A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

01.Estrutura (6 slides) 10. Nono e Décimo Mandamento 02.Primeiro Mandamento (20 slides) (8slides) 03.Segundo Mandamento (7slides) 11. Virtudes (26 slides)

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "01.Estrutura (6 slides) 10. Nono e Décimo Mandamento 02.Primeiro Mandamento (20 slides) (8slides) 03.Segundo Mandamento (7slides) 11. Virtudes (26 slides)"— Transcrição da apresentação:

1 01.Estrutura (6 slides) 10. Nono e Décimo Mandamento 02.Primeiro Mandamento (20 slides) (8slides) 03.Segundo Mandamento (7slides) 11. Virtudes (26 slides) 04.Terceiro Mandamento (5 slides) 05.Quarto Mandamento (11 slides) 06. Quinto Mandamento ( 23 slides) 07. Sexto Mandamento ( 20 slides ) 08. Sétimo Mandamento (12 slides) 09. Oitavo Mandamento (13 slides) Aulas previstas: Moral especial - Dez Mandamentos 05 Moral especial - Quinto Mandamento

2 1/23 Já a revelação do AT destaca a todo o momento o valor transcendente da vida humana: Caim e Abel Gn 4, 10-11Sap 2, ( Gn 4, ); homem criado para a vida ( Sap 2, 22-23Prov 14, ); Deus é a fonte da vida ( Prov 14, 27 ); etc.. No NT sobressai ainda mais a valoração da vida : 1 Jn 1, 1 Jesus é Verbo da vida ( 1 Jn 1, 1 ), possui a vida Jn 1, 4Jn 14, 6 desde a eternidade ( Jn 1, 4 ), é a vida ( Jn 14, 6 ), etc. Moral especial - Quinto Mandamento SCDF, Donum vitae int., 5sagrada SCDF, Donum vitae int., 5: A vida humana é sagrada, porque desde o seu início é fruto da acção de Deus e permanece sempre em especial relação Só Deus com o Criador, seu único fim. Só Deus é Senhor da vida desde o começo até ninguém ao seu termo; ninguém, em qualquer circunstância, pode atribuir-se o direito matarser humano inocente de matar de modo directo a um ser humano inocente.

3 2/23 Dada a importância da vida, é lógico que a bioética cristã comece com a defesa da capacidade procriadora do homem e da mulher. Daqui, a condenação da esterilização. Esta pode ser directa ou indirecta, física ou química, temporal ou perpétua. Moral especial - Quinto Mandamento É a que se segue a uma intervenção cirúrgica ou de terapias químicas que é preciso levar a cabo, porque está em perigo a saúde. Para a licitude devem concorrer três condições : 1) que o órgão produza dano sério ou seja uma ameaça para o organismo; 2) que tal dano não se possa evitar senão mediante a extirpação ou anulação do dito órgão; 3) que a mutilação compense o bem que se espera alcançar. Razão da licitude = princípio de totalidade : é lícito eliminar um membro a favor da saúde de todo o corpo. Esterilização indirecta

4 3/23 É a que tem por objectivo eliminar um órgão reprodutivo com o fim de evitar a geração de uma nova vida. A esterilização directa fica absolutamente proibida, independentemente da recta intenção subjectiva dos agentes para prover a saúde ou para prevenir um mal físico ou psíquico que se prevê ou se teme derivará de gravidez. Certamente está mais gravemente proibida a esterilização da mesma faculdade que a de um acto, já que a primeira coadjuva um estado de esterilidade, quase sempre irreversível. E a autoridade pública não pode invocar, de maneira alguma, a sua necessidade ao bem comum, porque seria SCDF, Sobre a lesivo da dignidade e inviolabilidade da pessoa humana( SCDF, Sobre a esterilização ( ) esterilização ( ) ). Moral especial - Quinto Mandamento Esterilização directa

5 4/23 Moral especial - Quinto Mandamento O início de uma nova vida é um mistério no qual, juntamente com os esposos, Deus intervém com a criação individual da alma. Tal grandiosa origem começa a desenhar-se a partir do momento em que essa acção criadora se converte num artificio produtor de vida: a vida cria-se, não se fabrica; é uma pessoa, não um mecanismo artificioso. Donum vitae II, 1 Donum vitae II, 1 : A tradição da Igreja e a reflexão antropológica reconhecem no matrimónio e na sua unidade indissolúvel o único lugar digno de uma procriação verdadeiramente responsável. A procriação artificial é a que se leva a cabo separando o acto conjugal da fecundação. Quando a intervenção técnica substitui o acto conjugal, é Donum vitae II, 6 moralmente ilícita ( Donum vitae II, 6 ).

