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INFLUENZA AVIÁRIA NAS AVES E MEDIDAS DE PREVENÇÃO ADOTADAS PELO BRASIL Ariel Antonio Mendes Faculdade de Medicina Veterinaria e Zootecnia da UNESP Vice-Presidente.

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1 INFLUENZA AVIÁRIA NAS AVES E MEDIDAS DE PREVENÇÃO ADOTADAS PELO BRASIL Ariel Antonio Mendes Faculdade de Medicina Veterinaria e Zootecnia da UNESP Vice-Presidente Técnico Científico da UBA e Coordenador do Comitê Técnico Científico da ALA AUDIÊNCIA PÚBLICA CONJUNTA CÂMARA E SENADO FEDERAL Brasília, dia 6 de Junho de 2006

2 O QUE É E QUAIS SÃO OS RISCOS DA INFLUENZA AVIÁRIA

3 Doença das aves causada por vírus influenza tipo A Doença das aves causada por vírus influenza tipo A - Tipo A: Humanos, suínos, eqüínos e aves - Tipo A: Humanos, suínos, eqüínos e aves - Tipo B: Somente humanos - Tipo B: Somente humanos - Tipo C: Humanos e suínos - Tipo C: Humanos e suínos Subtipos H (1-16) N (1-9) Subtipos H (1-16) N (1-9) Os tipos mais patogênicos são H5 e H7 Os tipos mais patogênicos são H5 e H7 Subtipos de baixa patogenicidade mais comuns em aves H4, H6 e H9 Subtipos de baixa patogenicidade mais comuns em aves H4, H6 e H9 Doretto Jr., L. O QUE É INFLUENZA AVIÁRIA

4 Doença de aves aquáticas – patos selvagens Doença de aves aquáticas – patos selvagens - Vírus sobrevive bem tem temperaturas amenas e - Vírus sobrevive bem tem temperaturas amenas e congelamento congelamento - No meio ambiente é frágil fora de fluídos Doretto Jr., L. GRIPE AVIÁRIA – H5N1

5 FATOS SOBRE A INFLUENZA AVIÁRIA Doretto Jr., L. A influenza aviária é uma doença das aves, existe há 100 anos e geralmente não afeta humanos A contaminação de humanos pelo vírus H5N1 ocorre quando há uma exposição muito intensa das pessoas com secreções e dejetos de aves enfermas O vírus H5N1 não foi encontrado nas Américas Não existe contaminação através do consumo de carne de aves

6 Doença impeditiva do comércio internacional. Risco de mutação de baixa patogenia dos vírus H5 ou H7 para alta patogenicidade. Risco de mutação para um agente patogênico com capacidade para infectar humanos (pandemia) RISCOS DE SURTOS DE INFLUENZA AVIÁRIA

7 Hong Kong (1997) H5N casos e 6 mortes Holanda e Bélgica (março/abril de 2003) H7N7 1 caso 1 morte (veterinário) Asia (>Dez 2003), Europa, Oriente Médio e África H5N1 Total de 225 casos e 128 mortes até 29/05/06 SURTOS COM VIRUS H5 E H7, QUE CAUSARAM MORTES DE HUMANOS…

8 Um novo vírus resultante da recombinação entre vírus humano e aviário Um vírus H5N1 com mutação que confira a ele capacidade de transmissão entre humanos PORÉM, O VÍRUS PANDÊMICO TÃO TEMIDO NÃO NECESSARIAMENTE É O H5 N1, ELE PODE SER….

9 A MANEIRA MAIS PRÁTICA DE DIMINUIR O RISCO DE PANDEMIA É DIMINUIR OU ELIMINAR A CIRCULAÇÃO DE VÍRUS NA FONTE, OU SEJA, NAS AVES MAS NÃO PODEMOS PERDER O FOCO DO PROBLEMA POIS......

