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O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO, O ENADE E A AVALIAÇÃO DINÂMICA Márcia Regina F. de Brito 1º de Abril de 2008.

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2 O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO, O ENADE E A AVALIAÇÃO DINÂMICA Márcia Regina F. de Brito 1º de Abril de 2008

3 A avaliação e sua força transformadora da feição da escola que temos

4 SINAES AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL AVALIAÇÃO DE CURSO AVALIAÇÃO DO ESTUDANTE AUTO-AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO EXTERNA in loco PELOS PARES AVALIAÇÃO in loco PELOS ESTUDANTES ATRAVÉS DO ADES PELOS COORDENADORES ATRAVÉS DO QC PROFESSORES DO CURSO E CPA EXAME NACIONAL DE DESEMPENHO DOS ESTUDANTES (ENADE)

5 Concepções e Princípios no âmbito do SINAES Avaliação de curso articulada à avaliação institucional. Avaliação de curso articulada à avaliação institucional. Avaliação da formação acadêmica e profissional entendida como uma atividade estruturada que permite a apreensão da qualidade do curso no contexto da realidade institucional. Avaliação da formação acadêmica e profissional entendida como uma atividade estruturada que permite a apreensão da qualidade do curso no contexto da realidade institucional.

6 Objetivos da Avaliação dos Cursos de Graduação  Identificar as condições de ensino oferecidas aos estudantes, em especial as relativas à organização didático pedagógica, corpo social e instalações físicas.  Verificar a articulação entre PDI, Projeto Pedagógico de Curso - PPC, currículo, vocação institucional e inserção regional.  Analisar a aderência às Diretrizes Curriculares Nacionais - DCNs.

7 FUNÇÃO DOS CURSOS SUPERIORES Desenvolver plenamente o potencial dos estudantes a partir de suas habilidades, levando-os a adquirir as competências profissionais necessárias para atuar em um mundo em constante transformação.

8 Avaliação e Projeto Pedagógico: relações indissociáveis Saber acolher Saber enxergar Saber ouvir Saber dialogar Saber interpretar Saber discernir Saber argumentar Saber negociar Saber participar! Saber assumir Saber confrontar Saber agir !

9 Parecer CES/CNE 146/2002, de 3/04/2002 “... as instituições de ensino superior deverão, na composição dos seus projetos pedagógicos, definir, com clareza, os elementos que lastreiam a própria concepção do curso, o seu currículo pleno e sua operacionalização”. “... as instituições de ensino superior deverão, na composição dos seus projetos pedagógicos, definir, com clareza, os elementos que lastreiam a própria concepção do curso, o seu currículo pleno e sua operacionalização”.

10 Projeto Político Pedagógico do Curso O Projeto Político Pedagógico do Curso deve contemplar o conjunto de diretrizes organizacionais e operacionais que expressam e orientam a prática pedagógica do curso, sua estrutura curricular, as ementas, a bibliografia, o perfil profissional dos concluintes e tudo quanto se refira ao desenvolvimento do curso, obedecidas as diretrizes curriculares nacionais, estabelecidas pelo Ministério da Educação.

11 CARACTERÍSTICA DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO

12 Em cada escola, uma possibilidade!

13 O que resulta da construção coletiva do Projeto político pedagógico do curso?

14 RELAÇÕES CNE, DCN’s, PPP, IES,CURSOS E O ENADE (AVALIAÇÃO DINÂMICA)

15 O que se observa no Projeto Político Pedagógico dos Cursos?  Muitos deles se limitam à uma descrição exaustiva das disciplinas e conteúdos específicos de cada uma delas.  Não apresentam o perfil do egresso.  Não descrevem as habilidades acadêmicas que serão desenvolvidas;  Não descrevem as competências profissionais que o estudante deverá demonstrar possuir ao final do curso.

16 Perfil do egresso  No projeto político Pedagógico dos cursos deve ser estabelecido o perfil do profissional que se deseja formar a partir do potencial dos ingressantes, do desenvolvimento das habilidades acadêmicas, buscando alcançar as competências profissionais necessárias para o exercício da profissão.

17 Perfil Profissional É a partir do perfil do profissional que se deseja formar que se estabelecem as competências profissionais de uma área. Esse perfil deve estar claramente descrito no projeto pedagógico do curso.