6 5/23 A razão pela qual a moral rechaça a fecundação artificial assistida é porque desnaturaliza o acto conjugal, que encerra duas realidades intimamente relacionadas entre si e que não podem separar-se: o significado unitivo e o procriador. FIVET homóloga : técnica encaminhada a conseguir uma concepção humana mediante a união in vitro (no laboratório ) de gâmetas dos esposos unidos em matrimónio. Inseminação artificial homóloga : técnica dirigida a conseguir uma concepção humana mediante a transferência as vias genitais de uma mulher casada do sémen previamente tomado do marido. Moral especial - Quinto Mandamento Fecundação ou procriação artificial homóloga Praticadas dentro do casal, estas técnicas são talvez menos prejudiciais, mas não deixam de ser moralmente reprováveis. CCE 2377 Dissociam o acto sexual do acto procriador ( CCE 2377 ).

7 6/23 - É a FIVET heteróloga : técnica encaminhada em conseguir uma concepção humana através da união in vitro de gâmetas extraídos pelo menos de um dador diverso dos esposos unidos em matrimónio. - Inseminação artificial heteróloga : técnica dirigida a obter uma concepção humana mediante a transferência para as vias genitais da mulher do sémen previamente recolhido de um dador diverso do marido. A fecundação artificial heteróloga é contrária à unidade do matrimónio, à dignidade dos esposos, à própria vocação dos pais e o direito dos filhos a ser concebidos e trazidos ao mundo no matrimónio e pelo matrimónio. (...) Constitui uma violação do compromisso recíproco dos esposos e uma falta grave contra a propriedade essencial do matrimónio que é a unidade Donum vitae II, 2 ( Donum vitae II, 2 ). Moral especial - Quinto Mandamento Fecundação ou procriação artificial heteróloga

8 7/23 Moral especial - Quinto Mandamento As técnicas artificiais, além disso, levam consigo a implantação, por segurança, de vários óvulos, o qual facilita a prática da redução embrionária, ou seja, a eliminação de um ou mais embriões, e fomenta a prática da congelação dos embriões sobrantes. Lesões graves da dignidade da vida humana. Não se considera fecundação artificial a ajuda médica quer para supe- rar as dificuldades que impedem que o acto conjugal se realize plena- mente, ou para que se facilite o encontro do óvulo e o espermatozóide. Trata-se de uma assistência técnica que vence algum obstáculo para que se alcance a finalidade do acto conjugal dos esposos e sem dissociar os seus aspectos unitivos e procriativos. Ajudar, sim ; substituir, não.

9 8/23 Evangelium vitae, 63 Evangelium vitae, 63 : Uma atenção especial merece a valoração moral das técnicas de diagnóstico pré-natal, que permitem identificar precoce- mente eventuais anomalias da criança por nascer. (...) Estas técnicas são moralmente lícitas quando estão isentas de riscos desproporcionados para a criança ou para a mãe e estão orientadas a possibilitar una terapia precoce ou também a favorecer uma serena e consciente aceitação da criança por nascer. Mas a mentalidade eugenésica que aceita o aborto selectivo é ignominiosa e totalmente reprovável, porque pretende medir o valor de uma vida humana seguindo somente parâmetros de normali- dade e de bem estar físico. Moral especial - Quinto Mandamento

10 9/23 Donum vitae I, 6 Donum vitae I, 6 : As técnicas de fecundação in vitro podem tornar possíveis outras formas de manipulação biológica ou genética de embriões humanos, como: as tentativas e projectos de fecundação entre gâmetas humanos e animais e a gestação de embriões humanos em útero de animais ; e a hipótese e o projecto de construção de úteros artificiais para o embrião humano. Estes procedimentos são contrários à dignidade do ser humano própria do embrião e, ao mesmo tempo, lesam o direito da pessoa a ser concebida e a nascer no matrimónio e do matrimónio. Também as tentativas e as hipóteses de obter um ser humano sem qualquer conexão com a sexualidade mediante fusão gemelar, clonagem, partenogénese, devem ser consideradas contrárias à moral enquanto estão em contraste com a dignidade quer da procria- ção humana quer da união conjugal. Moral especial - Quinto Mandamento

11 10/23 Ab-ortus = privar de nascimento; aborior = matar. Portanto abortar significa matar um ser da espécie humana. Por rigor intelectual se há-de rechaçar outra terminologia falsa (ex.: interrupção voluntária da gravidez, pois no aborto não há possibilidade de reanimar a vida como é inerente à palavra interrupção). A dignidade da vida dá lugar a um principio inviolável : toda a vida humana deve ser respeitada, o que exige que se proteja e defenda também a concebida e ainda a não nascida. A condenação do aborto já é uma questão científica, dado que os avanços da medicina mostram que, desde a concepção, o zigoto tem o seu próprio código genético, de modo que constitui um indivíduo diferente da sua mãe. a b c Moral especial - Quinto Mandamento