10 FOCOS DE INFLUENZA AVIÁRIA NA AVICULTURA INDUSTRIAL DESDE 2003 Total: OUTROS: Afeganistão, Albânia, Azerbaijão, Camarões, Camboja, Coréia do Sul, Egito, França, Índia, Iraque, Israel, Japão, Jordânia, Kazaquistão, Laos, Malásia, Mianmar, Nigéria, Paquistão e Ucrânia. Fonte: OIE, 2006

11 IMAGENS ASIÁTICAS

12 MAPA DOS PAÍSES AFETADOS ATÉ 28 DE ABRIL DE 2006 Test results awaited to identify Norfolk bird flu strain: A government update was anticipated late Friday (28 Apr) to confirm the specific strain of bird flu as a precautionary cull of 35,000 birds takes place, following the initial discovery of bird fatalities at Banham Poultrys Witford Lodge Farm in North Tuddenham, about 13 miles (20km) west of Norwich, Norfolk. The poultry industry in the eastern region employs 13,000 people managing 28 million birds - chickens, turkeys, ducks and geese. The government's chief vet, Dr Debby Reynolds, said it was likely to be the H7 strain, virulent among chickens but less of a threat to humans than the H5N1 strain and therefore does not pose a high risk to humans. No further outbreaks have so far been reported. An outbreak of an H7 variation, called H7N7, in the Netherlands in 2003 infected more than 80 people and led to the death of one vet. There have been four H7 cases in the UK since The most serious was a single case of highly pathogenic H7 among domestic poultry that resulted in the whole flock being culled. No human infections have yet been reported from this latest incident, although close monitoring of farm workers who will have been in close contact with poultry has been initiated. The specific origin of the virus has yet to be identified – Witford Lodge is a chicken – parent breeder farm, used to produce eggs that are hatched elsewhere; movement restrictions are now in place under licence from local veterinary inspectors. The same restrictions apply as a precautionary measure at 30 other Norfolk premises owned by the company. DEFRA has said the possibility of introducing an exclusion zone was not being ruled out but any decision would await the findings of confirmatory tests. The previously communicated Food Standards Agency advice (that properly cooked poultry and poultry products, including eggs, are safe to eat) i.e. that avian flu does not pose a food safety risk for UK consumers remains unchanged. Market Implications: The European market is currently volatile, and the knock-on effects of significant downturns in some member states (notably Italy and France – see overleaf) are being felt in the UK in terms of lower prices. So far, however, consumption of poultry products has not been significantly affected in the UK. EU approve subsidy package for poultry farmers: EU ministers have approved a subsidy package for poultry farmers hit by falling sales and prices due to bird flu. Farmers will be eligible for 50% cost funding if they can prove that bird flu led to a slump in demand for their poultry. EU data shows that poultry sales have fallen by up to 70% in some EU countries, while prices have slumped by 13% on average; poultry sales are especially weak in Italy, Greece and Cyprus. Italy and France have already said they will make a total of 163m euros ($200m; £113m) available to their farmers. 58 PAÍSES AFETADOS ATÉ 02 DE JUNHO DE 2006

13 IMPACTO ECONÔMICO, SOCIAL E POLÍTICO DE UM SURTO DE INFLUENZA AVIÁRIA NO BRASIL

14 IMPACTO ECONÔMICO Perdas econômicas elevadas causadas pelo Sacrifício de aves afetadas e na região do perifoco Lucro cessante com o sequestro de carcaças no abatedouro e no porto Lucros cessantes com o despovoamento de granjas e impossibilidade de alojamento de aves Perdas com o não cumprimento de contratos de exportação Queda no preço da carne de frango e ovos e no consumo interno

15 Eliminação de aves na região afetada Preocupações sobre bem-estar animal Temores relacionados à saúde pública Danos na imagem do produto frango Mudança de rotina na região afetada Problemas de desemprego causado pela quebra de empresas e descontinuidade nos abates IMPACTO SOCIAL

16 IMPACTO POLÍTICO Responsabilidade do setor privado e público Dúvidas sobre a efetividade de ações governamentais de prevenção Efeito drástico sobre a credibilidade do país

17 O QUE JÁ FOI FEITO ATÉ O MOMENTO PARA PREVENIR A ENTRADA DA DOENÇA E PREPARAR A ESTRUTURA DE DEFESA PARA ERRADICAR FOCOS?