18 Currículo e realidade social O modelo de formação do profissional deve ser pensado de forma integrada ao contexto mais amplo da sociedade brasileira.

19 Processo de construção do projeto político pedagógico Recuperando a capacidade de indignação e perplexidade diante das diferenças sociais Acolher para incluir Conhecer para interferir Organizar para mudar INCLUSÃO X EXCLUSÃO

20 Reconhecimento da diversidade e respeito da identidade.

21 Aspecto fundamental É essencial ter abertura para novas idéias e novas propostas!

22 Identidade do curso:  Quais são os pontos comuns que identificam a formação do profissional de um determinado curso?  Núcleo comum: Qual é o núcleo comum dos diferentes cursos de existentes no Brasil?

23 Questão para reflexão Nas Diretrizes Curriculares do Curso de , as habilidades acadêmicas são claramente distintas das atitudes e das competências profissionais?

24 FUNDAMENTOS DO ENADE DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO ENADE – FORMAÇÃO GERAL ENADE – COMPONENTE ESPCÍFICO

25 Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE) VERIFICA:  Habilidades acadêmicas e competências profissionais básicas das áreas;  Conhecimento sobre conteúdos básicos e profissionalizantes;  Questões transdisciplinares.

26 O ENADE AVALIA A TRAJETÓRIA DO ESTUDANTE POTENCIAL DE APRENDIZAGEM AQUISIÇÃO DE DOMÍNIO COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS

27 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS  HABILIDADES ACADÊMICAS  COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS

28 ABILITIES = HABILIDADE HABILIDADE HABILIDADE POTENCIALIDADE

29 ABILITIES = HABILIDADE HABILIDADE HABILIDADE CAPACIDADE

30 HABILIDADE PRECEDE A COMPETÊNCIA HABILIDADE HABILIDADE COMPETÊNCIA

31 Definições de habilidades  "As habilidades são complexos de propriedades mentais que adequam a pessoa para um determinado tipo de atividade socialmente útil" (Rubinstein, 1959).

32 Definições de habilidades  "[As habilidades são] propriedades psicológicas da personalidade [voltadas] para a execução de um certo tipo de atividade e da qual depende a possibilidade de implementar uma atividade e o grau de sucesso" (Leite, 1962).

33 HABILIDADE  A HABILIDADE é uma característica psicológica individual (é primariamente uma característica mental) que responde às exigências de uma determinada atividade e que influencia, sendo todas as condições iguais, o sucesso no domínio criativo de uma atividade - em particular, um domínio relativamente rápido, fácil e completo do conhecimento, das destrezas e dos hábitos relativos a uma determinada atividade. (Krutetskii, 1976).

34 HABILIDADE HABILIDADE  Não é possível observar uma habilidade em sua forma pura;  A habilidade se manifesta durante a execução de uma atividade;  O que pode ser observado são manifestações dos componentes de uma determinada habilidade;

35 EXEMPLO DE HABILIDADES CONSTANTES DAS DIRETRIZES CURRICULARES  levantar informação bibliográfica;  Ler e interpretar  Utilizar o método experimental, de observação e outros métodos de investigação científica;  Planejar e realizar  Analisar, descrever e interpretar relações

36 É POSSÍVEL PASSAR DE UM MODELO DE AVALIAÇÃO ESTÁTICA PARA UM MODELO DE AVALIAÇÃO DINÂMICA????

37 Mudança na abordagem da avaliação Avaliação estática Avaliação dinâmica

38 AVALIAÇÃO ESTÁTICA São provas ou testes no estilo tradicional onde as pessoas são solicitadas a resolver problemas escolares convencionais e é esperado delas que estes problemas também sejam resolvidos da forma convencional e sem feedback. O resultado final é, quase sempre, a soma da pontuação dos itens resolvidos corretamente, sendo comum o desconto de pontos (penalidade) nas questões nas quais o aluno não tem segurança na resposta (“chute”).

39 AVALIAÇÃO DINÂMICA Na avaliação dinâmica os sujeitos aprendem durante o intervalo entre as testagens e com as provas. A construção da prova é de importância fundamental neste modelo. Se um item é respondido de maneira incorreta é possível dar feedback para o estudante, auxiliá-lo de modo a resolver o item e dominar o conteúdo relativo a ele.