12 11/23 Moral especial - Quinto Mandamento Abundantes condenações dos Padres. Didake V, 2 Exemplos: Didake V, 2 : Não matarás o teu filho no Tertuliano seio da mãe; Tertuliano : É um homicídio anteci- pado impedir o nascimento; pouco importa que su- prima a vida já nascida ou se a faça desaparecer ao nascer. É um homem que está a caminho de o Apologeticum IX, 8 ser ( Apologeticum IX, 8 ). Desde sempre a ética e a ciência médica condenaram o aborto. Exemplo: o primeiro Código ético da medicina, o Juramento Hipocrático (século V antes de Cristo): Jamais darei a quem quer que seja medica- mento mortal, por muito que mo solicitem; nem administrarei abortivo a nenhuma mulher. Excomunhão latae sententiae se se produz o aborto (CIC 1398).

13 12/23 CCE 2268 CCE 2268 : O quinto mandamento proíbe como gravemente pecaminoso o homicídio directo e voluntário. O assassino e quantos colaboram no assassinato, cometem um pecado que brada ao Céu. CCE 2297 CCE 2297 :O terrorismo que ameaça, fere e mata sem discriminação é gravemente contrário à justiça e à caridade. É intrin- secamente perverso, jamais justificável, mesmo que se trate de iludir o juízo moral justificando-o ideologicamente. Idem Idem : A tortura, que usa a violência física ou moral, para arrancar con- fissões, para castigar culpados, atemorizar opositores, ou satisfazer ódios, é contrária ao respeito pel a pessoa e pela dignidade humana. Moral especial - Quinto Mandamento

14 13/23 que o agressor intente causar um mal muito grave ; 1 Moral especial - Quinto Mandamento Para que possa falar-se de legítima defesa, que não se opõe ao quinto mandamento, mesmo que possa seguir-se a morte do injusto agressor, são requeridas as seguintes condições: que se trate de verdadeira agressão física (não bastam as ameaças a não ser que se esteja seguro de que são o prelúdio da agressão); 2 que a agressão seja, de verdade, injusta ; 3 para se defender legitimamente não se requer que o agressor actue de modo voluntário (louco...); 4 que o agredido não tenha outro meio para se defender (fugir...); 5 que a reacção defensiva seja imediata à agressão (não vingança); 6 deve guardar a moderação devida. 7

15 14/23 O magistério insiste em que deve atender-se não só às possibilidades técnicas, mas também a que o científico deve considerar se se adequam ou não aos princípios éticos. Pío XIIDiscurso Pío XII ( Discurso ) Apontou três princípios que devem regular a experimentação: o interesse da ciência (a ciência e a investigação devem estar de acordo a respeito da ordem dos valores); o bem do paciente (o homem não é dono absoluto da sua vida, pelo que não pode dispor a seu bel prazer dela); o interesse da comunidade (avaliar os bens físicos e morais para o futuro da humanidade). Moral especial - Quinto Mandamento Investigação científica na ciência médica

16 15/23 Moral especial - Quinto Mandamento A vida é um dom de Deus que o homem deve agradecer e cuidar com esmero. Fora das comuns doenças, as causas mais frequentes que ocasionam mal à saúde são o alcoolismo e o uso das drogas. O alcoolismo é um pecado grave, por quanto debilita a saúde e diminui ou anula as faculdades intelectuais e facilita o acesso a outras experiências mais graves (droga). Além disso o indivíduo pode ser responsável pelos danos que provoca no estado de embriaguez. O uso da droga é um pecado especialmente grave. Diminui ou anula as faculdades psíquicas, e causa no individuo verdadeiros estragos físicos e psíquicos. Droga dependência. SIDA.

