A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

PROJEÇÃO, MÉTODOS PROJETIVOS E SÍMBOLO Prof.ª: Camila Alves Martins.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "PROJEÇÃO, MÉTODOS PROJETIVOS E SÍMBOLO Prof.ª: Camila Alves Martins."— Transcrição da apresentação:

1

2 PROJEÇÃO, MÉTODOS PROJETIVOS E SÍMBOLO Prof.ª: Camila Alves Martins

3 IDENTIFICAÇÃO E PROJEÇÃO FREUD, S. Além do Princípio do Prazer, Psicologia de Grupo e outros Trabalhos. Vol. XVIII. SANDLER, J. Projeção, Identificação, Identificação Projetiva.

4 IDENTIFICAÇÃO Forma primitiva da expressão de um laço emocional com outra pessoa (papel no complexo de Édipo) Menino: identificação com pai (ser); catexia de objeto com a mãe (ter) A identificação pode ser ambivalente: expressão de ternura ou desejo de afastamento de alguém. Esforça-se por moldar o próprio ego segundo o aspecto daquele que foi tomado como modelo. O ego assume características do objeto (amado ou não).

5 IDENTIFICAÇÃO Constitui a forma original de laço emocional com objeto De maneira regressiva se torna sucedâneo para uma vinculação de objeto libidinal por meio da introjeção do objeto no ego. Pode surgir com qualquer nova percepção de uma qualidade comum partilhada com alguma pessoa que não é objeto de instinto sexual

6 PROJEÇÃO Rapaport (1952) descreveu-a como sendo uma estruturação do mundo em termos subjetivos, de acordo com princípio organizador, inerente à personalidade individual, que busca diminuir o estresse interno. Ela abrange uma variedade de subtipos: 1. A projeção infantil, pela qual tudo que é penoso é externalizado; 2. Os processos transferenciais; 3. A projeção defensiva de impulsos interiores; 4. A estruturação do mundo interior tal como se reflete no teste projetivo;

7 PROJEÇÃO A estruturação subjetiva tem a ver com a internalização de introjetos. Sendo assim, ajudam o bebê a estruturar seu mundo e a definir os limites do self e as fronteiras do que está dentro e o que está fora. A projeção envolve uma atribuição de partes da representação do self a uma representação objetal, enquanto a introjeção envolve uma atribuição recíproca de partes das representações objetais à representação do self. Ao mesmo tempo, as duas são em parte responsáveis pela diferenciação emergente entre self e objeto A estruturação subjetiva tem a ver com a internalização de introjetos. Sendo assim, ajudam o bebê a estruturar seu mundo e a definir os limites do self e as fronteiras do que está dentro e o que está fora. A projeção envolve uma atribuição de partes da representação do self a uma representação objetal, enquanto a introjeção envolve uma atribuição recíproca de partes das representações objetais à representação do self. Ao mesmo tempo, as duas são em parte responsáveis pela diferenciação emergente entre self e objeto

8 PROJEÇÃO A interação de mecanismos projetivos e introjetivos desenvolve também a capacidade de relacionar-se e identificar-se com os objetos de seu meio-ambiente. Determina a qualidade de suas relações objetais. Esta complexa interação é modificada pelos efeitos estruturadores dos processos identificatórios e o resultante surgimento de um self estável. A projeção não distorce a realidade aparente, mas sim sua significância. Constitui uma forma de distorção interpretativa da realidade externa. A interação de mecanismos projetivos e introjetivos desenvolve também a capacidade de relacionar-se e identificar-se com os objetos de seu meio-ambiente. Determina a qualidade de suas relações objetais. Esta complexa interação é modificada pelos efeitos estruturadores dos processos identificatórios e o resultante surgimento de um self estável. A projeção não distorce a realidade aparente, mas sim sua significância. Constitui uma forma de distorção interpretativa da realidade externa.

9 PROJEÇÃO É uma defesa que pertence às relações objetais. O conteúdo dela deriva de introjetos que são derivados de relações objetais. O uso defensivo da projeção pode assumir variedade de formas: Um atributo ou qualidade que reside no sujeito é atribuído ao objeto Exagero ou ênfase das qualidades do outro que o sujeito também possui. (ciúme)

10 MÉTODOS PROJETIVOS ANZIEU, D.(1979). Os Métodos Projetivos. Rio de Janeiro: Campus.

11 M ÉTODOS P ROJETIVOS Em 1939, L. K. Frank publicou um artigo no Journal of Psychology, intitulado Os métodos projetivos para o estudo da personalidade. Inventara a expressão métodos projetivos para explicar o parentesco entre três provas psicológicas: teste de associação de palavras de Jung (1904), teste de manchas de tinta de Rorschach (1920) e T. A. T. de Murray (1935).