40 Teorias de apoio ao modelo de avaliação dinâmica  Teoria da modificação cognitiva (Feuerstein e outros).  Avaliação do potencial de aprendizagem (Budoff e outros).  Avaliação dinâmica do efeito acadêmico (Sternberg e Grigorenko) (teoria triádica de inteligência) (inteligência para o sucesso).  Abordagem estrutural do domínio específico do conhecimento.  Análise de mudança (Embretson). Modelo multidimensional de Rasch para análise de aprendizagem e mudança.

41 FUNDAMENTO DA AVALIAÇÃO DINÂMICA A avaliação dinâmica é baseada na noção de que as habilidades cognitivas são modificáveis e que existe algum tipo de zona de desenvolvimento proximal (Vygotsky, 1978), a qual representa a diferença entre a capacidade latente e a habilidade realmente desenvolvida. A avaliação dinâmica busca medir esta zona de desenvolvimento proximal ou algum análogo dela.

42 Concordância conceitual Os pesquisadores concordam que é necessário distinguir entre:  Habilidade escolar comum para dominar a informação de uma área, reproduzi-la e usa-la independentemente (habilidade acadêmica) (Medida pelo ENADE).  Habilidade criativa, que permite a criação de um produto original que contem um valor social.

43 Os estudantes apresentam múltiplas habilidades mas estas são pouco usadas nas instituições educacionais porque os professores tendem a valorizar as habilidades analíticas (bem como a memorização) em detrimento das habilidades criativas e práticas.

44 O desenvolvimento dos procedimentos de avaliação dinâmica foram, em grande parte, motivados pela convicção de que as abordagens estáticas para a avaliação da capacidade de aprendizagem ou a avaliação do potencial de aprendizagem falharam ao prover os educadores do tipo de informação que eles necessitam de modo a facilitar o desenvolvimento psicológico e o avanço educacional dos estudantes.

45 Competência A constatação da competência na academia pressupõe um conjunto de critérios referenciados no perfil do aluno que se quer formar, descrito no projeto pedagógico do curso. Esses critérios formam a base para o julgamento das competências dos alunos, analisadas em função de seu desempenho acadêmico. A constatação da competência na academia pressupõe um conjunto de critérios referenciados no perfil do aluno que se quer formar, descrito no projeto pedagógico do curso. Esses critérios formam a base para o julgamento das competências dos alunos, analisadas em função de seu desempenho acadêmico.

46 Competência profissional É a capacidade de mobilizar, articular e colocar em ação conhecimentos, habilidades, atitudes e valores necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas pela natureza do trabalho e do desenvolvimento tecnológico. É a capacidade de mobilizar, articular e colocar em ação conhecimentos, habilidades, atitudes e valores necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas pela natureza do trabalho e do desenvolvimento tecnológico.

47 COMPETÊNCIAS As competências são adquiridas e podem variar com o decorrer do tempo.

48 COMPETÊNCIA PROFISSIONAL As competências reportam-se a desempenhos e atuações requeridas do concluinte e devem garantir ao profissional um domínio básico de conhecimentos e a capacidade de utilizá- los em diferentes contextos que demandam a investigação, análise, avaliação, prevenção e atuação em situações definidas, e na promoção da qualidade de vida.

49 Desenvolvimento de competências Competências escolares básicas (ensino fundamental). Competências profissionais gerais comuns a uma mesma área. Competências profissionais específicas de cada qualificação ou habilitação,definidas pelas IES para completar o perfil do profissional que ela forma (ênfase).

50 Modelo Multidimensional de Traços Latentes para medir Aprendizagem e Mudança (MRMLC) Multidimensional Rasch Model for measuring Learning and Change  Modelo multidimensional apresentado por Embretson (1996) adequado para medir mudanças educacionais.

51 MRMLC A habilidade assumida que produz um desempenho observado, denominada habilidade latente efetiva de um indivíduo (habilidade antes da mudança ser observada), é a soma de várias sub-habilidades, as habilidades de aprendizagem remanescentes.

