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Teoria da Evolução: uma revolu ç ão ontol ó gica. O Funcionalismo Aula 09.

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1 Teoria da Evolução: uma revolu ç ão ontol ó gica. O Funcionalismo Aula 09

2 Contexto Psicologia Cient í fica estabelecida. Busca de leis para explicar fenômenos mentais enquanto elementos mecanicamente associados M é todo da introspec ç ão controlada na busca de elementos b á sicos da experiência comum (sensa ç ões) Busca da experiência mais pura - mais ingênua ?

3 A matriz mecanicista atomista não explicava Reprodução Desenvolvimento Autoconservação Vitalismo: Uma doutrina filosófica que entendia que a vida não pode ser inteiramente explicada em termos de princípios fisioquímicos. Biologia: conceitos de organismo, função, evolução e desenvolvimento.

4 Plasticidade e desenvolvimento ontogenético: (2 teorias) Mecanicista que falava de um desenvolvimento quantitativo - defendia o conceito de um ser pré-formado - um ser já concebido e nascido em sua forma definitiva Epigeneticista - o desenvolvimento entendido como um processo de diferenciação auto- regulado em que partes de organismo exercem um controle sobre o crescimento das outras.

5 Id é ias psicol ó gicas e pensamento evolutivo preexistiam a Wundt e Darwin. Ap ó s Darwin, a relação entre biologia e psicologia passa de paralela para interativa

6 Psicologia e Biologia A psicologia interessou aos bi ó logos porque se propõe a estudar os fenômenos mentais. Mente não é mais vista como d á diva divina, mas uma caracter í stica presente, relacionada à s fun ç ões adaptativas do organismo

7 Biologia e Psicologia A biologia interessou aos psic ó logos em termos de pr á tica cient í fica (epistemologia e l ó gica) e de defini ç ões ontol ó gicas. Posição biol ó gica sobre as fun ç ões mentais

8 Epistemologia M é todo gen é tico: Mente tem diferentes graus de complexidade na linhagem evolutiva das esp é cies ancestrais Na psicologia comparativa: estudo das manifesta ç ões mentais em animais inferiores - uso de animais como sujeitos de pesquisa. Na psicologia do desenvolvimento: compara ç ão de fun ç ões desenvolvidas em adultos com fun ç ões ausentes/deficientes em crian ç as.

9 M é todo psicom é trico: Trabalho com probabilidades e não fun ç ões matem á ticas na biologia e psicologia.

10 L ó gica L ó gica: funcionalidade adaptativa e não mais causalidade mecânica (Descartes)

11 Biologia unificada com a teoria da evolu ç ão marca a psicologia ao introduzir as no ç ões de Organismo. Ambiente. Adaptação (Fun ç ão adaptativa)

12 Debate Inatismo x Experiência Nurture x Nature Prevalência da hereditariedade ou do ambiente nas fun ç ões psicol ó gicas? Fenômenos entendidos como caracter í sticas do organismo em fun ç ão da adapta ç ão ao meio Questionamento da validade de estudos em laborat ó rio, em condi ç ões ambientais estritamente controladas

13 Novos m é todos para coleta de dados M é todos observacionais Instrumentos de papel - question á rios e testes mentais

14 Antecedentes de Darwin Pensamento evolutivo vinha sendo enunciado desde o tempo da Gr é cia antiga Conde de Buffon, de Maupertius e de Lineu Lamarck: rompeu definitivamente com a no ç ão de esp é cies fixas e imut á veis desde a cria ç ão 1ª lei: alterações comportamentais ocasionadas por mudan ç as ambientais obrigam o indiv í duo a usar alguns ó rgãos mais que outros, modificando-os ou extinguindo-os. 2 ª lei: Tais mudan ç as são herdadas pela prole dos indiv í duos modificados.

15 Charles Robert Darwin ( ) Achados geol ó gicos de Charles Lyell indicavam que a forma da Terra nem sempre foi como se conhece hoje Thomas Malthus enunciava a rela ç ão de que a popula ç ão cresce em PG e a disponibilidade de alimentos, em PA - mais indiv í duos e menos alimentos geram disputa pela sobrevivência Pr á tica de sele ç ão artificial de animais e plantas na Europa - Darwin no rumo da heran ç a de caracter í sticas não atribuiu mudan ç as ao uso e desuso.

16 Viagem para a Am é rica do Sul, Oceania, etc. Perguntas: Por que alguns indiv í duos morrem e outros sobrevivem à s mesmas condi ç ões ambientais? Por que a popula ç ão de animais de uma esp é cie em uma ilha tem caracter í sticas diferentes (cores de plumagem, bico maior) das popula ç ões de outras ilhas pr ó ximas?

