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PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA NA ALFABETIZAÇÃO Prof. Rosália Saraiva FAPA - 2009.

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1 PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA NA ALFABETIZAÇÃO Prof. Rosália Saraiva FAPA

2 QUADRO TEÓRICO DE REFERÊNCIA PARA A APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA Concepção construtivista da aprendizagem e do ensino. Concepção construtivista da aprendizagem e do ensino. Concepção psicogenética e sócioeducativa da criança e de suas possibilidades. Concepção psicogenética e sócioeducativa da criança e de suas possibilidades. Concepção psicogenética e sociolinguística da construção da linguagem na comunicação e na ação / interação (grifo meu) Concepção psicogenética e sociolinguística da construção da linguagem na comunicação e na ação / interação (grifo meu) Concepção línguistica da escrita e de sua unidade fundamental – o texto. Concepção línguistica da escrita e de sua unidade fundamental – o texto. Concepção psicocognitiva dos processos de leitura como compreensão de textos. Concepção psicocognitiva dos processos de leitura como compreensão de textos. Concepção psicocognitiva das processos de escrita como produção de texto. Concepção psicocognitiva das processos de escrita como produção de texto.(Jolibert) CRIANÇAS LENDO E ESCREVENDO TEXTOS EM SITUAÇÕES REAIS DE USO

3 DIFERENTES CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM (Koch) 1. LINGUAGEM COMO REPRESENTAÇÃO (espelho) do mundo e do pensamento o homem representa o mundo, para si, através da linguagem e, assim sendo, a função da língua é representar (refletir) seu pensamento e seu conhecimento de mundo; o homem representa o mundo, para si, através da linguagem e, assim sendo, a função da língua é representar (refletir) seu pensamento e seu conhecimento de mundo; essa concepção corresponde à de um sujeito psicológico, individual, dono de sua vontade e de suas ações – um sujeito visto como um ego que constrói uma representação mental e deseja que ela seja captada pelo interlocutor da maneira como foi mentalizada. essa concepção corresponde à de um sujeito psicológico, individual, dono de sua vontade e de suas ações – um sujeito visto como um ego que constrói uma representação mental e deseja que ela seja captada pelo interlocutor da maneira como foi mentalizada. O TEXTO É VISTO COMO UM PRODUTO – LÓGICO – DO PENSAMENTO DO AUTOR, NADA MAIS CABENDO AO LEITOR SENÃO CAPTAR ESSA REPRESENTAÇÃO MENTAL, JUNTAMENTE COM AS INTENÇÕES (PSICOLÓGICAS) DO PRODUTOR, EXERCENDO, POIS, UM PAPEL PASSIVO. O TEXTO É VISTO COMO UM PRODUTO – LÓGICO – DO PENSAMENTO DO AUTOR, NADA MAIS CABENDO AO LEITOR SENÃO CAPTAR ESSA REPRESENTAÇÃO MENTAL, JUNTAMENTE COM AS INTENÇÕES (PSICOLÓGICAS) DO PRODUTOR, EXERCENDO, POIS, UM PAPEL PASSIVO.

4 2. LINGUAGEM COMO INSTRUMENTO (FERRAMENTA) DE COMUNICAÇÃO a língua é um código através do qual um emissor comunica a um receptor determinada mensagem e, sendo assim, sua função é a transmissão de informações; a língua é um código através do qual um emissor comunica a um receptor determinada mensagem e, sendo assim, sua função é a transmissão de informações; essa concepção estrutural corresponde a um sujeito determinado, assujeitado pelo sistema, caracterizado por uma espécie de não- consciência. essa concepção estrutural corresponde a um sujeito determinado, assujeitado pelo sistema, caracterizado por uma espécie de não- consciência. O TEXTO É VISTO COMO UM SIMPLES PRODUTO DA CODIFICAÇÃO DE UM EMISSOR, A SER DECODIFICADO PELO LEITOR/OUVINTE, BASTANDO A ESTE, PARA TANTO, O CONHECIMENTO DO CÓDIGO UTILIZADO.

