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LLESÕES EXPANSIVAS NOS ESPAÇOS CERVICAIS SUPRA HIÓIDEOS ENSAIO PICTÓRICO COM CASOS REPRESENTATIVOS DE UM SERVIÇO EM PORTO ALEGRE.

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1 LLESÕES EXPANSIVAS NOS ESPAÇOS CERVICAIS SUPRA HIÓIDEOS ENSAIO PICTÓRICO COM CASOS REPRESENTATIVOS DE UM SERVIÇO EM PORTO ALEGRE

2 INTRODUÇÃO O PESCOÇO SUPRAHIÓIDE É SUBDIVIDIDO EM MÚLTIPLOS ESPAÇOS DEFINIDOS PELAS CAMADAS DA FÁSCIA CERVICAL PROFUNDA. ESTA FORMA DE LOCALIZAÇÃO FACILITA A IDENTIFICAÇÃO DO EPICENTRO DAS LESÕES E, CONSEQUENTEMENTE, AJUDA A LIMITAR OS DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS A UM CONJUNTO DE PROCESSOS PATOLÓGICOS ESPECÍFICOS A CADA ESPAÇO. Haaga; JR e col. Elsevier 2010

3 INTRODUÇÃO CAMADAS DA FÁSCIA CERVICAL PROFUNDA: SUPERFICIAL: MASTIGADOR E PAROTÍDEO; MÉDIA: FARINGOMUCOSO E VISCERAL; PROFUNDA: PERIVERTEBRAL; ENTRE AS FÁSCIAS: CAROTÍDEO E PARAFARÍNGEO. Espaços cervicais: Parafaríngeo Carotídeo Mastigador Faringomucoso Parotídeo Perivertebral Retrofaríngeo Haaga; JR e col. Elsevier 2010

4 OBJETIVO UTILIZANDO O CONHECIMENTO ANATÔMICO DAS REGIÕES CERVICAIS, LIMITAR OS DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS ÀS PATOLOGIAS INERENTES A CADA TOPOGRAFIA DO PESCOÇO SUPRAHIOIDEO.

5 MÉTODOS FORAM SELECIONADOS CASOS REPRESENTATIVOS DAS LESÕES MAIS CARACTERÍSTICAS DE CADA ESPAÇO, ATRAVÉS DE BUSCA ATIVA NO ARQUIVO DO SERVIÇO DE RADIOLOGIA DE UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE PORTO ALEGRE, NO PERÍODO COMPREENDIDO ENTRE JANEIRO DE 2009 E MARÇO DE 2012.

6 CONTEÚDO: MANDÍBULA, MÚSCULOS DA MASTIGAÇÃO, NERVOS LINGUAL E ALVEOLAR INFERIOR. ESPAÇO MASTIGADOR LESÕES CONGÊNITASTUMORES BENIGNOSTUMORES MALIGNOS HEMANGIOMAOSTEOBLASTOMASARCOMAS LINFANGIOMALEIOMIOMASCHWANNOMA TUMOR DE BAINHA NERVOSA LINFOMA Ca de CÉLULAS ESCAMOSAS INFILTRANTE METÁSTASE DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS Haaga; JR e col. Elsevier 2010

7 ESPAÇO MASTIGADOR TC AXIAL SEM CONTRASTE DE PACIENTE FEMININA, 21 ANOS, COM QUEIXA DE ABAULAMENTO NA MANDÍBULA: LESÃO LÍTICA NO CORPO DA MANDÍBULA À DIREITA, QUE DESTRÓI A CORTICAL ÓSSEA E SE ACOMPANHA DE COMPONENTE COM DENSIDADE DE TECIDOS MOLES DIAGNÓSTICO HISTOLÓGICO: SARCOMA DE MANDÍBULA SEM OUTRA ESPECIFICAÇÃO. OS SARCOMAS FACIAIS SÃO UM GRUPO HETEROGÊNEO DE NEOLASIAS, SENDO O OSTEOSSARCOMA E O CONDROSSARCOMA OS MAIS FREQUENTES EM PACIENTES ADULTOS. OS ACHADOS DE IMAGEM DOS SARCOMAS PODEM SER SEMELHANTES AOS DAS METÁSTASES, QUE DEVEM SEMPRE SER LEMBRADAS NO DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL. TODAS AS FORMAS DE SARCOMA PODEM APRESENTAR-SE COMO LESÕES LÍTICAS, SENDO CARACTERÍSTICO O COMPROMETIMENTO DOS TECIDOS MOLES, ACHADO QUE NÃO É TÃO PROEMINENTE EM OUTRAS NEOPLASIAS PRIMÁRIAS DA MANDÍBULA, COMO O AMELOBLASTOMA, POR EXEMPLO. Haaga; JR e col. Elsevier 2010

