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A Guerra dos Mundos H. G. Wells. Visionário, chegou a discutir em obras do início do século XX questões ainda atuais, como a ameaça de guerra nuclear,

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1 A Guerra dos Mundos H. G. Wells

2 Visionário, chegou a discutir em obras do início do século XX questões ainda atuais, como a ameaça de guerra nuclear, o advento de Estado Mundial e a Ética na manipulação de animais. Herbert George Wells, conhecido como H. G. Wells (1866 —1946), foi um escritor britânico. Aos 18 anos, obteve uma bolsa de estudos a fim de estudar biologia no Royal College of Science de Londres. Formou parte dos fundadores de The Science School Journal, uma revista em que expôs seus postulados em literatura e em temas sociais. SOBRE O AUTOR Nos seus primeiros romances, descritos, ao tempo, como "romances científicos", inventou uma série de temas que foram mais tarde aprofundados por outros escritores de ficção científica, e que entraram na cultura popular em trabalhos como A Máquina do Tempo, O Homem Invisível e A Guerra dos Mundos. À medida que envelhecia, Wells foi-se tornando cada vez mais pessimista acerca do futuro da humanidade. Os seus últimos livros tendiam a pregar mais do que a contar uma história, e não tinham a energia e inventiva dos trabalhos iniciais. É conhecido como o pai da ficção científica.

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4 A Guerra dos Mundos é um romance de ficção científica, lançado no ano de É uma história sobre a invasão da Terra por marcianos inteligentes, dotados de um poderoso raio carbonizador e máquinas assassinas, semelhantes a depósitos de água sobre tripés. A ação começa nos inícios do século XX, nos arredores de Londres. O narrador e personagem principal, que não é identificado no livro, é convidado para ir ao observatório de Ottershaw, onde observa a primeira de uma série de explosões na superfície de Marte. Mais tarde, aquilo que se pensa ter sido a queda de um meteoro perto da casa do narrador, acaba por ser a queda de um cilindro metálico. O cilindro abre-se, e de lá dentro saem os marcianos, que destroem todos os humanos que se aproximam com o raio da morte.

5 O narrador foge então com a sua mulher para Leatherhead, mas tem que voltar a casa para devolver a carruagem que tinha pedido emprestado. Nessa altura, repara que os marcianos se locomovem em máquinas com tripés metálicos - os tripods - passando facilmente pela resistência militar oferecida pelos humanos. Têm além disso uma nova arma que dispara bombas de fumo negro, que matam todos os humanos que entram em contato com ela. O narrador encontra então um artilheiro em fuga, que lhe diz que caiu outro cilindro, cortando o caminho de regresso à sua mulher. Os dois decidem viajar juntos, mas um ataque dos marcianos acaba por os separar.

6 No entanto, o cura, traumatizado pelos acontecimentos, enlouquece, fazendo com que os marcianos entrem na casa e acabem por o capturar. Finalmente os marcianos abandonam a cratera e o narrador consegue deixar a casa em ruínas. Quando chega a Londres, deserta, repara que as plantas marcianas começam a morrer, assim como os marcianos. Estavam a morrer devido a uma bactéria contra a qual não tinham imunidade. O narrador regressa então a casa, onde para sua surpresa se reúne com a sua mulher. A narração passa então para a história da evacuação em massa de Londres, devido à queda de mais cilindros nos seus arredores, contada pelo irmão do narrador, que acaba por conseguir escapar por barco. Voltando ao narrador, este acaba por ficar encurralado numa casa em ruínas destruída pela queda de um dos cilindros, acompanhado por um cura. Nessa altura ele observa os costumes dos marcianos, constatando que eles usam os humanos como alimento, absorvendo o seu sangue diretamente.

7 Naquele final de século 19, a Inglaterra era a grande potência mundial. A rainha Victória enviava seus exércitos para a África e garantia a expansão do Império Britânico. Os marcianos que invadem a Terra, passando por cima de homens e mulheres, são os próprios ingleses tomando posse das terras dos africanos. Os humanos não compreendem tamanha brutalidade dos ETs. Eis o que diz Wells, já no primeiro capítulo de seu livro: “Antes de julgá- los com demasiada severidade, devemos nos lembrar das destruições totais e implacáveis que nossa própria espécie empreendeu, não apenas contra os animais, como os extintos bisões e dodôs, mas contra as raças humanas inferiores. Os tasmanianos, apesar de sua configuração humana, foram totalmente varridos da existência, num período de 50 anos, numa guerra de extermínio empreendida pelos imigrantes europeus. Somos por acaso tamanhos apóstolos da misericórdia para podermos nos queixar de que os marcianos tenham feito a guerra no mesmo espírito?”. Uma senhora patada no orgulho britânico. CONTEXTO

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10 No início do séc. XX o mundo, para a maioria dos seus habitantes, parecia estável e relativamente calmo, a globalização e a expansão das economias e das tecnologias pareciam prometer uma vida melhor para todos. No entanto, o séc. XX mostrou ser, de longe, o mais violento e aterrador da história, com sociedades devastadas entre o período da Primeira Guerra Mundial e o fim da Guerra Fria. O que é que correu mal? Segundo Niall Ferguson este foi o século em que as comunidades multiculturais foram separadas pelas disparidades económicas e foi também um século envenenado por uma ideia: diferenças raciais irrevogáveis. Acima de tudo, foi um século de lutas entre impérios decadentes e novos “estados-império”. E afinal quem ganhou a guerra do mundo? Tendemos a assumir que foi o Ocidente, fala-se inclusivamente do “século americano”, mas para Niall Ferguson a maior convulsão social do séc. XX foi o declínio do domínio ocidental sobre a Ásia. A Guerra do Mundo é um livro irresistível que vai dar-lhe respostas fascinantes a todas estas questões. “Este é um trabalho profundo e original, é história no auge do controverso e provocatório.” - The Times“A sua análise altamente informada dá a volta a muitas suposições básicas.”

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15 POR QUE UM LIVRO EXERCE TANTO FASCÍNIO MAIS DE UM SÉCULO DEPOIS DE PUBLICADO? Porque H. G. Wells foi o primeiro escritor a usar a ficção científica para criticar a sociedade de sua época. Quem decifrou a metáfora entendeu que tinha em mãos muito mais do que uma aventura de alienígenas e naves espaciais. A Guerra dos Mundos tornou-se um arrepiante relato da nossa fragilidade no Universo. Se hoje existe a ufologia, a largada foi dada por Wells. Numa época em que aviões, raio laser e viagens espaciais eram só promessas de cientistas sonhadores, os leitores ficaram arrepiados com a possibilidade de seres de outros mundos estarem mesmo de olho na Terra. A humanidade preparava-se para a virada do século, período em que costumam aparecer profetas do apocalipse. Embora não fosse essa a intenção de Wells, a destruição de A Guerra dos Mundos foi interpretada pelas pessoas mais assustadas como um relato perfeito do juízo final.


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