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Mudanças Climáticas. Ilustração Planeta Azul Chitãozinho e Xororó A vida e a natureza sempre à mercê da poluição se invertem as estações do ano faz calor.

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1 Mudanças Climáticas

2 Ilustração

3 Planeta Azul Chitãozinho e Xororó A vida e a natureza sempre à mercê da poluição se invertem as estações do ano faz calor no inverno e frio no verão os peixes morrendo nos rios estão se extinguindo espécies animais e tudo que se planta, colhe o tempo retribui o mal que a gente faz Onde a chuva caía quase todo dia já não chove nada o sol abrasador rachando o leito dos rios secos sem um pingo d'água quanto ao futuro inseguro será assim de norte a sul a terra nua semelhante à lua O que será desse planeta azul? O que será desse planeta azul? o rio que desse as encostas já quase sem vida parece que chora um triste lamento das águas vão perdendo a estrada, a fauna e a flora é tempo de pensar no verde regar a semente que ainda não nasceu deixar em paz a Amazônia, perpetuar a vida está de bem com Deus. Planeta Azul

4 Desde a criação, a Terra sempre esteve em constantes mudanças de temperatura, em ciclos de milhares de anos de aquecimento e glaciação causados por fenômenos naturais. A partir da Revolução Industrial, o planeta passou a enfrentar uma nova realidade: a mudança de temperatura causada pelo homem através da poluição. Este problema começou a ser sentido nos microclimas, com o aumento da temperatura nos grandes centros urbanos e mais recentemente no macroclima, com o aumento do nível do mar, uma ameaça em escala global que pode causar escassez de alimentos e graves problemas sociais. São vários os fatores, apontados por ecologistas e cientistas, que provocam essas mudanças climáticas, tais como: - o efeito estufa, - buraco na camada de ozônio, - poluição atmosférica, - aumento na produção de gás carbônico. A principal conseqüência é o aquecimento do clima da Terra, provocando o aumento da temperatura dos oceanos e o derretimento das geleiras. O fato é que o planeta está ficando mais quente e o nível do mar está subindo. Histórico

5 "A estrutura fina climática do espaço aéreo que se estende da superfície da Terra até uma altura onde os efeitos característicos da superfície não mais se distinguem do clima geral local (meso ou macroclima) (...) O microclima pode ser dividido em tantas classes quanto são os tipos de superfícies, mas, de um modo geral, os microclimas são considerados: microclimas urbanos e microclimas de vegetação." (ACIESP, 1980). "É na realidade um clima que fora do contexto puramente ecológico pertence a uma área de menores proporções (daí seu apelido), como uma rua uma praia, uma casa ou um compartimento" (Carvalho, 1981). "Clima geral: compreende as grandes regiões e zonas climáticas da Terra e é o resultado da situação geográfica e orográfica. O macroclima se diferencia em mesoclima quando aparecem modificações locais em algumas de suas características. Fonte: (Diccionario de la Naturaleza, 1987). MICROCLIMA MACROCLIMA Microclima e Macroclima

6 A entrada da radiação solar tem de ser equilibrada por uma saída de calor enviada pela Terra. Quando atinge a superfície da Terra a radiação transforma-se em calor. Uma parte retorna para o espaço e a outra, devido à existência dos gases de efeito estufa, fica aprisionada na Terra. Desse modo, a atmosfera atua como uma cobertura ou como o vidro de uma estufa, daí o nome efeito estufa. O efeito estufa é um processo natural que ocorre em função do acúmulo de gases, que formam uma barreira que impede o calor do Sol de sair da atmosfera. Esse fenômeno é o que mantém o planeta aquecido e possibilita a vida na Terra. Entretanto, quando a concentração desses gases é excessiva, mais calor fica retido na atmosfera. Há várias linhas de pesquisa sobre o efeito estufa. Algumas apontam para o aquecimento global como um fenômeno natural. No entanto, os relatórios do Painel Intergovernamental em Mudança do Clima – IPCC (Intergovernamental Panel on Climate Change) sugerem a influência da ação humana em relação ao aumento do efeito. Acredita-se que a concentração de gases provocada pelo efeito estufa leva ao aquecimento da Terra e a cada dia mais cientistas se preocupam em avaliar os estoques, sumidouros e o ciclo do carbono no planeta, a partir do estudo dos ecossistemas. AQUECIMENTO GLOBAL Aquecimento Global

