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Política Nacional de Assistencia Técnico e Extensão Rural - PNATER.

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1 Política Nacional de Assistencia Técnico e Extensão Rural - PNATER

2 LEI Nº DE 11 DE JANEIRO DE 2010 Institui a Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural para a Agricultura Familiar e Reforma Agrária - PNATER e o Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura Familiar e na Reforma Agrária - PRONATER

3 MISSÃO Participar na promoção e animação de processos capazes de contribuir para a construção e execução de estratégias de desenvolvimento rural sustentável. Fortalecimento da Agricultura Familiar. Metodologias educativas e participativas.

4 O PONTO DE CHEGADA Viabilizar condições para o exercício da cidadania. Melhoria da qualidade de vida da população.

5 Agricultura Familiar Famílias assentadas da reforma agrária; Famílias de pescadores artesanais; Famílias de quilombolas; Famílias indígenas Famílias de seringueiros, ribeirinhos, extrativistas e atingidos por barragens Outros beneficiários dos programas do MDA Famílias atuantes em programas de Desenvolvimento Territorial O PÚBLICO DA ATER

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7 PRINCÍPIOS DA ATER PÚBLICA 1. Assegurar acesso a serviços gratuitos, de qualidade e em quantidade 2. Promoção do desenvolvimento rural sustentável: ênfase no desenvolvimento endógeno uso sustentável dos recursos naturais

8 3. Abordagem muldisciplinar e interdisciplinar enfoques metodológicos participativos; paradigma tecnológico baseado nos princípios da Agroecologia. PRINCÍPIOS DA ATER PÚBLICA

9 4. Gestão que permita controle social monitoramento e avaliação com participação dos beneficiários democratização das decisões construção da cidadania PRINCÍPIOS DA ATER PÚBLICA

10 5. Processos educativos permanentes e continuados enfoque dialético, humanista e construtivista; contribuir para formação de competências, mudanças de atitudes e procedimentos. PRINCÍPIOS DA ATER PÚBLICA

11 DIRETRIZES DA ATER Buscar o desenvolvimento econômico equitativo, levando em conta a dimensão ambiental; Privilegiar os Conselhos como fóruns ativos de gestão e corresponsáveis pela qualificação das ações de Ater;

12 Promover a gestão compartilhada pautada na corresponsabilidade de todos os atores envolvidos Estabelecer interações efetivas e permanentes com as comunidades DIRETRIZES DA ATER

13 Desenvolver ações que levem a conservação e recuperação dos recursos naturais dos agro ecossistemas e à preservação dos ecossistemas e da biodiversidade; Promover a parceria interinstitucional entre Estado, Nos e organização da AF DIRETRIZES DA ATER

14 Viabilizar ações dirigidas para a juventude e para as mulheres trabalhadoras rurais Apoiar os agricultores em todas as fases do processo produtivo DIRETRIZES DA ATER

15 Desenvolver ações preferenciais e diferenciadas considerando gênero, raça e etnia, incorporando estas questões em todos os projetos de Ater. Respeitar cultura local existentes nos diferentes territórios, regiões e comunidades. DIRETRIZES DA ATER

16 OBJETIVO GERAL DA ATER PÚBLICA Estimular, animar e apoiar iniciativas que construam o desenvolvimento local, que envolvam atividades agrícolas e não agrícolas, tendo como centro o fortalecimento da Agricultura Familiar (qualidade de vida e geração de renda), pautada nos princípios da Agroecologia.

17 Sistema NacionalDescentralizado de Ater ONG Organizações pesquisa Escola Família Agricola Nao estatais vinculadas a setor público Organizações Agricultura Familiar Cooperativa de Técnicos Redes e Consorcios Estabelecimento Ensino Empresas Estaduais

18 Gestão e Coordenação CONDRAF Comitês Colegiado Gestor MDA SAF DATER CONSELHOS ESTADUAIS Conselhos Municipais

19 NOVA ATER EXIGE UM NOVO PROFISSIONALISMO PERFIL DO EXTENSIONISTA PARA A NOVA ATER Aspectos importantes para uma ação educativa, comprometida com o desenvolvimento local e a serviço dos beneficiários.

20 Habilidades para planejamento participativo Postura participativa Visão holística e sistêmica Capacidade de análise e síntese PERFIL NECESSÁRIO

21 Capacidade de liderança Animador - Articulador - Conciliador Habilidade para incentivar - contribuir tecnicamente e apoiar a construção de novos conhecimentos PERFIL NECESSÁRIO

22 TER VISÃO HOLÍSTICA E SISTÊMICA Ter visão sistêmica e voltada à sustentabilidade; Ler e enxergar o contexto; Respeitar as formas individuais e coletivas; Prever, entender para onde se está caminhando; Trabalhar com as oportunidades e recursos disponíveis.

