A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Principais Doenças Cardíacas na Infância e Adolescência Principais Doenças Cardíacas na Infância e Adolescência Rosângela Carrusca Alvim.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Principais Doenças Cardíacas na Infância e Adolescência Principais Doenças Cardíacas na Infância e Adolescência Rosângela Carrusca Alvim."— Transcrição da apresentação:

1 Principais Doenças Cardíacas na Infância e Adolescência Principais Doenças Cardíacas na Infância e Adolescência Rosângela Carrusca Alvim

2 -São normais na criança: arritmia fisiológica, extrassistolia, alguns desdobramentos, terceira bulha, alguns sopros, FC aumentada -PA: tabelas e material próprios -RX tórax, ECG, ECO: particulari- dades nas idades -importância dos pulsos periféricos -Ictus cordis:variáveis com a idade

3 Sugerem cardiopatia: -gestação: infecções (TORCHS), uso de drogas, DM, LES -RN prematuro, baixo peso, PIG -malformações e dismorfismos -fatores hereditários: hipertensão arterial, D.reumática, cardiopatias congênitas

4 - cianose,cansaço (no lactente às mamadas),tosse,chieira,palidez, engasgos,palpitações,sudorese, déficit de crescimento e DNPM, - cianose,cansaço (no lactente às mamadas),tosse,chieira,palidez, engasgos,palpitações,sudorese, déficit de crescimento e DNPM, irritabilidade irritabilidade -deformidades torácicas, sopros, frêmitos,arritmias,alterações de FC e pulsos -deformidades torácicas, sopros, frêmitos,arritmias,alterações de FC e pulsos

5 - esplenomegalia, petéquias, equi- moses - artralgias, coréia - hepatomegalia dolorosa - hipertensão arterial - dor torácica: 95% são de etiolo- gia não cardíaca - dor torácica: 95% são de etiolo- gia não cardíaca

6 Sopros: Sopros: -mais de 80% de crianças saudá- veis -nem sempre são patológicos

7 - Sopros inocentes:.mecanismo pouco esclarecido: parede torácica mais fina e aumen- to da velocidade do fluxosanguíneo causando vibrações nas estruturas.ausência de sintomas e anormali- dades anatomo-funcionais.frequentes no período neonatal.frequentes no período neonatal

8 Sopros inocentes: Sopros inocentes:.sistólicos ou contínuos(sopro veno- so).intensidade baixa, sem estalidos, irradiação discreta, curta duração, de ejeção, pulsos periféricos e PA normais, aumentam nos estados hiperdinâmicos e no decúbito.RX, ECG e ECO normais.RX, ECG e ECO normais

9 Cardiopatias congênitas: incidência: 8 /1.000 RN vivos incidência: 8 /1.000 RN vivos elevada morbimortalidade elevada morbimortalidade etiologia: etiologia: - 98%:herança multifatorial(90% interações genético-ambientais; 8%:fatores genéticos primários) -1-2%: causas ambientais: doenças maternas, uso de drogas.

10 Nomenclatura e classificação: Nomenclatura e classificação: - cianogênicas - acianogênicas - simples ou complexas -Atenção: as causas mais frequen- tes de cianose no RN são extra- cardíacas

11 2/3 são acianogênicas: 2/3 são acianogênicas: - às vezes assintomáticas - representadas por lesões com sobrecarga volumétrica e lesões obstrutivas

12 -Canal arterial: fechamento entre h após o nascimento,oclu- são anatômica na 3ª semana; prematuro (frequente:até 60%): fechamento mais tardio podendo aumentar as repercussões pulmo- nares da DMH.

13 Cianogênicas: Cianogênicas: - alta morbimortalidade -sintomas precoces; dependência do canal arterial (benefícios com prostraglandina, que mantém a permeabilidade)

14 Tratamento: Tratamento: -das complicações: ICC, arritmias -drogas, suporte -cirurgias corretivas -transplante -crises de hipóxia: O2, posição genopeitoral,drogas específicas.complicações: endocardite,absces- so cerebral, tromboses

15 Febre Reumática: 1-5 semanas após uma infecção estreptocócica 1-5 semanas após uma infecção estreptocócica prevalência familiar prevalência familiar idade: 5-15 anos idade: 5-15 anos nosso meio: causa mais frequente de cardiopatia em escolares, ado- lescentes e jovens nosso meio: causa mais frequente de cardiopatia em escolares, ado- lescentes e jovens

16 mais frequente em países pobres mais frequente em países pobres sem sinais clínico-laboratoriais pa- tognomônicos sem sinais clínico-laboratoriais pa- tognomônicos 1-3% das pessoas após faringoa- midalites pelo estreptococo beta- hemolítico do grupo A não tratada. 1-3% das pessoas após faringoa- midalites pelo estreptococo beta- hemolítico do grupo A não tratada.