17 16/23 Moral especial - Quinto Mandamento CCE 2280 CCE 2280 : Cada qual é responsável perante de Deus pela vida que Ele lhe deu. Deus é o senhor soberano da vida; devemos recebê-la com reconhecimento preservá-la para sua honra e salvação das nossas almas. Nós somos administradores e não proprietários da vida que Deus nos confiou. Não podemos dispor dela. CCE 2281 CCE 2281 : O suicídio contraria a inclinação natural do ser humano para conservar e perpetuar a própria vida. É gravemente contrário ao justo amor de si mesmo. Ofende também o amor ao próximo porque rompe injustamente os laços de solidariedade com a sociedade familiar, nacional e humana com as quais estamos obrigados. O suicídio é contrário ao amor do Deus vivo. Suicídio, 1

18 17/23 Moral especial - Quinto Mandamento CCE 2282 CCE 2282 : Perturbações psíquicas graves, a angústia, ou o temor grave duma provação, dum sofrimento, da tortura, são circunstâncias que podem diminuir a responsabilidade do suicida. CCE 2283 CCE 2283 : Não se deve desesperar da salvação eterna das pessoas que se suici- daram. Deus pode ter-lhes facilitado, por caminhos que só Ele conhece, a ocasião de um arrependimento salvador. A Igreja ora pelas pessoas que atentaram contra a própria vida. Suicídio, 2

19 18/23 Moral especial - Quinto Mandamento A guerra é sempre um mal. CCE 2308 Cada cidadão e cada governante deve trabalhar no sentido de evitar as guerras ( CCE 2308 ). Enquanto exista o risco de guerra e falte uma Autoridade internacional competente e provida da força correspondente, uma vez esgotados todos os meios de acordo pacífico, não se poderá negar aos governos o direito à Gaudium et spes 79 legítima defesa ( Gaudium et spes 79 ).

20 19/23 Moral especial - Quinto Mandamento Quatro condições para uma guerra ser defensiva e justa : - Que o prejuízo causado pelo agressor à nação ou comunidade de nações seja duradouro, grave e certo ; - Que todos os restantes meios para pôr fim à agressão tenham resultado imprati- cáveis ou ineficazes; - Que estejam reunidas condições sérias de êxito; - Que o emprego das armas não traga consigo males e desordens mais graves do que o mal a eliminar. O poder dos meios modernos de destruição obriga a uma prudência extre- CCE 2309 ma na apreciação desta condição ( CCE 2309 ).

21 20/23 O ensino tradicional da Igreja não exclui, suposta a plena comprovação da identidade e da responsabilidade do culpável, o recurso à pena de morte, se esta fosse o único caminho possível para defender eficazmente do agressor CCE 2267 injusto as vidas humanas( CCE 2267 ). Mas se os meios não cruentos bastam para proteger e defender do agressor a segurança das pessoas, a autoridade se limitará a tais meios, porque eles correspondem melhor às condições concretas do bem comum e estão mais Idem em conformidade com a dignidade da pessoa humana ( Idem ). Actualmente, com efeito, como consequência das possibilidades que tem o Estado para reprimir eficazmente o crime (...), os casos em que seja absoluta- mente necessário suprimir o réu sucedem raramente, se é que haja alguns Evangelium vitae 56Idem ( Evangelium vitae 56 ) ( Idem ). Moral especial - Quinto Mandamento

22 21/23 Evangelium vitae 65 Evangelium vitae 65 : De acordo com o Magistério dos meus Predecessores e em comunhão com os Bispos da Igreja Católica, confirmo que a eutanásia é uma grave violação da Lei de Deus, enquanto eliminação deliberada e moralmente inaceitável de uma pessoa humana. Esta doutrina fundamenta-se na lei natural e na palavra de Deus escrita ; é trans- mitida pela tradição da Igreja e ensinada pelo Magistério ordinário universal. (Verdade ensinada como definitiva ). Moral especial - Quinto Mandamento A moral católica rechaça o encarniçamento terapêutico, tentativa de prolon- gar a vida mais do devido com meios extraordinários ou desproporcionados.

23 22/23 Moral especial - Quinto Mandamento Dignidade do homem e grandeza da vida são razões pelas quais o cristianismo mantém o respeito pelo cadáver. Além disso, professa como dogma central a ressurreição dos corpos. CCE 2300 Por isso, afirma que os corpos dos defuntos devem ser tratados com respeito e caridade na fé e na esperança da ressurreição. Enterrar os mortos é uma obra de misericórdia corporal ( CCE 2300 ). O dom gratuito de órgãos depois da morte é legítimo CCE 2301 e pode ser meritório ( CCE 2301 ). A Igreja permite a cremação quando com ela não está posta em causa Idem a fé na ressurreição dos corpos ( Idem ).

24 23/23 Ficha técnica Bibliografia Estes Guiões são baseados nos manuais da Biblioteca de Iniciação Teológica da Editorial Rialp (editados em português pela editora Diel) Slides Original em português europeu - disponível em inicteol.googlepages.com


Carregar ppt "01.Estrutura (6 slides) 10. Nono e Décimo Mandamento 02.Primeiro Mandamento (20 slides) (8slides) 03.Segundo Mandamento (7slides) 11. Virtudes (26 slides)"

Apresentações semelhantes


Anúncios Google