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PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO SUSTENTÁVEL DE ISCAS VIVAS NO PANTANAL (1) DIAS JUNIOR, Paulo Augusto de Arruda; (2) OLIVEIRA, Anair Diniz de; (3) SOARES, Afrânio.

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1 PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO SUSTENTÁVEL DE ISCAS VIVAS NO PANTANAL (1) DIAS JUNIOR, Paulo Augusto de Arruda; (2) OLIVEIRA, Anair Diniz de; (3) SOARES, Afrânio José Soreano. Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul Rodovia Aquidauana/UEMS- Km 12, Aquidauana-MS Centro de Pesquisa do Pantanal Rua nove, n°. 305, Bairro Boa Esperança, Cuiabá-MT Introdução A atividade de coleta de iscas é tradicional em Miranda. É uma das principais fontes de renda dos moradores locais. Sendo assim uma das grandes áreas de estudos científicos no município[ 1 ]. As iscas coletadas têm vários destinos, duas delas são a venda direta aos turistas que passam por ali e a outra é a venda aos comerciantes, que por sua vez dão diversos destinos a elas[ 2 ]. Objetivo dessa primeira etapa do projeto foi identificar os comerciantes (FIG. 1) e suas atividades de compra e venda. Metodologia Foram aplicados questionários, sendo que os principais tópicos foram: identificação e caracterização do comércio, atividades realizadas, tipos de iscas, clientes, fornecedores, problemas no manejo, leis, oferta e procura, dentre outros. Todos os locais foram georreferênciados, totalizando quatro comércios. Resultados e Discuções As espécies mais comercializadas na região são: tuvira, mussum, jejum, cascudo, caranguejo, caramujo, lambari e cará. Mas além dessas coletadas na cidade, há as que são provindas de outras regiões do país. Seja por causa da sua escassez na baixa temporada ou da não existência na região como é o caso das minhocoçu (FIG. 2). Das iscas que provém de outras localidades têm destaque as minhocas, vindas de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso; foi observado que os comerciantes têm preferência por comprar lambaris e carás criados em pisciculturas, pois segundo eles são mais resistentes ao armazenamento de longos períodos. Percebeu- se que não há uma padronização na armazenagem e comercialização das iscas, sendo quase tudo feito de forma amadora e clandestina, o que causa uma grande perda de iscas. Conclusões Pela falta de informação muitos vendedores de iscas acabam por armazená-las de maneira muito empírica (FIG. 3), o que acaba por favorecer a mortandade da maioria das iscas. Uma alternativa seria a disponibilização de cursos de capacitação para eles. A criação de iscas em cativeiro no Município ainda requer mais estudos e pesquisas. No caso das minhocas provindas de outros estados, deve-se fazer estudos e experiências mais aprofundadas pra saber se eles se adaptam ao clima do estado. Referências: [1]BANDUCCI JÚNIOR, A.; CARDOSO, E. S.; VIEIRA, G. H. C.; MORETTI, S. L. (2000). Coleta de iscas vivas no Pantanal: Bases para a sustentabilidade; IN: III Simpósio sobre Recursos Naturais e Sócio-econômicos do Pantanal. [2] FUNADAÇÃO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE-MT (2003). Caracterização Sócio-econômica da Atividade de Coleta e Comercialização de Isca Viva na Bacia do Alto Paraguai em Mato Grosso; IN: Projeto Implantação de Práticas de Gerenciamento Integrado de Bacia Hidrográfica para o Pantanal e Bacia do Alto Paraguai. Fig. 1: Conveniência do Alemão Fig. 3: Local de Armazenamento de iscas Fig. 2: Minocoçu II Simpósio Florestal Sul-Mato-Grossense I Simpósio Brasileiro Florestal DE DE SETEMBRO DE 2014


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