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Universidade Federal do Rio Grande do Sul

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Apresentação em tema: "Universidade Federal do Rio Grande do Sul"— Transcrição da apresentação:

1 Universidade Federal do Rio Grande do Sul
AÇUCAR Carine Alves, Everton Colling, Guillermo Lopes, Hiroki Toba, Marcia Lopes e Tiago Maria

2 O AÇÚCAR AÇÚCAR : produzido na fotossíntese das plantas.
1 MOLÉCULA DE GLICOSE + 1 MOLÉCULA DE FRUTOSE = Sacarose e/ou açúcar de mesa Glicose: principal fonte de energia do nosso organismo A cana de açúcar contém em torno de 20% de açúcar, enquanto a beterraba em torno de 18% únicas plantas que produzem sacarose suficiente para a produção industrial

3 HISTÓRICO Antes de ser descoberto existia apenas o mel e a cana
Origem: Idade Média, na Índia, de onde é nativa a cana-de-açúcar Árabes aprenderam a fabricar açúcar com os persas  rotas do açúcar Século XIV: era utilizado como conservante não como tempero, devido ao seu alto custo. Utilizado por nobres e cortes, símbolo de prestígio e riqueza

4 HISTÓRICO A partir do Séc XVII, com aumento das lavouras de cana, tornou-se mais acessível. Em 1747 foi desenvolvido o açúcar a partir da beterraba Desenvolvimento tecnológico (séc. XIX)  máquina a vapor, evaporadores, cozedores a vácuo e centrífugas Usos: adoçante, tempero, conservante, remédio e decoração

5 Açúcar no Brasil Colonização portuguesa: Solo propício para produção de cana. Séculos XVI e XVII No final do século XVI, Brasil era o maior produtor de açúcar do mundo, havia 115 engenhos, escravos e produção estimada em 6 mil toneladas/ano Em 1850 – Invasão Holandesa e queda da economia açucareira

6 Açúcar no Brasil Séc. XVIII  concorrência de outros países e corrida ao ouro fizeram declinar a produção de açúcar Crise petróleo (década 70)  incentivo ao cultivo da cana indústria açucareira beneficiada

7 Matéria-prima: cana de açúcar
é uma planta da família das gramíneas; cresce em clima quente, úmido, armazenando o açúcar em seus talos; a produtividade média dos canaviais no Brasil: -43 toneladas por hectare, em 1961 -74 toneladas por hectare, em 2005

8 Fenologia

9 Brotação e emergência o broto rompe as folhas da gema e se desenvolve em direção à superfície do solo; surgem as raízes do tolete.

10 Perfilhamento processo de emissão de colmos por uma mesma planta;
auge do perfilhamento: quando ocorre a total cobertura do solo pela folhagem das plantas.

11 Crescimento dos colmos
a partir do auge do perfilhamento, os colmos sobreviventes continuam o crescimento e desenvolvimento, ganhando altura e iniciando o acúmulo de açúcar na base; o crescimento do sistema radicular torna-se mais intenso; o canavial pode atingir altura acima de três metros.

12 Maturação dos colmos maturação inicial; maturação do terço médio;
maturação final.

13 Momento de colheita é definido em função da variedade, época de plantio e conseqüente duração do ciclo Tabela 1. Duração do ciclo da cana-de-açúcar em função do planejamento da época de plantio.

14 Clima regiões de clima tropical, quente e úmido;
temperatura predominante seja entre 19 e 32º C; chuvas sejam bem distribuídas; fases principais de desenvolvimento crescimento vegetativo maturação as condições climáticas predominantes no Estado de São Paulo são consideradas excelentes; no Centro-Oeste, apesar do clima apresentar certa semelhança, a deficiência hídrica durante o inverno é mais acentuada.

15 Solo solos bem arejados e profundos; boa retenção de umidade;
alta fertilidade; pH de aproximadamente seis.

16 Fatores que afetam a qualidade da matéria-prima destinada à indústria
composição da cana; variedade da cana; variações de clima, solo e tratos culturais; materiais estranhos ao colmo; compostos produzidos por microrganismos devido à sua ação sobre os açúcares do colmo.

