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VALIDADE Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Psicologia Avaliação, Métodos e Medidas Prof ª. Ms. Juliany Gonçalves Guimarães.

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1 VALIDADE Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Psicologia Avaliação, Métodos e Medidas Prof ª. Ms. Juliany Gonçalves Guimarães

2 Histórico Histórico 1º Período : Predomínio da Validade de Conteúdo – os testes eram válidos quando seu conteúdo correspondia aos traços teoricamente definidos (Teorias da Personalidade);1º Período : Predomínio da Validade de Conteúdo – os testes eram válidos quando seu conteúdo correspondia aos traços teoricamente definidos (Teorias da Personalidade);

3 2º Período :2º Período : Predomínio da Validade de Critério – itens eram selecionados a partir de um grande elenco que parecia se referir àquilo para o qual se queria uma medida, fazendo uso exclusivo das análises estatísticas, especialmente a correlação. Não era mais a teoria psicológica que definia o teste e sim a estatística que definia a qualidade do teste; Predomínio da Validade de Critério – itens eram selecionados a partir de um grande elenco que parecia se referir àquilo para o qual se queria uma medida, fazendo uso exclusivo das análises estatísticas, especialmente a correlação. Não era mais a teoria psicológica que definia o teste e sim a estatística que definia a qualidade do teste;

4 3º Período 1970 – Presente: Predomínio da Validade de Constructo: esse período teve suas fontes históricas no artigo de Cronbach e Meehl (1955) sobre o modelo trinitário da validade (conteúdo, critério e constructo).3º Período 1970 – Presente: Predomínio da Validade de Constructo: esse período teve suas fontes históricas no artigo de Cronbach e Meehl (1955) sobre o modelo trinitário da validade (conteúdo, critério e constructo). Volta à teoria psicológica; preocupação que a validação se concentre na validade de construto ou dos traços latentes (a validade de conteúdo e do critério se reduz a um aspecto da validade de constructo). Volta à teoria psicológica; preocupação que a validação se concentre na validade de construto ou dos traços latentes (a validade de conteúdo e do critério se reduz a um aspecto da validade de constructo).

5 Validação apresenta 3 dificuldades no processo de elaboração do instrumento: Validação apresenta 3 dificuldades no processo de elaboração do instrumento: nível da teoria: teorias contraditórias – dificuldade de deduzir hipóteses úteis;nível da teoria: teorias contraditórias – dificuldade de deduzir hipóteses úteis; coleta empírica da informação: definição equivocada de grupos critérios;coleta empírica da informação: definição equivocada de grupos critérios; análise estatística da informação: postulações fortes da AF que nem sempre se dão com a realidade dos fatos.análise estatística da informação: postulações fortes da AF que nem sempre se dão com a realidade dos fatos.

6 1. Validade de Constructo Maneira direta de verificar a hipótese da legitimidade da representação comportamental dos Traços Latentes;Maneira direta de verificar a hipótese da legitimidade da representação comportamental dos Traços Latentes; (...) característica de um teste enquanto mensuração de um atributo ou qualidade, o qual não tenha sido definido operacionalmente (Cronbach & Meehl, citados por Pasquali, 2003, p.164);(...) característica de um teste enquanto mensuração de um atributo ou qualidade, o qual não tenha sido definido operacionalmente (Cronbach & Meehl, citados por Pasquali, 2003, p.164);

7 A validade do constructo pode ser trabalhada sob vários ângulos:A validade do constructo pode ser trabalhada sob vários ângulos: a)Análise da representação comportamental do construto; b)Análise por hipótese; c)Curva de informação da TRI; d)Falsete estatístico do erro de estimação da TCT.

8 a) O erro de estimação: concepção positivista – universo indefinido de itens do qual a amostra é extraída para compor o teste. Usa-se a validade aparente para compor os itens e verifica-se depois, através de análises estatísticas se os itens parecem estar medindo a mesma coisa. A PC procura legitimar a validade de um instrumento dentro do conceito de erro de estimação, isto é, quanto o escore obtido pelo sujeito no teste se afasta do escore verdadeiro;

9 b) A análise da representação: são utilizadas 2 técnicas como demonstração da adequação da representação do construto pelo teste: b1) Análise da consistência interna do teste: consiste em calcular a correlação que existe entre cada item do teste e o restante dos itens ou o total (escore total) dos itens;

10 b2) Análise fatorial: verifica quantos constructos comuns são necessários para explicar as covariâncias (as intercorrelações) dos itens. As correlações entre os itens são explicadas, pela análise fatorial como resultantes de variáveis-fonte que seriam as causas destas covariâncias. b2) Análise fatorial: verifica quantos constructos comuns são necessários para explicar as covariâncias (as intercorrelações) dos itens. As correlações entre os itens são explicadas, pela análise fatorial como resultantes de variáveis-fonte que seriam as causas destas covariâncias.

