da liberação do fármaco –Liberação espacial: controle sobre a localização do fármaco

4 Liberação espacial TUMOR = Molécula do fármaco LIBERAÇÃO EXCLUSIVA DO FÁRMACO A TIPOS ESPECÍFICOS DE CÉLULAS

5 Liberação temporal Convencional Liberação ordem zero PLsmalevelPLsmalevel Tempo/dosagem administrada Efeitos adversos Níveis tóxicos Faixa terapéutica Concentração Min. efetiva Sem efeito

6 Sistema de liberção controlada O comportamento do fármaco in vivo pode ser mudado drasticamente ao incorpora-lo num carregador. Os veículos de liberação de fármacos coloidais podem prover: –Liberação lenta de compostos as vezes tóxicos –Habilidade de guiar uma distribuição sistêmica –Habilidade de proteger fármacos de degradação ambiental –Habilidade de direcionar a alvos específicos diretamente em tecidos Sistemas coloidais em uso são: –Nanopartículasd<1 m –Microesferasd>1 m –Emulsões100nm

7 NANOPARTICULAS NANOESFERAS Monoliticas Reservatorio NANOCÁPSULAS Micro/nanoesferas e capsulas

8 Métodos de Preparação 1- Através de polimerização de monômeros Problemas: obtidas induzindo-se a polimerização. Difícil controle da extensão da reação-massa molar não controlada. Purificação posterior. Interação do polímero com o ativo. 2- Diretamente da macromolécula ou polímero pré-formado.

9 É o polímero em que a degradação é mediada, total ou parcialmente, por um sistema biológico. – Tecidos – Células – Líquidos corporais – Microrganismos – Água – Oxigênio Polímeros Biodegradáveis

10 Contém grupos hidrolisáveis: – Amida – Éster – Uréia – Uretano Polímeros Biodegradáveis Éster

11 Polímeros Biodegradaveis OCH 2 C n O Poli(acido glicolico) ou PGA Poli(acido lactico) ou PLA OCHC n O CH 3 C O (CH 2 ) 5 O n Poli ( -caprolactona) ou PCL

12 Fatores que afetam a degradação dos poliésteres Polímeros Biodegradaveis Composição química Peso molecular Permeabilidade à água e solubilidade (hidrofilicidade/hidrofobicidade) Mecanismo de hidrólise (não catalítica/catalítica/enzimática) Tipo de estrutura (cristalina/amorfa) Porosidade Temperatura de transição vítrea Características físicas (tamanho, forma, relação área/volume da matriz polimérica Fatores físicos-químicos (pH, temperatura, força iônica do meio) Esterilidade e métodos de esterilização Local de implante no organismo

13 Polímeros de ácido lático (PLA) e glicólico (PGA) e copolímeros (PLGA) Produção de fios cirúrgicos para suturas Polímeros Biodegradaveis

14 Poli-e-Caprolactona Polímero utilizado para acelerar a rapidez de degradação de outros polímeros Polímeros Biodegradaveis

15 Polihidroxialcanoatos (PHA) – Baixa biodegradabilidade – Degradação in vivo mais rápida que in vitro – Diversos tipos de polímeros (~ 125 tipos) Polímeros Biodegradaveis

16 Utilização para produção de nanopartículas poliméricas Polímeros Biodegradaveis

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