17 Fatores relacionados à qualidade da cana-de-açúcar
POL (sacarose aparente); pureza; ATR (açúcares redutores totais) na cana; teor de açúcares redutores; percentagem de fibra; tempo de queima e corte.

18 Análise dos componentes de produção
manejo (solo, pragas, doenças, plantas daninhas, irrigação); tipos de técnicas a serem adotadas; insumos; máquinas e implementos; variedades a serem escolhidas; distribuição das variedades nos tipos de solos a serem explorados; ambiente de produção; épocas de plantio; elaboração do cronograma físico-financeiro; serviços em geral.

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20 Principais áreas de pesquisa
produção agrícola; produção industrial; desenvolvimento de novos produtos; são conduzidas por instituições públicas, universidades e empresas privadas; destaca-se a Rede Interuniversitária para o Desenvolvimento do Setor Sucroalcooleiro do Brasil (Ridesa), fundada em 1991

21 Fig. 1. Variedades de cana-de-açúcar. Foto: Raffaella Rossetto.

22 Impactos ambientais a colheita é a etapa mais sensível do processo produtivo da cana; no Estado de São Paulo, as ações para limitação das queimadas vêm sendo implantadas há anos.

23 PRODUTOS Tipos de Açúcar
MASCAVO: É aquele que passa por poucas etapas de cristalização, mantendo assim as vitaminas e sais minerais do caldo da cana. CRISTAL: é processado a partir do melado de cana ou do açúcar mascavo. O  produto, que inicialmente é marrom, recebe adição de gás sulfídrico e outras substâncias químicas para ficar claro. REFINADO: é o açúcar cristal, só que mais finamente triturado e branqueado, possuindo aditivos para evitar o seu endurecimento em forma de blocos. Possibilidade de se produzir Etanol na mesma planta

24 Interesse e Relevância
O Brasil é o maior produtor, exportador e está entre os maiores consumidores de açúcar do mundo Fonte: FAS Attaché Reports

25 Interesses e Relevância
Matéria-prima abundante, com expansão da área cultivada paralelamente ao aumento da produtividade ano a ano no pais Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA

26 Interesses e Relevância
Apesar de ser uma comodity e ter um comportamento sazonal, o mercado consumidor está em franco crescimento, o que gera ótimas expectativas de um ciclo de crescimento da remuneração pela saca de açúcar

27 Interesses e Relevância
Crescimento da economia interna consistente, em especial no mercado das indústria de alimentos e remédios, o que garante uma diversificação do tipo de cliente Fonte: Copersucar apud NEVES, CANEJERO e AMARAL (2009). Adaptado

28 Interesses e Relevancia
Apresenta maior potencial competitivo (menores custos de produção, rendimento, capacidade de expansão,etc) Apesar de ser uma técnica já consagrada, existem constantes pesquisas de aprimoramento no país, o que garante uma posição de protagonismo do Brasil em toda a cadeia, desde a lavoura até o produto final Possibilidade de usar tecnologias limpas e de ciclo fechado, mediante uso de resíduos como o bagaço que pode ser usado na própria usina para a queima e geração de energia, além de puder ser vendido como adubo Incentivo governamental para a produção de cana e modernização do maquinário agrícola (Moderfrota)

29 Interesses e Relevancia

30 ESTUDO DE MERCADO "O Brasil ainda precisa crescer pelo menos 10% ao ano em moagem de cana nos próximos quatro anos para atender à demanda do etanol no mercado interno, manter sua fatia no mercado internacional e atender ao consumo de açúcar no mercado interno. E qualquer mudança climática vai afetar essa equação mesmo que a Índia produza 25 milhões de toneladas de açúcar, como dizem alguns"

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33 MERCADO INTERNACIONAL
Mais de 100 países produzem açúcar em todo o mundo quer a partir de beterraba ou de cana-de-açúcar. Cerca de 79% do total da produção é feito de cana-de-açúcar, cultivada principalmente nas zonas tropicais e sub-tropicais do hemisfério sul, e o saldo a partir de beterraba, que é cultivado principalmente nas zonas temperadas do hemisfério norte. Os custos de produção de açúcar da cana são menores do que aqueles em matéria de beterraba açucareira.