8 CONTEÚDO: GLÂNDULA PARÓTIDA, O PAR CRANIANO VII, A ARTÉRIA CARÓTIDA EXTERNA, A VEIA RETROMANDIBULAR E OS LINFONODOS INTRA E PERIPAROTÍDEOS. LESÕES CONGÊNITASTUMORES MALIGNOSTUMORES BENIGNOS CISTO DE PRIMEIRA FENDA BRANQUIAL CARCINOMA MUCOEPIDERMÓIDEADENOMA PLEOMÓRFICO HEMANGIOMACARCINOMA ADENÓIDE CÍSTICOTUMOR DE WARTHIN LINFANGIOMACARCINOMA DE CÉLULAS ESCAMOSAS ONCOCITOMA CARCINOMA DE CÉLULAS ACINOSASLIPOMA LINFOMA NÃO HODGKINSCHWANOMA OU NEUROFIBROMA DE NERVO FACIAL METÁSTASES ESPAÇO PAROTÍDEO DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS Haaga; JR e col. Elsevier 2010

9 ESPAÇO PAROTÍDEO PACIENTE FEMININA, 76 ANOS, COM TUMEFAÇÃO INDOLOR NA REGIÃO PAROTÍDEA ESQUERDA. TC AXIAL PRÉ E PÓS CONTRASTE REVELA LESÃO NODULAR MISTA, DE CONTORNOS LOBULADOS, CONTENDO CALCIFICAÇÕES E REALCE HETEROGÊNEO COM O MEIO DE CONTRASTE. DIAGNÓSTICO: ADENOMA PLEOMÓRFICO O ADENOMA PLEOMÓRFICO É TUMOR BENIGNO MAIS COMUM EM GLÂNDULAS PARÓTIDAS (70-80%). A MAIORIA DELES EMERGE LATERALMENTE AO NERVO FACIAL E SÃO TIPICAMENTE SOLITÁRIOS E BEM DEMARCADOS. TRANSFORMAÇÃO SARCOMATOSA É OBSERVADA EM APENAS 2-5% DOS CASOS E É NORMALMENTE ASSOCIADA COM OS TUMORES COM ANOS DE EVOLUÇÃO. Tiago; RSL. Rev, Bras. Otorrino. 2003

10 ESPAÇO PAROTÍDEO DIAGNÓSTICO: LINFOMA FOLICULAR. PACIENTE FEMININA, 79 ANOS, CONSULTA POR TUMEFAÇÃO NA PARÓTIDA E REGIÃO CERVICAL ESQUERDA. TOMOGRAFIA SEM CONTRASTE REVELA VOLUMOSA LESÃO EXPANSIVA OCUPANDO TOTALMENTE A PARÓTIDA ESQUERDA, ASSOCIADA A GRANDES CONGLOMERADOS LINFONODAIS NAS CADEIAS DO PESCOÇO SUPRA E INFRA-HIÓIDE À ESQUERDA. O LINFOMA PRIMÁRIO DA GLÂNDULA PARÓTIDA TEM INCIDÊNCIA GERAL DE APROXIMADAMENTE 0,3% DE TODOS OS TUMORES, 2%-5% DAS NEOPLASIAS DAS GLÂNDULAS SALIVARES E 5% DOS LINFOMAS EXTRANODAIS. OCORRE EM FAIXA ETÁRIA MAIS AVANÇADA SENDO QUE A PRESENÇA DE DOENÇA AUTO-IMUNE E LINFADENOPATIA CERVICAL SÃO ALTAMENTE SUGESTIVOS. A MAIOR PARTE DOS TUMORES PRIMÁRIOS DE GLÂNDULAS SALIVARES SÃO LINFOMAS B DA ZONA MARGINAL, ASSOCIADA À DOENÇA AUTOIMUNE, COMO A SÍNDROME DE SJOGREN. O LINFOMA DA VARIANTE FOLICULAR DE LINFÓCITO B É MENOS FREQUENTE E EM GERAL NÃO ESTÁ ASSOCIADO A DISTÚRBIOS DE ORIGEM AUTOIMUNE. Dispenza; F e col.. Rev, Bras. Otorrino. 2011

