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Produtividade, Formação Profissional e Crescimento Inclusivo Ricardo Paes de Barros (SAE) Diana Grosner (SAE) Rosane Mendonça (SAE) São Paulo, 24 de Abril.

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1 Produtividade, Formação Profissional e Crescimento Inclusivo Ricardo Paes de Barros (SAE) Diana Grosner (SAE) Rosane Mendonça (SAE) São Paulo, 24 de Abril de 2014

2 Crescimento Inclusivo

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4 Brasil Sem Miséria Crescimento Inclusivo

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7 Evolução da porcentagem de jovens adolescentes que frequentam a escola Fonte: SAE/PR com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). 8. A porcentagem de jovens adolescentes fora da escola é elevada e não tem declinado ao longo da última década. Oportunidades Limitadas para a Juventude

8 Evolução da porcentagem de jovens que não frequentam a escola, não trabalham e nem frequentam a escola e nem trabalham Fonte: SAE/PR com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Oportunidades Limitadas para a Juventude

9 Evolução da porcentagem dos jovens que nem trabalham nem estudam, nem trabalham, por faixa etária’ Fonte: SAE/PR com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Oportunidades Limitadas para a Juventude

10 Bonus Demográfico

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13 Crescimento Inclusivo sem Ganhos de Produtividade Significativos

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16 Crescimento na demanda por trabalho pouco qualificado Investimentos na melhoria da qualidade dos postos de trabalho para trabalhadores pouco qualificados (melhoria da qualidade das oportunidades existentes) Promoção da qualificação profissional destes trabalhadores (preparação para que aproveitem essas oportunidades) Promoção de acordos, valorização do salário mínimo e fiscalização do cumprimento da legislação trabalhista Subsídios à remuneração dos trabalhadores pouco qualificados (ex.: Abono Salarial e Salário Família) Garantem que a remuneração dos trabalhadores acompanha esse crescimento (não necessariamente influenciam a produtividade – seu uso isolado pode ter eficácia limitada) Aumentam a remuneração elevando a escassez relativa deste trabalhador e promovendo o crescimento da produtividade do trabalho (relação direta entre remuneração e produtividade) Cinco estratégias complementares para aumentar a remuneração dos trabalhadores com baixa qualificação

17  12% de aumento na remuneração  24% de aumento na razão de chances de estar ocupado (4 pontos percentuais adicionais: 75%  79%)  31% de redução na razão de chances de estar desempregado (1 ponto percentual a menos: 4%  3%)  Valor presente do benefício da educação técnica (1,200 horas): R$30 mil para homens brancos na área urbana até R$12 mil para mulheres negras na área rural  Custo: R$5,00 por aluno hora-aula.  Levando em consideração uma taxa de evasão elevada  Relação custo-benefício: 30% para homens brancos na área urbana e 100% para mulheres negras na área rural Importância da Educação Técnica: Ganhos Individuais

18  Intervenções: Qualificar 5% da população  Impacto agregado de longo prazo: Aumento de 4% na renda per capita Redução de 1 ponto percentual na pobreza Aumento no 1,5% no grau de desigualdade Importância da Educação Técnica: Ganhos Agregados

19  Garantir que cada empregado formal com baixa remuneração tenha o direito a fazer gratuitamente a cada ano um módulo de 40 horas de um curso de qualificação profissional de qualidade  Governo financia o curso; o empregador paga o salário do trabalhador durante metade das horas dedicadas ao curso de formação; a outra metade o trabalhador retiraria de suas horas não trabalhadas.  Área de concentração do curso: acordada entre trabalhadores e empregadores => reforço dos vínculos de trabalho, redução da rotatividade, ganhos adicionais de produtividade. Garantindo formação profissional continuada a todos os empregados formais com baixa qualificação

20 1.Aumentos na produtividade do trabalho. 2.Redução na porcentagem da força de trabalho com baixa qualificação e baixa remuneração. 3.Reforço dos vínculos de trabalho, redução da rotatividade e ganhos adicionais de produtividade. 4.Incentivo ao trabalho e a formalização das relações de trabalho. Incentivo tanto para o trabalhador quanto para o empregador. 5. Casamento automático entre demanda e oferta por qualificação. 6. Desnecessário identificar qualificações escassas e promover o casamento entre trabalhadores e vagas. 7. Maior velocidade na adequação da qualificação dos trabalhadores as necessidades das empresas. 8. Melhor adequação sobre local, momento e horário para a realização da qualificação. Oito vantagens da oferta de qualificação para empregados formais de baixa remuneração

21 Papel dos setor público e privado

22  Promoção do crescimento na produtividade do trabalho  Apropriação pelos residentes dos ganhos do crescimento na produtividade  Redução da pobreza e desigualdade. Inclusão produtiva e social Questão Questão: Por que não instituir um incentivo mais geral, para ganhos de produtividade do trabalho, que poderia ou não ser utilizado para qualificação? Razões para o Financiamento Público


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