12 Tais técnicas formavam o protótipo de uma investigação dinâmica e global da personalidade, isto é, abordando-se a personalidade como uma estrutura em evolução, cujos elementos constitutivos se encontram em interação. Termo teste: as técnicas projetivas distinguem dos testes de aptidão pela ambigüidade do material apresentado ao sujeito e pela liberdade de expressão. Aproxima das tendências da psicologia da forma e da psicanálise abordagem aos processos da personalidade.

13 O QUE É PROJEÇÃO? Ação física: (como opera - lançamento de projéteis) Freud usou de analogia metafórica, denominando projeção como ação característica da paranóia, a qual consiste em expulsar da consciência os sentimentos repreensíveis, atribuindo a outra pessoa. Nesse sentido, os testes projetivos favorecem a descarga, sobre o material apresentado ao sujeito, de tudo aquilo que este recusa ser, que vivencia em si mesmo como mau, ou com pontos vulneráveis.

14 O QUE É PROJEÇÃO? Matemática: (correspondência estrutural - geometria projetiva) a projeção estabelece a correspondência entre um ponto do espaço e um ponto de uma reta ou de uma superfície. Os testes projetivos, analogamente, levam o sujeito a produzir um protocolo de respostas de tal modo que a estrutura do mesmo corresponde à estrutura de sua personalidade, estando conservadas no primeiro as características fundamentais da segunda.

15 O QUE É PROJEÇÃO? Ótica: (veículo das representações arcaicas da imagem do corpo) a projeção luminosa envia raios ou radiações sobre uma superfície. Um teste projetivo é como um raio X. Atravessando o interior da personalidade, fixa a imagem do seu núcleo secreto sobre um revelador (aplicação do teste), permitindo depois sua leitura fácil, por meio da ampliação ou projeção ampliadora em uma tela (interpretação do protocolo). O latente se torna manifesto, o interior é trazido à superfície.

16 SITUAÇÃO DO TESTE PROJETIVO: O sujeito é convidado a falar livremente; O tempo é ilimitado; É submetido a um inquérito; Não há boas e más respostas prederteminadas O material é ambíguo; As instruções subordinam o sujeito à sua própria vontade (como quiser); Mobiliza angústia frente a liberdade de instruções diante a emergência de desejos internamente proibidos: a associa-se a representações fantasmáticas inconscientes, que transparecem no conteúdo das respostas, enquanto que os mecanismos de defesas do ego contra a angústia e contra os fantasmas se manifestam nas características formais das respostas;

17 SITUAÇÃO DO TESTE PROJETIVO: Provoca uma regressão psíquica: convida o testando a um rápido mergulho no inconsciente, facilitando-lhe os meios de se refazer prontamente. A psicanálise distingue três aspectos: formal (pensamento racional ao pensamento por imagens), cronológico, tópico (regressão do ego ao id). Enfim, provoca a regressão dos processos secundários aos processos primários; O sujeito deve recorrer aos recursos profundos de sua personalidade (estruturação inconsciente);

18 TIPOS DE PROJEÇÃO Especular (narcisismo): o sujeito reencontra características que pretende serem suas; Catártica: o sujeito atribui à imagem do outro não mais suas características, mas as que erradamente pretende não ter, recusa considerar como suas e das quais se livra, deslocando para outro. Complementar: a pessoa atribui aos outros sentimentos e atitudes que justifiquem as suas;

19 CATEGORIAS DE PROJEÇÃO: Temáticos: revelam os conteúdos significativos da personalidade, ex. T. A.T.; Estruturais: revela a maneira de apreender o mundo, ex. Rorschach;

20 S ÍMBOLO AUGRAS, M. (1980). A Dimensão Simbólica : o simbolismo nos testes psicológicos. Petropólis: Vozes.

21 S ÍMBOLO Henri Piéron (AUGRAS, 1980, p.9), define símbolo como um signo destinado a representar um objeto, um ato, uma situação, um conceito, podendo substituí-lo quando necessário for. O termo deve ser estrito aos casos em que o signo tem caráter de imagem, cuja forma e natureza parecem apresentar relações com aquilo que é simbolizado; e aos casos em que, embora convencional e arbitrário, o signo adotado é tão usual, tão geral, que o seu significado tomou um caráter de evidência.

22 O QUE É ? Símbolo é uma coisa que represent a outra coisa. Traduz em termos de realidade objetos irreais. Existe como fenômeno.

23 FUNÇÃO DO SÍMBOLO A relação entre o objeto e o seu símbolo é uma relação abstrata, estabelecida em termos de irrealidade. Através desta relação, o homem apreende seu mundo. O mundo exterior desaparece na sua naturalidade bruta e renasce sob forma do universo simbólico. A simbolização é o aspecto abstrato da relação do homem ao mundo. A função simbólica apresenta o caráter paradoxal: consiste em estabelecer relações irreais para permitir a adaptação do homem à realidade. A relação entre o objeto e o seu símbolo é uma relação abstrata, estabelecida em termos de irrealidade. Através desta relação, o homem apreende seu mundo. O mundo exterior desaparece na sua naturalidade bruta e renasce sob forma do universo simbólico. A simbolização é o aspecto abstrato da relação do homem ao mundo. A função simbólica apresenta o caráter paradoxal: consiste em estabelecer relações irreais para permitir a adaptação do homem à realidade.

