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2014 A Comissão Própria de Avaliação está prevista na Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004, que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação.

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1 2014 A Comissão Própria de Avaliação está prevista na Lei nº , de 14 de abril de 2004, que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) /2004/lei/l htm CPA

2 2014 Princípios fundamentais do SINAES Responsabilidade Social Reconhecimento da Diversidade do Sistema Respeito às Autonomia, Identidade, Missão e História Avaliação a partir de um conjunto integrado de Indicadores de Qualidade Caráter Público dos Procedimentos e Resultados Participação de todos os Atores Continuidade do Processo Avaliativo

3 2014 É responsável por conduzir os processos de avaliação interna da instituição, assim como sistematizar e prestar as informações solicitadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A autarquia federal vinculada ao Ministério da Educação (MEC) é responsável por subsidiar a implantação de políticas públicas na área da educação. Os processos de avaliação conduzidos pela CPA subsidiam o credenciamento e recredenciamento de instituições de ensino superior, bem como reconhecimento e renovação de cursos de graduação oferecidos. Funções da CPA

4 Avalies – Avaliação das Instituições de Educação Superior: Autoavaliação (coordenada pela CPA) e Avaliação externa (realizada por comissões designadas pelo Inep); 2. Avaliação dos Cursos de Graduação (ACG); 3. Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE). A legislação prevê os seguintes processos de avaliação:

5 2014 Objetivo Identificar o seu perfil e o significado de sua atuação, por meio de suas atividades, cursos, programas, projetos e setores. Avaliação das Instituições de Educação Superior

6 2014 Avaliar não é inspecionar, controlar, nem tão pouco verificar in loco um conjunto de elementos e aspectos de forma desordenada e desarticulada, gerando resultados parciais, superficiais e momentâneos, que não retratam a totalidade das realidades institucionais e dos cursos de graduação. Avaliar, no contexto do Sinaes, é estabelecer processo dialógico que permite olhar as dimensões quantitativas e qualitativas como expressão do vivido e do almejado, como projeto de formação relevante para o indivíduo e para a sociedade. É atividade que requer competências e habilidades dos atores sociais envolvidos nesse processo de construção coletiva. Tem como propósito identificar potencialidades e fragilidades, e destacar pontos fortes e fracos no processo de aprendizagem, tendo como referências o Projeto Pedagógico Institucional, o Plano de Desenvolvimento Institucional e os projetos pedagógicos dos cursos de graduação. Avaliação no contexto do SINAES:

7 2014 Coerente com o Sinaes e a legislação educacional, as avaliações aplicadas às IES (universidades, centros universitários, centros federais de educação tecnológica, faculdades de tecnologia e faculdades) e aos cursos de graduação (bacharelados, licenciaturas e superiores de tecnologia) se orientam por procedimentos e instrumentos interdisciplinares capazes de garantir o reconhecimento da diversidade do sistema educacional, o respeito à identidade institucional e a responsabilidade social. O Sinaes, como política de Estado, defende que a qualidade acadêmica não pode ser considerada de forma dissociada da responsabilidade social das IES e do curso de graduação, por não se tratar de um atributo abstrato, mas de juízo valorativo construído socialmente. Assim, a qualidade é a expressão da síntese integradora das modalidades avaliativas: avaliação institucional (interna e externa), avaliação dos cursos de graduação e a avaliação do desempenho dos estudantes (Enade). O conceito de uma única modalidade avaliativa, isoladamente, não possibilita inferências sobre a qualidade das IES ou de determinado curso de graduação. Avaliação no contexto do SINAES:

8 a missão e o plano de desenvolvimento institucional; - a política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão; - os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de pesquisa, de monitoria e demais modalidades; - a responsabilidade social da instituição; - a comunicação com a sociedade; - as políticas de pessoal, as carreiras do corpo docente e do corpo técnico- administrativo, seu aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e suas condições de trabalho; - organização e gestão da instituição, especialmente o funcionamento e representatividade dos colegiados e a participação dos segmentos da comunidade nos processos decisórios; - infraestrutura física, especialmente a de ensino e de pesquisa, biblioteca, recursos de informação e comunicação; - planejamento e avaliação, especialmente os processos, resultados e eficácia da autoavaliação institucional; - políticas de atendimento aos estudantes; - sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade dos compromissos na oferta da educação superior. O que é avaliado

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10 A seguir apresentamos os Indicadores do Instrumento de Avaliação Institucional Externa para os atos de credenciamento, recredenciamento e transformação de organização acadêmica, modalidade presencial, do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES Instrumento