5 3. LINGUAGEM COMO FORMA (LUGAR) DE AÇÃO OU INTERAÇÃO INTERAÇÃO aborda a linguagem como atividade, como forma de ação, ação inter-individual finalisticamente orientada; como lugar de interação que possibilita aos membros de uma sociedade a prática dos mais diversos tipos de atos, que vão exigir dos semelhantes reações e/ou comportamentos, levando ao estabelecimento de vínculos e compromissos anteriormente inexistentes; aborda a linguagem como atividade, como forma de ação, ação inter-individual finalisticamente orientada; como lugar de interação que possibilita aos membros de uma sociedade a prática dos mais diversos tipos de atos, que vão exigir dos semelhantes reações e/ou comportamentos, levando ao estabelecimento de vínculos e compromissos anteriormente inexistentes; na concepção interacional, os sujeitos são vistos como autores/construtores sociais, sujeitos ativos que dialogicamente se constroem e são construídos no texto, considerado o próprio lugar da interação e da constituição dos interlocutores. na concepção interacional, os sujeitos são vistos como autores/construtores sociais, sujeitos ativos que dialogicamente se constroem e são construídos no texto, considerado o próprio lugar da interação e da constituição dos interlocutores. O TEXTO É ESPAÇO DE INTERAÇÃO E SEU SENTIDO É CONSTRUÍDO NA INTERAÇÃO ENTRE TEXTO/SUJEITO E NÃO ALGO QUE PREEXISTA À ESSA INTERAÇÃO.

6 TEXTO é toda a construção cultural que adquire significado devido a um sistema de códigos e convenções é toda a construção cultural que adquire significado devido a um sistema de códigos e convenções não é a soma de orações nem palavras, mas sim um todo completo, coeso e coerente que transmite a intenção de quem escreve de forma a ser compreendido pelo leitor a partir de seus objetivos de leitura não é a soma de orações nem palavras, mas sim um todo completo, coeso e coerente que transmite a intenção de quem escreve de forma a ser compreendido pelo leitor a partir de seus objetivos de leitura é ponto de partida e de chegada de todo o processo de aprendizagem da língua é ponto de partida e de chegada de todo o processo de aprendizagem da língua

7 TEXTO

8 LESMOLINAS E GRAMILVOS Lewis Carrol* Era briluz. As lesmolinas touvas Roldavam e relviam nos gramilvos Estavam mimssicais as pintalouvas E os momirratos davam grilvos. Responda: 1. O que as lesmolinas touvas faziam no briluz? 2. Quem estava mimssicais? 3. O que faziam os morrimatos? *Tradução de Augusto dos Campos, in: Aventuras de Alice.São Paulo: *Tradução de Augusto dos Campos, in: Aventuras de Alice.São Paulo: Summus, Summus, 1980.

9 O EQUIDNA O equidna é um animal que vive nas regiões da Nova Guiné e Austrália. Ele tem o corpo coberto de espinhos e uma pelagem crespa que servem como proteção. Os adultos têm um focinho alongado característico, do qual saem suas presas, e uma boca pequena sem dentes; em compensação, esses bichinhos espinhosos têm uma língua comprida e pegajosa, com a qual apanham as formigas e minhocas que são a sua principal fonte de alimento. O mais interessante nesse bichinho é que vinte dias após a fecundação, os filhotes nascem de ovos depositados na bolsa formada por uma prega de pele no abdômen. Após cerca de 10 dias, os ovos chocam e os bebês equidna alimentam-se de leite materno, que sugam através dos poros da mamãe. Ao contrário dos outros mamíferos, a fêmea do equidna não têm mamilos definidos. Eles ainda permanecem na bolsa durante mais 2 meses, até que nasçam os espinhos. O equidna é um animal solitário e de hábitos noturnos. Quando se sente em perigo, enrola-se sobre si próprios para proteger a barriga com a parte espinhosa e pode, também, escavar um buraco com rapidez, conseguindo enterrar-se totalmente em pouco tempo.

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11 __________________________ Quando percebi, tudo já havia acontecido. O rádio ficou mudo e, apesar de mais pessoas estarem por perto, lá estava eu, sozinho com meus pensamentos. O frio que eu sentia era diferente. Entrava pela pele e doía nos ossos, fazendo meu corpo todo tremer. Desapertei a gravata e tirei o paletó. Tentei manter a calma e abri lentamente a janela. Com muito esforço saí, mas não conseguia perceber exatamente onde eu estava. Meus movimentos eram lentos e desajeitados... Já não me importava com coisas materiais...meus documentos, dinheiro, meu carro ou qualquer coisa assim. Consegui tirar os sapatos, que me incomodavam muito, e tentei me dirigir para a única direção onde provavelmente encontraria um poste. Foi quando vi a mulher tentando pegar o cachorro: comecei a rir sem parar e apoiei meu corpo cansado em cima de um muro. Passou por mim um garoto assustado puxado por seu pai, um guarda com uma velhinha e um rapaz tranqüilo que aparentemente me conhecia, pois disse um oi, tudo sob controle aí? e foi embora. Neste momento comecei a entender como o trágico mora perto do cômico! Aos poucos consegui chegar a uma padaria que recebia quase todo mundo que escapava. Tomei um conhaque e, como bom brasileiro, fiquei trocando idéias e procurando soluções para os problemas do mundo com meus novos amigos... (Cócco e Hailer, Alp 5, SP: FTD,1994, p.82) (Cócco e Hailer, Alp 5, SP: FTD,1994, p.82)

