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1 de 31 SEEP Sistemas Eletrônicos Embarcados Baseados em Plataforma UFRGS Instituto de Informática Departamento de Engenharia Elétrica Grupo de Microeletrônica.

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1 1 de 31 SEEP Sistemas Eletrônicos Embarcados Baseados em Plataforma UFRGS Instituto de Informática Departamento de Engenharia Elétrica Grupo de Microeletrônica LSE – Laboratório de Sistemas Embarcados

2 2 de 31 Introdução projeto aprovado pelo programa PD&I-TI (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Tecnologias da Informação) –financiado com recursos do CT-Info (fundo setorial de Informática) realização pelo Laboratório de Sistemas Embarcados da UFRGS –Flávio, Susin, Luigi, Luba, Carlos Eduardo desenvolvimento no período de janeiro 2003 a dezembro 2006 –aprovação inicial por 2 anos, com renovação após avaliação orçamento geral de R$ 931 mil, para período de 4 anos –R$ 450 mil em bolsas DTI –R$ 307 mil em custeio –R$ 174 mil em capital

3 3 de 31 Resultados gerais principais plataforma arquitetural configurável para SoCs embarcados –com componentes IP de HW (processadores, memórias, outros) –com componentes IP de SW (orientados para os domínios de aplicação) –com diversas estruturas de comunicação –fortemente direcionada à transformação da realidade nacional, mas atingindo o estado-da-arte mesmo em mercados internacionais metodologia completa de projeto de SoCs embarcados, visando a configuração da plataforma, principalmente através do software de aplicação, incluindo ferramentas de: –exploração arquitetural– co-simulação –geração do software de aplicação– geração do RTOS –síntese de processadores dedicados– integração de componentes IP –estimativas de desempenho e potência– teste

4 4 de 31 Resultados gerais complementares desenvolvimento, prototipação e avaliação de duas aplicações de porte e relevância industrial, utilizando a plataforma e a metodologia de concepção resultantes do projeto biblioteca de IPs para plataformas direcionadas a aplicações industriais relevantes para o país disponibilização de resultados (processos, técnicas, ferramentas, componentes de hardware e software, aplicações) para a comunidade de P&D nacional, inclusive através da internet acréscimo de 20% na produção científica atual do grupo, com publicação no período de 18 artigos completos em periódicos internacionais indexados e 40 artigos completos em eventos internacionais, como resultado direto do projeto. formação de pelo menos 8 doutores e 20 mestres no período do projeto organização do material resultante do projeto em um livro Projeto de Sistemas Embarcados Baseado em Plataformas

5 5 de 31 Atividades Atividades básicas –PLAT – plataforma de hardware –IP – integração de componentes IP hw/sw –CO-SIM – co-simulação distribuída –JAVA – síntese automática de microcontroladores JAVA –RTOS – sistema operacional de tempo real Atividades integradoras –ESTIM – estimativas de desempenho e potência –EXPLOR – ambiente de exploração arquitetural –TESTE – metodologia de teste –SOFT – geração automática de software Aplicações –APLIC1 – aplicação de porte industrial, internacional (domótica?) –APLIC2 – aplicação de porte industrial, nacional (terminal internet?) –PROTO – prototipação, teste, avaliação e refinamento das aplicações

6 6 de 31 PLAT definição de duas plataformas de hardware para sistemas eletrônicos embarcados complementares, orientadas para as aplicações previstas plataformas incrementam reuso de componentes de hw e sw configuráveis especialmente pelo software da aplicação e pela parametrização de componentes –parametrização em termos de desempenho, potência, área hardware –processadores e blocos dedicados de hardware –estrutura de comunicação dedicada à aplicação –possível substrato: FPGAs software –RTOS

7 7 de 31 PLAT 2003/1 a 2004/2 bolsistas DTI: 1 recém-doutor, 1 recém-graduado indicadores de progresso ano 1 –definição inicial de duas plataformas, uma para cada aplicação-alvo, atendendo requisitos distintos de custo, potência, desempenho indicadores de progresso ano 2 –definição final das plataformas, contendo processadores e blocos dedicados de hardware, interconectados por uma estrutura de comunicação dedicada à aplicação

8 8 de 31 IP mecanismo de integração de componentes IP homogêneos ou heterogêneos de hardware e software componentes homogêneos: padrões padrões de hardware –barramento: AMBA? –interfaces de componentes: OCP? VCI? padrões de software: API com primitivas de comunicação de alto nível componentes heterogêneos –construção automática ou semi-automática de adaptadores de interfaces –uso de templates de hardware –adaptação do código fonte de componentes de software