11 2014 Instrumento - Eixos EIXOS Credenciamento 1 Planejamento e Avaliação Institucional10 2 Desenvolvimento Institucional20 3 Políticas Acadêmicas20 4 Políticas de Gestão20 5 Infraestrutura30 TOTAL100

12 2014 Eixo 1: PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 1.1 Evolução institucional a partir dos processos de Planejamento e Avaliação Institucional. 1.2 Projeto/processo de autoavaliação institucional. 1.3 Autoavaliação institucional: participação da comunidade acadêmica. 1.4 Autoavaliação institucional e avaliações externas: análise e divulgação dos resultados. 1.5 Elaboração do relatório de autoavaliação. Instrumento - Eixo 1

13 2014 Eixo 2: DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2.1 Missão institucional, metas e objetivos do PDI. 2.2 Coerência entre o PDI e as atividades de ensino de graduação e de pós- graduação. 2.3 Coerência entre o PDI e as práticas de extensão. 2.4 Coerência entre o PDI e as atividades de pesquisa/iniciação científica, tecnológica, artística e cultural. 2.5 Coerência entre o PDI e as ações institucionais no que se refere à diversidade, ao meio ambiente, à memória cultural, à produção artística e ao patrimônio cultural. 2.6 Coerência entre o PDI e as ações institucionais voltadas para o desenvolvimento econômico e social. 2.7 Coerência entre o PDI e ações de responsabilidade social: inclusão social. 2.8 Coerência entre o PDI e ações afirmativas de defesa e promoção dos direitos humanos e igualdade étnico-racial. 2.9 Internacionalização: coerência entre o PDI e as ações institucionais. Instrumento - Eixo 2

14 2014 Eixo 3: POLÍTICAS ACADÊMICAS 3.1 Políticas de ensino e ações acadêmico-administrativas para os cursos de graduação. 3.2 Políticas de ensino e ações acadêmico-administrativas para os cursos de pós-graduação stricto sensu. 3.3 Políticas de ensino e ações acadêmico-administrativas para os cursos de pós-graduação lato sensu. 3.4 Políticas institucionais e ações acadêmico-administrativas para a pesquisa ou iniciação científica, tecnológica, artística e cultural. 3.5 Políticas institucionais e ações acadêmico-administrativas para a extensão. 3.6 Políticas institucionais e ações de estímulo relacionadas à difusão das produções acadêmicas: científica, didáticopedagógica, tecnológica, artística e cultural. Instrumento - Eixo 3

15 2014 Eixo 3: POLÍTICAS ACADÊMICAS 3.7 Comunicação da IES com a comunidade externa. 3.8 Comunicação da IES com a comunidade interna. 3.9 Programas de atendimento aos estudantes Programas de apoio à realização de eventos internos, externos e à produção discente Política e ações de acompanhamento dos egressos Atuação dos egressos da IES no ambiente socioeconômico Inovação tecnológica e propriedade intelectual: coerência entre o PDI e as ações institucionais. Instrumento - Eixo 3

16 2014 Eixo 4: POLÍTICAS DE GESTÃO 4.1 Política de formação e capacitação docente. 4.2 Política de formação e capacitação do corpo técnico-administrativo. 4.3 Gestão institucional. 4.4 Sistema de registro acadêmico. 4.5 Sustentabilidade financeira. 4.6 Relação entre o planejamento financeiro (orçamento) e a gestão institucional. 4.7 Coerência entre plano de carreira e a gestão do corpo docente. 4.8 Coerência entre o plano de carreira e a gestão do corpo técnico- administrativo. Instrumento - Eixo 4

17 2014 Eixo 5: INFRAESTRUTURA FÍSICA 5.1 Instalações administrativas. 5.2 Salas de aula. 5.3 Auditório (s). 5.4 Sala (s) de professores. 5.5 Espaços para atendimento aos alunos. 5.6 Infraestrutura para CPA. 5.7 Gabinetes/estações de trabalho para professores em Tempo Integral - TI. 5.8 Instalações sanitárias. 5.9 Biblioteca: infraestrutura física Biblioteca: serviços e informatização Biblioteca: plano de atualização do acervo Sala (s) de apoio de informática ou infraestrutura equivalente Recursos de Tecnologias de Informação e Comunicação Laboratórios, ambientes e cenários para práticas didáticas: infraestrutura física Laboratórios, ambientes e cenários para práticas didáticas: serviços Espaços de convivência e de alimentação. Instrumento - Eixo 5

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19 No Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), a Comissão Própria de Avaliação biênio 2014/2015 foi instituída pela Portaria n° 2381, de 30 de maio de Composição da CPA

20 2014 Sítio web: Contatos


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