7 O efeito estufa é o aquecimento da Terra, ou seja, é a elevação da temperatura terrestre em virtude da presença de certos gases na atmosfera. Esses gases permitem que a luz solar atinja a superfície terrestre, mas bloqueiam e enviam de volta parte da radiação infravermelha (calor) irradiada pela Terra. As principais conseqüências do efeito estufa seriam a alteração das paisagens vegetais, que caracterizam as diferentes regiões terrestres, e o derretimento das massas de gelo, provocando a elevação do nível do mar e o desaparecimento de inúmeras cidades e regiões litorâneas. Gases estufa: - Dióxido de Carbono – CO2 – proveniente da queima de combustíveis fósseis para a geração de energia elétrica, para o transporte e para as indústrias; proveniente também das queimadas; - Clorofluorcarbono – usado em aerossóis, pela indústrias de plásticos e em aparelhos de ar-condiocionados e refrigeradores; - Metano - produzido pela atividade agrícola, principalmente em lavouras de arroz e na criação de gado ( por causa dos gases produzidos quando eles ruminam) e pela decomposição do lixo; - Óxido Nitroso – proveniente de indústrias de fertilizantes químicos, queima de madeira e de combustíveis fósseis. As árvores funcionam normalmente como um depósito para o gás carbônico. Através do processo fotossintético elas absorvem CO 2 e devolvem à natureza O 2. Aquecimento Global (cont.)

8 Efeito Estufa: Imagem

9 Os ecossistemas terrestres (incluindo vegetação e solo) desempenham importante papel no ciclo do carbono. A vegetação retira CO2 da atmosfera através do processo da fotossíntese. O carbono retorna para a atmosfera na forma de CO2 através de processos biológicos (respiração e decomposição da matéria morta). Esse balanço entre retirada de carbono da atmosfera (fotossíntese) e retorno para atmosfera (respiração, decomposição) é desequilibrado pelo desflorestamento. As queimadas são a maior contribuição brasileira para o efeito estufa, em função da emissão de dióxido de carbono (CO2). CICLO DO CARBONO Ciclo do Carbono

10 A intensificação do efeito estufa representa um grave problema, pois é a principal causa do aquecimento global, isto é, do aumento da temperatura média do nosso planeta. O aquecimento global vem gerando uma série de graves conseqüências, tais como: - a elevação do nível dos oceanos; - o derretimento de geleiras, glaciais e calotas polares; - mudanças nos regimes de chuvas e ventos; - intensificação do processo de desertificação; - perda de áreas agricultáveis. Pode também tornar mais intensos fenômenos extremos tais como: - furacões, - tufões, - ciclones, - tsunamis, - tempestades tropicais - inundações. Ciclo do Carbono (cont.)

11 A perspectiva da subida da temperatura e do nível dos mares, com impactos nas pessoas e nos ecossistemas, leva alguns Governos a tomar medidas a nível internacional, mas as preocupações com os custos econômicos e políticos destas medidas persistem. Será que as mudanças climáticas são realmente algo com que devamos preocupar- nos? Os cientistas prevêem um aquecimento global entre 1 e 3,5 graus C, neste século. Isto pode não parecer motivo de preocupação, mas a temperatura média do globo só mudou um grau centígrado durante os últimos dez mil anos. Segundo alguns pesquisadores, o nível dos mares pode subir entre 15 e 95cm, até 2100, se as atuais tendências se mantiverem, causando inundações generalizadas das zonas e ilhas que ficam a um nível baixo. A água salgada poderá invadir rios e zonas costeiras, afetando as reservas de água doce e a pesca. Há a previsão também de mais secas, falta de água, incêndios de florestas e mais mortes em conseqüência de ondas de calor do tipo das que causaram centenas de vítimas nas regiões do Midwest e do Sudoeste dos EUA, desde As doenças tropicais, como a malária, iriam se propagar à medida que os mosquitos e outros agentes de propagação se expandissem para novas zonas. MUDANÇAS CLIMÁTICAS MUNDIAIS Mudanças Climáticas Mundiais