11 A AF também postula que um número menor de TL (variáveis- fonte) é suficiente para explicar um número maior de variáveis observáveis (itens). Desta forma, a validade de construto de um teste é determinada pela grandeza das cargas fatoriais (correlações que vão de –1 a + 1) das variáveis no fator, sendo aquelas a repres. cptal deste fator; A AF também postula que um número menor de TL (variáveis- fonte) é suficiente para explicar um número maior de variáveis observáveis (itens). Desta forma, a validade de construto de um teste é determinada pela grandeza das cargas fatoriais (correlações que vão de –1 a + 1) das variáveis no fator, sendo aquelas a repres. cptal deste fator;

12 2 preocupações na AF: 1)modelo fatorial se fundamenta em equações lineares entre variáveis e fatores. Modelo linear: é difícil se admitir as intercorrelações. Entre os itens e a relação destes com os fatores possam ser reduzidas a equações lineares; 2)problema da rotação dos eixos: não existe nenhum critério objetivo, a não ser a interpretabilidade psicológica dos fatores, o que permite a descoberta de qualquer fator que se queira (solução arbitrária);

13 c) Análise por hipótese: poder do teste psicológico ser capaz de discriminar ou predizer um critério externo a ele mesmo, por ex, discriminar grupos critérios que difiram especificamente no traço que o teste mede. Tipos de validação: validação convergente- discriminante, idade, outros testes do mesmo construto e a experimentação; d) Curva de informação da TRI: trabalha a validade através de métodos denominados as funções da informação e de eficiência.

14 2. Validade de Critério O grau de eficácia que ele tem em predizer um desempenho específico de um sujeito. O desempenho do sujeito torna-se, o critério contra o qual a medida obtida pelo teste é avaliada. O grau de eficácia que ele tem em predizer um desempenho específico de um sujeito. O desempenho do sujeito torna-se, o critério contra o qual a medida obtida pelo teste é avaliada. 2 tipos de validade de Critério: a) Validade Preditiva: dados sobre o critério coletados após a coleta de informação sobre o teste; b) Validade Concorrente: coleta simultânea.

15 Quanto à adequação dos critérios, pode-se afirmar que há uma série que são utilizados: desempenho acadêmico, desempenho em treinamento especializado, desempenho profissional, diagnóstico psiquiátrico, diagnóstico subjetivo e outros testes disponíveis.Quanto à adequação dos critérios, pode-se afirmar que há uma série que são utilizados: desempenho acadêmico, desempenho em treinamento especializado, desempenho profissional, diagnóstico psiquiátrico, diagnóstico subjetivo e outros testes disponíveis.

16 3. Validade de Conteúdo Um teste tem validade de conteúdo se ele constitui uma amostra representatividade de um universo finito de comportamentos (domínio).Um teste tem validade de conteúdo se ele constitui uma amostra representatividade de um universo finito de comportamentos (domínio). Para viabilizar um teste com validade de conteúdo, é preciso que se façam as especificações do teste antes da construção dos itens.Para viabilizar um teste com validade de conteúdo, é preciso que se façam as especificações do teste antes da construção dos itens.

17 Estas especificações comportam a definição de 3 grandes temas: 1) definição do conteúdo (detalhá-lo em tópicos e subtópicos), 2) explicitação dos processos psic. (os objetivos – um teste não deve ser elaborado para avaliar exclusivamente um processo) a serem avaliados e 3) determinação da proporção relativa de representação no teste de cada tópico do conteúdo.Estas especificações comportam a definição de 3 grandes temas: 1) definição do conteúdo (detalhá-lo em tópicos e subtópicos), 2) explicitação dos processos psic. (os objetivos – um teste não deve ser elaborado para avaliar exclusivamente um processo) a serem avaliados e 3) determinação da proporção relativa de representação no teste de cada tópico do conteúdo.

18 Validade de Conteúdo: garantida pela técnica de construção do mesmo. Passos: 1. Definição do domínio cognitivo 2. Definição do universo de conteúdo 3. Definição da representatividade de conteúdo 4. Elaboração da tabela de especificação 5. Construção do teste 6. Análise teórica dos itens 7. Análise empírica dos itens


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