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Tipologia de Eventos Ms. Patricia Quitero. Importante reconhecer a diversidade e tratar cada evento de forma diferente de acordo com as suas particularidades.

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1 Tipologia de Eventos Ms. Patricia Quitero

2 Importante reconhecer a diversidade e tratar cada evento de forma diferente de acordo com as suas particularidades. Cada evento possui características próprias e procedimentos diferentes. 1 Varia conforme o âmbito e finalidade do evento Classificação de Eventos por Áreas de Interesse Eventos

3 Classificação de Eventos por Áreas de Interesse EVENTO SOCIAL confraternização (aniversário, bodas, chás, despedidas); CUNHO RELIGIOSO Páscoa - Festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo Natal - solenidade cristã que celebra o nascimento de Jesus Cristo FOLCLÓRICO/CULTURAL/LAZER Carnaval– festas, divertimentos públicos, bailes de máscaras e manifestações folclóricas. COMEMORATIVOS (datas fixas) Dia das Mães, do Pais, da mulher etc. 1

4 Classificação de Eventos por Áreas de Interesse EVENTO CIENTÍFICO EVENTO CÍVICO (desfiles) EVENTO POLÍTICO (reunião, comícios) EVENTO GOVERNAMENTAL (solenidade oficial) EVENTO EMPRESARIAL EVENTO DESPORTIVO EVENTO PROMOCIONAL 1

5 Tipologia de Eventos Com base em Matias (2001) serão apresentadas as tipologias existentes em cada uma das classificações. Trabalho tipologia eventos Seminário – Vale 4 pontos Formar grupo de três componentes Início das apresentações

6 Tipologia de Eventos Eventos Técnico-científicos: quaisquer eventos que envolvem a troca de informações de caráter técnico-científico sobre alguma área de conhecimento. Ciclo de palestras Conferências Congressos Fórum Mesa-redonda Painel Primeiro grupo data

7 CONGRESSO Organização de Eventos

8 Tipologia Eventos Eventos Técnico-científicos: Reunião Semana Seminário Simpósio Workshop 1 Segundo grupo data 03-09

9 Eventos de Gastronomia: eventos que possibilitam o desenvolvimento do mercado de alimentos e bebidas, bem como capacitação de mão-de-obra especializada, ou mesmo para interessados nos prazeres da boa mesa, na degustação de novos sabores, texturas, aromas, gostos, bebidas e harmonizações. Ainda conta com possibilidades de eventos voltados a equipamentos e utensílios para aqueles que gostam da prática da gastronomia. Terceiro grupo data 06-09

10 Eventos Culturais: Diversas formas de celebração, exibição e expressão cultural, onde poderíamos citar questões relacionadas a apresentação de obras de arte, elementos folclóricos,etc. De acordo com Lukower (2003), é muito importante ter cuidado ao classificar um evento como artístico ou cultural, isso porque em diversas ocasiões evento de objetivo comercial podem se maquiar dentro desta categoria. Quarto grupo data 10-09

11 Eventos Promocionais: Buscam apresentar um produto, serviço ou empresa a sociedade em geral ou a determinados segmentos de públicos, na qual a preocupação esta na disseminação de informações, captação de dados dos futuros clientes, na geração de receita por intermédio de vendas, no posicionamento de mercado possibilitando o conhecimento da marca, do modelo, da qualidade, das especificações técnicas e demonstração de produto. Quinto grupo data 10-09

12 Organização de Eventos

13 Eventos Corporativos Os eventos corporativos geralmente referem-se às áreas gerência, vendas, acionistas, produção etc. Suas principais características são Número menor de participantes, porém com presença garantida Evento financiado por recursos econômicos preestabelecidos pela empresa Exemplos: lançamento de pedra fundamental, inaugurações, programa de visitas, etc. Sexto grupo data 13-09