12 Os registros efetuados revelam uma elevação da temperatura média mundial da ordem de 0,3 a 0,6 graus centígrados, desde 1860, e o nível dos mares subiu 10 a 25cm. Nas regiões polares verificou-se um aquecimento muito acentuado, na Península Antártida, as temperaturas médias aumentaram 0,5 graus centígrados por década, desde 1947, segundo os cientistas responsáveis pelo Estudo Britânico sobre a Antártida. Vastas áreas das plataformas de gelo da Antártida estão se desintegrando e os glaciais estão diminuindo em muitas regiões. Alguns furacões, inundações e ondas de calor de dimensões sem precedentes registrados nos últimos anos fizeram aumentar as preocupações. Alguns cientistas afirmam que se pode esperar que o aquecimento dos oceanos tropicais venha a aumentar a freqüência e possivelmente a gravidade dos ciclones tropicais. JÁ PODEMOS VERIFICAR ALGUMAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS Já Podemos Verificar Algumas Mudanças Climáticas

13 Os países industrializados, com aproximadamente 20% da produção global são responsáveis por 60% das emissões anuais de dióxido de carbono e só o maior emissor, os Estados Unidos, é responsável por mais de 20%. QUAIS OS PAÍSES MAIS RESPONSÁVEIS PELAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS? Quais os Países Mais Responsáveis Pelas Mudanças Climáticas?

14 Cientistas fizeram estimativas dos potenciais impactos diretos nos diversos setores sócio- econômicos, mas na realidade as conseqüências seriam mais complicadas porque impactos em um setor podem afetar outros setores indiretamente. Para saber dos impactos potenciais é necessário estimar a extensão e magnitude da mudança climática, especialmente em níveis nacionais e locais. Apesar do progresso que houve no entendimento do sistema climático e sua mudança, as suas projeções e seus impactos ainda têm muitas incertezas, particularmente nos níveis locais e regionais. MUDANÇAS CLIMÁTICAS Mudanças Climáticas

15 Hoje, a grande pressão sobre os recursos hídricos está na população humana, particularmente no crescimento de grandes concentrações das áreas urbanas. Esse gráfico mostra o impacto esperado do crescimento do uso da água pela população em 2025, baseado na UN mid-range population projection. Mesmo que o mundo mantivesse o mesmo ritmo do uso da água em 1990, ainda assim não seria suficiente para assegurar que todo mundo iria ter acesso à água potável no ano de Fonte: MUDANÇAS CLIMÁTICAS Mudanças Climáticas (cont.)

16 . E a grande seca da Amazônia de 2005, foi resultado do aquecimento global? Seca da Amazônia

17 Para espécies vegetais e animais, o aumento brusco da temperatura pode ser fatal. Na Antártida, por exemplo, as populações de krill (espécie de camarão bem pequeno) e de pingüins sofrem as conseqüências dos dias mais quentes. Os pingüins estão sumindo aos poucos. O número dessas aves diminuiu 33% nos últimos 25 anos, em decorrência do derretimento do gelo. O krill, crustáceo adaptado aos mares gelados, pode não resistir à sensível variação no termômetro. Só que o krill é a base da cadeia alimentar da região. Sem ele, haverá uma alteração brutal no ecossistema antártico. O resto do mundo não está livre de ameaças. Assim como no continente gelado, o efeito estufa afeta todos os ecossistemas, causando alteração nas cadeias alimentares e provocando, portanto, desequilíbrio ambiental. MUDANÇAS CLIMÁTICAS Mudanças Climáticas