18 Importação de material genético…. reduzido Pessoas, veículos e equipamentos…. alto e difícil de controlar Containers.. médio e controlável Produtos avícolas.. médio e controlável Aves migratórias …..alto, mas manejável Contrabando de aves e ovos… reduzido mas não negligenciável Bioterrorismo … reduzido mas não negligenciável POSSÍVEIS VIAS DE INGRESSO DO VÍRUS NO BRASIL

19 NÃO.... FRAGILIDADES DO PAÍS

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22 VULNERABILIDADES A biosseguridade em muitas granjas de postura comercial e de frangos de corte ainda é frágil e precisa ser melhorada

23 VULNERABILIDADES A produção de frangos tipo caipira ou colonial aumenta o risco de contato com aves migratorias, ou aves silvestres residentes

24 VULNERABILIDADES Programas de incentivo a avicultura familiar em regiões de avicultura industrial devem ser reavaliados pelo governo

25 VULNERABILIDADES A possibilidade de contrabando de aves ornamentais, ovos de codorna e de galos de briga pode introduzir o virus de IA no país

26 O QUE FOI FEITO NO MUNDO Planos de prevenção e de contingência OMS – Organização Mundial de Saúde OIE - Organização Mundial de Saúde Animal FAO CISA - Comitê Interamericano de Sanidade Avícola CVP - Comitê Veterinário Permanente do Cone Sul GF-TADs – Plano de Erradicação de Enfermidades Transfronteiriças

27 MEDIDAS DE PREVENÇÃO ADOTADAS NO BRASIL PELO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E SETOR PRIVADO Maior rigor na importação de material genético Proibição de importação de aves ornamentais e de companhia Modernização dos laboratórios de diagnóstico Monitoria sorológica em plantéis comerciais Monitoria sorológica em aves migratórias Cadastro geo-referenciado de granjas

28 MEDIDAS DE PREVENÇÃO ADOTADAS NO BRASIL... Elaboração de Plano de Contingência Elaboração de Planos Acessórios Elaboração de Plano de Prevenção – Instrução Normativa SDA/MAPA No. 17 de Treinamento e capacitação de pessoal técnico do setor público e privado

29 MEDIDAS DE PREVENÇÃO ADOTADAS NO BRASIL... Pelo setor privado Reforço na biosseguridade das granjas Proibição de visitas na granjas Planos de prevenção e contingência Treinamento e capacitação de pessoal Realização de simulados Readequação da produção/compartimentalização Investimento em processamento/produtos cozidos

30 MEDIDAS DE PREVENÇÃO ADOTADAS NO BRASIL... Na área de saúde pública Plano de preparação da gripe aviára – 3ª versão - Produção de vacinas - Modernização da rede de vigilância laboratorial Compra de antivirais (Tamiflu ) Capacitação de pessoa técnico Capacitação de trabalhadores – uso de EPI Informações aos viajantes Criação de Grupos de Trabalho

31 MEDIDAS DE PREVENÇÃO EM IMPLANTAÇÃO Credenciamento de novos laboratórios para diagnóstico Legislação para frangos de corte e poedeiras – entra em consulta pública nos próximos dias Legislação para frango tipo caipira e avicultura familiar Criação de um Comitê de Crise – em estudo Criação de GEASE nacional – em estudo

32 O QUE AINDA FALTA FAZER?

33 O QUE FAZER NO CURTO PRAZO Adesão dos Estados ao Plano de Prevenção Para isso, é imprescindível a liberação de recursos extra- orçamentários para que o Ministério da Agricultura faça repasses para os Estados por meio de convênios

34 O QUE FAZER NO CURTO PRAZO Criar um banco de vacinas no exterior Incrementar o programa de monitoria em aves comerciais, de fundo de quintal e migratórias Imediata implementação do Plano de Prevenção pelos Estados Aumentar a rede de laboratórios para diagnóstico Acabar com programas de incentivos a avicultura familiar em zonas de produção avícola

35 O QUE FAZER A MÉDIO PRAZO Criar fundos de indenização em todos os Estados Criar Comitês Estaduais de Sanidade Avícola (COESAS) em todos os Estados Criar e treinar GEASES em todos os Estados Realizar simulados para treinamento dos GEASES Compartimentalizar a avicultura brasileira, inicialmente por Estados (proposta atual) e futuramente por micro- regiões e empresas

36 CONCLUSÃO FINAL

37 SANIDADE ANIMAL É UM PATRIMÔNIO DO PAÍS, TALVEZ MAIS IMPORTANTE QUE RESERVAS DE MINÉRIOS OU PETRÓLEO E MANTÊ-LA É UMA MANEIRA DE ASSEGURAR O FUTURO DE NOSSOS FILHOS E NETOS


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