11 ESPAÇO PARAFARÍNGEO USUALMENTE É COMPRIMIDO POR LESÕES DOS ESPAÇOS ADJACENTES, SENDO RARAS AS PATOLOGIAS PRIMÁRIAS. TC AXIAL SEM CONTRASTE MOSTRA OBLITERAÇÃO DO ESPAÇO PARAFARÍNGEO DIREITO DECORRENTE DE LESÃO EXPANSIVA HIPODENSA NO LOBO PROFUNDO DA PARÓTIDA. À ESQUERDA, O ESPAÇO PARAFARÍNGEO APRESENTA CONFIGURAÇÃO USUAL (SETA AZUL). A CONFIGURAÇÃO E DIREÇÃO DO EFEITO COMPRESSIVO SOBRE O ESPAÇO PARAFARÍNGEO É DE GRANDE UTILIDADE PARA A LOCALIZAÇÃO TOPOGRÁFICA DAS LESÕES. CONTEÚDO: GORDURA E ESTRUTURAS NEUROVASCULARES Haaga; JR e col. Elsevier 2010

12 CONTEÚDO: MUCOSA FARÍNGEA, GLÂNDULAS SALIVARES MENORES, TECIDO LINFÁTICO, FÁSCIAS FARINGOBASILAR E BUCOFARÍNGEA. ESPAÇO FARINGOMUCOSO LESÕES CONGÊNITASTUMORES MALIGNOSTUMORES BENIGNOS CISTO DE THORNWALDTCa CÉLULAS ESCAMOSASANGIOFIBROMA JUVENIL LINFOMA NÃO HODGKINADENOMA PLEOMÓRFICO MALIGNIDADE DE GLÂNDULA SALIVAR MENOR RABDOMIOSSARCOMA DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS Haaga; JR e col. Elsevier 2010

13 PACIENTE FEMININA, 76 ANOS, COM DIAGNÓSTICO JÁ ESTABELECIDO DE CARCINOMA EPIDERMÓIDE DE PALATO MOLE, REALIZOU EXAME PARA ESTADIAMENTO. TC AXIAL E SAGITAL PÓS CONTRASTE DEMONSTRA LESÃO EXPANSIVA, INFILTRATIVA E HETEROGÊNEA, COM EPICENTRO NO PALATO À DIREITA, INVADINDO A OROFARINGE E GLÂNDULAS SALIVARES MENORES. O EXAME NO PLANO SAGITAL DEMONSTRA CLARAMENTE A INVASÃO DO PALATO DURO E A EXTENSÃO PARA A BASE DO CRÂNIO. ESPAÇO FARINGOMUCOSO

14 EXAME EM CORTE AXIAL E COM JANELA PARA TECIDO ÓSSEO DA MESMA PACIENTE DEMONSTRA A DESTRUIÇÃO ÓSSEA DETERMINADA PELA LESÃO, QUE COMPROMETE SEIOS PARANASAIS E FORAMES DA BASE. NA SEGUNDA IMAGEM, NO PLANO AXIAL. E COM JANELA PARA TECIDOS MOLES, É POSSÍVEL OBSERVAR A EXTENSÃO PARA A FOSSA MÉDIA E ÓRBITA, COM CONSEQUENTE PROPTOSE. CARCINOMA EPIDERMÓIDE DE PALATO MOLE DOS TUMORES MALIGNOS DE CABEÇA E PESCOÇO, 95% SÃO CARCINOMA ESPINOCELULAR (CEC) E OS OUTROS 5% AGRUPAM OS TUMORES DE GLÂNDULAS SALIVARES MENORES OS LINFOMAS, MELANOMAS E OUTRAS ENTIDADES RARAS. PACIENTES COM CARCINOMA EPIDERMÓIDE DE PALATO MOLE FREQÜENTEMENTE TEM HISTÓRIA DE USO EXCESSIVO DE TABACO E ÁLCOOL. ESSES FATORES ATUAM DE FORMA SINÉRGICA NA CARCINOGÊNESE. EM DECORRÊNCIA DA AUSÊNCIA DE BARREIRAS ANATÔMICAS QUE IMPEÇAM A EXTENSÃO DO TUMOR DENTRO DA OROFARINGE E DE SEU COMPORTAMENTO BIOLÓGICO AGRESSIVO, É MUITO COMUM O COMPROMETIMENTO EXTENSO DO ESPAÇO FARINGOMUCOSO E A EXTENSÃO DO TUMOR PARA O PALATO DURO E BASE DO CRÂNIO Brito; AJP e cols. Arq. Int. Otorrino. 2008