18 O Caos Climático Global

19 A Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (United Nations Framework Convention on Climate Change - UNFCCC), voltada especificamente aos problemas climáticos, foi assinada por 154 países, incluindo o Brasil. Por esse tratado, os países signatários se comprometeram a tentar estabilizar, através de ações conjuntas, "as concentrações de gases-estufa na atmosfera num nível que impeça uma interferência antrópica perigosa no sistema climático". O Brasil o ratificou em 28 de fevereiro de A Convenção entrou em vigor no dia 21 de março do mesmo ano, quando o número de signatários chegou a 50. Era necessário, porém, detalhar que medidas seriam essas a serem tomadas pelos países. As negociações necessárias foram realizadas em uma série de conferências entre as partes da Convenção-Quadro, chamadas Conferências das Partes (COP). A primeira, o COP-1, reuniu-se em Berlim em Uma meta concreta para servir de base ao estabelecimento das ações internacionais foi estabelecida na terceira conferência, a COP-3, através do Protocolo de Quioto. Trata-se de um documento no qual os países signatários comprometem-se a reduzir as emissões globais de gases estufa até 2012 em pelo menos 5% dos índices medidos em A Convenção-Quadro foi finalmente formulada em 1992, na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (United Nations Conference on Environment and Development - UNCED 1992), conhecida como Rio-92, no Rio de Janeiro. A RIO-92 E O PROTOCOLO DE QUIOTO A Rio-92 e o Protocolo de Quioto

20 Considerando a incalculável quantidade de dióxido de carbono já emitida pelos países desenvolvidos no decorrer do século XX, é simples imaginar que a conta do prejuízo é bastante alta. Assim, para amenizar o seu pagamento, foi criado, em 1997, o Protocolo de Quioto, que só entrou em vigor em 2005, determinando que as nações industrializadas devem desenvolver projetos para diminuir a taxa de emissão de gases estufa até Disseminou-se então, a idéia do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) e dos Certificados de Redução de Emissões (CER`s). O objetivo do MDL é a busca de alternativas de tecnologias limpas (não-poluidoras) para, por exemplo, a geração de energia, reduzindo as emissões de CO2 na atmosfera. Há também os projetos voltados para a área florestal, que devem ajudar a diminuir o CO2 presente na atmosfera pela absorção feita pela vegetação através da fotossíntese. É o que se chama de "seqüestro do carbono". O Brasil, assim como outros países em desenvolvimento que não precisam diminuir suas emissões de dióxido de carbono, pode vender essa redução através dos créditos de carbono conseguidos com as CERs. As transações internacionais ao redor dos créditos de carbono já estão acontecendo. É certo que os países que têm tomado a dianteira nessas transações financeiras internacionais estão em vantagem sobre os demais. Os preços da tonelada de carbono ainda não foram fixados pelo mercado. SEQUESTRO DO CARBONO Sequestro do Carbono

21 Para tanto, os países que emitem acima de um determinado nível deveriam reduzir suas emissões, enquanto outros, que emitem abaixo, não teriam esse compromisso. O Brasil está no segundo grupo. O primeiro grupo é constituído pelos países que eram responsáveis conjuntamente por 55% das emissões globais em 1990, e é chamado "Partes do Anexo 1", por estarem relacionados nesse anexo do Protocolo. Para entrar em vigor, o Protocolo deve ser assinado por pelo menos 55% das Partes do Anexo 1. Para o Brasil e vários países que emitem carbono abaixo do "nível máximo" estabelecido pelo Protocolo, o documento prevê a possibilidade de essa diferença ser coberta por um aumento na emissão de carbono. Haveria então a possibilidade de uma troca de cotas de emissão de carbono entre os dois grupos, sem alterar a emissão global. Outra possibilidade desse tipo, também prevista no Protocolo, é o chamado "mecanismo de desenvolvimento limpo: os países emissores poderiam patrocinar projetos no outro grupo para diminuir ainda mais suas emissões, e com isso eles poderiam aumentar suas emissões sem alterar a emissão global. Tudo isso é o que se chama "mercado de carbono", cujo objetivo é aliviar o impacto na economia das partes do Anexo 1 e tornar viáveis os objetivos estabelecidos pelo tratado. Sequestro do Carbono (Cont.)