52 Potencial latente de desempenho de um indivíduo em uma ocasião particular ou em condições específicas de medida (habilidade efetiva em ocasiões iniciais é tradicionalmente denominada habilidade inicial) Habilidade efetiva

53 Incremento na habilidade efetiva entre duas medidas sucessivas Em uma segunda medida (ou medida posterior) a habilidade efetiva depende da habilidade inicial e de uma ou mais habilidades de aprendizagem. Habilidade de aprendizagem

54 Habilidade inicial Mudança Habilidade efetiva 1 Habilidade efetiva 2 Habilidade efetiva 3 Item 1Item JItem 1Item JItem 1Item J Figura 1 - Relação esquemática entre habilidade efetiva, habilidade inicial e habilidade de aprendizagem, apresentada por Embretosn (1996)

55 O ENADE AVALIA A TRAJETÓRIA DO ESTUDANTE POTENCIAL DE APRENDIZAGEM AQUISIÇÃO DE DOMÍNIO COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS

56 O QUE É AVALIADO? O antigo modelo enfatizava a avaliação em “o que” e “quanto” o aluno aprendeu, enquanto o ENADE busca o entendimento sobre “como” o aluno trabalha o conteúdo aprendido. As questões do exame são elaboradas de forma a evidenciar o que o aluno é capaz de fazer com o conteúdo aprendido. O antigo modelo enfatizava a avaliação em “o que” e “quanto” o aluno aprendeu, enquanto o ENADE busca o entendimento sobre “como” o aluno trabalha o conteúdo aprendido. As questões do exame são elaboradas de forma a evidenciar o que o aluno é capaz de fazer com o conteúdo aprendido.

57 Progresso do estudante O objetivo do ENADE não é verificar quanto conhecimento o estudante acumulou ao longo do curso, mas sim o progresso do estudante no item (item é entendido aqui como os tópicos ou temas listados nas diretrizes curriculares).

58 CARACTERÍSTICAS DO ENADE  Análise de mudança  Situação de teste – intervenção – reteste  Avalia o processo e não o produto.  O estado vai prover dois exames oficiais e as IES podem complementar com avaliações intermediárias nos mesmos moldes do ENADE.

59  Diagnóstico.  Permite correção e superação das dificuldades.

60 PARTICIPANTES DO ENADE  Instituição envia a listagem dos ingressantes e dos concluintes.  Ingressantes: Estudantes que tiverem cumprido, até a data inicial do período de inscrição, 7 a 22% (inclusive) da carga didática mínima do currículo do curso da IES.  Concluintes: Estudantes que tiverem cumprido, até a data inicial do período de inscrição pelo menos 80% da carga mínima do currículo do curso da IES.

61 Instrumentos do ENADE  Prova;  Avaliação Discente da Educação superior (ADES);  Questionário de Impressões sobre a Prova;  Questionário aos Coordenadores de Curso.

62 Relatórios do ENADE 1. Relatório do Aluno 2. Relatório do Curso 3. Relatório da Área 4. Relatório da Instituição 5. Resumo Técnico 6. Relatório de Conceitos 7. Relatório Técnico- Científico

63 SELEÇÃO DA AMOSTRA  Feita pelo INEP.  Amostragem probabilística (ou aleatória) onde todos os elementos da população têm probabilidade conhecida e não nula de pertencer à amostra.  Quando um curso tem um número baixo de estudantes todos são incluídos.

64 Portaria Normativa 01/2007 Art. 1º O calendário de avaliações do Ciclo Avaliativo do SINAES para o triênio 2007/2009 fica estabelecido nos termos desta Portaria. § 1º... I - serão avaliados em 2007 os cursos das áreas participantes do ENADE 2004; II - serão avaliados em 2008 os cursos das áreas participantes do ENADE 2005; III - serão avaliados em 2009 os cursos das áreas participantes do ENADE 2006.