24 FUNÇÃO DO SÍMBOLO O homem, então orienta-se em termos simbólicos. O desenvolvimento da função simbólica NÃO É determinado por fatores ambientais ou apenas genéticos. Permite-nos sentir toda a riqueza e a complexidade das relações dialéticas do homem e do mundo. Criar um universo simbólico é conceder à realidade imediata um caráter de ausência, mas é também integrar a realidade dentro do sujeito. O homem, então orienta-se em termos simbólicos. O desenvolvimento da função simbólica NÃO É determinado por fatores ambientais ou apenas genéticos. Permite-nos sentir toda a riqueza e a complexidade das relações dialéticas do homem e do mundo. Criar um universo simbólico é conceder à realidade imediata um caráter de ausência, mas é também integrar a realidade dentro do sujeito.

25 GÊNESE DO SÍMBOLO Relação entre linguagem, mito e símbolo. A mitologia é o poder exercido pela linguagem sobre o pensamento. O pensamento substituiria a realidade por uma imagem anímica... O símbolo e o simbolizado se confundem, magicamente (p.14). No pensamento lógico, palavras servem de intermediário. No pensamento mítico, as palavras são a coisa. O símbolo foge da realidade cartesiana. Nascemos simbólicos e não racionais. O símbolo é inesgotável.

26 Simbolismo da cruz

27 Cruz simples: Em sua forma básica a cruz é o símbolo perfeito da união dos opostos, mantendo seus quatro "braços" com proporções iguais. Alguns estudiosos denominam esta como Cruz Grega.

28 Simbolismo da cruz

29 Cruz de Santo André: Símbolo da humildade e do sofrimento, recebe esse nome por causa de Santo André, que implorou a seus algozes para não ser crucificado como seu Senhor por considerar-se indigno. Acredita-se que o santo foi martirizado em uma cruz com essa forma.

30 Simbolismo da cruz

31 Cruz de Santo Antonio (Tau): Recebeu esse nome por reproduzir a letra grega Tau. É considerada por muitos, como a cruz da profecia e do Antigo Testamento. Dentre suas muitas representações estão o martelo de duas cabeças, como sinal daquele que faz cumprir a lei divina, encontrado na cultura egípcia, e a representação da haste utilizada por Moisés para levantar a serpente no deserto.

32 Simbolismo da cruz

33 Cruz Cristã: Definitivamente o mais conhecido símbolo cristão, que também recebe o nome de Cruz Latina. Os romanos a utilizavam para executar criminosos. Por conta disso, ela nos remete ao sacrifício que Jesus Cristo ofereceu pelos pecados das pessoas. Além da crucificação, ela representa a ressurreição e a vida eterna.

34 Simbolismo da cruz

35 Cruz Ansata: Um dos mais importantes símbolos da cultura egípcia. A Cruz Ansata consistia em um hieróglifo representando a regeneração e a vida eterna. A idéia expressa em sua simbologia é a do círculo da vida sobre a superfície da matéria inerte. Existe também a interpretação que faz uma analogia de seu formato ao homem, onde o círculo representa sua cabeça, o eixo horizontal os braços e o vertical o resto do corpo.

36 Simbolismo da cruz

37 Cruz Gamada (Suástica): A suástica representa a energia do cosmo em movimento, o que lhe confere dois sentidos distintos: o destrógiro, onde seus "braços" movem-se para a direita e representam o movimento evolutivo do universo, e o sinistrógiro, onde ao mover-se para a esquerda nos remete a uma dinâmica involutiva. No século passado, essa cruz adquiriu má reputação ao ser associada ao movimento político-ideológico do nazismo.

38 Simbolismo da cruz

39 Cruz do Calvário: Firmada sobre três degraus que representam a subida de Jesus ao calvário, essa cruz exalta a fé, a esperança e o amor em sua simbologia

40 Simbolismo da cruz

41 Cruz Rosa-Cruz: Os membros da Rosa Cruz costumam explicar seu significado interpretando- a como o corpo de um homem, que com os braços abertos saúda o Sol e com a rosa em seu peito permite que a luz ajude seu espírito a desenvolver-se e florescer. Quando colocada no centro da cruz a rosa representa um ponto de unidade

42 Simbolismo da cruz

43 Cruz de Malta: Emblema dos Cavaleiros de São João, que foram levados pelos turcos para a ilha de Malta. A força de seu significado vem de suas oito pontas, que expressam as forças centrípetas do espírito e a regeneração. Até hoje a Cruz de Malta é muito utilizada em condecorações militares.


Carregar ppt "PROJEÇÃO, MÉTODOS PROJETIVOS E SÍMBOLO Prof.ª: Camila Alves Martins."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google