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COM …. * Animador(a) – Irmãs e Irmãos, somos um pequeno cenáculo de apóstolos, reunidos em oração missionária. Estamos aqui, no princípio do novo ano,

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Apresentação em tema: "COM …. * Animador(a) – Irmãs e Irmãos, somos um pequeno cenáculo de apóstolos, reunidos em oração missionária. Estamos aqui, no princípio do novo ano,"— Transcrição da apresentação:

1 COM …

2 * Animador(a) – Irmãs e Irmãos, somos um pequeno cenáculo de apóstolos, reunidos em oração missionária. Estamos aqui, no princípio do novo ano, para aprender a rezar, em comunhão com todos os outros cenáculos: oferecendo ao Pai, por Cristo, a nossa vida; pedindo sem cessar o dom do Espírito Santo para as famílias, para o Povo de Deus, para as religiões e para o mundo; e trabalhando para que o nome de Deus seja santificado em nós e, por nós, no mundo inteiro.

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4 Animador(a) – Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Todos – Ámen! Animador(a) – A graça e a paz de Deus, nosso Pai, pelo coração aberto de Cristo, fonte do Espírito Santo, estejam connosco. Todos – Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

5 Nos tempos que já lá vão, era rara a casa de família onde não se aproveitasse o serão para rezar. Era com Deus (fazendo o sinal da cruz) que começava o dia e com Ele que se terminava a jorna. Hoje, muitas das nossas famílias preferem as conquistas materiais mais do que manter e aprofundar a sua harmonia, na Oração. «Porquê rezar, se a oração é uma experiência tão rara e difícil? Porquê rezar quando o tempo é pouco, até para o diálogo entre marido e esposa e, à noite, é tão escasso para estar com os filhos? Porquê rezar, quando estamos cansados e nervosos e a televisão oferece um programa relaxante? Para quê rezar, se há quem precisa de apoio, e a caridade, mais do que com rezas, se faz com obras? Como rezar, se conhecemos tão pouco sobre Deus?» Podemos sempre aprender com os discípulos que, vendo Jesus voltar feliz e seguro da oração, lhe pedem: «Senhor, ensina-nos a rezar» (Lc 11,1). É Jesus que nos assegura: «Onde dois ou três estiverem reunidos, em meu nome, eu estarei no meio deles» (Mt 18, 20).

6 Animador(a) – Vinde, Espírito Santo, e enchei o coração dos vossos fiéis! Todos – Vinde, Espírito Santo, e enchei o coração dos vossos fiéis! Animador(a) – Abri os nossos ouvidos, iluminai a nossa inteligência e uni-nos num só coração e numa só alma. Todos – Vinde, Espírito Santo, e enchei o coração dos vossos fiéis! Animador(a) – Dai-nos o olhar e o sentir de Cristo, Bom Pastor, por cada pessoa, pelas famílias e pelo mundo. Todos – Vinde, Espírito Santo, e enchei o coração dos vossos fiéis! \Animador(a) – Mostrai-nos a Vossa vontade e dai-nos a força para a cumprir com prontidão e generosidade. Todos – Vinde, Espírito Santo, e enchei o coração dos vossos fiéis!

7 Animador(a) - Senhor Jesus, Tu nos ensinas a conhecer o Pai e, pelo Teu exemplo, despertas em nós a ânsia de esperar os Seus dons. Tal como a terra sequiosa espera a chuva que a fecunde, como a areia no deserto espera o vento que a levante nos ares, ou como a corça que corre e salta até achar onde beber…assim nós desejamos o colo do Pai. Derrama o Teu Espírito para que sejamos santos, para que saibamos orar como Tu e possamos mostrar a todos a grandeza do Teu amor. Pedimos isto, a Ti, Jesus, que vives com o Pai na unidade do Espírito Santo. Todos – Ámen.

8 1 Uma vez estava Jesus a orar num certo lugar. Quando acabou, um dos seus discípulos pediu-lhe: «Senhor, ensina-nos a orar, como João Baptista ensinou os seus discípulos.» 2 Jesus disse-lhes então: «Quando orarem digam assim: Pai, santificado seja o teu nome. Venha o teu reino. 3 Dá-nos cada dia o pão de que precisamos. 4 Perdoa as nossas ofensas, pois nós também perdoamos a todos os que nos ofendem. E não nos deixes cair em tentação.» 5 E prosseguiu: «Suponham que têm de ir a casa de um amigo à meia-noite e lhe pedem: “Empresta-me três pães, 6 porque me apareceu em casa um amigo que vem de viagem e eu não tenho nada para lhe dar.” 7 Ora imaginem que o outro grita lá de dentro: “Não me incomodes! A porta já está fechada; os meus filhos e eu já estamos na cama. Não posso levantar- me para te dar os pães.”» 8 Jesus acrescentou: «Pois digo-vos: ainda que ele não se queira levantar para lhe dar os pães, acaba por levantar-se e dar-lhe tudo o que for preciso, não por ser seu amigo, mas para não ser mais incomodado.