65 ENADE 2004 ÁREAS  Agronomia Agronomia  Educação Física Educação Física Educação Física  Enfermagem Enfermagem  Farmácia Farmácia  Fisioterapia Fisioterapia  Fonoaudiologia  Medicina Veterinária Medicina Veterinária Medicina Veterinária  Medicina Medicina  Nutrição Nutrição  Odontologia Odontologia  Serviço Social Serviço Social Serviço Social  Terapia Ocupacional Terapia Ocupacional Terapia Ocupacional  Zootecnia Zootecnia

66 ENADE 2005 ÁREAS  Arquitetura e Urbanismo  Biologia  Ciências Sociais  Computação  Engenharias (oito grupos, 49 cursos)  Filosofia  Física  Geografia  História  Letras  Matemática  Pedagogia  Química ** Educação à distância

67 ENADE CURSOS DE 15 ÁREAS  Administração  Arquivologia  Biblioteconomia  Biomedicina  Ciências Contábeis  Ciências Econômicas  Comunicação social  Design  Direito  Formação de Professores Educação Básica  Música  Psicologia  Secretariado Executivo  Teatro  Turismo

68 ENADE 2007 ÁREAS  Agronomia Agronomia  Biomedicina* Biomedicina  Educação Física Educação Física Educação Física  Enfermagem Enfermagem  Farmácia Farmácia  Fisioterapia Fisioterapia  Fonoaudiologia  Medicina Veterinária Medicina Veterinária Medicina Veterinária  Medicina Medicina  Nutrição Nutrição  Odontologia Odontologia  Serviço Social Serviço Social Serviço Social  Tecnologia em Agroindústria Tecnologia em Agroindústria Tecnologia em Agroindústria  Tecnologia em Radiologia Tecnologia em Radiologia Tecnologia em Radiologia  Terapia Ocupacional Terapia Ocupacional Terapia Ocupacional  Zootecnia Zootecnia

69 PROVA Parte I (10 questões) Formação geral: Avalia o desenvolvimento de conhecimentos úteis para se atingir objetivos valorizados pelo sujeito ou pela cultura, mas cuja aquisição independe de uma (algumas) disciplinas específicas. Parte II (30 questões) Avalia a formação específica na área.

70 Habilidades e competências no componente de Formação Geral do ENADE

71 Além do domínio de conhecimentos e de níveis diversificados de habilidades e competências para perfis profissionais específicos, espera-se que os graduandos das IES evidenciem a compreensão de temas que transcendam ao seu ambiente próprio de formação e importantes para a realidade contemporânea. Essa compreensão vincula-se a perspectivas críticas, integradoras e à construção de sínteses contextualizadas. FORMAÇÃO GERAL

72 O ENADE 2007, no componente de Formação Geral buscará verificar as capacidades de: 1. Leitura e interpretação de texto; 2. Análise crítica das informações; 3. Extrair conclusões por indução e/ou dedução; 4. Estabelecer relações, comparações e contrastes em diferentes situações; 5. Detectar contradições; 6. Fazer escolhas valorativas avaliando conseqüências; 7. Questionar a realidade; e, 8. Argumentar coerentemente.

73 No ENADE 2007, no componente de Formação Geral, os estudantes deverão demonstrar competências para: 1. Projetar ações de intervenção; 2. Propor soluções para situações-problema; 3. Construir perspectivas integradoras; 4. Elaborar sínteses; 5. Administrar conflitos.

74 TEMAS: FORMAÇÃO GERAL   1. Sociodiversidade: multiculturalismo e inclusão;   2. Exclusão e minorias;   3. Biodiversidade;   4. Ecologia;   5. Mapas sócio e geopolítico;   6. Globalização;   7. Arte e Filosofia;   8. Políticas públicas: Educação, Habitação, Saneamento, Saúde e Segurança;   9. Redes sociais e responsabilidade: setor público, privado, (terceiro setor);   10. Relações interpessoais (respeitar, cuidar, considerar e conviver); 11. Vida urbana e rural; 12. Inclusão/exclusão digital; 13. Cidadania; 14. Violência; 15. Terrorismo; 16. Avanços tecnológicos, 17. Relações de trabalho; 18. Tecnociência; 19. Propriedade intelectual; 20. Diferentes mídias e tratamento da informação.

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76 ENADE 2007, a UNISC vai participar com 9 cursos: Educação Física Licenciatura e Bacharelado, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Medicina, Nutrição, Odontologia, Serviço Social.

77 ENADE 2007 (UNISC) A UNISC participou com 8 áreas: Educação Física (Licenciatura e Bacharelado) EnfermagemFarmáciaFisioterapiaMedicinaNutriçãoOdontologia Serviço Social.