14 Tipologia Eventos Eventos de convivência: Não apresentam objetivo comercial. Seu objetivo maior é a confraternização dos participantes. Podem ser realizados por pessoa física ou jurídica – pública ou privada. (almoço banquete, café da manhã, brunch, chás, coquetel, festas ao ar livre, festas beneficentes, festa de debutantes, jantar de banquete, noivados, open house). 1

15 Eventos Mistos: eventos que apresentam objetivos comerciais e sociais ao mesmo tempo. É a classe de eventos mais comum de ser encontrada nos dias atuais. Eventos promovidos por organizações do terceiro setor ou iniciativa privada, e que contam com patrocínio ou algum tipo de apoio governamental, também são considerados eventos mistos (condecorações, homenagens e premiações) Sétimo grupo data 13-09

16 Organização de Eventos

17 Tipologia de Eventos Eventos Esportivos Campeonato Gincana Torneio Olimpíadas Oitavo grupo data

18 Organização de Eventos

19 Tipologia de Eventos Megaevento Evento de lazer e turismo em larga escala, como os Jogos olímpicos ou as feiras mundiais. Nono grupo data

20 Organização dos Seminários Grupo 1 apresenta e grupo 2 debate Grupo 2 apresenta e grupo 3 debate Grupo 3 apresenta e grupo 4 debate Grupo 4 apresenta e grupo 5 debate Grupo 5 apresenta e grupo 6 debate Grupo 6 apresenta e grupo 7 debate Grupo 7 apresenta e grupo 8 debate Grupo 8 apresenta e grupo 9 debate Grupo 9 apresenta e grupo 1 debate Critérios Avaliativos: - Conteúdo - Forma de Apresentação - Criatividade - Cases apresentados - Entregar em CD com nome de todos os integrantes (material em PPT, incluindo vídeos)

21 Evento Corporativo Visitas empresariais Apresentação da empresa a público segmentado, em dia específico, através de visitação. Existem dois tipos de visitação: Open day ou política de portas abertas – Visita de grupos de interesse da empresa. Visitas especiais: missões oficiais, visitas estrangeiras, comitivas, autoridades e personalidades.

22 Case Vale do Rio Doce A Companhia Vale do Rio Doce, como uma das maiores mineradoras do mundo, está se posicionando nos cenários internacional e nacional, como uma empresa diversificada, expandindo seus negócios. Neste contexto, o Programa de Visitas às áreas operacionais atua como ferramenta fundamental para o reposicionamento da empresa. As principais áreas visitadas são: Carajás e São Luís, no Norte; e Minas Gerais e Vitória, no Sul. Na CVRD, conquistar o cliente significa encantá-lo, fazê-lo sentir-se especial e peça chave fundamental para a fomentação de negócios e crescimento da Companhia.

23 Case Vale do Rio Doce Com base no marketing "one to one", cada visita é tida como única, com tratamento personalizado de acordo com o perfil e objetivo do visitante, suas preferências individuais, restrições, origem e fatores culturais. O público-alvo do programa é: fornecedores, clientes, investidores, autoridades governamentais e não- governamentais e instituições representativas (financeiras, culturais etc).

24 Roteiro Boas Vindas Apresentação vídeo institucional Informações gerais sobre a corporação Características do programa Diferencial PROGRAMA DE RECEPÇÃO DE VISITAS

25 OBJETIVOS: Encantar o cliente, com uma recepção com padrão de excelência constante. Posicionar a imagem da CVRD junto a seu público-alvo. Identificar ao longo da visita, eventuais expectativas do visitante (comerciais e pessoais) e tratá-las como diferencial competitivo. · Influenciar positivamente através do Programa no negócio da empresa, agregando valor. PROGRAMA DE RECEPÇÃO DE VISITAS

26 Estratégias Apresentação de vídeos e folders institucionais. Apresentação multimídia. Material personalizado (pasta, crachá, programação, etiqueta de bagagem). Outdoor de boas vindas personalizado. Brindes corporativos. Veículos executivos. Casa de Hóspedes em Carajás/hotéis 5 estrelas nas demais localidades. Trem para traslados entre a mina (localizada em Carajás, no Pará) e o porto (localizado em São Luís).