12 _________________________ Como gemas para financiá-lo, nosso herói desafiou todos os risos desdenhosos que tentaram dissuadi-lo de seu plano. Os olhos enganam, disse ele, um ovo e não uma mesa tipificam corretamente esse planeta inexplorado. Então as três irmãs fortes e resolutas saíram à procura de provas, abrindo caminho, às vezes através de imensidões tranqüilas, mas amiúde através de picos e vales turbulentos. Os dias se tornavam semanas, enquanto os indecisos espalhavam rumores apavorantes a respeito da beira. Finalmente, sem saber de onde, criaturas aladas e bem vindas apareceram anunciando um sucesso prodigioso. (Kleiman, 1995)

13 O NOVO __________ Acaba de ser lançado no mercado mais um __________, com as mesmas características dos outros ____________: chega pontualmente no dia__________ e vem cheio de promessas e esperanças. Tem o mesmo comprimento e a mesma largura: 365 x 12, salvo modificações durante o período, coisa que não acontece há centenas de anos. Vem como todos os outros, com os mesmos defeitos de __________ : apenas um domingo por __________. Sem contar a maioria dos feriados, colocados levianamente bem no meio das _______________, e não se aceitam reclamações. Apesar de tudo, tem exatamente ______________ de garantia, às vezes parece mais, às vezes menos. É um ___________ bastante acolhedor, com capacidade para abrigar toda a população do mundo, inclusive a que vai nascer. Seu slogan para o consumo é o mesmo que vem sendo utilizado com sucesso desde o início: Feliz __________. Se não der certo, vem outro ai. (Leon Eliachar, O homem ao meio. SP: Círculo de Livro, s/d, p. 239)

14 (...) não basta estudar a língua como um código (conjunto de signos), através do qual um emissor transmite mensagens a um receptor; nem como um sistema formal, abstrato, de relações entre elementos de vários níveis que permitem estruturar as frases de uma língua, nem como um conjunto de enunciados virtuais cujo significado é determinado fora de qualquer contexto. (Koch, 2003)

15 RELAÇÃO CONCEPÇÃO DE APRENDIZAGEM/ CONCEPÇÃO DE LINGUAGEM (Jolibert) Aprendizagem como processo: Significativo – sentido da aprendizagem nova, relação com conhecimentos prévios, valor de uso Significativo – sentido da aprendizagem nova, relação com conhecimentos prévios, valor de uso Ativo – construção inteligente por parte do aprendiz, busca de respostas na ação-interação com o mundo,estabelecimento de relações Ativo – construção inteligente por parte do aprendiz, busca de respostas na ação-interação com o mundo,estabelecimento de relações Interativo/social – aprendizagem na interação com os outros e com as intervenções do professor Interativo/social – aprendizagem na interação com os outros e com as intervenções do professor Reflexivo – aprende-se refletindo- se sobre o que se aprende e sobre como se aprende (metacognição) / sistematização Reflexivo – aprende-se refletindo- se sobre o que se aprende e sobre como se aprende (metacognição) / sistematização Linguagem como interação: Construída na interação com os outros, com múltiplos interlocutores, em situações reais de uso Construída na interação com os outros, com múltiplos interlocutores, em situações reais de uso Prática efetiva: Prática efetiva: aprende-se a ler, lendo aprende-se a escrever, escrevendo aprende-se a ler, escrevendo Aprende-se a escrever, lendo

