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Aula 12 Pagamentos especiais Prof. Alexandre Guerra.

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1 Aula 12 Pagamentos especiais Prof. Alexandre Guerra

2 2 1.Pagamentos especiais (indireto) 2.Pagamento em consignação 3.Pagamento com sub-rogação 4.Imputação do pagamento 5.Dação em pagamento

3 3 1.PAGAMENTO EM CONSIGNAÇÃO 2.Pagamento é a realização voluntária da prestação devida e a satisfação do interesse do credor. 3.DEVEDOR TEM O DEVER E O DIREITO DE PAGAR 4.DEVER DE COOPERAÇÃO do credor para que o devedor se libere da obrigação 5.Art CONSIDERA-SE PAGAMENTO, e EXTINGUE A OBRIGAÇÃO, o depósito judicial OU EM ESTABELECIMENTO BANCÁRIO da coisa devida, nos casos e forma legais. 6.HIPÓTESES: 7.Art A consignação tem lugar: I - se o credor não puder, ou, sem justa causa, recusar receber o pagamento, ou dar quitação na devida forma; II - se o credor não for, nem mandar receber a coisa no lugar, tempo e condição devidos; III - se o credor for incapaz de receber, for desconhecido, declarado ausente, ou residir em lugar incerto ou de acesso perigoso ou difícil; IV - se ocorrer DÚVIDA sobre quem deva legitimamente receber o objeto do pagamento; V - se pender LITÍGIO sobre o objeto do pagamento.

4 4 1.REQUISITOS: Art Para que a consignação tenha força de pagamento, será mister concorram, em relação às pessoas, ao objeto, modo e tempo, todos os requisitos sem os quais não é válido o pagamento. 2.Art O depósito requerer-se-á no lugar do pagamento, CESSANDO, tanto que se efetue, para o depositante, OS JUROS DA DÍVIDA E OS RISCOS, salvo se for julgado improcedente. 3.Art Enquanto o credor não declarar que aceita o depósito, ou não o impugnar, poderá o devedor requerer o levantamento, pagando as respectivas despesas, e subsistindo a obrigação para todas as conseqüências de direito. 4.Art Julgado procedente o depósito, o devedor já não poderá levantá- lo, embora o credor consinta, senão de acordo com os outros devedores e fiadores. 5.Art O credor que, depois de contestar a lide ou aceitar o depósito, aquiescer no levantamento, perderá a preferência e a garantia que lhe competiam com respeito à coisa consignada, ficando para logo desobrigados os co-devedores e fiadores que não tenham anuído.

5 5 1.PAGAMENTO EM CONSIGNAÇÃO 2.Art Se a coisa devida for imóvel ou corpo certo que deva ser entregue no mesmo lugar onde está, PODERÁ O DEVEDOR CITAR O CREDOR para vir ou mandar recebê-la, sob pena de ser depositada. 3.Art Se a escolha da coisa indeterminada competir ao credor, será ele citado para esse fim, sob cominação de perder o direito e de ser depositada a coisa que o devedor escolher; feita a escolha pelo devedor, proceder-se-á como no artigo antecedente. 4.Art As DESPESAS COM O DEPÓSITO, quando julgado PROCEDENTE, correrão à conta do CREDOR, e, no caso contrário, à conta do devedor. 4. Art O devedor de OBRIGAÇÃO LITIGIOSA exonerar-se-á mediante consignação, mas, se pagar a qualquer dos pretendidos credores, tendo conhecimento do litígio, ASSUMIRÁ O RISCO do pagamento. 5. Art Se a dívida se vencer, pendendo litígio entre credores que se pretendem mutuamente excluir, poderá qualquer deles requerer a consignação.

6 6 1.DO PAGAMENTO COM SUB-ROGAÇÃO 2.Art A sub-rogação opera-se, de pleno direito, em favor: (LEGAL) I - do credor que paga a dívida do devedor comum; II - do adquirente do imóvel hipotecado, que paga a credor hipotecário, bem como do terceiro que efetiva o pagamento para não ser privado de direito sobre imóvel; III - do terceiro interessado, que paga a dívida pela qual era ou podia ser obrigado, no todo ou em partE. 3. Art A sub-rogação é convencional: (CONVENCIONAL) I - quando o credor recebe o pagamento de terceiro e expressamente lhe transfere todos os seus direitos; II - quando terceira pessoa empresta ao devedor a quantia precisa para solver a dívida, sob a condição expressa de ficar o mutuante sub-rogado nos direitos do credor satisfeito. Art Na hipótese do inciso I do artigo antecedente, vigorará o disposto quanto à cessão do crédito.

7 7 1.DO PAGAMENTO COM SUB-ROGAÇÃO 2.Art A sub-rogação transfere ao novo credor TODOS OS DIREITOS, ações, privilégios e garantias do primitivo, em relação à dívida, contra o devedor principal e os fiadores. 3. Art Na sub-rogação legal o sub-rogado não poderá exercer os direitos e as ações do credor, senão até à soma que tiver desembolsado para desobrigar o devedor. 4. Art O credor originário, só em parte reembolsado, terá preferência ao sub-rogado, na cobrança da dívida restante, se os bens do devedor não chegarem para saldar inteiramente o que a um e outro dever.

8 8 1.DA IMPUTAÇÃO DO PAGAMENTO 2.CONCEITO Art A pessoa OBRIGADA POR DOIS OU MAIS DÉBITOS da MESMA NATUREZA, a UM SÓ CREDOR, tem o DIREITO DE INDICAR a qual deles oferece pagamento, se todos forem líquidos e vencidos. 3. Art NÃO TENDO O DEVEDOR DECLARADO em qual das dívidas líquidas e vencidas quer imputar o pagamento, se aceitar a quitação de uma delas, não terá direito a reclamar contra a imputação feita pelo credor, salvo provando haver ele cometido violência ou dolo. 4.Art Havendo CAPITAL E JUROS, o pagamento imputar-se-á primeiro nos juros vencidos, e depois no capital, salvo estipulação em contrário, ou se o credor passar a quitação por conta do capital. 5. Art Se o devedor não fizer a indicação do artigo 352, e a quitação for omissa quanto à imputação, esta se fará nas dívidas LÍQUIDAS E VENCIDAS EM PRIMEIRO LUGAR. Se as dívidas forem todas líquidas e vencidas ao mesmo tempo, a imputação far-se-á na MAIS ONEROSA.

9 9 1.DA DAÇÃO EM PAGAMENTO Art O credor pode consentir em receber prestação diversa da que lhe é devida. 2. Art Determinado o preço da coisa dada em pagamento, as relações entre as partes regular-se-ão pelas normas do contrato de compra e venda. 3. Art Se for título de crédito a coisa dada em pagamento, a transferência importará em cessão. 4. Art Se o credor for evicto da coisa recebida em pagamento, restabelecer-se-á a obrigação primitiva, ficando sem efeito a quitação dada, ressalvados os direitos de terceiros.


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