78 INDICADORES E CONCEITOS POSSIBILIDADES DE ANÁLISE

79 INDICADORES São aspectos (quantitativos e qualitativos) que possibilitam obter evidências concretas que, de forma simples ou complexa, caracterizam e retratam a realidade dos múltiplos elementos institucionais.

80 Atribuição de conceito Conceito ENADE NOTAS 10,0 a 0,9 21,0 a 1,9 32,0 a 2,9 43,0 a 3,9 54,0 a 5,0 Sem conceito

81 Indicador de diferença entre o desempenho observado e o esperado (IDD) IDD Conceito Valor Padronizado 10,0 a 0,9 21,0 a 1,9 32,0 a 2,9 43,0 a 3,9 54,0 a 5,0 Sem conceito

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85 IDD  É uma estimativa de desempenho.  É uma aproximação (inferência) do que seria o efeito do curso.  Variáveis consideradas: Escolaridade dos pais Desempenho dos ingressantes.

86 OBJETIVOS DO IDD  Disponibilizar para as IES informações comparativas do desempenho dos concluintes em relação aos resultados obtidos, em média, pelas demais IES participantes do ENADE e que têm ingressantes com perfis semelhantes.  Possibilitar uma análise do desempenho dos concluintes de cada instituição levando em consideração o perfil do estudante que ingressa no curso.

87 IDD  É um cálculo estimado. É uma aproximação do “efeito do curso”. Conhecendo o desempenho dos estudantes que ingressam na instituição, é possível extrair uma estimativa de qual seria o resultado esperado na avaliação de desempenho dos estudantes ao final do curso.

88 LIMITAÇÕES  Perfil dos ingressantes de diferentes IES é desigual.  Nota dos concluintes “carrega” o efeito de variáveis anteriores ao ingresso do estudante no curso.  Provas diferentes. As mesmas provas não são aplicadas nos mesmos estudantes no inicio e no fim do curso e as provas não são totalmente equivalentes em termos de precisão de medida para os dois grupos.

89 VALOR ESPERADO  É um tipo de ajuste do desempenho do concluinte tomando como base o perfil do desempenho dos ingressantes.  Desempenho médio do ingressante permite estimar o desempenho médio do concluinte.

90 AJUSTE FINO DAS ESTIMATIVAS  Proporção de estudantes cujos pais tem nível superior  Razão entre o número de ingressantes e concluintes.

91 NOTA USADA NO CÁLCULO DO IDD  Média geral do curso, composta por:  Média ponderada das notas no componente de formação geral. FG Peso = 0,25 FG Peso = 0,25  Média ponderada das notas no conteúdo específico CE Peso = 0,75 CE Peso = 0,75 **Notas FG e CE indicam a quantidade de acertos em uma escala de 0 a 100.

92 PADRONIZAÇÃO DO IDD  É subtraída a média dos cursos e dividida pelo desvio padrão das médias dos cursos por área.  Resultado: um índice cuja unidade de medida é o desvio padrão.

93 SIGNIFICADO DO IDD + IDD=+1,5 Significa que o desempenho médio dos concluintes desse curso está acima (1,5 unidades de desvios padrão da escala do IDD) do valor médio esperado para cursos cujos ingressantes tenham perfil de desempenho semelhantes.

94 SIGNIFICADO DO IDD - IDD= -1,7 Valores negativos indicam o contrário, isto é, Significa que o desempenho médio dos concluintes desse curso está abaixo (1,7 unidades de desvio padrão da escala do IDD) do valor médio esperado para cursos cujos ingressantes tenham perfil de desempenho semelhantes.

95 IMPORTANTE  Valores negativos não significam que o desempenho médio dos concluintes é menor do que o dos ingressantes.  Não significam decréscimos na pontuação do concluinte.  Indica que o desempenho médio dos concluintes está abaixo do desempenho esperado, tomando-se como base o perfil dos ingressantes.

96 Indicador de diferença entre o desempenho observado e o esperado (IDD)  É baseado em uma métrica relativa, onde valores positivos indicam que o desempenho médio dos ingressantes é superior ao esperado e valores negativos, inferior ao esperado.

