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PROF. ALEXANDRE ROSA DOS SANTOS Engenheiro Agrônomo - UFES Mestrado em Meteorologia Agrícola – UFV Doutorado em Engenharia Agrícola - UFV Linguagem, comunicação.

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1 PROF. ALEXANDRE ROSA DOS SANTOS Engenheiro Agrônomo - UFES Mestrado em Meteorologia Agrícola – UFV Doutorado em Engenharia Agrícola - UFV Linguagem, comunicação e interação

2 Gestos, desenhos, movimentos, símbolos, palavras, silêncio… O ser humano dispõe de diferentes linguagens para se comunicar com o mundo e com as pessoas. No entanto, parece que a palavra tem sido o instrumento preferido para ojetivar seu pensamento, interagir com o outro e se fazer compreender. A gramática precisa apanhar todos os dias para saber quem é que manda. (Luis Fernando Verissimo) As palavras, afinal, vivem na boca do povo. E são faladíssimas. (Luis Fernando Verissimo) Éa fala que faz evoluir a língua (Ferdinand de Saussure)

3 Estudo de uma língua examinada como sistema de meios de expressão (Saussure, 1922, 185). Mais estritamente é o estudo dos fonemas, ou Morfologia, e dos processos de estruturação doSintagma. Ao lado dessa gramática propriamente dita, chamada descritiva, porque se propõe a fazer a descrição da língua, há a tradicional gramática normativa, apresentação do que estabelece numa língua dada a sua disciplina gramatical; é neste sentido que se diz de álguém – que fala ou escreve sem gramática. […] (J. Mattoso Câmara Jr: Dicionário de Linguística e Gramática. 13. ed. Petrópolis: Vozes, p. 130)

4 Na realidade, toda palavra comporta duas faces. Ela é determinada tanto pelo fato de que procede de alguém, como pelo fato de que se dirige para alguém. Ela constitui justamente o produto da interação do locutor e do ouvinte. Toda palavra serve de expressão a um em relação ao outro. Através da palavra, defino-me em relação ao outro, isto é, em última análise, em relação à coletividade. A palavra é uma espécie de ponte lançada entre mim e os outros. Se ela se apoia sobre mim numa extremidade, na outra apoia-se sobre meu interiocutor. A palavra é o território comum do locutor e do interiocutor. (Mikahil Bakhtin, Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec, p. 99.)

5 LÍNGUA Esta língua é como um elástico que espicharam pelo mundo. No início era tensa, de tão clássica. Com o tempo, se foi amaciando, foi-se tornando romântica, incorporando os termos nativos e amolecendo nas folhas de bananeira as expressões mais sisudas. Um elástico que já não se pode mais trocar, de tão gasto; nem se arrebenta mais, de tão forte. Um elástico assim como é a vida que nunca volta ao ponto de partida. (Gilberto Mendonça Teles. Falavra. Lisboa: Dinalivro, p )

6 Quando ocorre a COMUNICAÇÃO? A comunicação ocorre quando interagimos com outras pessoas utilizando linguagem. Qual a definição de LINGUAGEM? A linguagem é um processo comunicativo pelo qual as pessoas interagem entre si. LINGUAGEM VERBAL: a unidade básica é a palavra (falada ou escrita). LINGUAGEM NÃO VERBAIS: a música, a dança, a mímica, a pintura, a fotografia, a escultura, etc., que possuem outros tipos de unidade – o gesto, o movimento, a imagem, tec. LINGUAGENS MISTAS: histórias em quadrinhos, o cinema, o teatro e os programas de TV, que podem reunir diferentes linguagens como o desenho, a palavra, o figurino, a música, o cenário, etc. LINGUAGEM DIGITAL: valendo-se da combinação de números, permite armazenar e transmitir informações em meios eletrônicos.

7 Qual a definição de INTERIOCUTORES? Interiocutores são as pessoas que participam do processo de interação por meio da linguagem. O CÓDIGO O código é um conjunto de sinais convencionados socialmente para a construção e a transmissão de mensagens. Exemplo: códigos na rua, no trânsito, em rodoviárias, aeroportos, etc.

8 A LÍNGUA Língua é um código formado por signos (palavras) e leis combinatórias por meio do qual as pessoas se comunicam e interagem entre si. VARIEDADES LINGUÍSTICAS Vairiedades linguísticas são as variações que uma língua apresenta, de acordo com as condições sociais, culturais, regionais e históricas em que é utilizadas. Variedades padrão, língua padrão ou norma culta: utilizada na maior parte dos livros, jornais e revistas, em alguns programas de televisão, nos livros científicos e didáticos, e é ensinada na escola. Variedades não padrão ou língua não padrão: são todas as variedades linguisticas diferentes da padrão. Exemplo: gíria, jargão de grupos ou profissões (a linguagem dos policiais, dos jogadores de futebol, dos sufistas, etc.).

9 VARIAÇÕES LINGUÍSTICA: OS DIALETOS E OS REGISTROS DIALETOS: são variedades originadas das diferenças de região ou território, de idade, de sexo, de classes ou grupos sociais e da própria evolução histórica da língua. Exemplos: bua: grão de areca(para mascar) malus: folha de betel, uma planta trepadeira (para mascar) tuaka: aguardente local REGISTROS: ocorrem de acordo com o grau de formalismo existente na situação: com o modo de expressão.

10 GÍRIA Gíria é uma das variedades que uma língua pode apresentar. Quase sempre é criada por um grupo social, como dos fãs de rap, de funk, de heavy metal, o dos sufistas, dos skatistas, tec. GÍRIAS CURIOSAS DOS FANKEIROS alemão turma rival, que está do lado oposto bonde grupo de fankeiros cão mentira, calotes filezinho, mel, uva menina bonita MC mestre-de-cerimônias dos bailes funk

11 CUIDADO COM AS PROMOÇÕES COMERCIAIS ABAIXO FIM!


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