17 Patogênese provável: Patogênese provável: - bactéria na mucosa faringoami- daliana liberação de Ag estrep- tocócicos imunocomplexos e envolvimento de linfócitosTCD4+ - analogia estrutural entre compo- nentes da bactéria e de tecidos humanos, levando a formação de Ac cardioreativos, antineurais e antivasculares

18 Diagnóstico clínico-laboratorial (critérios de Jones): Diagnóstico clínico-laboratorial (critérios de Jones): - maiores : artrite, cardite, coréia, nódulos subcutâneos, eritema marginado - menores: febre, artralgia, altera- ção de VHS e PCR, prolongamen- to do intervalo PR,evidência de estreptococcia(swab, Ac) estreptococcia(swab, Ac)

19 - FR: 2 critérios maiores ou 1 maior + 2 menores - FR: 2 critérios maiores ou 1 maior + 2 menores - Coréia de Sydenham (por si só é diagnóstica): 3-6 meses, podendo durar 2 anos - nódulos subcutâneos e eritema marginado: pouco frequentes - febre: variável

20 - palidez, anorexia, fadiga, dor abdominal - às vezes poucos sintomas - artrite:grandes articulações,migra- tória, transitória, assimétrica,agu - da,sem tratamento duração de 1-3 semanas semanas

21 - Cardite reumática: - Cardite reumática:.é a única anormalidade que pode resultar em lesões permanentes (endocárdio,pericárdio,miocárdio). aguda: sintomas com gravidade variável,taquicardia, aparecimento ou modificação de sopros (IM, às vezes IA)

22 Exames complementares: Exames complementares: - isolamento do estreptococo: ge- ralmente não é feito - provas de função inflamatória: são inespecíficas - RX tórax, ECG, ECO

23 Tratamento: Tratamento: - erradicação do foco - suporte, repouso, fármacos - corticóides nas cardites - apoio emocional - da sequela cardíaca: drogas, correções cirúrgicas, transplante

24 Profilaxia: Profilaxia: -primária: tratamento da estreptococcia -secundária (prevenção de recorrências: penicilina benzatina 21/21 dias(penicilina oral ou sulfadiazina ou eritromicina nos alérgicos):.sem cardite: até 21anos ou 5anos após o último surto.sem cardite: até 21anos ou 5anos após o último surto.cardite resolvida ou IM leve: até 25anos ou10 anos após o último surto.cardite resolvida ou IM leve: até 25anos ou10 anos após o último surto.cardite com sequela: até 40anos ou por toda a vida.cardite com sequela: até 40anos ou por toda a vida -

25 Atenção : ATB profilática logo antes de procedimentos dentários e outros!! Atenção : ATB profilática logo antes de procedimentos dentários e outros!!

26 -Insuficiência Cardíaca Congestiva: decorre de doenças cardíacas e ex- tracardíacas:.doenças estruturais congênitas,mi- ocárdicas, valvulares (geralmente com hiperfluxo).menos frequentes: doenças do en- docárdio/pericárdio, distúrbios do ritmo, fatores extracardíacos

27 - Escolares e adolescentes: FR, miocardites, endocardites,mio- cardiopatia dilatada (idiopática ou secundária, inclusive a hiper- tensão arterial)

28 Quadro clinico: Quadro clinico: - congestão venosa sistêmica: hepatomegalia, ingurgitamento jugular, edema, ganho rápido de peso, ascite, dor abdominal, anorexia, náusea

29 -congestão venosa pulmonar: taquidispnéia, cansaço a esforços, tosse,B3,crepitações/sibilos/ron- cos, edema pulmonar - ação adrenérgica: taquicardia, ansiedade, irritabilidade,sudo- rese, palidez - baixo débito: fadiga, cianose, pulsos finos, redução do volu- me urinário

30 Tratamento: Tratamento: -hospitalização, repouso, dieta, transplante -fármacos: variam com a gravidade -afastar fatores precipitantes ou agravantes

31 Endocardites infecciosas: raras, grave complicação particularmente de doenças valvulares raras, grave complicação particularmente de doenças valvulares geralmente bacterianas geralmente bacterianas somente em 30%: identificação de fator predisponente (procedimento cirúrgico ou dentário) somente em 30%: identificação de fator predisponente (procedimento cirúrgico ou dentário)

32 morbidade e mortalidade altas morbidade e mortalidade altas febre prolongada, cansaço,cala- frios, vômitos, aparecimento ou modificação de sopros, ICC,es- plenomegalia, púrpuras,compli- cações neurológicas febre prolongada, cansaço,cala- frios, vômitos, aparecimento ou modificação de sopros, ICC,es- plenomegalia, púrpuras,compli- cações neurológicas exames complementares:hemo- cultura, hemograma,ECO,outros exames complementares:hemo- cultura, hemograma,ECO,outros

