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Dependência Conceitual Juliana Vermelho Martins. Conceito zRepresentação para expressar eventos em expressões lingüísticas zA estrutura básica deste nível.

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1 Dependência Conceitual Juliana Vermelho Martins

2 Conceito zRepresentação para expressar eventos em expressões lingüísticas zA estrutura básica deste nível é a conceitualização:construção ator-ação- objeto ou objeto-estado zSe uma ação está presente então suas circunstâncias também estão. Uma delas é o instrumental (também uma conceitualização)

3 Objetivo zRepresentar o conhecimento de tal forma que: ySeja independente da linguagem em que as frases foram originalmente expressas ySirva como base para programas de computador que entendem linguagem natural o suficiente para fazer paráfrases e inferências a partir de sentenças de entrada

4 Exemplo Eu dei um livro para o homem zOnde y indica a direção da dependência y indica dependência entre ator e ação(ACT) yp indica tempo conceitual (passado) yATRANS indica transferência de posse (ação) yo indica circunstância conceitual (Objeto) yR indica circunstância conceitual (Recipiente) yEu e Homem são PPs (produtores de ação) ylivro é PA (modificador de ação)

5 Conceitualização zQualquer ação deve ser real e deve poder ser executada em algum objeto por um ator. zAtores, ações e objetos no esquema conceitual devem corresponder a respectivas entidades do mundo real zConceitualizações possuem um esquema de representação

6 Esquema de Representação zDependência mútua entre ator-ação: zRelação objeto-estado: y afirmação de um atributo y mudança de estado y relação causal indicada entre o causador e a causa, denota dependência temporal. Pode existir somente entre dependências duplas. Somente eventos ou estados podem causar eventos ou estados

7 Primitivas Conceituais zACTs : Ações zPPs : Objetos (produtores de ações) zAAs : Modificadores de ações zPAs : Modificadores de PPs

8 Representação de uma sentença zÉ possível representar uma grande parte dos significados das linguagens naturais pelo uso de um esquema de representação conceitual que inclui somente quatorze ações básicas, um conjunto infinito de objetos e um pequeno número de estados, em adição a aproximadamente dezesseis regras governando a combinação desses itens Schank (May, 1973)

9 Ações primitivas zO número total de ações (ACT) necessárias para dar o significado de qualquer sistema em linguagem natural é quatorze zEntretanto, Schank em artigo de março de 1973, admite que podem ser necessárias outras ações (especificamente de sentimentos), cujo critério de decisão para criação baseia-se nas inferências

10 Ações Primitivas zCada ACT requer ainda três ou quatro circunstâncias conceituais (OBJETO, INSTRUMENTO, RECIPIENTE ou DIREÇÃO - O, I, R, D) zSó é considerado ACT aquilo que pode ser executado por alguém. Por exemplo, dormir são considerados estados.

11 Ações Primitivas zHá quatro categorias de ACT nas quais as quatorze ações são divididas: yGlobais yFísicas yMentais yInstrumentais

12 Ações Primitivas zGlobais yATRANS - transferência de uma relação abstrata (dar) yPTRANS - transferência de local físico de um objeto (ir)

13 Ações Primitivas zFísicas: yPROPEL - aplicação de força física a um objeto (empurrar) yMOVE - movimento de uma parte do corpo por seu dono (chutar) yGRASP - domínio de um objeto por um ator (agarrar) yINGEST - ingestão de um objeto por um animal (comer) yEXPEL - expulsão de algo do corpo de um animal (chorar)

14 Ações Primitivas zMentais: yMTRANS - transferência de informação mental entre animais ou dentro de um animal (contar). Divide-se a memória em CP (processador consciente), LTM (memória de longo prazo) e órgãos dos sentidos. yMBUILD - elaboração de novas informações a partir de informações antigas (decidir) yCONC - ato de conceitualizar. Pode ser: focar atenção em algo ou executar processamento mental (pensar, sonhar)