9 9 de 31 IP 2003/1 a 2004/2 bolsistas DTI: 1 recém-doutor indicadores de progresso ano 1 –biblioteca de adaptadores de componentes IP para o padrão OCP –adaptadores para processador femtoJava, memórias e interfaces de periféricos –componentes descritos nas linguagens C e Java indicadores de progresso ano 2 –ambiente completo de modelagem com suporte para a integração de componentes IP –biblioteca de adaptadores para padrões AMBA e VCI –componentes descritos na linguagem SystemC

10 10 de 31 CO-SIM ambiente de co-simulação distribuída multi-nível uso do backbone DCB suporte para avaliação remota de componentes IP –integração virtual ao modelo –comunicação apenas através das interfaces suporte para construção de modelos contendo componentes homgêneos ou heterogêneos –heterogeneidade de interfaces, linguagens, níveis de abstração construção automática dos adaptadores de linguagens suporte para construção dos adaptadores de interfaces (atividade IP)

11 11 de 31 CO-SIM 2003/1 a 2004/2 bolsistas DTI: 1 recém-mestre indicadores de progresso ano 1 –recursos para integração entre componentes C e Java –geração de código de co-simulação para modelos distribuídos e heterogêneos indicadores de progresso ano 2 –recursos para integração de componentes SystemC e VHDL –geração de código de co-simulação para modelos não-distribuídos e homogêneos

12 12 de 31 JAVA ambiente de síntese automática de microcontroladores dedicados e otimizados –plataforma combinando alto desempenho e baixa potência capazes de executar "byte-codes" Java –portabilidade das aplicações, reuso de software síntese a partir de uma especificação Java da aplicação síntese de variantes do microcontrolador, suportando de forma mais eficientes diferentes modelos de computação –DSP –multithread

13 13 de 31 JAVA 2003/1 a 2004/2 bolsistas DTI: 1 recém-graduado indicadores de progresso ano 1 –definição de variantes arquiteturais do processador femtoJava, em especial a versão DSP e a versão multi-thread, para uso na plataforma de baixa potência indicadores de progresso ano 2 –ambiente de síntese automática de microcontroladores dedicados e otimizados, capazes de executar "byte-codes" Java, a partir de uma especificação Java da aplicação

14 14 de 31 RTOS geração automática de RTOS dedicado e otimizado para uma dada aplicação embarcada configuração automática para a plataforma de hardware selecionada otimização de aspectos particulares de uma aplicação (desempenho, potência) recursos –escalonamento de processos –atendimento de requisitos de tempo real –gerência de sistemas distribuídos –suporte à comunicação entre processos e processadores

15 15 de 31 RTOS 2003/2 a 2005/1 bolsistas DTI: 1 recém-mestre indicadores de progresso ano 1 –definição dos módulos que deverão compor o RTOS, considerando o espaço de automação de projeto indicadores de progresso ano 2 –desenvolvimento das rotinas para síntese do RTOS a partir da especificação de alto nível do sistema embarcado indicadores de progresso ano 3 –conclusão da técnica de geração automática de RTOS

16 16 de 31 ESTIM metodologia de estimativas de desempenho, consumo de potência e memória utilizada, a partir de especificações de alto nível da aplicação suporte à exploração do espaço de projeto estimativas para uma combinação aplicação – arquitetura-alvo –plataforma de hardware (componentes IP, considerando diferentes tipos de processadores) –RTOS –mecanismos de comunicação de hardware e software

17 17 de 31 ESTIM 2004/1 a 2005/2 bolsistas DTI: 1 recém-mestre indicadores de progresso ano 2 –levantamento de características físicas de IPs, estruturas de comunicação e software, para obter subsídios para estimação de desempenho, potência e memória em alto nível de abstração indicadores de progresso ano 3 –ferramentas de estimativa de desempenho, potência e memória a partir de especificação de alto nível da aplicação, orientadas para as plataformas definidas no projeto

18 18 de 31 EXPLOR ambiente de exploração arquitetural de SoC estimativa de desempenho e potência de alternativas de distribuição das funções computacionais entre processadores –número e tipo de processadores estimativa de desempenho e potência de alternativas de estruturas de comunicação –barramentos simples –NoC impacto do mapeamento de funções em diferentes posições da NoC

19 19 de 31 EXPLOR 2004/1 a 2005/2 bolsistas DTI: 1 recém-mestre indicadores de progresso ano 2 –biblioteca de IPs com versões de componentes (minimizando área, potência, espaço de memória, tempo de processamento) para exploração do espaço de projeto indicadores de progresso ano 3 –ferramenta de catalogação e seleção de IPs baseada em requisitos da aplicação

20 20 de 31 TESTE metodologia de teste de software e hardware, considerando arquitetura-alvo –plataforma de hardware (componentes de processamento e estruturas de comunicação) –plataforma de software (RTOS) desenvolvimento de técnicas de teste –com redução do tempo de teste –com baixo custo (reuso das estruturas já existentes no sistema) –com aumento da testabilidade