9 9 Por isso vos digo: Peçam, que vos será dado; procurem, que hão-de encontrar; batam à porta e ela há-de abrir-se. 10 Pois o que pede recebe, o que procura encontra e a quem bate à porta esta se abrirá. 11 Alguém que seja pai será capaz de dar ao filho uma cobra, se ele pedir um peixe, 12 ou um escorpião, se pedir um ovo? 13 Ora se, mesmo sendo maus, sabem dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais o Pai do Céu dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem!»

10 Nos tempos que são os nossos, é urgente e vital implorar ao Senhor que, no meio do ruído sonoro, mergulhados no ritmo alucinante em que vivemos, nos ensine a rezar, a mergulhar no seu coração e no seu amor. Jesus fez a experiência da nossa humanidade, isto é, das nossas dificuldades. Por isso, também nestas circunstâncias Ele nos acompanha e nos ensina o caminho para Deus, nosso Pai. É maravilhoso, descobrir a presença de Deus, no seio de uma família que aprende a rezar. «A oração de um pai e de uma mãe junto dos seus filhos é uma grande ocasião para fazer a experiência maravilhosa da proximidade de Deus» (Cf Familiaris Consortio, nº59). A experiência da oração está ligada à capacidade de fazer silêncio em nós.

11 No Evangelho de Mateus, depois de ter ensinado o Pai-Nosso, Jesus disse: «Não vos preocupeis demasiado com o que comer ou beber» (Mt 6,25). Aprender a rezar passa, então, por aprender a confiar. Aprender a confiar para além de nós mesmos, numa entrega que nos permite colocar-nos nas mãos da divina providência, em qualquer circunstância da vida. É esta experiência que nos leva a uma intimidade tal com Deus que já não temos medo de nos despojarmos de tudo o que somos e temos, na certeza de sermos felizes quando fazemos a vontade do Pai. É com esta confiança, nascida da intimidade com Deus, por intermédio de Jesus e sua Mãe, que conquistamos a alma da família. Esta é uma conquista diária, não isenta de sacrifícios, após um dia de trabalho. É uma conquista que supõe a renúncia a momentos que podiam ser só nossos, com um bom livro ou diante da televisão. O medo de não saber rezar, ou de não conseguir rezar muito bem, não deve ser argumento que nos descanse a consciência. O extraordinário do diálogo com Deus é ver que, se ao princípio começamos a dizer coisas a Deus, a dado momento já estamos a abrir-lhe a alma e, por fim, descobrimos que rezar é escutar Deus a falar em nós. É, então, que percebemos que “…não basta conhecer Jesus, é preciso encontrar-se com Ele... não basta saber quem era, onde viveu, o que fez… é preciso reconhecê-lo no outro”1.

12 Desse modo descobrimos a alegria de sermos filhos e filhas de Deus, irmãos uns dos outros, e experimentamos a força de sermos amados, assim, como eu e tu! Percebemos, então, que não podemos calar a vontade de cantar: «Que grande é o teu nome Senhor, em toda a terra» (Sal 8,10). Porque, louvar o Senhor é a resposta imediata que nos brota da alma, quando contemplamos as maravilhas do amor de Deus em nós: Como é bom ter nascido numa família cristã; como é bom podermos estar aqui reunidos, como irmãos, à imagem do cenáculo dos apóstolos, pedindo a uma só voz: Senhor, ensina-nos a rezar. Rezar é tomar consciência de que somos dom de Deus: são muitas as coisas que o Senhor nos dá, em cada dia, através da natureza e dos irmãos. O dom maior é Jesus. Ele, partindo para o Pai, fez- nos uma grande promessa: «Enviar-vos-ei a força do Espírito Santo» (Lc 24,49). É esse Espírito que hoje nos sugere as palavras mais autênticas da nossa oração.

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14 Animador(a) – Senhor, ensina-nos a rezar: Pai Nosso que estais nos céus, santificado seja o Vosso Nome: Todos – Senhor, ensina-nos a rezar. – Para que venha a nós o Vosso reino e seja feita a Vossa vontade, em mim e em toda a Terra, como é feita no céu: – Para que o pão nosso nos seja dado em cada dia: – Ensina-nos a implorar a Tua misericórdia e o Teu perdão para as nossas falhas, que Te ofendem: – Para que, à Tua imagem, de coração aberto, possamos perdoar ao irmão que nos ofendeu: – Ensina-nos a tomar consciência de que só Contigo, Senhor, não cairemos em tentação e seremos livres de todo o mal. Por Jesus, Nosso Senhor.