22 O Protocolo de Quioto passou, desde então, a ser a base da negociação entre os membros da Convenção-Quadro. Com ele, as negociações deixavam uma fase de propostas genéricas e passavam para a fase de implantação de ações concretas. O principal motivo de dissensão foi a proposta de um grupo de países conhecido como Grupo do Guarda-Chuva, formado principalmente por Estados Unidos, Canadá, Japão e Austrália, de incluir projetos florestais (como reflorestamentos) no cálculo das emissões de gás carbônico. Isso aliviaria os EUA, atualmente o maior emissor de carbono do mundo, de parte de sua responsabilidade de diminuir suas emissões. A proposta foi rejeitada pela União Européia, levando a um impasse. Temeu-se pelo fracasso das negociações, mas a viabilidade do Protocolo de Quioto foi salva pela segunda rodada, em julho seguinte, em Berlim. Nesse meio-tempo, entretanto, os EUA recusaram-se a assinar o Protocolo, alegando que prejudica o desenvolvimento do país. Isso foi um golpe grave na viabilidade do Protocolo, porque os EUA são responsáveis por cerca de 25% das emissões globais de gases-estufa. O PROTOCOLO EM CHEQUE O Protocolo em Cheque

23 CO2 EM NÚMEROS : - 80% do aquecimento global atual é devido a este gás. - 97% do gás carbônico emitido em 1997 é proveniente das nações industrializadas através da queima de combustíveis fósseis para produção de energia. - 80% de toda energia produzida é consumida por 25% da população mundial que vive nas nações industrializadas. Principal fator pelo qual os países em desenvolvimento esperam que as nações desenvolvidas sejam as primeiras a promoverem cortes na emissão. - 30% a mais de CO2 existem hoje na atmosfera terrestre do que na época da revolução industrial. 34 anos de negociações: das boas intenções à fria realidade O Protocolo de Quioto é o resultado de um longo processo de negociações internacionais visando estabelecer ações conjuntas, assumidas por grande parte dos países do mundo para controlar as mudanças climáticas antropogênicas (provocadas pelo ser humano). Mas o que de fato tem sido feito ? MUDANÇAS CLIMÁTICAS Mudanças Climáticas

24 A busca é a de restabelecer as concentrações dos gases do efeito estufa (GEE) na atmosfera, mensurados em Para alcançar essa meta, são focalizados dois aspectos: a redução das emissões e o aumento de captura dos GEE. A obtenção de recursos para a implementação das medidas mitigadoras, está, em grande medida, vinculada à aprovação do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Esse mecanismo cria a possibilidade de países desenvolvidos patrocinarem projetos de redução e captura dos GEE em países em desenvolvimento, cumprindo assim parte de seus compromissos. Absorção de carbono se dá em reservas naturais como a Amazônia. Foto de Alessandro Piolli - Acre Um primeiro grupo de medidas mitigadoras visa à redução das emissões de GEE, propondo mudanças nas fontes de obtenção de energia, priorizando investimentos em pesquisa e implementação de fontes que não liberam carbono, como a energia proveniente do sol, eólica e hidrogênio, e de fontes como a cana-de-açúcar, a mandioca e o babaçu, que apesar de também liberarem carbono, este é reabsorvido à medida que novas plantas se desenvolvem. BRASIL AGE PARA REDUZIR O EFEITO ESTUFA Brasil Age para Reduzir o Efeito Estufa

25 América Latina - Diminuição das geleiras na América Latina. - Enchentes e secas se tornarão mais freqüentes. - Maior intensidade de ciclones tropicais com aumento dos riscos para a vida e para os ecossistemas, além de prejuízos causados por fortes chuvas, enchentes, tempestades e ventos. - A segurança alimentar pode se tornar um sério problema para muitos países latino-americanos, ameaçando a cultura de subsistência em algumas regiões. - A incidência de doenças como a malária, febre amarela e cólera poderá aumentar. Os problemas que a América Latina enfrenta com doenças infecciosas de ambientes quentes pode ser exacerbado. - Desaparecimento de recursos de ecossistemas, aumentando a perda da biodiversidade. Veja o que a mudança climática pode causar em cada continente MUDANÇAS CLIMÁTICAS América Latina