16 CONCEPÇÕES DO QUE É LER E ESCREVER LEITURA Leitura concebida, desde o começo, como uma busca do significado do texto em função dos interesses e necessidades do leitor, que se utiliza de várias categorias de informação (não apenas letras) e de diversas estratégias. Leitura concebida, desde o começo, como uma busca do significado do texto em função dos interesses e necessidades do leitor, que se utiliza de várias categorias de informação (não apenas letras) e de diversas estratégias. Aprender a ler é, desde o início, aprender a procurar significados nos textos completos, em situações reais de uso e desejar/ter necessidade de elaborar seu sentido. Aprender a ler é, desde o início, aprender a procurar significados nos textos completos, em situações reais de uso e desejar/ter necessidade de elaborar seu sentido. ESCRITA Escrita é um processo dinâmico, uma produção de textos, concebida como a busca da adequação do texto produzido ao destinatário, ao propósito do autor, ao tipo de texto escolhido. Escrita é um processo dinâmico, uma produção de textos, concebida como a busca da adequação do texto produzido ao destinatário, ao propósito do autor, ao tipo de texto escolhido. Aprender a produzir textos é, desde o início, aprender a elaborar um texto que tenha significado para um destinatário real e por um determinado motivo. Aprender a produzir textos é, desde o início, aprender a elaborar um texto que tenha significado para um destinatário real e por um determinado motivo.(Jolibert)

17 Ler é compreender textos. Escrever é produzir textos. TEXTOS REAIS / SITUAÇÕES REAIS DE USO.

18 PROPÓSITO EDUCATIVO DO ENSINO DA LEITURA E DA ESCRITA NA ESCOLA PROPÓSITO EDUCATIVO DO ENSINO DA LEITURA E DA ESCRITA NA ESCOLA Incorporar as crianças à comunidade de leitores e escritores, formando alunos como cidadãos da cultura escrita Incorporar as crianças à comunidade de leitores e escritores, formando alunos como cidadãos da cultura escrita OBJETO DE ENSINO OBJETO DE ENSINO Práticas Sociais de Leitura e de Escrita Ênfase nos propósitos de leitura e escrita em diferentes situações e nas razões que levam as pessoas a ler e a escrever. Ênfase nos propósitos de leitura e escrita em diferentes situações e nas razões que levam as pessoas a ler e a escrever.

19 ALFABETIZAÇÃO COMO PROCESSO DISCURSIVO A alfabetização é um processo discursivo, além de uma atividade cognitiva. Ela implica, desde a sua gênese, a constituição de sentido. A criança aprende a ouvir, a entender o outro pela leitura; aprende a falar a dizer o que quer pela escrita. Mas, esse aprender significa fazer, usar, praticar, conhecer.

20 OS SABERES INFANTIS SOBRE A LINGUAGEM ESCRITA A crianças, mesmo não sabendo escrever de maneira convencional, desde muito cedo produzem textos linguisticamente diferenciados, são capazes de produzir mensagens que possuem marcas de diferenciação entre gêneros de textos e demonstram que a organização sintática dos textos também é diferente. Isso acontece tanto na produção como na interpretação da escrita.

21 Não se pode separar o aprender a ler do aprender a produzir. Aprende-se a ler produzindo textos e aprende-se a produzir textos lendo. (Jolibert)

22 POR QUE ESCOLARIZAR PRÁTICAS SOCIAIS É UM DESAFIO? Aprende-se a ler, lendo. Aprende-se a escrever, escrevendo. PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA COMO OBJETO DE ENSINO O que se aprende quando se lê ou se escreve em sala de aula? O que se aprende quando se lê ou se escreve em sala de aula? Quais são os conteúdos que se estão ensinando e aprendendo ao ler ou ao escrever? Quais são os conteúdos que se estão ensinando e aprendendo ao ler ou ao escrever?

23 Comportamentos do leitor e comportamentos do escritor – conteúdos fundamentais do ensino Os comportamentos do leitor e do escritor são conteúdos – e não tarefas – porque são aspectos do que se espera que os alunos aprendam, porque se fazem presentes em sala de aula para que os alunos se apropriem deles e possam pô-los em ação no futuro, como praticantes da leitura e da escrita. Os comportamentos do leitor e do escritor são conteúdos – e não tarefas – porque são aspectos do que se espera que os alunos aprendam, porque se fazem presentes em sala de aula para que os alunos se apropriem deles e possam pô-los em ação no futuro, como praticantes da leitura e da escrita. Os conceitos de comportamento do leitor e do escritor contempla, de forma não compartimentada, os conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais. Os conceitos de comportamento do leitor e do escritor contempla, de forma não compartimentada, os conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais. Ao exercer comportamentos de leitor e de escritor, os alunos têm a oportunidade de entrar no mundo dos textos, de se apropriar dos traços distintivos de alguns gêneros, de ir distinguindo a linguagem que se fala da linguagem que se escreve, de apelar para recursos linguistícos necessários para produzir ou interpretar textos Ao exercer comportamentos de leitor e de escritor, os alunos têm a oportunidade de entrar no mundo dos textos, de se apropriar dos traços distintivos de alguns gêneros, de ir distinguindo a linguagem que se fala da linguagem que se escreve, de apelar para recursos linguistícos necessários para produzir ou interpretar textos