15 Animador(a) – Rezar não é isolar-se do mundo, nem renunciar às responsabilidades diárias. Enquanto louvamos o Senhor, devemos perguntar-nos: Que quer Deus de mim, de nós, da nossa família, da comunidade paroquial, deste Cenáculo? A oração converte-se, então, em aceitação das propostas que o Senhor nos faz enquanto casal, pais, filhos, irmãos, trabalhadores, enquanto construtores da cidade e do mundo. Então digamos: Senhor, ensina-nos a rezar! Todos – Senhor, ensina-nos a rezar! Animador(a) – Para que te deixemos melhorar a nossa disponibilidade e ensinar- nos a pôr de lado os nossos interesses, para entrarmos nos caminhos de Deus e sairmos ao encontro dos irmãos... Todos – Senhor, ensina-nos a rezar! Animador(a) – Une-nos em família, para podermos viver a dimensão comunitária e fraterna da oração e podermos contemplar o Mundo com os Teus olhos... Todos – Senhor, ensina-nos a rezar!

16 Animador(a) – Faz de nós instrumentos do Teu Amor e habita o coração de todos nós, para que possamos abraçar a dor do que sofre, no corpo e no espírito, e possamos compartilhar as esperanças dos que invocam a justiça e a liberdade… Todos – Senhor, ensina-nos a rezar! Animador(a) – Para que sustentemos a busca de quem se quer aproximar de Ti e ajudemos a iluminar o coração de quem, dececionado, se está afastando da Tua igreja… Todos – Senhor, ensina-nos a rezar! Animador(a) – Para que Te possamos pedir por aqueles que nos confias, aqueles que se cruzam no nosso caminho: “Teus eram e Tu mos confiaste. Rezo por eles, porque Te pertencem” (Cf. Jo 17)… Todos – Ensina-nos, Senhor, a rezar. Manda o Teu Espírito e renova a Terra, para que sejas amado e bendito por todos os povos. Ámen!

17 Animador(a) – Reunidos com Maria, para implorar e acolher o dom do Espírito Santo, confiemos-lhe todos os Cenáculos. Todos – Senhor Jesus, pelas mãos de Maria, Mãe e Educadora dos Apóstolos e, junto com as missionárias e os missionários santos, nós vos confiamos os Cenáculos de Oração Missionária. Animador(a) – Fazei deles fogueiras do vosso Espírito. Palpite neles o amor filial e apostólico do vosso Coração de Bom Pastor. Todos – Inflamai-nos a todos com os dons do Espírito, que jorra do vosso Coração aberto, presente de forma viva e actuante na Eucaristia e fazei que, juntos, comuniquemos amor, fé e esperança, à nossa volta. Animador(a) – Uni-nos a Vós e fazei de nós uma oferenda permanente ao Pai. Todos – Fazei-nos crescer convosco, na obediência ao Pai. Dai-nos um coração semelhante ao vosso. Fazei de nós pessoas disponíveis para todo o serviço, a Vós e aos irmãos, particularmente aos mais carenciados de amor e de esperança.

18 Animador(a) – Fazei, Senhor, dos Cenáculos de Oração Missionária comunidades fraternas de testemunhas do Evangelho da vossa graça. Todos – Que neles e com eles, um perene Dia de Pentecostes relance na Igreja um novo impulso de santidade e missão e se cumpra o sonho missionário de chegar a todos… Animador(a) – … Para que a oblação de todos os povos, por Vós apresentada, ó Jesus… Todos – … Seja santificada pelo Espírito e aceite com alegria pelo Pai. Porque a Vós pertence a honra, a glória e o louvor, pelos séculos sem fim. Ámen!

19 * Leitura da Ata anterior, ofertório e avisos * Revisão do compromisso anterior – Cada um narra como o realizou. * Sugestões de novo compromisso: 1. Preparar um pequeno espaço em casa, onde colocamos uma cruz, uma imagem (ou poster) de Nossa Senhora, uma vela e um pequeno prato contendo vários papeizinhos, cada um com o nome daqueles por quem queremos rezar, ao longo do mês. Ex: crianças do mundo, avó Maria, tio Joaquim, família Rodrigues, todos os missionários… Todas as noites, reunidos em família, um depois do outro, cada um reza o que espontaneamente quiser partilhar. Ao terminar, diz: Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Todos respondem: Como era no princípio... Por fim, rezam o Pai-nosso e entregam a Nossa Senhora a vontade de aprender a rezar melhor. No final, retira-se à sorte um papelzinho e reza-se por essa pessoa, entregando-a ao Senhor.

20 Todos – Ó Jesus, que nos ensinas a dizer ‘Pai!’, concede- nos a graça de aprender a fazer silêncio e a guardar-Te no coração, como Maria, Tua Mãe que continua a dizer- nos: “ Fazei tudo o que Ele vos disser!”. Que pela Tua graça, possamos caminhar, como filhos, na força do Amor que clama: Abbá, Pai!. Ámen.

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22 Animador(a) – Por intercessão de Nossa Senhora, Rainha das Missões e Estrela da Evangelização, abençoe-nos Deus todo-poderoso, Pai, Filho e Espírito Santo. Todos – Ámen. Animador(a) – Vamos em paz e que o Senhor, com Maria, sua Mãe, nos acompanhe! Todos – Graças a Deus!


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