21 21 de 31 TESTE 2005/1 a 2006/2 bolsistas DTI: 1 recém-doutor indicadores de progresso ano 3 –técnicas de teste de software aplicáveis a descrições VHDL: estudos de caso –sequência de teste externo para o microcontrolador femtoJava indicadores de progresso ano 4 –ferramentas de auxílio ao planejamento de teste de SoCs baseados em controladores integrados e em NoCs

22 22 de 31 SOFT geração automática de software a partir de uma especificação de alto nível mapeamento automático para programas otimizados para o paradigma computacional dos processadores considerados (microcontroladores, DSP, ASIPs, VLIW, multithread, etc.) otimização segundo requisitos de desempenho, potência, memória exploração do espaço de projeto desenvolvimento de conjunto de classes para diferentes modelos de computação definição de linguagem abstrata de modelagem para especificação de alto nível (UML, Rosetta)

23 23 de 31 SOFT 2005/1 a 2006/2 bolsistas DTI: 1 recém-doutor indicadores de progresso ano 3 –levantamento de características comuns de aplicações embarcadas, para captura de diferentes modelos comportamentais de software, visando sua automação indicadores de progresso ano 4 –geração automática de software de aplicação, sobre a plataforma de hardware e software, a partir de especificações de alto nível em diferentes modelos de computação

24 24 de 31 APLIC1 especificação e desenvolvimento de uma aplicação de porte industrial e relevância internacional, na área da domótica, para validação da metodologia completa de projeto –modelagem de alto nível, seleção da arquitetura, refinamento arquitetural, simulação em diferentes níveis de abstração, desenvolvimento e integração dos componentes (IPs) necessários e geração do software 2004/1 a 2005/2 bolsistas DTI: 1 recém-mestre, 1 recém-graduado indicadores de progresso –ano 2: modelagem de alto nível da aplicação, exploração de soluções arquiteturais, desenvolvimento e busca de componentes IP necessários –ano 3: conclusão da aplicação, com síntese final do software e hardware

25 25 de 31 APLIC2 especificação e desenvolvimento de uma segunda aplicação de porte industrial, com impacto mais voltado à realidade social brasileira –possível aplicação: terminal portátil de acesso à Internet de baixíssimo custo, para aumentar a acessibilidade da população a tecnologias mais complexas 2005/1 a 2006/2 bolsistas DTI: 1 recém-doutor, 1 recém-graduado (15) indicadores de progresso –ano 3: modelagem de alto nível da aplicação, exploração de soluções arquiteturais, desenvolvimento e busca de componentes IP necessários –ano 4: conclusão da aplicação, com síntese final do software e hardware

26 26 de 31 PROTO prototipação das aplicações em FPGAs –teste dos protótipos segundo a metodologia de teste –avaliação dos protótipos, em termos de desempenho e potência consumida, através de benchmarks de domínio público –refinamento das aplicações, segundo interesse de parceiros industriais, a partir de parâmetros fornecidos pela própria indústria 2005/1 a 2006/2 bolsistas DTI: 1 recém-graduado indicadores de progresso –ano 3: montagem da primeira aplicação em placas de FPGAs, para validação de metodologia e ferramentas de projeto e identificação de pontos críticos da implementação do protótipo –ano 4: montagem da segunda aplicação, comparação de resultados, montagem de outra versão de uma das aplicações para exploração do espaço de projeto e avaliações comparativas

27 27 de 31 Cronograma

28 28 de 31 Outros indicadores de progresso ano 1 ano 2 ano 3 ano 4 formação de 5 mestres e 1 doutor submissão de artigos: 2 periódicos e 10 eventos internacionais relatórios de pesquisa 1ª versão do site para disponibilização de resultados formação de 5 mestres e 2 doutores submissão de artigos: 2 periódicos e 10 eventos internacionais relatórios de pesquisa 2ª versão do site formação de 5 mestres e 2 doutores submissão de artigos: 6 periódicos e 10 eventos internacionais relatórios de pesquisa versão final do site, com componentes IP de HW e SW formação de 5 mestres e 3 doutores submissão de artigos: 8 periódicos e 10 eventos internacionais relatórios de pesquisa

29 29 de 31 Orçamento

30 30 de 31 Bolsistas DTI

31 31 de 31 Coordenação científica reuniões técnicas semanais dentro de cada atividade –presença de toda a sub-equipe –discussão detalhada de problemas e soluções seminários quinzenais, envolvendo toda a equipe –discussão dos trabalhos em andamento –prévias de apresentações em conferências –palestras convidadas, etc. reuniões de coordenação científica mensais –restritas aos pesquisadores líderes –avaliação de resultados –planejamento de atividades –integração das grandes linhas e estratégias científicas workshops de todo o grupo, abertos à comunidade nacional –realizados em paralelo com eventos nacionais significativos (SBCCI, p.ex.) –divulgação de resultados parciais do projeto


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