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TÁTICA DO FUTSAL 2014 Prof. Msd. Ricardo Luiz Pace Júnior.

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1 TÁTICA DO FUTSAL 2014 Prof. Msd. Ricardo Luiz Pace Júnior

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3 A TÁTICA Antes de começarmos a abordar o tema a tática do futsal, cabe-nos esclarecer que apesar de reconhecermos que o jogador de futsal deverá ter características universais (saber atuar em qualquer setor da quadra, desempenhando todas as funções), é de extrema importância que apresentemos as posições básicas com seu local inicial de atuação e suas funções no jogo.

4 A TÁTICA INICIAÇÃO AOS FUNDAMENTOS TÁTICOS Tática são todas aquelas ações de ataque e defesa para surpreender, combater, neutralizar e contra-atacar os adversários no decorrer da partida com a bola em jogo. Elemento fundamental para a compreensão do jogo e elaboração de estratégias para superar os adversários.

5 ATAQUE O ataque tem como objetivo fazer GOL.

6 ATAQUE Evolui enormemente e ultrapassa a defesa na possibilidade de trabalho e de aplicação. Atacar no Futsal atual, aparentemente, parece uma tarefa mais fácil do que antigamente devido à mudança nas regras que fizeram com que a violência e as faltas no jogo fossem diminuídas.

7 APRENDIZAGEM TÁTICA Sistema  é a maneira de distribuir os jogadores na quadra, ou simplesmente o posicionamento dos jogadores. Tática  são as movimentações dos jogadores dentro de um determinado sistema.

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9 TIPOS DE SISTEMA DE ATAQUE SISTEMA 2 : 2 SISTEMA 2 : 1 : 1 SISTEMA 1 : 2 : 1 SISTEMA 3 : 1 SISTEMA 1 : 3 SISTEMA 3 : 2 SISTEMA 4 : 0

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12 TÁTICA OFENSIVA COLETIVA 1.Princípios e regras básicas 2. Jogo posicional ou estáticos (2-2; 2-1-1; 3x1;1x3;1X2X2) 3. Jogo com câmbio de formação ou dinâmicos (rodízios ou padrões) a) Com atletas de linha Pivô (Quarto centenário, bola de tempo, etc) Infiltrações b) Com goleiro Finalização Alas Pivôs

13 TÁTICA OFENSIVA COLETIVA 4. Situações de bola parada a) Tiro de meta (quebras de marcação) b) Lateral (ofensivo ou defensivo) c) Escanteio (ofensivo ou posse de bola) d) Início ou reinício e) Faltas (com barreira ou sem barreira) 5. Situações especiais Jogador expulso (superioridade numérica) 5 X 4 (Goleiro da própria equipe participando ativamente do jogo) 6. Contra-ataque a) Jogadores de linha b) Goleiro (lançamento/passe ou armação) 7. Jogadas ensaiadas

14 DEFESA A quem afirme que o melhor ataque, começa por uma boa defesa. Esta afirmação é positiva, a medida que as principais situações de ataque no jogo derivam de um erro do adversário e de bolas roubadas na marcação, onde são realizados os contra- ataques.

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16 Marcação significa não deixar o oponente jogar, isto é, combatê-lo de forma legal, impedindo o mesmo de levar vantagem nas disputas de bola e conseqüentemente defender o seu gol contra as investidas da equipe contrária.

17 DEFESA De forma bem resumida, como foi visto acima pelos autores a marcação pode ser vista de três maneiras: Marcação individual: tem como objetivo executar a ação de marcar de forma direta um determinado oponente. Há duas formas de marcação individual: pressão parcial e pressão total. Marcação por zona ou espaço: ação de marcar um determinado espaço ou setor da quadra de jogo. Marcação mista: combina as ações de marcação individual e por zona.

18 Divisão da quadra em linhas Linhas de Marcação Linha 1 Linha 2 Linha 3 Linha 4 Linha 5

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20 Marcação Zona

21 Marcação individual

22 TÁTICA DEFENSIVA COLETIVA 1- Princípios e regras básicas 2- Sistemas defensivos a) Quanto ao tipo (individual, zona, misto ou com troca de marcação, box e box inverso) b) Quanto ao espaço de jogo Quanto à pressão (homem da bola ou pressão total)

23 TÁTICA DEFENSIVA COLETIVA 3- Situações de bola parada a) Tiro de meta b) Lateral (ofensivo ou defensivo) c) Escanteio (ofensivo ou posse de bola) d) Início ou reinício e) Faltas (com barreira ou sem barreira) 4- Situações especiais a) Jogador expulso (inferioridade numérica) b) 5 X 4 (Goleiro do adversário participando ativamente do jogo)

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25 Fim


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