23 Integrar sociedade e ambiente em suas ações; Compreender sua posição em interface de outras pessoas; Responsabilizar-se e compartilhar com o conjunto dos atores; Integrar na análise as diferenças ideológicas, políticas, religiosas, sociais, culturais, etc. TER VISÃO HOLÍSTICA E SISTÊMICA

24 Envolver entidades e agregar pessoas em torno de uma ideia (interna ou externamente); Explorar potenciais locais e utilizar recursos disponíveis de forma positiva; Administrar conflitos e interesses diversos; ARTICULADOR E CONCILIADOR

25 Encaminhar e respeitar prioridades; Negociar, comunicar, saber ouvir e dialogar; Transmitir segurança e firmeza; Colocar-se no lugar do outro (empatia). ARTICULADOR E CONCILIADOR

26 CAPACIDADE DE LIDERANÇA Ter capacidade de relacionamentos intra e interpessoal; Estimular a motivação, envolver, influenciar a equipe; Ter conhecimento técnico; Ter capacidade de interlocução; Possuir iniciativa para encaminhar a resolução de conflitos.

27 POSTURA PARTICIPATIVA Ter disposição de analisar e se comprometer (se expor) com a resolução de processos, através da organização; Integrar-se e identificar-se com a equipe; Saber ouvir a comunidade e a equipe interna;

28 POSTURA PARTICIPATIVA Contribuir para a construção de processos sociais; Estimular e promover a ampla participação das partes envolvidas; Não trazer a ideia pronta: construir em conjunto; Ser cooperador/a.

29 CONSTRUTOR DE TÉCNICAS E CONHECIMENTOS Ter sensibilidade para perceber as necessidades (técnicas e sociais); Ser didático, orientador e educador; Saber se expressar, de forma a facilitar a compreensão e o diálogo de saberes; Estar aberto a novos conhecimentos, com iniciativa para buscá-los (interagir);

30 Compartilhar o saber com a equipe e com a comunidade; Ser proativo (não esperar pela demanda); Ser criativo e promover o desenvolvimento da equipe; Identificar as diferenças na equipe, explorando as potencialidades de cada um. CONSTRUTOR DE TÉCNICAS E CONHECIMENTOS

31 Interpretar a realidade de maneira profunda, expondo-a de forma organizada; Saber hierarquizar e priorizar os aspectos principais; Elaborar projetos, adequando-os aos objetivos e ao contexto; Identificar e diferenciar o que é causa do que é efeito. CAPACIDADE DE ANÁLISE E SÍNTESE

32 Diagnosticar, fazer a leitura, interpretar e decodificar a realidade; Ter perspicácia para perceber a realidade; Estar em sintonia com a comunidade e trabalhar bem com os grupos e equipe; HABILIDADE PARA PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO

33 Ter disciplina e metodologia de trabalho; Reconhecer o planejamento como um instrumento fundamental de trabalho; Saber identificar os atores dos processos; Formular o planejamento para ser executável. HABILIDADE PARA PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO

34 Redes de ater Complementariedade Plano estadual de ater Projeto piloto QUESTÕES-CHAVE

35 AÇÕES PRIORITÁRIAS Diagnóstico e planejamento participativos; Produção de alimentos com qualidade; Desenvolvimento de mercados; Apoiar atividades não agrícolas;

36 Geração de renda e novas ocupações; Incentivo agregação de renda; Enfoque e ação em cadeias produtivas; Proteção ambiental; Atuação em redes - Apoio Conselhos; Capacitação agricultores(as). AÇÕES PRIORITÁRIAS

37 ATUAIS AÇÕES DA ATER Apoiar a participação ativa das instituições estaduais de ATER no Plano Safra 2006/2007; Viabilizar ações previstas no Programa Fome Zero; Buscar a ampliação do número de contratos de crédito do Pronaf – em suas diferentes linhas;

38 Prestar assistência a agricultores familiares beneficiários das linhas de crédito do Pronaf e outros; Divulgar e buscar a participação de agricultores no Programa de Compra Antecipada dos produtos da agricultura familiar - PAA; ATUAIS AÇÕES DA ATER

39 Atuar na divulgação, organização e cadastramento de agricultores familiares que queiram beneficiar-se do Programa Seguro Safra; Contribuir com as ações previstas pelo Programa Conviver e apoiar iniciativas financiadas pelo Pronaf Agroecologia; ATUAIS AÇÕES DA ATER

40 Efetivar o Cadastro do Agricultor Familiar – CAF e emitir as declarações de aptidão; Participar, em parceria, dos Programas e Projetos da SAF/MDA, inclusive na sua divulgação; Contribuir para a implementação dos Programas de agregação de Valor e Renda; ATUAIS AÇÕES DA ATER

41 TERMO DE REFERÊNCIA – AÇÕES ESTABELECIDAS Estabelecer e fortalecer o processo de parcerias entre o sistema estatal e não estatal de serviços de Ater e apoiar a constituição de redes de Ater no âmbito dos territórios, das regiões e dos estados; Implementar ações que respeitem as especificidades de gênero, geração, raça e etnia;

42 TERMO DE REFERÊNCIA – AÇÕES ESTABELECIDAS Apoiar as iniciativas de desenvolvimento territorial com foco na população rural, baseada na agricultura familiar e em assentamentos da reforma agrária; Participar da implementação de projetos relacionados às ações estruturantes e de projetos de interesse da SAF/MDA;

43 TERMO DE REFERÊNCIA – AÇÕES ESTABELECIDAS Contribuir para a ampliação da base alimentar e nutricional das famílias rurais e de outros públicos beneficiários, através do resgate de produtos tradicionais da alimentação, relacionados com a cultura local e com a história alimentar das comunidades.

44 OBRIGADO PELA ATENÇÃO!!!


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