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CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS Aula 7

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Apresentação em tema: "CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS Aula 7"— Transcrição da apresentação:

1 CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS Aula 7
25/03/2017 Professor Leomir J. Borba- –http://professorleomir.wordpress.com 1 25/04/2011 Professor Leomir J. Borba- –http:professorleomir.wordpress.com

2 Linguagem UML: Histórico, propósito e diagramas- continuação
Agenda Linguagem UML: Histórico, propósito e diagramas- continuação Conceituação do Unified Process - UP – aprofundamento Modelagem: Ato de abstrair sobre o Domínio do Problema Bibliografia 25/03/2017 Professor Leomir J. Borba- –http://professorleomir.wordpress.com 25/04/2011 Professor Leomir J. Borba- –http:professorleomir.wordpress.com

3 Diagrama de Maquina de estados
O diagrama de máquina de estados demonstra o comportamento de um elemento por meio de um conjunto finito de transições de estado, ou seja, uma máquina de estados. 25/03/2017 Professor Leomir J. Borba- –http://professorleomir.wordpress.com 25/04/2011 Professor Leomir J. Borba- –http:professorleomir.wordpress.com

4 Diagrama de Atividade O diagrama de atividade preocupa-se em descrever
os passos a serem percorridos para a conclusão de uma atividade específica, podendo esta ser representada por um método com certo grau de complexidade, um algoritmo, ou mesmo por um processo completo. 25/03/2017 Professor Leomir J. Borba- –http://professorleomir.wordpress.com 25/04/2011 Professor Leomir J. Borba- –http:professorleomir.wordpress.com

5 Diagrama de Visão geral de Interação
O diagrama de visão geral de interação é uma variação do diagrama de atividade que fornece uma visão geral dentro de um sistema ou processo de negócio. 25/03/2017 Professor Leomir J. Borba- –http://professorleomir.wordpress.com 25/04/2011 Professor Leomir J. Borba- –http:professorleomir.wordpress.com

6 Diagrama de Componentes
O diagrama de componentes está amplamente associado à linguagem de programação que será utilizada para desenvolver o sistema modelado. Esse diagrama representa os componentes do sistema quando o mesmo for ser implementado 25/03/2017 Professor Leomir J. Borba- –http://professorleomir.wordpress.com 25/04/2011 Professor Leomir J. Borba- –http:professorleomir.wordpress.com

7 Diagrama de implantação
O diagrama de implantação determina as necessidades de hardware do sistema, as características físicas como servidores, estações, topologias e protocolos de comunicação, ou seja, todo o aparato físico sobre o qual o sistema deverá ser executado. 25/03/2017 Professor Leomir J. Borba- –http://professorleomir.wordpress.com 25/04/2011 Professor Leomir J. Borba- –http:professorleomir.wordpress.com

8 Diagrama de Estrutura composta
O diagrama de estrutura composta descreve a estrutura interna de um classificador, como uma classe ou componente, detalhando as partes internas que o compõem, como estas se comunicam e colaboram entre si.Também é utilizado para descrever uma colaboração em que um conjunto de instâncias cooperam entre si para realizar uma tarefa 25/03/2017 Professor Leomir J. Borba- –http://professorleomir.wordpress.com 25/04/2011 Professor Leomir J. Borba- –http:professorleomir.wordpress.com

9 Diagrama de tempo ou temporização
o diagrama de tempo descreve a mudança no estado ou condição de uma instância de uma classe ou seu papel durante um período. Tipicamente utilizado para demonstrar a mudança no estado de um objeto no tempo em resposta a eventos externos. 25/03/2017 Professor Leomir J. Borba- –http://professorleomir.wordpress.com 25/04/2011 Professor Leomir J. Borba- –http:professorleomir.wordpress.com

10 Diagrama de Estrutura composta
Sintese geral dos Diagramas 25/03/2017 Professor Leomir J. Borba- –http://professorleomir.wordpress.com 25/04/2011 Professor Leomir J. Borba- –http:professorleomir.wordpress.com

11 Conceituação UP - Aprofundamento
Técnica Unified Process Proposto por Grady Booch, James Raunbaugh e Ivar Jacobson Fortemente associada a notação UML Se baseia em três valores Dirigido por estudos de caso - Planejamento do desenvolvimento é feitos em função dos casos de uso identificados, prioritariamente os mais complexos. 25/03/2017 Professor Leomir J. Borba- –http://professorleomir.wordpress.com 25/04/2011 Professor Leomir J. Borba- –http:professorleomir.wordpress.com

12 Conceituação UP - aprofundamento
Centrado na arquitetura Processo de desenvolvimento prioriza construção de arquitetura que permita realização dos requisitos. É iterativo e incremental A cada ciclo de trabalho realizado novas características são adicionadas deixando o mais completo e próximo do sistema final 25/03/2017 Professor Leomir J. Borba- –http://professorleomir.wordpress.com 25/04/2011 Professor Leomir J. Borba- –http:professorleomir.wordpress.com

13 Conceituação UP Tem em suas atividades estudo de viabilidade, análise de requisitos, análise de domínio entre outras, essas atividades estão relacionadas as grandes fases de UP: Concepção – Incorpora Estudo de viabilidade, levantamento de requisitos e parte da analise de requisitos. Elaboração – Incorpora detalhamento da analise de requisitos, modelagem do domínio e o projeto. Construção – Incorpora programação e testes Transição – Incorpora Instalação do sistema e migração de dados A análise do domínio pode ser definida como o processo pelo qual a informação usada para o desenvolvimento de software é identificada, capturada e organizada para que seja reutilizável quando da criação de novos sistemas Dominio do problema 25/03/2017 Professor Leomir J. Borba- –http://professorleomir.wordpress.com 25/04/2011 Professor Leomir J. Borba- –http:professorleomir.wordpress.com

