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PROJETO URBAL REDE 9 MÓDULO BELO HORIZONTE PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO E INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO DE IMPACTOS PROF. MARIA DE LOURDES DOLABELA CEURB/UFMG.

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1 PROJETO URBAL REDE 9 MÓDULO BELO HORIZONTE PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO E INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO DE IMPACTOS PROF. MARIA DE LOURDES DOLABELA CEURB/UFMG

2 SÍNTESE DOS RESULTADOS O MÓDULO FOI IMPLEMENTADO ENTRE 19/05 E 04/06 COMPOSIÇÃO 02 REPRESENTANTES DO LEGISLATIVO, 18 TÉCNICOS E 18 COMFORÇA. 50% DELES PARTICIPARAM DA AVALIAÇÃO

3 METODOLOGIA BH ADICIONOU ALGUMAS PARTICULARIDADES AO FORMATO DO CURSO: PALESTRAS E PESQUISA-AÇAO. ADOTOU-SE NA TABULAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO O PROGRAMA SPSS (SOCIAL PROGRAM FOR SOCIAL RESEARCH).

4 PERFIL DOS PARTICIPANTES 70% DOS ENTREVISTADOS SÃO REPRESENTANTES DE ENTIDADES OU MOVIMENTOS SOCIAIS E 30% FUNCIONÁRIOS. 2/3 PERTENCEM ÀS INSTITUIÇÕES HÁ MAIS DE 30 ANOS. 2/3 SE DENOMINAM NEGROS E PARDOS E 1/3 BRANCOS.

5 Fonte: Pesquisa Rede 9 URBAL, junho de Elaboração CEURB/UFMG

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8 PARTE I PERFIL DOS PARTICIPANTES 45% TEM NÍVEL DE INSTRUÇÃO SUPERIOR COMPLETO; 30% SECUNDÁRIO COMPLETO E 25% PRIMÁRIO. OS CONTEÚDOS SÃO TOTALMENTE NOVOS PARA 25% E PARCIALMEN- TE NOVOS PARA 65%. PERFAZ TOTAL DE 90%.

9 Fonte: Pesquisa Rede 9 URBAL, junho de Elaboração CEURB/UFMG

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11 PARTE II MODALIDADES E MÉTODOS HOUVE DIVISÃO QUANTO A DURA- ÇÃO DO CURSO: 40% ALTO E 5O% REGULAR. E NÚMERO DE HORAS : REGULAR% PARA 75% E ALTO PARA 35%. QUASE UNANIMIDADE QUANTO AO ESPAÇO FÍSICO E ORGANIZAÇÃO 95% CONSIDERARAM ALTO.

12 PARTE II MODALIDADES E MÉTODOS Os objetivos foram considerados claros e precisos para 85%; para 10% o foram em parte e para 5% não foram claros e/ou precisos. Complementariedade 75% dos entrevistados consideraram que houve; 20% que houve em parte e 5% que não houve.

13 Avaliação da Estrutura do Módulo AltoRegularBaixo Número de horas 35%75%0% Duração do módulo 40%50%10% Espaço físico95%5%0% Organização e apoio logístico 95%5%0% Fonte: Pesquisa Rede 9 URBAL, junho de Elaboração CEURB/UFMG

14 PARTE II MODALIDADES E MÉTODOS HOUVE NESTA QUESTÃO ALTO ÍNDICE DE MISSING – 40%. PARA OS 60% DO TOTAL HOUVE TEMAS NÃO ABORDADOS. FORAM CITADOS: LEGISLAÇÃO E O RELATO DE EXPERIÊNCIAS DOS COMFORÇA.

15 Algum tema não foi contemplado no módulo? Sim60% Não0% Não respondeu40% Fonte: Pesquisa Rede 9 URBAL, junho de Elaboração CEURB/UFMG

16 PARTE III SOBRE O CONTEÚDO Os materiais foram considerados adequados para 85% dos participantes. Houve alto intercâmbio entre os participantes para 65% e regular para 35%.

17 Fonte: Pesquisa Rede 9 URBAL, junho de Elaboração CEURB/UFMG

18 Métodos e modalidades pedagógicas AltoRegularBaixoNão respondeu Equilíbrio entre teoria e conhecimentos práticos 45%50%0%5% Intercâmbio entre participantes 65%35%0% Clareza e precisão dos objetivos 85%5%10%0% Relação e complemen- taridade entre os vários submódulos 75%5%20%0% Fonte: Pesquisa Rede 9 URBAL, junho de Elaboração CEURB/UFMG

19 PARTE III SOBRE O CONTEÚDO Para 80% os conteúdos trouxeram novos conceitos; para 10% em parte e 5% não trouxeram. 80% afirmaram que o módulo auxiliará na consolidação do planejamento participativo da cidade. 100% consideraram que poderão ser multiplicadores dos conhecimentos adquiridos.

