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IV CONGRESSO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Diferentes Culturas e Linguagens na Escola: confrontos e diálogos.

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Apresentação em tema: "IV CONGRESSO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Diferentes Culturas e Linguagens na Escola: confrontos e diálogos."— Transcrição da apresentação:

1 IV CONGRESSO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Diferentes Culturas e Linguagens na Escola: confrontos e diálogos

2 Um caso real para iniciarmos nossa conversa... Temos uma língua própria que revela uma cultura própria.

3 Logo, devemos começar por reforçar a íntima relação entre LINGUAGEM E CULTURA.

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6 Para que isso bem ocorra, é importante deixar claro o que estamos tratando por cultura e o que estamos chamando de linguagem, para podermos estabelecer a relação entre elas.

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9 Conceitos de cultura e de linguagem O conceito mais comum e ao qual nos habituamos

10 Cultura é a coleção de comportamentos aprendidos, recriados e passados adiante, e que contribuem para nos diferenciar, cada vez mais, das outras espécies de animais.

11 Uma outra possibilidade de pensar a CULTURA...

12 O homem é um animal amarrado a teias de significado que ele mesmo teceu. (Max Weber)

13 Assumo a cultura como sendo essas teias e a sua análise. Clifford Geertz

14 Portanto, mais do que buscar LEIS, esta compreensão da cultura permite encontrar INTERPRETAÇÕES, SIGNIFICADOS e SENTIDOS.

15 Aqui, porém, consideraremos que as linguagens são formas de expressar diferentes culturas. Sabemos que, conceitualmente, linguagem é qualquer e todo sistema de signos que serve de meio de comunicação de idéias ou sentimentos através de signos convencionados (...)

16 Começam, assim, os nossos problemas no que se refere ao cotidiano escolar... ?

17 Como conciliar PARTICULARIDADES num espaço, por natureza, COLETIVO, como é o caso da escola?

18 Nós, nossas escolas, nossos alunos e famílias não fomos formados para isso...

19 Na escola, diferentes culturas e linguagens convivem e elas podem ser tratadas sob a perspectiva do confronto e do diálogo. Ambos estão presentes todo o tempo e ambos são oportunidades de crescimento e aprendizagem.

20 Para isso, precisamos rever o modo como nos acostumamos a lidar com as diferenças: conflitos geracionais, de gênero, família- escola, etc. São conflitos de diferenças e, em grande parte, diferenças culturais, no sentido que demos acima.

21 CONFRONTOS CULTURAIS NO INTERIOR DA ESCOLA Confrontos Geracionais Confrontos de Classes Confrontos de Gêneros Confrontos Professor/Aluno Confrontos Família/Escola

22 EXPRESSAM CONFRONTOS ENTRE DIFERENTES MODOS DE VER O MUNDO E SE POSICIONAR NELE Velhos Jovens Masculino Feminino Patrões Empregados Professor Alunos Família Escola CRIAM CONDIÇÕES QUE CONTRIBUEM PARA HOSPEDAR O OPRESSOR E O OPRIMIDO EM NÓS...

23 Velhos Jovens Masculino Feminino PatrõesEmpregados Professor Alunos Família Escola Família Masculino Velhos Jovens Feminino Professor Patrões EscolaEmpregados Alunos MESMOS PROJETOS PROJETOS OPOSTOS

24 Para bem aproveitar o caráter educativo desses conflitos, nossa proposta é buscar, em primeiro lugar, o que nos aproxima e o que nos afasta entre nós, dentro da comunidade escolar,

25 não sob a perspectiva do dualismo, das dicotomias, mas sob a perspectiva dos projetos: quem tem PROJETOS SEMELHANTES, aos quais devemos nos aliar e quem tem PROJETOS OPOSTOS, aos quais devemos enfrentar.

26 Nesse processo, é fundamental compreender a língua do outro. Provavelmente, ao fazer isso, descobriremos que muita coisa que entendíamos de um modo, na verdade, significa outra coisa e nos aproxima mais do que nos afasta.

27 Muito do que ouvimos pode significar algo diferente do que estamos compreendendo. Do mesmo modo, muito do que dizemos também pode estar significando outra coisa.

28 Três grandes perguntas, então, devem nos mobilizar, e trago para elas alguns relatos de experiência, que devem ser vistos como exemplos, e não como respostas. Cada um, na sua realidade, deve construir a sua. E essas perguntas são:

29 O que estão dizendo nossos alunos com as diferentes linguagens que expressam suas diferentes culturas?

30 O que estamos dizendo nós, educadores, entre nós, aos nossos alunos e à comunidade escolar, com as diferentes linguagens que expressam nossas diferentes culturas?

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32 Modelos Cartesianos Modelos Sistêmicos Cultura Gutenberg Cultura Net ESCOLA

33 Como o espaço e o tempo podem ser usados para transformar a escola na grande arena onde ocorre cotidianamente, minuto a minuto, o diálogo crítico e construtivo dessas linguagens que expressam essas diferentes culturas?

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35 CONCLUSÃO A título de encerramento, fica aqui o convite para nos lançarmos nessa aventura de lidar com a LINGUAGEM e a CULTURA em nós e no outro, por uma outra via e com outro modo de olhar. É preciso ter coragem e se lançar, pois, como nos afirma Peter Berger,

36 A sociedade nos oferece cavernas quentes, razoavelmente confortáveis, onde podemos nos aconchegar a outros homens, batendo os tambores que encobrem os uivos das hienas na escuridão. Êxtase é o ato de sair da caverna, sozinho, e contemplar a noite...

37 Mas o Êxtase só interessa enquanto postura, modo de ver o mundo... Na prática cotidiana da Escola, interessam as práticas coletivas, quando, juntos, superamos o medo do novo e produzimos conhecimento, competência e beleza...

38 ... porque fazer MAIS, MELHOR, DIFERENTE, está na nossa natureza de EDUCADORES. E como a natureza do humano é a CULTURA, deve estar naquilo que SOMOS e FAZEMOS, transmitido pela nossa LINGUAGEM.

39 FAZER MAIS É A NOSSA NATUREZA... Contato: Cópia:


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