24 Como isso pode acontecer na alfabetização? Como isso pode acontecer na alfabetização? Como os alunos podem atuar como leitores e escritores desde o início? Como os alunos podem atuar como leitores e escritores desde o início? Que práticas oportunizam que os conteúdos linguísticos adquiram sentido? Que práticas oportunizam que os conteúdos linguísticos adquiram sentido? Como as práticas podem se transformar, desde a alfabetização, em fontes de reflexão metalinguística? Como as práticas podem se transformar, desde a alfabetização, em fontes de reflexão metalinguística?

25 CONTEÚDOS EM AÇÃO E CONTEÚDOS OBJETO DE REFLEXÃO Exercer as práticas de leitura e escrita é condição necessária para poder refletir sobre elas. É fundamental evitar que fazer e pensar sobre o fazer sejam substituídos por um simples falar daquilo que seria necessário fazer ou sobre o qual seria necessário refletir. Exercer as práticas de leitura e escrita é condição necessária para poder refletir sobre elas. É fundamental evitar que fazer e pensar sobre o fazer sejam substituídos por um simples falar daquilo que seria necessário fazer ou sobre o qual seria necessário refletir. A leitura e a escrita são atos globais e indivisíveis e que somente é possível se apropriar dos comportamentos que as constituem no quadro de situações semelhantes às que têm lugar fora da escola, orientadas em direção a propósitos para cuja realização é relevante escrever. A leitura e a escrita são atos globais e indivisíveis e que somente é possível se apropriar dos comportamentos que as constituem no quadro de situações semelhantes às que têm lugar fora da escola, orientadas em direção a propósitos para cuja realização é relevante escrever.

26 No âmbito escolar, as práticas sociais de leitura e escrita não podem funcionar da mesma maneira que fora dele, porque na escola a leitura e a escrita funcionam como objetos de ensino. No âmbito escolar, as práticas sociais de leitura e escrita não podem funcionar da mesma maneira que fora dele, porque na escola a leitura e a escrita funcionam como objetos de ensino. PRECISAMOS CONSTRUIR CONDIÇÕES DIDÁTICAS FAVORÁVEIS PARA O DESENVOLVIMNTOS DESSAS PRÁTICAS, TRATANDO OS ALUNOS COMO LEITORES E ESCRITORES, PARA QUE POSSAM ATUAR COMO TAIS, APESAR DE SEREM ALUNOS.

27 Como preservar o sentido da leitura e da escrita na escola, desde a Educação Infantil? Como preservar o sentido da leitura e da escrita na escola, desde a Educação Infantil?

28 Lendo e escrevendo suas histórias, registrando suas experiências, a criança vai progressivamente incorporando a escrita à sua atividade cotidiana. A aprendizagem da leitura e da escrita, numa perspectiva dialética, pode ser entendida como um veículo de emancipação, quando, a partir de seu uso funcional, a expressão da criança auxilia o desenvolvimento de seus conhecimentos sobre a linguagem escrita e a escrita a ajuda na expressão de seus sentimentos, pensamentos e experiências sobre e com o mundo. (Perez)

29 Não basta,porém, fazer com que as crianças leiam / produzam textos: o papel específico da escola é ENSINAR A LER / PRODUZÍ-LOS, isto é, fazer experimentar e explicitar os indícios e as estratégias utilizados, de maneira que cada criança se torne capaz de gerir sozinha sua tarefa de leitura ou de produção de um escrito. (Jolibert) Não basta,porém, fazer com que as crianças leiam / produzam textos: o papel específico da escola é ENSINAR A LER / PRODUZÍ-LOS, isto é, fazer experimentar e explicitar os indícios e as estratégias utilizados, de maneira que cada criança se torne capaz de gerir sozinha sua tarefa de leitura ou de produção de um escrito. (Jolibert)


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