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I E II PEDRO. QUEM FOI PEDRO? PEDRO Era um homem de contrastes. Em Cesareia, Jesus perguntou: "Mas vós, quem dizeis que eu sou?" Ele respondeu de imediato:

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1 I E II PEDRO

2 QUEM FOI PEDRO?

3 PEDRO Era um homem de contrastes. Em Cesareia, Jesus perguntou: "Mas vós, quem dizeis que eu sou?" Ele respondeu de imediato: "Tu és o Cristo, o filho do Deus vivo" (Mt ). Alguns versículos adiante, lemos: "E Pedro chamando-o à parte, começou a reprová-lo..." Era característico de Pedro passar de um extremo ao outro.

4 Ao tentar Jesus lavar-lhe os pés no cenáculo, o imoderado discípulo exclamou: "Nunca me lavarás os pés." Jesus, porém, insistiu e Pedro disse: "Senhor, não somente os meus pés, mas também as mãos e a cabeça" (Jo 13.8,9). Na última noite que passaram juntos, ele disse a Jesus: "Ainda que todos se escandalizem, eu jamais!" (Mc 14.29). Entretanto, dentro de poucas horas, ele não somente negou a Jesus mas praguejou (Mc 14.71).

5 Este temperamento volátil, imprevisível, muitas vezes deixou Pedro em dificuldades. Mas, o Espírito Santo o moldaria num líder, dinâmico, da igreja primitiva, um "homem-rocha" (Pedro significa "rocha") em todo o sentido. Os escritores do NT usaram quatro nomes diferentes com referência a Pedro. três.

6 Um é o nome hebraico Simeon (At 15.14), que pode significar "ouvir". O Segundo era Simão, a forma grega de Simeon. O terceiro nome era Cefas palavra aramaica que significa "rocha". O quarto nome era Pedro, palavra grega que significa "Pedra" ou "rocha"; os escritores do NT se referem ao discípulo com estes nomes mais vezes do que os outros

7 Quando Jesus encontrou este homem pela primeira vez, ele disse: "Tu és Simão, o filho de João; tu serás chamado Cefas" (Jo 1.42). Pedro e seu irmão André eram pescadores no mar da Galiléia (Mt 4.18; Mc 1.16). Ele falava com sotaque galileu, e seus maneirismos identificavam- no como um nativo inculto da fronteira da galiléia (Mc 14.70). Foi levado a Jesus pelo seu irmão André. (Jo )

8 Enquanto Jesus pendia na cruz, Pedro estava provavelmente entre o grupo da Galiléia que "permaneceram a contemplar de longe estas coisas" (Lc 23.49). Em 1Pe 5.1, ele escreveu: "...eu, presbítero como eles, e testemunha dos sofrimentos de Cristo..."

9 Pedro encabeça a lista dos apóstolo em cada um dos relatos dos Evangelhos, o que sugere que os escritores do NT o consideravam o mais importante dos doze. Ele não escreveu tanto como João ou Mateus, mas emergiu como o líder mais influente da igreja primitiva. Embora 120 seguidores de Jesus tenha recebido o ES no dia do Pentecoste, a Bíblia registra as palavras de Pedro (At ). Ele sugeriu que os apóstolos procurassem um substituto para Judas Iscariotes (At 1.22). Ele e João foram os primeiros a realizar um milagre depois do Pentecoste, curando um paralítico na Porta Formosa (At ).

10 O livro de Atos acentua as viagens de Paulo, mas Pedro também viajou extensamente. Ele visitou Antioquia (Gl 2.11), Corinto (2Co 1.12) e talvez Roma. Pedro sentiu-se livre para servir aos gentios (At 10), mas ele é mais bem conhecido como o apóstolo dos judeus (Gl 2.8). À medida que Paulo assumir um papel mais ativo na obra da igreja e à medida que os judeus se tornavam mais hostis ao Cristianismo, Pedro foi relegado a segundo plano na narrativa do NT.

11 A tradição diz que a Basílica de São Pedro em Roma está edificada sobre o local onde ele foi sepultado. Escavações modernas sob a antiga igreja exibem um cemitério romano muito antigo e alguns túmulos usados apressadamente para sepultamentos cristãos. Uma leitura cuidadosa dos Evangelhos e do primitivo segmento de Atos tenderia a apoiar a tradição de que Pedro foi figura preeminente da igreja primitiva.

12 AS EPÍSTOLAS

13 I PEDRO A carta parece ser do apóstolo Pedro. Silvano, que acompanhou Paulo em segunda viagem missionária provavelmente tenha sido secretário de Pedro na composição de 1 Pe (5.12), o que talvez explique o estilo polido do grego da carta.

14 Pedro se dirige aos cristãos que vivem em várias partes da Ásia Menor, os quais estão sofrendo rejeição no mundo devido à sua obediência a Cristo (4.1-4, 12-16).

15 Acompanhando as várias exortações para a vida fiel em meio a uma sociedade ímpia, a salvação prometida no evangelho também está bastante em vista. A salvação futura que aguarda os crentes na revelação de Jesus é especialmente evidente no princípio da carta (1.3-13).

16 Esta é a esperança do cristão mencionada em 1.3, 13, 21; Mesmo tendo Cristo sofrido e depois sido glorificado, os cristãos deveriam antever a glória porvir, embora pudessem ser perseguidos pela fé nessa vida (1.6-7; ).

17 A paciência em meio ao sofrimento injusto é agradável a Deus (2.20). Também há uma referência ao importante objetivo dos crentes de levar os outros a Deus por meio de seus estilos de vida piedosos.

18 Os crentes levando outros a Deus Eles, portanto, proclamam os louvores de Deus (2.9), silenciam os homens loucos realizando boas obras (2.15); Ganham esposas para Cristo por seus exemplos (3.1); Envergonham os críticos ímpios ( ) e confundem antigos companheiros (4.4). Os cristãos devem ser uma força de redenção no mundo, apesar do sofrimento.

19 II PEDRO Enquanto 1Pe estimula os cristãos a encararem a oposição do mundo, 2Pe adverte os cristãos contra os falsos mestres dentro de sua comunhão que os levaria a apostasia.

20 A fidelidade à doutrina apostólica é a principal preocupação ( ; 3.1-2,15- 16). Os mestres heréticos aparecerão (2.1-2) e, na verdade, já estão em cena ( ). Eles negam o Senhor, exibem um estilo de vida sensual e estão destinados à destruição. Eles ridicularizam a ideia da volta do Senhor.

21 A carta começa com o tema de cultivar a maturidade cristã (1.2-11; ). O conhecimento em 2Pe é mais do que percepção intelectual.

22 A base para tal conhecimento são as Escrituras, chamadas de profecia ( ), e a doutrina apostólica (3.1-2,15-16).

23 O cap. 2 fornece uma descrição mais longa a respeito da advertência contra os falsos mestres.

24 O último capítulo enfatiza a segunda vinda de Cristo, objeto de ataque de zombadores, e explica porque essa esperança ainda não foi realizada. Também garante o cumprimento da promessa da volta do Senhor e ensina que sua expectativa deveria motivar os cristãos ao comportamento piedoso.


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