15 ESPAÇO FARINGOMUCOSO TC AXIAL PÓS CONTRASTE DE PACIENTE MASCULINO, 23 ANOS, COM HISTÓRIA DE EPISTAXE E OBSTRUÇÃO NASAL. OBSERVA-SE LESÃO EXPANSIVA, BEM VASCULARIZADA, COM EPICENTRO NA FOSSA PTERIGOPALATINA ESQUERDA, SE ESTENDENDO PARA O ESPAÇO FARINGOMUCOSO, BEM COMO PARA CÉLULAS ETMOIDAIS, SEIO ESFENOIDAL E FOSSA CRANIANA MÉDIA DESTE LADO. DIAGNÓSTICO: NASOANGIOFIBROMA JUVENIL O NASOANGIOFIBROMA JUVENIL (NAFJ) CORRESPONDE A 0,05% DOS TUMORES DE CABEÇA E PESCOÇO. É UM TUMOR VASCULAR HISTOLOGICAMENTE BENIGNO, COM COMPORTAMENTO BIOLÓGICO AGRESSIVO, QUE AFETA JOVENS DO SEXO MASCULINO. O CURSO POTENCIALMENTE MALIGNO, SE DEVE A SEU CRESCIMENTO INVASIVO E EXTENSÃO PARA REGIÕES ADJACENTES, QUE SE DÁ PREFERENTEMENTE ATRAVÉS DE LINHAS DE MENOR RESISTÊNCIA, FORAMES E FISSURAS NATURAIS FAZENDO COM QUE ESTE TUMOR SEJA PREVISÍVEL EM SUAS EXTENSÕES. SEU EPICENTRO, CONTUDO, É NA FOSSA PTERIGOPALATINA, NA MARGEM SUPERIOR DO FORAME ESFENOPALATINO. Gusso, JL e cols. Rad. Bras. 2001

16 CONTEÚDO: ARTÉRIA CARÓTIDA INTERNA, VEIA JUGULAR INTERNA, PARES CRANIANOS INFERIORES (IX AO XII), CADEIA SIMPÁTICA E LINFONODOS. ESPAÇO CAROTÍDEO TUMORES BENIGNOSTUMORES MALIGNOS PARAGANGLIOMALINFONODO METASTÁTICO TUMOR DE BAINHA NERVOSALINFOMA MENINGIOMAINVASÃO DE CARCINOMA EPIDERMÓIDE DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS Haaga; JR e col. Elsevier 2010

17 RM DE UMA PACIENTE FEMININA DE 56 ANOS DEMONSTRA LESÃO NODULAR COM EPICENTRO NO FORAME JUGULAR ESQUERDO, COM ISOSSINAL EM T1 E HIPERSINAL EM T2, COM FLOW VOIDS, E REALCE INTENSO AO GADOLÍNEO Coronal T1axial T1 pós Gad RM: axial T1 Coronal T2 DIAGNÓSTICO: GLÔMUS JUGULAR ESPAÇO CAROTÍDEO

18 TC axial pré contraste TC axial pós contraste TC sagital pós contrasteReconstrução 3D PACIENTE FEMININA DE 45 ANOS COM QUEIXA DE NODULAÇÃO PULSÁTIL NA REGIÃO CERVICAL ESQUERDA. ANGIOTOMOGRAFIA DEMONSTRA LESÃO HIPODENSA INTENSAMENTE VASCULARIZADA. AS RECONSTRUÇÕES SAGITAL E 3D DEMONSTRAM A LOCALIZAÇÃO DA LESÃO JUNTO À BIFURCAÇÃO CAROTÍDEA. DIAGNÓSTICO: GLÔMUS CAROTÍDEO ESPAÇO CAROTÍDEO

19 TUMORES GLÔMICOS OS TUMORES GLÔMICOS SÃO CARACTERIZADOS POR UM GLOMUS DE VASOS SANGUÍNEOS, GERALMENTE CAPILARES, DELIMITADOS POR CÉLULAS EPITELIAIS UNIFORMES. O CRESCIMENTO TUMORAL GERALMENTE É LENTO E NORMALMENTE SÃO TUMORES HISTOLOGICAMENTE BENIGNOS, EMBORA POSSUAM CAPACIDADE DE DESTRUIÇÃO ÓSSEA E INVASÃO DE ESTRUTURAS ADJACENTES. O GLÔMUS JUGULAR TEM SEU EPICENTRO NO FORAME CORRESPONDENTE, PODENDO ORIGINAR-SE NA VEIA JUGULAR OU NOS NERVOS DE ARNOLD OU JACOBSON. O DIAGNÓSTICO É SUGERIDO PELO QUADRO CLÍNICO DE ZUMBIDO PULSÁTIL E HIPOACUSIA. O GLÔMUS CAROTÍDEO TEM SUA ORIGEM NA BIFURCAÇÃO CAROTÍDEA, AFASTANDO SEUS RAMOS SEM OBSTRUÍ-LOS. ESTE DIAGNÓSTICO DEVE SER SUSPEITADO NA PRESENÇA DE MASSA CERVICAL PULSÁTIL, ÀS VEZES COM SOPRO. Rao. A. B.Archives. AFIP.1999