33 tratamento: ATB prolongada de amplo espectro, repouso,inter - venção cirúrgica cardíaca em al- guns casos tratamento: ATB prolongada de amplo espectro, repouso,inter - venção cirúrgica cardíaca em al- guns casos prevenção: ATB profilático em valvulopatas para procedimentos cirúrgicos e dentários; higiene dentária prevenção: ATB profilático em valvulopatas para procedimentos cirúrgicos e dentários; higiene dentária

34 Arritmias cardíacas: Na criança são geralmente benig- nas,não exigindo intervenções Na criança são geralmente benig- nas,não exigindo intervenções Principais arritmias na infância: Principais arritmias na infância: - arritmia sinusal respiratória: é fisiológica - taquiarritmias, bradiarritmias,ES, bloqueios

35 - Arritmia sinusal respiratória: fisiológica, alteração do ritmo mais frequente na criança fisiológica, alteração do ritmo mais frequente na criança - Bradicardia:.no RN: bloqueios(avaliar LES gestacional).no RN: bloqueios(avaliar LES gestacional).no atleta: bradicardia sinusal é normal.no atleta: bradicardia sinusal é normal.FC mínima:60(homens),65(mu- lheres).FC mínima:60(homens),65(mu- lheres)

36 - Extrassistolia:.frequente na criança;isoladas; causas emocionais.frequente na criança;isoladas; causas emocionais.atriais no RN: frequentes,prin- palmente no prematuro;benig- nas, diminuem com o tempo.atriais no RN: frequentes,prin- palmente no prematuro;benig- nas, diminuem com o tempo

37 Tratamento: fármacos,eliminação de fatores agravantes/precipitan- tes, marca-passo Tratamento: fármacos,eliminação de fatores agravantes/precipitan- tes, marca-passo

38 Doença de Kawasaki etiologia desconhecida etiologia desconhecida crianças abaixo de 4 anos crianças abaixo de 4 anos sem sinais clínico-laboratoriais pa- tognomônicos sem sinais clínico-laboratoriais pa- tognomônicos febre(acima de 4 dias)+4 dos cri- térios: congestão conjuntival,alte- rações na mucosa orofaríngea,al- terações de extremidades,exante- ma, aumento de linfonodos cervi- cais febre(acima de 4 dias)+4 dos cri- térios: congestão conjuntival,alte- rações na mucosa orofaríngea,al- terações de extremidades,exante- ma, aumento de linfonodos cervi- cais

39 abaixo de 1 ano: propensão a lesões coronarianas abaixo de 1 ano: propensão a lesões coronarianas acometimento cardíaco: ocorre na fa- se sub-aguda acometimento cardíaco: ocorre na fa- se sub-aguda aneurisma coronariano: 20% dos ca- sos não tratados aneurisma coronariano: 20% dos ca- sos não tratados -aumento de:leucócitos,plaquetas,VHS, PCR, alfa-1-antitripsina, bilirrubinas, enzimas hepáticas e miocárdicas PCR, alfa-1-antitripsina, bilirrubinas, enzimas hepáticas e miocárdicas

40 Tratamento(emergência):inter- nação para imunoglobulina ve- nosa (alta dose) + AAS em do- se alta + suporte Tratamento(emergência):inter- nação para imunoglobulina ve- nosa (alta dose) + AAS em do- se alta + suporte

41 Miocardites isoladas ou como pancardite isoladas ou como pancardite agudas ou crônicas agudas ou crônicas etiologia:enterovírus,especialmen- te Coxsackie B; no RN: TORCHS e HIV etiologia:enterovírus,especialmen- te Coxsackie B; no RN: TORCHS e HIV clínica: desde inaparente até qua- dro grave clínica: desde inaparente até qua- dro grave

42 Sugere miocardite: criança sem cardiopatia prévia que desenvol- ve ICC ou arritmia súbitas; aus- culta pouco alterada + cardiome- galia + alterações inespecíficas no ECG Sugere miocardite: criança sem cardiopatia prévia que desenvol- ve ICC ou arritmia súbitas; aus- culta pouco alterada + cardiome- galia + alterações inespecíficas no ECG

43 Hipertensão Arterial 1-13% da população pediátrica 1-13% da população pediátrica Indícios de que em grande parte a doença do adulto começa na infância Indícios de que em grande parte a doença do adulto começa na infância frequentemente silenciosa frequentemente silenciosa presença de obesidade, história familiar positiva e de nefropatia presença de obesidade, história familiar positiva e de nefropatia

44 Etiologia varia com a idade: Etiologia varia com a idade: -RN: trombose de vasos renais,do- enças neurovasculares,malforma- ções renais congênitas,coarctação da aorta(CA),displasia broncopul- monar -1m-6anos:doenças do parênquima renal, doenças neurovasculares, essencial, CA, causas endócrinas, fármacos.

