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TERCEIRA IDADE E SEXUALIDADE: UM ENCONTRO POSSÍVEL? Professora: Teresa Cristina Barbo Siqueira Estagiária:

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1 TERCEIRA IDADE E SEXUALIDADE: UM ENCONTRO POSSÍVEL? Professora: Teresa Cristina Barbo Siqueira Estagiária:

2 MITO DA ETERNA JUVENTUDE O novo mito de ideal social que está se construindo é de que todos devem ter aparência sexy, jovem, ágil, sem limites para correr riscos, ou seja, todos devem ter uma personalidade flexível. Tudo é fluido, superficial, momentâneo e imediato. Os seres humanos excepcionais passam a ser aqueles que correm riscos, sabem trabalhar sua ansiedade e se desenvolvem, vivendo no limite.

3 Essa representação é de tal ordem incorporada pelos sujeitos que o risco vai se tornar uma realidade diária, não mais enfrentada pelos capitalistas, pelo estado, pelas bolsas de valores e pelos banqueiros, mas vivenciada pela massa. A ideologia naturaliza a deturpação da eterna juventude e o risco e, assim, transforma o enfrentamento dos riscos diários em fato corriqueiro, normal e comum e cria um outro personagem, o herói do risco.

4 Ideal publicitário Ideal publicitário Hedonista Belo Jovem Valorização narcísica Livre Sensual

5 Nesse processo, a sociedade passa a valorizar a juventude do mesmo modo que desvaloriza a velhice. Envelhecer em um mundo permeado pelo imperativo do novo tornou-se uma nova forma de mal-estar na cultura. A pessoa idosa não atendendo as expectativas e exigências da sociedade de consumo, sofre as conseqüências de ser mercadoria que tem seu tempo de uso vencido e que, por isso, deve ser tirada de circulação.

6 Quando o passado é descartado em nome de uma eterna juventude, produz-se um vazio difícil de suportar. Pode-se esperar dificuldades e problemas ligados à expressão da afetividade e da sexualidade. A medida que a idade avança, os preconceitos em todos os setores da vida também se fazem presentes, particularmente os sexuais (mitos e tabus).

7 Diz-se que o velho não tem interesse sexual, que não precisa de sexo e, além de tudo, é feio pensar e/ou fazer sexo quando se está numa idade mais avançada. Se olharmos para o aspecto biológico e psicológico das pessoas, elas apresentariam ampla capacidade de realização sexual e afetiva. Noções errôneas sobre sexualidade avolumam-se: –Sexualidade iguala-se a reprodução e só está presente na juventude. –Figura materna é assexuada e pura Mitos

8 Importante: A atividade sexual regular funciona como estímulo a novas relações sexuais. Dessa forma, a sexualidade (não apenas a genitalidade) desenvolve-se à medida que o sujeito a vivencia. O homem, em qualquer idade, tem capacidade de ereção peniana como a mulher tem para atingir uma lubrificação vaginal adequada e o orgasmo, a não ser quando estiver presente um bloqueio físico ou psicossocial (Lopes,1993).

9 O climatério é um divisor de águas para os maiores de quarenta anos, pois, mesmo com toda a tecnologia, ainda é marcado por muitos como somente o período que marca o fim da fertilidade biológica. As mulheres que constituíram a sua auto imagem em torno da função materna deparam-se com a impossibilidade de procriar, e, além disso, por ter filhos crescidos e saindo de casa, podem sentir a síndrome do ninho vazio, num clima depressivo de finitude. Fim da fertilidade

10 Algumas mulheres conseguiram compreender a sexualidade numa visão mais ampliada que a esfera biológica;

11 No caso dos homens haverá modificações do padrão das ereções: intensidade, duração, com aumento do período refratário. Para muitos homens, grande parte de sua auto-estima centra-se no poder do órgão genital.

12 As limitações podem-se transformar em novas possibilidades por meio dos jogos sexuais, do refinamento do erotismo, novos ritmos de prazer, com mais espaço para a ternura, carinho, carícias e sensualidade. Possibilidades... Os envolvimentos amorosos e a intimidade não podem ser limitados pela idade. Tanto o corpo do homem como o da mulher são eróticos e erotizáveis durante toda a vida. É possível viver prazerosamente aos cinqüenta, setenta anos...

13 O envelhecimento faz parte do processo da vida. Biologicamente, teremos um declínio de várias funções e possíveis limitações. Muitas dessas funções poderão ser trabalhadas no sentido de desfrutar uma melhor qualidade de vida. Se perdermos o medo da velhice e formos à busca, desde cedo, do conhecimento do processo de envelhecimento, que ocorre paulatinamente, poderemos nos preparar para um futuro melhor... Com mais qualidade de vida, não só em termos de saúde, mas também produzindo e desfrutando de bons relacionamentos sociais, afetivos e amorosos.

14 Referências Bibliográficas Bruns, M. A. de T.; Almeida, M. G. (1994) O êxtase do tempo vivo: um estudo da sexualidade feminina na terceira idade. Revista brasileira de Sexualidade Humana: São Paulo, v.5, n.1, jan./jun. Chumpeter, J. S. (1982) A teoria do desenvolvimento econômico. São Paulo: Abril. Debert, G. G. (1994)Antropologia e velhice. Campinas: Ed. Do IFCH/Unicamp. Fucs, G. B. A educação sexual na idade adulta e na velhice. (1999) In: Ribeiro, M. (Org.). O prazer e o pensar: orientação sexual para educadores e profissionais de saúde. São Paulo: Gente-Cores. Kehl, M. R. Sobre ética e psicanálise. (2002) São Paulo: Cia. das Letras. Lopes, G. Sexualidade humana. (1993) Rio de Janeiro: Medsi Maldonado, M. T. Amor, sexualidade e erotismo nos maiores de 40. (1994) Revista Brasileira de Sexualidade Humana, v.5, n.2, jul./dez. Pelegrini júnior, O. Alterações na sexualidade da mulher no climatério. (1999) Revista Brasileira de Sexualidade Humana, São Paulo, v.10, n.1, jan./jun.

15 OBRIGADA!!!

16 Contatos: Teresa Cristina Barbo Siqueira


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