14 Conceituação UP Representação Clássica da distribuição de atividades
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15 Conceituação UP Atividades de analise e projeto no contexto UP
Na fase de concepção o analista deve ter uma visão geral do sistema a ser desenvolvido, essa visão pode ser obtida através de entrevistas, documentos e sistemas (legados). Pode-se usar para apoio da modelagem Diagrama de maquina de estados ou Atividades que correspondem nessa fase a modelagem de negócios. Pode-se analisar mais profundamente as atividades ou estados para obter requisitos funcionais ou não funcionais. Usa-se o diagrama de classes para elaborar um modelo conceitual preliminar para compreensão da estrutura de informação a ser gerenciada. 25/03/2017 Professor Leomir J. Borba- –http://professorleomir.wordpress.com 25/04/2011 Professor Leomir J. Borba- –http:professorleomir.wordpress.com

16 Conceituação UP O Modelo conceitual e os requisitos obtidos na fase de concepção ajudarão na a compreender quais são os processos de negócios e processos complementares para obter-se os casos de uso de alto nível (a serem vistos proxima aula) que serão usados para planejar o restante do desenvolvimento. A fase de Elaboração começa com a expansão dos usos de caso de alto nível e posterior representação do fluxo através de diagramas de seqüência, quando são descobertas operações e consultas do sistema 25/03/2017 Professor Leomir J. Borba- –http://professorleomir.wordpress.com 25/04/2011 Professor Leomir J. Borba- –http:professorleomir.wordpress.com

17 Conceituação UP Na Fase de construção é gerado o banco de dados, código fonte e testes, a persistência dos dados geralmente não precisa ser modelada pois sera gerada automaticamente quando se usa um framework Explicar que expansao dos usos de caso alto nivel é o refinamento e agregação de informações encontradas no processo. 25/03/2017 Professor Leomir J. Borba- –http://professorleomir.wordpress.com 25/04/2011 Professor Leomir J. Borba- –http:professorleomir.wordpress.com

18 Modelagem: Ato de abstrair sobre o Domínio do Problema
Abstração é o mecanismo utilizado na análise de um domínio Indivíduo observa a realidade e dela abstrai entidades e ações consideradas essenciais para uma aplicação, excluindo todos os aspectos julgados irrelevantes * Exercício: analisar os objetos apresentados a seguir e distinguir características e ações que estes objetos podem executar Explicar que expansao dos usos de caso alto nivel é o refinamento e agregação de informações encontradas no processo. Abstrair significa concentrar-se nos aspectos essenciais do domínio (escopo) de um problema, ignorando características irrelevantes. Por exemplo: na análise de um Sistema Acadêmico Escolar, as classes Aluno, Professor e Disciplina são casos de abstração. 25/03/2017 Professor Leomir J. Borba- –http://professorleomir.wordpress.com 25/04/2011 Professor Leomir J. Borba- –http:professorleomir.wordpress.com

19 Modelagem: Ato de abstrair sobre o Domínio do Problema
Apos abstrair caracteristicas e ações que objetos podem executar demonstrar como focar sobre o dominio do problema 25/03/2017 Professor Leomir J. Borba- –http://professorleomir.wordpress.com 25/04/2011 Professor Leomir J. Borba- –http:professorleomir.wordpress.com

20 Modelagem: Ato de abstrair sobre o Domínio do Problema
Ato de abstrair(-se) - Separar mentalmente um ou mais elementos de uma totalidade complexa (coisa, representação, fato), os quais só mentalmente podem subsistir fora dessa totalidade O resultado de abstrações (termo, conceito, idéia, elemento de classe, etc.) Exemplificar 25/03/2017 Professor Leomir J. Borba- –http://professorleomir.wordpress.com 25/04/2011 Professor Leomir J. Borba- –http:professorleomir.wordpress.com

21 Bibliografia BIBLIOGRAFIA BÁSICA 1 GUEDES, Gilleanes T.A. UML 2: Uma Abordagem Prática. 1ª Edição. São Paulo: Novatec, 2009. 2 WAZLAWICK, Raul Sidnei. Análise e Projeto de Sistemas de Informação Orientados a Objetos. 2ª Edição. Rio de Janeiro: Campus, 2010. 3 WEST, David; MCLAUGHLIN, Brett; POLLICE, Gary. Use a cabeça Análise & Projeto Orientado ao Objeto. 1ª Edição. Rio de Janeiro: Alta Books, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 4 ARAUJO, Ricardo; LIMA, Cardoso André. UML Aplicada: Da teoria à implementação. 1ª Edição. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2007. 5 BOOCH, Grady; RUMBAUGH, James;, JACOBSON, Ivar. UML: Guia do Usuário. 1ª Edição. Rio de Janeiro: Campus, 2006. 6 LARMAN, Craig. Utilizando UML e padrões: Uma introdução à análise e projeto orientados a objetos e ao desenvolvimento iterativo. 3ª Edição. Porto Alegre: Bookman, 2007. 7 PAULA FILHO, Wilson de Pádua. Engenharia de Software: Fundamentos, métodos e padrões. 3ª Edição. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 8 SILVA, Nelson Peres da. Análise e Estruturas de Sistemas de Informação. 1ª Edição. São Paulo: Érica, 2007. Bibliografia Basica – GUEDES (1) é o principal 02/08/2011 Professor Leomir J. Borba- –http://professorleomir.wordpress.com 25/03/2017 Professor Leomir J. Borba- –http://professorleomir.wordpress.com 21 25/04/2011 Professor Leomir J. Borba- –http:professorleomir.wordpress.com


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