45 anos: essencial,fárma- cos,doenças do parênquima renal,doenças neurovascula- res,causas endócrinas, CA Atenção: em crianças abaixo de 10 a as causas geralmente são secundárias Atenção: em crianças abaixo de 10 a as causas geralmente são secundárias

46 Sugerem hipertensão primária: aumento leve ou moderado; flutu- ante; assintomática; obesidade (a massa corporal é o maiordetermi- nante da PA em crianças); história familiar Sugerem hipertensão primária: aumento leve ou moderado; flutu- ante; assintomática; obesidade (a massa corporal é o maiordetermi- nante da PA em crianças); história familiar Sugerem hipertensão secundária: níveis graves, persistente,compli- cações hemodinâmicas,compo- nente diastólico Sugerem hipertensão secundária: níveis graves, persistente,compli- cações hemodinâmicas,compo- nente diastólico

47 das secundárias: nefropatias das secundárias: nefropatias (80%); renovasculares (10%); CA (2%) técnica e instrumentos adequados técnica e instrumentos adequados pelo menos 3 medidas em ocasi- ões diferentes pelo menos 3 medidas em ocasi- ões diferentes PA acima do percentil 95 para idade/sexo/altura PA acima do percentil 95 para idade/sexo/altura

48 Tratamento: Tratamento: -suporte: mudanças no estilo de vida: redução de peso, exercícios aeróbi- cos, redução do estresse, dieta (redu- ção de sódio; aumento de potássio e cálcio) -fármacos:se níveis iguais ou acima do percentil 95 (após insucesso do trata- mento de suporte), sobretudo se há lesões de órgãos-alvo,ou de imediato se acima percentil 99+5

49 iniciar com bloqueadores de ca- nais de cálcio (nifedipina,amlodi- pina) e/ou inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECA: captopril, enalapril) iniciar com bloqueadores de ca- nais de cálcio (nifedipina,amlodi- pina) e/ou inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECA: captopril, enalapril) - adjuvantes: tiazídicos e betablo- queadores

50 Referencias Bibliográficas Mota CCC et al. A Criança com Distúrbio Cardíaco. In: Leão E et al. Pediatria Ambula- torial. Coopmed, 5ed, B.Horizonte,2013,cap73, p Mota CCC et al. A Criança com Distúrbio Cardíaco. In: Leão E et al. Pediatria Ambula- torial. Coopmed, 5ed, B.Horizonte,2013,cap73, p Mota CCC,Castilho SRT,Capuruco CAB. Cardi- opatias Congênitas. In: Leão E et al. Pediatria Ambulatorial. Coopmed, 5ed, B.Horizonte,2013 cap74, p Mota CCC,Castilho SRT,Capuruco CAB. Cardi- opatias Congênitas. In: Leão E et al. Pediatria Ambulatorial. Coopmed, 5ed, B.Horizonte,2013 cap74, p Mota CCC, Meira ZMA, Araújo FDR. Febre Reumática. In: Leão E et al. Pediatria Ambu- latorial. Coopmed, 5ed, Belo Horizonte, 2013; cap.75, p Mota CCC, Meira ZMA, Araújo FDR. Febre Reumática. In: Leão E et al. Pediatria Ambu- latorial. Coopmed, 5ed, Belo Horizonte, 2013; cap.75, p

51 Tonelli HAF,Tonello RSA, Mota CCC. Insuficiência Cardíaca. In: Leão E et al. Pediatria Ambulatorial. Coopmed, 5ed, Belo Horizonte, 2013; cap.76, p Tonelli HAF,Tonello RSA, Mota CCC. Insuficiência Cardíaca. In: Leão E et al. Pediatria Ambulatorial. Coopmed, 5ed, Belo Horizonte, 2013; cap.76, p Silva ACS, Pinheiro SVB,Lima MGDR. Hipertensão Arterial. In: Leão E et al. Pediatria Ambulatorial. Coopmed, 5ed, Belo Horizonte, 2013; cap.68, p Silva ACS, Pinheiro SVB,Lima MGDR. Hipertensão Arterial. In: Leão E et al. Pediatria Ambulatorial. Coopmed, 5ed, Belo Horizonte, 2013; cap.68, p


Carregar ppt "Principais Doenças Cardíacas na Infância e Adolescência Principais Doenças Cardíacas na Infância e Adolescência Rosângela Carrusca Alvim."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google