34 - Produção mundial: recorde de 168,045 milhões de toneladas, valor bruto, até 4,66% em relação à temporada passada. -Consumo deve crescer em 2,01%, inferior à média de 10 anos de 2,6%, devido a preços historicamente elevados, tanto no mundo como nos mercados domésticos. World Sugar Balance 2010/11 2009/10 Change (mln tonne, raw value) in mln t in % Production 7.476 4.66 Consumption 3.300 2.01 Surplus / Deficit 0.196 -3.980 Import demand 50.309 53.393 -3.084 -5.78 Export availability 50.496 53.023 -2.527 -4.77 End Stocks 58.808 58.799 0.009 0.02 Stocks/Consumption ratio in% 35.04 35.73 Source: ISO Quarterly Market Outlook, February 2011

35 PRODUCTION MILLION TONS PER CAPITA CONSUMPTION
Os cinco maiores exportadores de 2009/10, Brasil, Tailândia, Austrália, UE e da SADC, são esperados para abastecer cerca de 93% de todas as exportações mundiais de mercado livre São Países-Membros da SADC: África do Sul, Angola, Botsuana, Lesoto, Malavi, Maurício, Moçambique, Namíbia, República Democrática do Congo, Seicheles, Suazilândia, Tanzânia, Zâmbia e Zimbábue. PRODUCTION MILLION TONS EXPORTS         MILLION TONS POPULATION MILLIONS PER CAPITA CONSUMPTION BRAZIL 35.914 27.597 [1] 195 61 EU 16.949 2.609 [4] 498 36 INDIA 16.305 - 1 214 19 CHINA 12.054 1 354 10 THAILAND 7.782 5.658 [2] 68 37 UNITED STATES 6.868 318 29 SADC 5.505 1.951 [5] 250 11 MEXICO 5.100 0.326 [13] 111 43 AUSTRALIA 4.789 4.017 [3] 22 48 RUSSIA 3.495 194 32 [#] = World export ranking

36 Vemos uma queda considerável na produção em 2009/10, além disso está previsto uma produção global de 155 milhões de toneladas para O consumo global de açucar teve um crescimento entre 1,5% e 2% ao ano, e em 2009/10 deverá aumentar para 169 milhões de toneladas, resultando em um déficit de suprimento contínuo.

37 Os 10 maiores produtores respondem por 74% da produção do mundo
Os 10 maiores produtores respondem por 74% da produção do mundo Cerca de 71% da produção de açúcar deve ser consumido nos países de origem, com o saldo comercializado nos mercados mundiais. Entre os países produtores de exportação no mercado mundial de açúcar, o Brasil continua a ser o fornecedor dominante, com quase 28 milhões de toneladas previstas para serem exportadas em 2009/10.

38 O preço mundial do açúcar continua sendo um dos produtos mais voláteis, o comércio aos recordes de US30 cents / lb no início do primeiro trimestre de 2010, antes de cair para abaixo de US15 cents / lb no final de abril .

39 Levantamento dos custos de produção de açúcar realizado com mais de 100 países produtores de açúcar. Brasil 21°.

40 Os preços do açúcar na região SACU permanecem substancialmente inferiores aos de alguns países desenvolvidos. O potencial de crescimento do consumo nos países do sul da Africa a longo prazo, permanece promissor.

41 bibliografia UNIÃO DA INDÚSTRIA DE CANA-DE-AÇÚCAR. Ranking da produção de cana, açúcar e etanol das unidades de Região Centro-Sul - safra 2007/08. Disponivel em:<http://www.unica.com.br/downloads/estatisticas/ranking0708.xls>. Acesso em: 04 de abril. 2011 AGÊNCIA DE INFORMAÇÃO EMBRAPA. Cana de açúcar . Disponivel em:http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/gestor/cana-de-acucar/arvore/CONTAG01_112_ html. Acesso em: 02 de abril PROCANA. Os impressionantes números do setor (safra 2008/09) Disponivel em: <http://www.jornalcana.com.br/Conteudo/Conheca%20o%20Setor.asp>. Acesso em: 02 de abril PADULA, PROF. ANTONIO DOMINGOS. Universidade Federal do Rio Grande do Sul-Escola de Administração. Avaliação dos impactos e transformações do programa MODERFROTA na indústria de máquinas agrícolas. Disponível em: <http://www.sober.org.br/palestra/2/488.pdf.>.Acesso em: 02 de abril


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