97 Indicadores de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado As médias das notas atribuídas aos estudantes ingressantes e concluintes são indicadores diretos, obtidos a partir dos resultados da prova do ENADE. As médias das notas atribuídas aos estudantes ingressantes e concluintes são indicadores diretos, obtidos a partir dos resultados da prova do ENADE.

98 O ENADE AVALIA A TRAJETÓRIA DO ESTUDANTE POTENCIAL DE APRENDIZAGEM AQUISIÇÃO DE DOMÍNIO COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS

99 DESEMPENHO MÉDIO DOS INGRESSANTES O resultado do desempenho médio dos ingressantes é uma medida do nível médio de formação daqueles que iniciam um determinado curso em uma IES e é indicativo do potencial médio de aprendizagem do ingressante.

100 DESEMPENHO MÉDIO DOS CONCLUINTES O resultado do desempenho médio dos concluintes é um bom indicador do nível médio de formação profissional dos que concluem aquele curso.

101 ANÁLISE DO PROGRESSO DOS ESTUDANTES As IES podem aplicar dois ou três exames adicionais seguindo o mesmo padrão do ENADE, formulando questões a partir dos temas considerados essenciais pelos especialistas. Assim, poderá observar em intervalos mais curtos, as mudanças que ocorrem no curso e com cada estudante em particular. A cada resultado, visto em conjunto com o desempenho em cada disciplina, será possível avaliar o progresso do estudante e medir a mudança.

102 INFLUÊNCIA DAS IES  IES que recebem estudantes com características bastante semelhantes, podem exercer influência diferente sobre os mesmos ao longo do percurso e, assim, obter resultados diferentes em uma avaliação de desempenho ao final do curso.

103 CONCLUINDO...  Conhecer os cursos cujos estudantes concluintes obtêm desempenho acima ou abaixo do que seria o resultado esperado, dado o perfil dos ingressantes, e conhecer o afastamento desses cursos do padrão de desempenho esperado pode gerar um indicador de interesse da sociedade.

104 OBRIGADA!!!!

105 RELATÓRIOS DA IES RELATÓRIOS DOS CURSOS EXAME NACIONAL DE DESEMPENHO DOS ESTUDANTES

106 CONSTRUÇÃO DA PROVA Formação das comissões Assessoras do ENADE

107 CURRICULO LATTES BASIS FORMAÇÃO DA COMISSÃO DE ESPECIALISTAS DO INEP Comissão composta por sete professores doutores da área com diferentes domínios de conhecimento dentro da área, de IES públicas (4 ou 5) e privadas (2 ou 3). Sociedades de classe Sociedades Científicas

108 Tarefas das Comissões do INEP - Assessores das áreas – (Elaboração da matriz da prova) Definir os objetivos da prova da área tendo como referência o perfil do profissional; Definir as diretrizes da prova de acordo com as habilidades e competências constantes das Diretrizes Curriculares Nacionais; Definir as diretrizes da prova de acordo com as habilidades e competências constantes das Diretrizes Curriculares Nacionais; Definir os conteúdos disciplinares da área que deverão ser contemplados na prova; Definir os conteúdos disciplinares da área que deverão ser contemplados na prova; Definir o formato da prova : Número total de questões de cada tipo e conteúdo a ser trabalhado, distribuição do peso das questões, composição das questões, número de questões por nível de dificuldade e por grau de complexidade. Definir o perfil do presidente e dos componentes da banca que será contratado/a pela empresa;

109 Os resultados de cada Comissão são enviados para a agência que elabora a prova, para o preparo da mesma, e as questões são feitas por especialistas da área contratados pela empresa, com base na matriz elaborada pela Comissão Assessora do DEAES/INEP.

110 ESPELHO DA PROVA  A empresa que faz a prova apresenta modelos das questões objetivas e dissertativas e apresenta para a comissão do INEP que discute, analisa e avalia estas questões (que são posteriormente descartadas).  Desta reunião participa o presidente da banca contratada pela empresa e esta é a única pessoa conhecida da comissão que faz a prova.

111 Após o Exame...  A empresa corrige uma amostra de provas (+ ou menos 5%) e elabora o gabarito da prova;  São discutidas as possibilidades de respostas das questões dissertativas;  São verificadas as questões críticas que podem ser anuladas e isso é decidido pela comissão.

112 OBRIGADA!!!!


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