20 ESPAÇO RETROFARÍNGEO COMUNICA-SE COM O DANGER SPACE, ESPAÇO VIRTUAL ATRAVÉS DO QUAL PROCESSOS PATOLÓGICOS PODEM SE DISSEMINAR PARA O MEDIASTINO. CONTEÚDO: LINFONODOS, GORDURA, DANGER SPACE PACIENTE DE 19 ANOS, COM DIAGNÓSTICO DE LINFOMA. TC EM RECONTRUÇÃO SAGITAL DEMONSTRA O ESPAÇO RETROFARÍNGEO PREENCHIDO POR LINFONODOMEGALIAS. Haaga; JR e col. Elsevier 2010

21 ESPAÇO PERIVERTEBRAL CONTEÚDO: M.PRÉ-VERTEBRAL E PARA-ESPINAL, M. ESCALENO, PLEXO BRAQUIAL, NERVO FRÊNICO, ARTÉRIA E VEIA VERTEBRAL, CORPOS VERTEBRAIS, M. PARAESPINAIS E ARCOS POSTERIORES DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS TUMORES BENIGNOSTUMORES MALIGNOS SCHWANOMACORDOMA TUMOR DE BAINHA NERVOSAMETÁSTASE EPIDURAL LINFOMA INVASÃO DE CARCINOMA EPIDERMÓIDE Haaga; JR e col. Elsevier 2010

22 ESPAÇO PERIVERTEBRAL PACIENTE DE 45 ANOS COM MASSA CERVICAL INDOLOR DE NATUREZA A ESCLARECER. TC AXIAL SEM CONTRASTE MOSTRA LESÃO HIPODENSA QUE, APÓS INJEÇÃO DO CONTRASTE, APRESENTA REALCE HETEROGÊNEO. A RECONSTRUÇÃO NO PLANO SAGITAL DEMONSTRA O ASPECTO FUSIFORME E A EXTENSÃO CRANIOCAUDAL: DESDE O ÂNGULO DA MANDÍBULA ATÉ O NÍVEL DA CARTILAGEM CRICÓIDE. ESTES ASPECTOS DE IMAGEM PODEM ESTAR RELACIONADOS A TUMORES NEUROGÊNICOS, ENTRE OS QUAIS DEVEM SER LEMBRADOS NEUROFIBROMAS E SCHWANOMAS. O EXAME ANATOMOPATOLÓGICO REVELOU O DIAGNÓSTICO DE SCHWANOMA.

23 O CONHECIMENTO DOS LIMITES E CONTEÚDOS DOS ESPAÇOS ANATÔMICOS QUE COMPÕEM O PESCOÇO SUPRA-HIÓIDE É DE FUNDAMENTAL IMPORTÂNCIA PARA O RADIOLOGISTA, UMA VEZ QUE PERMITE QUE SEJAM LIMITADOS OS DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS A PATOLOGIAS INERENTES A CADA TOPOGRAFIA E TAMBÉM QUE SEJAM ADEQUADAMENTE ESTADIADAS AS LESÕES INVASIVAS. CONCLUSÃO

24 1.Haaga JR e col.; TC e RM: uma abordagem do corpo humano completo, 5ª ed., vol. 1, Elsevier Tiago RSL e col.; Adenoma pleomórfico de parótida: aspectos clínicos, diagnósticos e terapêuticos. Revista Brasileira de Otorrinolaringologia, vol. 69, nº 4, São Paulo, jul/ago Dispenza F e col.; Linfomas malignos primarios das glândulas salivares. Jornal Brasileiro de Otorrinolaringologia, vol. 77, nº 5, São Paulo, set/out Brito AJP e col.; Aspectos clínicos e histopatológicos dos tumores de palato mole. Arquivos internacionais de otorrinolaringologia, vol. 12, nº 2, jun Gusso JL e col.; Nasoangiofibroma juvenil: concordância interobservadores no estadiamento por tomografia computadorizada. Radiologia Brasileira, vol. 34, nº 4, São Paulo, jul/ago Rao AB e col.; Paragangliomas of th head and neck: radiologic-pathologic correlation. Radiographics 1999; 19: BIBLIOGRAFIA


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