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Os Estruturalismos Aula 27 Matrizes compreensivas.

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Os Estruturalismos Profª. Teresa Cristina Barbo Siqueira Matrizes compreensivas Bibliografia: Figueiredo, Luís Cláudio M. Matrizes do pensamento psicológico.

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1 Os Estruturalismos Aula 27 Matrizes compreensivas

2 Matrizes Cientificistas Matriz Matriz Matriz Nomotética Atomicista Funcionalista e e e Quantificadora Mecanicista Organicista Matrizes Românticas e Pós- Românticas Matriz Matrizes Matriz Vitalista Compreensivas Fenomenológica e e Naturista Existencialista Bergson Husserl Historicismo Estruturalismos Idiográfico Dilthey Gestalt Antropologia Linguística

3 A problemática estruturalista Organismo: anti-elementarista, globalizante e sistemático. Na biologia: complementaridade - partes do todo com um significado funcional: adaptação e homeostase No romantismo: interdependência – não exclui o conflito. Organismo é uma totalidade expressiva, linguagem natural ou cultural em que se podem ler as mensagens produzidas pelas forças da natureza e do espírito. –Tarefa compreensiva e interpretativa de decifrar o organismo enquanto mensagem –Ressaltar das diferenças

4 A problemática estruturalista Hermenêutica: método comparativo Normal e Patológico (desaparece o privilégio do organismo normal) Todos os organismos, enquanto formas simbólicas, são igualmente merecedores de trabalho interpretativo e comparativo O romantismo é uma estética antes de ser uma epistemologia, é a estética do exagero, da exaltação, da melancolia, da obscuridade, da monstruosidade, do dilaceramento, das formas... Cuja expressividade é sublinhada sobre e contra a funcionalidade (Figueiredo, 1997, pp. 153)

5 Problema epistemológico: Como estudar cientificamente as vivências? Como estudar o autoconhecimento, a auto-reflexão?

6 Estruturalismo representou um conjunto de soluções mais rigoroso em termos metodológicos para de determinar o que era verdadeiro e o que era falso nas totalidades simbólicas Critérios positivos: Investigação imanente: objetivação das totalidades simbólicas: Neutralização do sujeito – desprende das conexões subjetivas (intenções comunicativas) e das que interpretam (intenções compreensivas) A problemática estruturalista

7 Positivismo das ciências humanas x Noções de sentido, significado e sistema simbólico - o diferencia das ciências naturais. Positivista no sentido de encontrar uma positividade, um empírico para tomar como referência Qual será a positividade desta visão de ciência humana? O código

8 O código A reconstrução do sentido pressupunha um sistema de interpretação que não poderia ser universal nem prévio (x individualização) e nem poderia ser totalmente ad hoc (x arbitrariedade de interpretações) Deve-se estudar o código, o conjunto de regras que permitem a emissão e deciframento das mensagens. Os códigos são as diferentes linguagens. São universais (universal x particular e NÃO inato x aprendido)

9 Níveis de organização do código: Empírico (vivenciado): A organização aparece nas interconexões das ocorrências do mundo fenomenal, nas formas que se oferecem na consciência Teórico (construído): A organização se manifesta no processo de dotação de forma e sentido (nível profundo e inconsciente)

10 Teorias relacionadas com o Estruturalismo Psicologia da Forma - Gestalt Formalistas Russos Lingüística de Saussure Gramática Gerativa Estruturalismo na Antropologia Psicanálise Francesa

11 Gestalt A psicologia da forma Na Europa, consistiu em uma alternativa à psicologia elementarista, associacionista e introspeccionista Wundt – conceito de síntese criadora: a associação de elementos básicos não é um processo mecânico e meramente aditivo.

12 A experiência imediata Dado básico da psicologia da forma Wundt: Dissecar a experiência para achar unidades mínimas com realidade própria e reconstruir fenômenos complexos Gestalt: –Negar realidade independente dos elementos (Ehrenfels) –Descrever e compreender os fenômenos que se oferecem espontaneamente na experiência –Descrição e compreensão devem guiar a procura das explicações a serem encontradas em termos das leis gerais que organizam a experiência espontânea. –Os fenômenos captados na experiência imediata são dotados de significado.

13 WUNDT síntese criadora vs realidade própria dos elementos introspecção formal (Leipzig) EHRENFELShá qualidades formais – das configurações Christian von dimensão que só existe no contexto estrutural Obra: Über Gestaltqualität – 1980 KULPEpensamento sem imagens rompe a associação linear entre conteúdo e idéia (Würzburg)introspecção informal Obra: Compêndio de Psicologia – 1893 WERTHEIMER phi-fenômeno Fundador da Psicologia Gestalt Obra: Experimentelle Studien über das Sehen von der Gestalt

14 Gestalt objeto: experiência organizada como uma estrutura (fora da consciência [pré-reflexão]) método = descrever, compreender, experimentar, explicar (leis universais) projeto experimental: figuras incompletas e figuras ambíguas justificativa ontológica e epistêmica: equivalência entre princípios fisiológicos e princípios psicológicos

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18 Princípios da Gestalt Relação parte e todo Campo Isomorfismo Contemporaneidade Nativismo vs. Empirismo

19 Princípios da Gestalt Organização Proximidade – os elementos próximos no tempo ou no espaço tendem a ser percebidos juntos. Ex: 3 pares Similaridade - Sendo as outras condições iguais, os elementos semelhantes tendem a ser vistos como pertencentes à mesma estrutura. Direção - Tendemos a ver as figuras de manteira tal que a direção continue de um modo fluido.

20 Princípios da Gestalt –Disposição objetiva – Quando vemos um certo tipo de organização, continuamos a vê-lo, mesmo quando os fatores de estímulo que levaram à percepção original estão agora ausentes. (Tendência a ver pares de pontos como na esquerda )

21 Princípios da Gestalt Destino comum – Os elementos deslocados, de maneira semelhante de um grupo maior tendem eles próprios, por sua vez, a serem agrupados.

22 Princípios da Gestalt Prägnanz - As figuras são vistas de um modo tão bom quanto possível, sob as condições do estímulo. A boa figura é uma figura estável. A figura resultante é mais pregnante (subprincípio de fechamento). Uma boa figura é aquela que não pode se tornar mais simples ou mais ordenada por um deslocamento perceptual.

23 Formalistas Russos Origens dos estruturalismos Teoria da literatura – formalista e estruturalista O significado de uma estória se encontra em descobrir a sua estrutura ao invés de, por exemplo, descobrir a intenção do autor que a escreveu Tendência cientificista de isolar a obra de suas conexões subjetivas para enfocá-la objetivamente como entidade auto-subsistente e definida apenas pelas relações internas de interdependência de seus elementos

24 Formalistas Russos Propp: identificação de elementos universais em contos fantásticos e os princípios de organização destes elementos Busca de uma matriz comum – Urphänomen, segundo Goethe. Trata-se de um objeto construído e não de um objeto da experiência imediata, alvo da intuição concreta.


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