17 : A Origem das Esp é cies Princ í pios da teoria da sele ç ão Natural H á na natureza uma competi ç ão pela sobrevivência que premia os indiv í duos melhor adaptados ao ambiente em que vivem Al é m da sele ç ão pela sobrevivência, h á a sele ç ão sexual, pela qual indiv í duos com certas caracter í sticas têm maior probabilidade de ser escolhidos por potenciais parceiros sexuais para procriar

18 Instintos x h á bitos Instinto é uma a ç ão que é realizada por qualquer animal, mesmo muito jovem sem qualquer experiência, ou que é realizada por um grande n ú mero de indiv í duos de uma esp é cie da mesma maneira. Instintos são herdados, h á bitos têm importância secund á ria para a sele ç ão. Ex.: A ação de construir ninho

19 1872: A Expressão Emocional do Homem e nos Animais A contração de m ú sculos faciais e a emissão de sons, relacionadas a estados emocionais do organismo, são a ç ões comuns dos homens e dos animais. Certas formas de expressão somente apareceram na esp é cie humana ap ó s o surgimento de certas estruturas corporais: ex.: choro no sofrimento.

20 1871: A Descendência do Homem Ancestral comum do homem e dos macacos A diferen ç a mental entre homem e animais superiores, por maior que seja, é de grau, e não de tipo. As mais altas emo ç ões e faculdades humanas podem ser encontradas de forma incipiente em animais inferiores. Mente passa a ser considerada fun ç ão adaptativa que se distribui num cont í nuo. Para Darwin, at é insetos expressam raiva, terror, amor e ci ú mes. At é então, prevalecera a no ç ão de Descartes de que os animais eram autômatos e se comportavam exclusivamente em fun ç ão de processos mecânicos. A vida mental era reservada aos humanos, esp é cie escolhida por Deus.

21 Herbert Spencer ( ) Soci ó logo e fil ó sofo inglês Influenciado por Comte e Darwin Defendeu no ç ões otimistas e liberais de individualismo e progresso, com prevalência do indiv í duo sobre a sociedade e da ciência sobre a religião. Possivelmente, primeiro pensador a aplicar crit é rios evolutivos a á reas de humanas como Sociologia e Psicologia. Entendia que assim como os organismos, a sociedade e a mente evoluem e progridem no intuito de adaptar-se.

22 Função adaptativa: princ í pio pelo qual os ó rgãos dos seres vivos se diferenciam. Embora reconhecesse a influência das mudan ç as ambientais nos organismos, Spencer privilegiava a hereditariedade (assim como Galton) na explica ç ão das aptidões humanas. As capacidades individuais eram inatas. Para o inatismo de Spencer, os indiv í duos herdam as capacidades adaptativas de seus antepassados ao longo da evolu ç ão. (inatismo diferente de Descartes e de Kant)

23 Francis Galton ( ) International Health Exibition - Londres Influência das descobertas de Charles Darwin Análise das raças em termos de adaptação (dons especiais se perpetuam nas famílias - sugere aprimorar a linhagem do Homo Sapiens Sapiens) Inclinação para a quantificação: inventa o Coeficiente de Correlação (Karl Pearson será seu seguidor em seu laboratório)

24 Conwy Llyod Morgan ( ) Um dos fomentadores da psicologia comparativa Entendia que o objeto da psicologia é o comportamento corporal observ á vel Nunca devemos interpretar uma a ç ão como resultado do exerc í cio de uma faculdade mental mais elevada, se pudermos explicar como resultado de exerc í cio de uma faculdade inferior na hierarquia psicol ó gica. Influenciou Thorndike nos EUA (1896)

25 Princ í pio da biologia evolutiva para a vida individual: O organismo se adapta ao ambiente, visando à homeostase. Organismo Organismo vivo: organizado em estruturas hier á rquicas Os mais complexos têm capacidade de auto-regula ç ão e plasticidade do comportamento Ambiente Meio externo ao organismo. Conjunto de recursos naturais necess á rios à sobrevivência, que tamb é m a desafia. Intera ç ão com outros membros na disputa por alimento e reprodu ç ão. Adapta ç ão Processo de inserção do organismo no ambiente. Capacidade de auto- regula ç ão e aprendizagem permitem respostas adequadas do organismo à s condi ç ões ambientais.

26 Funcionalismo Estudo da totalidade das ações (e não mais as frações de fenômenos estudadas pela introspecção) observação objetiva Introspecção Experimentação O que ocorre na experiência interior O que ocorre na experiência exterior

27 Funcionalismo O funcionalismo é uma linha de investigação em filosofia da mente segundo a qual a mente, ou os estados mentais, são caracterizados pelo papel funcional que exercem no sistema, independentemente do tipo de substrato físico.

28 An á lise funcional enquanto sistêmica e estrutural Não pode haver um período inicial dedicado apenas à análise e à identificação dos elementos mínimos que seria então sucedido por outro, dedicado à síntese destes elementos. O funcionamento global é pressuposto em todas as operações analíticas. (p. 76 do livro MPP) Intencionalidade = meta adaptativa.


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