15 Ações Primitivas zInstrumentais: ySPEAK - produção de sons (dizer) ySMELL - ato de direcionar o nariz a um odor (cheirar) yLOOK-AT - direcionar os olhos a um objeto físico (olhar) yLISTEN-TO - direcionar os ouvidos a um objeto sonoro (ouvir)

16 Ações Primitivas zATTEND - focagem de um órgão dos sentidos em um estímulo (escutar) zDO - representa uma ação desconhecida

17 Estados zPodem ser descritos por escalas de valores numéricos zUtilizados para detectar diferenças entre adjetivos, por exemplo bravo é um pouco menos que furioso

18 Estados zSaúde: vai de -10 a + 10 ymorto - 10 ygravemente doente -9 ydoente -9 a -1 ybem 0 ymuito bem +7 yperfeita saúde + 10

19 Estados zEstado Mental: vai de -10 a 10 ycatatônico -9 ydeprimido -5 yabalado -3 ytriste -2 yOk 0 yfeliz +5 yextasiado +10

20 Estados zGrau de Consciência: vai de 0 a +10 yinconsciente 0 ydormindo 5 yacordado 10 y percepção sob efeito de drogas > 10

21 Estados zAlguns estados têm valores absolutos e não em escalas: Length (Size), Color, Light Intensity, Mass, Speed, etc. zOutros são relacionamentos entre objetos: Control, Part (possessão inalienável), Poss (possessão), Ownership, Contain, Proximity, Location, Physical Containment zMFEEL expressa a relação entre duas pessoas e uma emoção

22 Exemplo João matou Maria João DO Maria HEALTH (-10) HEALTH (> -10) r p p

23 Regras 1.Atores executam ações 2.Ações têm objetos 3.Ações têm instrumentos 4.Ações podem ter recipientes 5.Ações podem ter direções 6.Objetos podem estar relacionados a outros objetos. Essas relações são: Possession, Location e Containment

24 Regras 7.Objetos podem ter atributos 8.Ações podem ter atributos 9.Atributos têm valores 10.Conceitualizações podem ter tempo 11.Conceitualizações podem ter localização

25 Regras 12.Conceitualizações podem causar mudança no valor de atributos de objetos 13.Conceitualizações podem habilitar a ocorrência de outras conceitualizações 14.Conceitualizações podem servir de razão para conceitualizações

26 Notação adicional zExistência de conceitualização: zLocalizações: LOC yex.: X LOC(Y) X está localizado em Y zLocalizações possuídas por Z: yZ LOC(Y(X)) z Tempo (marcado sobre ) yp - Passado yf - Futuro yt - Transição yt s - Iniciar transição yt f - Transição encerrada yk - Continuidade y - Eterno y - Presente

27 Notação adicional zCausas y r - Resultado y R - Razão y - Causa física y E - Condição de permissão z ? - Interrogação z / - Negação z c - Condicional z - incapaz de

28 Exemplos de regras zRelação entre um ator e o evento que ele causa zRelacionamento entre uma ação e o objeto (produtor de situação) que é objeto daquela ação.

29 Regras zRelação entre um ator e um estado no qual ele começou e terminou As plantas cresceram Plantas Tamanho = x Tamanho > x

30 Inferências z... uma inferência é uma conceitualização que é verdade com algum grau de probabilidade sempre que outra conceitualização ou conjunto de conceitualizações forem verdade. Schank (Mach, 1973)

31 Exemplo zJoão foi para São Paulo zNão está explícito que João, na realidade, chegou lá. A representação conceitual dos dois fatos é diferente. zMas podemos inferir isso se soubermos que essa possibilidade é válida zPara cada ação há regras de inferência

32 Argumentos para o uso da DC zMenos regras de inferência são necessárias zMuitas inferências já estão presentes na própria representação zAs estruturas terão espaços que deverão ser preenchidos. Sobre estes pode recair o foco do programa que pretende compreender as frases

33 Argumentos contra seu uso zFormalismo de representação yO conhecimento precisa ser decomposto em primitivas de nível bastante baixo zÉ apenas uma teoria da representação de eventos yNão representa outros tipos de conhecimento


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