27 Resultados O visitante sente que teve durante a visita um diferencial de atendimento corporativo. Os grupos manifestam ao final da visita (o que inclui os concorrentes), que o tratamento dado ao visitante é único e ultrapassa a excelência no atendimento: chega ao coração. Construção de relacionamentos estratégicos, sólidos e transparentes ao longo e após a visita. Ganhos comerciais, com o fechamento de negócios. Construção de imagem positiva com os públicos-alvo. A humanização do atendimento cativa o cliente e por diversas vezes há o comentário, por parte de executivos experientes, que a estadia foi a melhor viagem de negócios que já realizaram.

28 Resultados Conquista de "aliados" nas áreas operacionais, que fazem parte do Programa de Visitas como peças para o bom andamento da visita. Cada um entende que está auxiliando a Companhia no ganho de novos negócios e não mede esforços para auxiliar o Programa em caso de necessidades. As novas áreas de negócios, conscientes da importância do Programa de Visitas, solicitam à equipe de comunicação que acompanhe potenciais clientes e investidores em suas visitas.

29 Execução Os profissionais de relações públicas e eventos, responsáveis pelo atendimento, estão atentos para adaptarem-se ao longo de cada programa, verificando as necessidades dos visitantes e tratando-as como fator de diferencial. Os problemas potenciais são previstos com planejamento, para que nenhuma situação adversa venha a interferir no resultado final da visita. Seguem alguns exemplos das ferramentas utilizadas: Pequenas bandeiras do país de origem e do Brasil são colocadas na Casa de Hóspedes, restaurantes, hotéis e salas de reunião, fazendo o visitante lembrar-se que apesar de estar fora de seu país, tudo está preparado para que ele se sinta em casa.

30 Resultado de uma pesquisa prévia, o cardápio personalizado, quando possível, leva em consideração as restrições e preferências de cada um. Após a visita, o hóspede recebe as fotos que tirou com o grupo que o recebeu, além de um brinde corporativo, com traços da cultura local. Além do profissional de comunicação, o visitante é recebido por um especialista da CVRD, de acordo com a área de negócio de interesse. Plantio de árvore pelos visitantes vips, nas visita a Carajás e Vitória. Em Carajás, o visitante participa de uma programação diferente: conhecer o Parque Zoobotânico de Carajás (mantido pela Vale), com mais de 100 espécies de animais da Amazônia e se surpreende ao encontrar um local de operação mineral em harmonia com o meio ambiente.

31 FORMA DE AVALIAÇÃO Preenchimento de formulário para medir a satisfação do cliente interno quanto ao atendimento a visitantes. O entrevistado classifica os itens em "ruim", "regular", "bom" e "ótimo". Quanto à recepção no aeroporto. Quanto aos traslados (qualidade dos veículos/motoristas). Quanto à assistência no check-in e check-out nos hotéis. Quanto ao roteiro da visita. Quanto ao atendimento nas Casas de Hóspedes. Quanto ao desempenho dos profissionais de Relações Externas que acompanharam as visitas. Quanto ao material utilizado no atendimento (crachás, programas de visitas, etiqueta de bagagem, cartão de telefones úteis etc.).

32 Exercício em sala de Aula Em Grupos (9 grupos); Criar um programa de Visitas para uma organização (Indústrias publicas ou privadas, prestadora de serviços, ONG, etc.) obedecendo todas as etapas do case exemplificado (Programa de Recepção de Visitas – Vale do Rio Doce) objetivando contribuir para o fortalecimento da imagem corporativa da instituição: - Apresentação do programa; - Objetivos; - Programa de Visitas; - Estratégias utilizadas; - Resultados; - Execução; - Formas de Avaliação; - Resultados Alcançados. Apresentar próxima aula 23-08


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