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Cursinho Vitoriano Profa Bárbara Tarde/noite Cultura, Linguagem e Língua.

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Apresentação em tema: "Cursinho Vitoriano Profa Bárbara Tarde/noite Cultura, Linguagem e Língua."— Transcrição da apresentação:

1 Cursinho Vitoriano Profa Bárbara Tarde/noite Cultura, Linguagem e Língua

2 Cultura: padrões de comportamentos, crenças, conhecimentos, tradições, valores que não estão associados apenas à esfera da criação,mas, sim, ao nível da difusão, a qual é transmitida através da linguagem. Linguagem: complexo de signos verbais e não verbais que resultam de uma leitura da realidade a partir de representações mentais e que, por meio deles, se habilitam a comunicação e a interação dos seres humanos (ato social). Língua: sistema de representação constituído de palavras e expressões que exprimam distintas concepções de intervenção na natureza e no mundo social. São regras que uma comunidade linguística emprega como principal veículo de comunicação (ato individual).

3 Língua é sobretudo fala. O que isso significa? Falar uma língua é uma competência inerente ao ser humano. Primeiramente, o homem desenvolveu a fala. A vasta maioria das línguas existentes no mundo é ágrafa Parcelas significativas da população mundial estão à margem do sistema escolar (que tem como finalidade desenvolver a escrita) O desenvolvimento da escrita é relativamente recente Isso nos leva a concluir que língua, antes de tudo, é fala!

4 Variedades linguísticas Variações Dialetais : fonéticas, lexicais ou sintáticas. Além das variações regionais, a língua varia conforme a época, a classe social, o nível de instrução, a faixa etária, a situação de comunicação, etc. Portanto, as variações dialetais são decorrentes: 1. Do falante: variedades relacionadas à região onde se nasce, ao meio social em que se é criado ou se vive, à profissão que se exerce, à faixa etária e ao momento histórico. 2. Da situação: variedades que ocorrem em função do interlocutor, do tipo de mensagem, do momento ou do contexto.

5 Variações de Registro Registro: é como chamamos a variante linguística condicionada pelo grau de formalidade existente na situação em que se dá o ato de fala, ou da finalidade, no ato da escrita. Exemplos: O diretor, seguidor fiel dos regulamentos, não permitirá nenhum desvio de conduta dos alunos (formal). O diretor é rigoroso e não vai permitir nenhuma desordem dos alunos (informal). O diretor é ligadão na disciplina e não vai dar colher de chá aos alunos (muito informal). Variedades linguísticas

6 Gíria Jargão Calão

7 As variedades cultas: O uso oral da língua independe de qualquer escolarização. O papel da escola, hoje, é transmitir padrões referentes ao uso da fala e da escrita em situações formais. Esses padrões de referem ao uso da norma de maior prestígio social, isto é, a variedade culta. A escola, muitas vezes, é a maior responsável pelo Preconceito Linguístico. A língua padrão deve ser considerada como um recurso a mais. Nem mesmo o professor segue rigorosamente em sua própria fala a gramática que é ensinada. Além disso, a língua está em constante mutação e muitas regras gramaticais exigida em vestibulares e concursos estão defasadas e não são mias seguidas pela maioria dos falantes cultos.

8 Preconceito Linguístico Afirmar que alguém não sabe falar corretamente porque não utiliza a variedade de maior prestígio é desconhecer a diversidade linguística brasileira. O que se pode questionar é a adequação da fala à situação de comunicação. Os membros das variadas comunidades linguísticas, distribuídos por regiões ou grupos sociais, comunicam-se e são compreendidos usando a norma da sua comunidade. Para que se posso ensinar a variedade de maior prestígio, é fundamental que se respeite a modalidade da língua que cada um trouxe de sua comunidade, e que permanecerá utilizando em seu meio social.


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