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Decomposição do problema. Quase nada sobre o assunto na bibliografia A decomposição é normalmente apenas apresentada, não é comentada ou justificada.

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1 Decomposição do problema

2 Quase nada sobre o assunto na bibliografia A decomposição é normalmente apenas apresentada, não é comentada ou justificada

3 Conhecimento sobre outros agentes

4 Representações mútuas: –as competências: quem sabe como fazer o que? –a tarefa sendo executada: quem executa o que? –as intenções, os objetivos: quem tem intenção do que? –os compromissos: quem está engajado com o que? como representar e atualizar este conhecimento?

5 Conhecimento sobre outros agentes Fundamentos Teóricos: lógicas modais –B(A, pai (João, Pedro)) –K(A, pai (João, Pedro))

6 Organizações de Agentes

7 Conceitos Básicos Por que agentes interagem? top-down interaction (ex: organizações fixas) bottom-up interaction (ex: teorias utilitárias) Qual a natureza desta interação? Quais estruturações podem ser projetadas? Quais linguagens podem ser adotadas?

8 Modelos Descendentes (top-down) hipótese de benevolência ênfase na comunicação exemplo: ARCHON [Jennings and Wittig 92] –agentificar sistemas existentes –camada independente do domínio –define papéis de resolução –define estratégias de comunicação

9 Teorias Utilitárias um paradigma muito utilizado para caracterizar agentes racionais é o chamado utilitarismo –um agente racional sempre busca maximizar sua utilidade esperada [Doyle 92] Elementos de base do paradigma: –Teoria da Utilidade –Teoria da Decisão

10 Teoria Utilitárias (cont.) Teoria da Utilidade –propõe um modelo que caracteriza as preferên-cias de um agente entre diversos estados pos-síveis do mundo, refletindo seus desejos de alto nível Teoria da Decisão –extende a teoria da utilidade, permitindo ope-rações quantitativas sobre preferências e possi-bilitando tal cálculo em presença de incertezas (utilidade esperada)

11 Teoria dos Jogos A Teoria dos Jogos é construída a partir destas duas, e se interessa particularmente a uma fonte de incerteza particular: a ação de outros agentes, igualmente racionais [Gmytrasiewicz and Durfee 93] Um jogo é caracterizado por uma matriz de ganhos, onde representa-se nas células o ganho dos jogadores quando realizam as ações representadas nas linhas e colunas

12 Matriz de Ganhos J1 O primeiro jogador escolhe as ações nas linhas e o segundo nas colunas Ex: se J1 escolhe a ação b e J2 escolhe a ação c, o ganho de J1 é 2 e o de J2 é 5 a b cd J2 [Rosenschein e Genesereth 85]

13 Dilema do Prisioneiro P1 Dois suspeitos, depois que um delito foi cometido, são interrogados em salas separadas O problema é que ofertas que são individualmente racionais podem não ser racionais para o grupo! Confessa o crime não confessa Não confessa P2 [Axelrod 84] P1

14 Dilema do prisioneiro O raciocínio de um prisioneiro: Suponha que eu confesse o crime: se ele não confessar eu saio livre, mas se ele não confessar ambos pegamos 3 anos de prisão,. Então, eu posso pegar 3 anos de cadeia. Suponha que eu não confesse o crime: se ele também não confessar, eu pego 1 ano de prisão. Mas se ele confessar, eu pego 5 anos de prisão. Então, eu posso pegar 5 anos de cadeia. Com base nisso, é melhor eu confessar o crime.

15 Dilema do prisioneiro Portanto o cenário é simétrico (os dois prisioneiros pensam da mesma maneira) e o que emerge ( se os dois forem racionais) é que os dois agentes vão confessar o crime e pegarão 3 anos de cadeia cada um. Mas intuitivamente esta não é a melhor solução, pois se nenhum confessasse, eles pegariam apenas 1 ano de prisão cada um. Mas se um não confessa, a melhor escolha para o outro passa a ser confessar e sair livre.

16 Equilíbrio Nash Se o outro jogador jogar x, a minha melhor jogada é y. E se eu jogar y, a melhor jogada do outro é x. nessas condições, a jogada (estratégia) x,y é dita um ponto de equilíbrio Nash.

17 Exemplo real Suponha que dois países combinem de destruir suas respectivas armas nucleares. O melhor seria os dois realmente destruírem e não ter o perigo de uma guerra nuclear.. Mas se um engana o outro e não destrói, fica em melhor situação. O que não destrói, no pior caso fica na situação atual, os dois com as bombas.

18 Teoria dos jogos Usada para tomada de decisào com incerteza causada pelo comportamento de outros agentes

19 Exercício Cada aluno deve escolher um número entre 0 e 100. Ganha quem tiver escolhido o número que mais se aproxime da metade da média dos números. Não pode haver comunicação entre os alunos

20 Problemas da teoria dos jogos Supõe que eu conheço todos os ganhos (payoffs) possíveis (toda a matriz) Supõe que eu conheço a matriz dos outros agentes

21 Teoria da Dependência Interações sociais podem ser preditas a partir de condições estruturais externas São criados objetivos sociais na mente dos agentes, tais como cooperar, fazer trocas. Duas questões básicas: –Sociabilidade: por que um agente autônomo decide cooperar? –Adoção: por que um agente autônomo aceita cooperar? [Castelfranchi 90]

22 Relações de Dependência (cont.) dependência unilateral: um agente i depende de outro agente j para atingir seu objetivo g dependência bilateral: os dois agentes i e j dependem um do outro –dependência mútua: para atingir um mesmo objetivo g –dependência recíproca: para atingir objetivos g e g distintos [Castelfranchi, Miceli e Cesta 92]

23 Alocação de tarefas Como fazer?

24 Protocolo de Redes de Contrato anúncio pelo gerente propostas pelos participantes anúncio de um vencedor estabelecimento de contrato participantes propostas gerente decisão contrato gerente AB C AB C AB C AB C

25 exemplo Uso do protocolo de redes de contrato em sistema de produção de sapatos

26 Leilões Personagens: –Leiloeiro –participantes objetivo geral: o leiloeiro alocar o bem (ou tarefa ou recurso) para um dos participantes objetivo do leiloeiro: maximizar o valor do bem objetivo dos participantes: obter o bem pelo menor valor possível

27 Dimensões do leilão Determinação do vencedor: –quem der o melhor preço (first-price auction) –quem der o segundo melhor preço (second- price auction) forma dos lances: abertos (open cry) ou fechados (sealed-bid auction) mecanismo dos lances: um só lance (one shot) ou lances sucessivos (ascendente ou descendente)

28 Leilão inglês (melhor preço, aberto, ascendente)

29 Leilão holandês (Dutch auction) (melhor preço, aberto, descendente) –o leiloeiro começa oferecendo o bem por um valor artificialmente alto –o leiloeiro vai continuamente diminuindo um pouco o valor do bem até que um dos participantes aceite o preço –o bem é alocado ao agente que aceitou o preço

30 Leilão pelo melhor preço, fechado, um só lance Usado nos leilões de privatização de empresas no Brasil

31 Vickrey Auctions (segundo preço, fechado, um só lance) Cada participante faz a sua oferta em um envelope fechado. O vencedor é quem deu o maior lance, mas vai pagar pelo bem o valor do segundo melhor lance.


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