20 Fonte: Pesquisa Rede 9 URBAL, junho de Elaboração CEURB/UFMG

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23 PARTE III SOBRE O CONTEÚDO 100% CONSIDERAM QUE O MÓDULO PODE SER APLICADO A OUTRAS CIDADES. DENTRE OS MOTIVOS FOI CITADO A IMPORTÂNCIA DO OP PARA B. H. E A OPORTUNIDADE DE REPASSÁ-LA A OUTRAS CIDADES.

24 Fonte: Pesquisa Rede 9 URBAL, junho de Elaboração CEURB/UFMG

25 PARTE III SOBRE O CONTEÚDO Quanto à satisfação geral com o módulo 75% afirmaram estar plenamente satisfeitos; 25% em parte. Razões positivas: importância do tema, a qualidade das palestras e da elaboraçao do curso. Razões negativas: o tempo exíguo e a complexidade do curso, dificuldade de deslocamento.

26 Fonte: Pesquisa Rede 9 URBAL, junho de Elaboração CEURB/UFMG

27 PALESTRAS AS PALESTRAS FORAM MUITO BEM AVALIADAS SEMPRE OBTENDO ALTO EM APROVAÇÃO PARA 85% DOS ENTREVISTADOS. OS SUB-MÓDULOS TAMBÉM TIVERAM UM ÍNDICE DE APROVAÇAO ALTA DE 2/3 DOS PARTICIPANTES.NÃO HOUVE AVALIAÇÃO INSUFICIENTE (BAIXO)

28 SUSTENTABILIDADE, CONSOLIDAÇÃO E ARTICULAÇÃO O OP/BH MANTÉM-SE HÁ 15 ANOS E CONTA COM UMA GERÊNCIA ESPECIAL. USOU-SE INFRA- ESTRUTURA FÍSICA, HUMANA E LOGÍSTICA JÁ EXISTENTE. ISTO FEZ COM QUE OS RECURSOS FINANCEIROS FOSSEM MINIMIZADOS.

29 SUSTENTABILIDADE, CONSOLIDAÇÃO E ARTICULAÇÃO AS UNIVERSIDADES APOIAM O PROGRAMA E OS PALESTRANTES SE INTEGRAM AO PROJETO SEM CUSTOS. HÁ POSSIBILIDADE DE QUE O MÓDULO SE INCLUA NOS PROGRAMAS DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA (RECURSOS, PESQUISADORES E BOLSISTAS).

30 SUSTENTABILIDADE, CONSOLIDAÇÃO E ARTICULAÇÃO QUANTO A ARTICULAÇÃO: CONSIDERO O ORÇAMENTO IMPORTANTE COMPONENTE DO PLANEJAMENTO URBANO POIS É DEFINIDOR TANTO DAS PRIORIDADES QUANTO DOS RECURSOS A SEREM ALOCADOS NAS POLÍTICAS PÚBLICAS.

31 SUSTENTABILIDADE, CONSOLIDAÇÃO E ARTICULAÇÃO OP TEM DE CAPACITAR AS COMUNIDADES PARA ENTENDER COMO SÃO DISTRIBUÍDOS OS RECURSOS NA GESTÃO PARTICIPATIVA PLANEJAMENTO TÉCNICO + DELIBERAÇÃO PÚBLICA O TEMA É ESSENCIAL PARA O CONTROLE SOCIAL

32 SUSTENTABILIDADE, CONSOLIDAÇÃO E ARTICULAÇÃO AS EXPERIÊNCIAS MAIS LONGAS DO OP SÃO AS QUE USAM UMA MAIOR COMPLEXIDADE NO DESENHO INSTITUCIONAL. A ADEQUAÇÃO E FLEXIBILIDADE COM AS EXPERIÊNCIAS LOCAIS SÃO NECESSÁRIAS. NO BRASIL É POSSÍVEL SE REPLICAR COM POUCAS ALTERAÇÕES (USAR-SE IBGE).

33 CONCLUSÃO O INVESTIMENTO EM GESTÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS É RECENTE E PRECISA SER MAIS INCENTIVADO. RISCOS QUANTO A PERMANÊNCIA PERSISTEM. HÁ TAMBÉM NOVOS INVESTIMENTOS: BH ADOTOU A ARTICULAÇÃO COM OUTRAS POLÍTICAS URBANAS, COMO O OPH E O PGEs.

34 CONCLUSÃO O FORMATO DE REDES ME PARECE O MAIS ADEQUADO PARA SE DISCUTIR OS DIFERENTES DESENHOS E TROCAR INFORMAÇÕES. A REDE BRASILEIRA DE OP JÁ FOI LANÇADA. HÁ QUE SE INVESTIR NAS AVALIAÇÕES E NO REPASSE DAS INFORMAÇÕES.


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