26 América do Norte - Ecossistemas em risco. - Aumento da erosão em áreas costeiras, enchentes e tempestades, particularmente na Flórida e na costa americana do Atlântico, provocado pela elevação do nível do mar. - Doenças transmitidas por vetores – incluindo a malária e a febre amarela – podem expandir sua gama na América do Norte. Austrália e Nova Zelândia - Apesar das estimativas de que a mudança climática trará, inicialmente, benefícios para algumas safras na Austrália e Nova Zelândia, as perdas regionais e prejuízos de longo prazo serão sempre superiores. - Secas e incêndios se tornarão ainda mais comuns e a água se tornará um assunto- chave, sendo mais valorizada em regiões do país que sofrem com a seca. - Maior intensidade de chuvas e ciclones tropicais e mudanças regionais específicas na freqüência de ciclones, aumentando os riscos para a vida e para os ecossistemas. - Espécies ameaçadas ou extintas, assim como os ecossistemas australianos, particularmente vulneráveis ao aquecimento global, incluindo recifes de corais, habitats áridos e semi-áridos no sudoeste e interior da Austrália, além de regiões montanhosas. América do Norte; Austrália e Nova Zelândia

27 África - Queda na produção de grãos e conseqüente redução na segurança alimentar ameaçarão populações africanas, já carentes de desenvolvimento sustentável. - Aumento do número de transmissores de doenças infecciosas, com prejuízo da saúde da população, em uma região que já enfrenta os efeitos da AIDS e da desnutrição. - Aumento de secas, enchentes e outros fenômenos naturais acentuando a pressão sob os recursos hídricos, segurança alimentar, saúde e infra-estrutura, restringindo o desenvolvimento da África. -Destruição de ecossistemas vitais, com o desaparecimento de uma das mais ricas biodiversidades do mundo. Várias espécies de plantas e de animais podem desaparecer, com impacto no modo de vida rural, no turismo e nos recursos genéticos. Europa - Metade das geleiras montanhosas e grandes áreas congeladas podem desaparecer até o final do século Aumento nos padrões de chuva podem colocar em risco grandes áreas da Europa. Em áreas costeiras, o risco de enchentes e erosão também deve aumentar, com implicações para o turismo, agricultura e habitats naturais de zonas costeiras. - Perda de importantes habitats (regiões úmidas, planícies de regiões árticas e habitats isolados) colocando em risco algumas espécies. África; Europa

28 Ásia - A incidência de fenômenos naturais aumentou em áreas temperadas e tropicais da Ásia como enchentes, secas, incêndios florestais e ciclones tropicais. - Queda na segurança alimentar em muitos países de regiões áridas, tropicais e temperadas da Ásia com redução da produtividade na agricultura e cultura aquática, provocada pelo efeito térmico da água, elevação no nível do mar, enchentes, secas e ciclones tropicais. - Maior exposição aos vetores de doenças infecciosas aumentando os riscos para a saúde da população. - Mega-cidades e áreas muito populosas ao longo da costa dos Oceanos Pacífico e Índico, serão ameaçadas pela elevação no nível do mar e enchentes de rio, provocadas por fortes chuvas. A elevação no nível do mar e ciclones tropicais mais intensos podem desabrigar milhões de pessoas que vivem em áreas costeiras da Ásia. - A soma do aquecimento global e a fragmentação do habitat pode resultar na extinção de muitas espécies de mamíferos e pássaros. O aumento no nível do mar poderia colocar a segurança ecológica em risco, incluindo manguezais e recifes de corais. Ásia

29 Regiões Polares - Ecossistemas de regiões polares são altamente vulneráveis ao aquecimento global e têm baixa capacidade de adaptação. - Regiões polares já estão aquecidas a níveis alarmantes e muitos ecossistemas não sobreviverão às estimativas de aumento no aquecimento global. Estima-se que a mudança climática nas regiões polares seja maior e mais rápida do que em qualquer outra região do planeta, provocando impactos físicos, ecológicos, sociológicos e econômicos maiores. - Os impactos do aquecimento global podem ser vistos na redução do tamanho e da espessura do gelo no Ártico, degelo, erosão na zona costeira, mudanças nos lençóis freáticos e prateleiras de gelo. Regiões Polares

30 Nações Ilhas - Os efeitos da elevação no nível do mar influenciarão, de forma dominante, a realidade socioeconômica em muitas nações-ilhas. A estimativa é de que o nível do mar suba 5mm anualmente pelos próximos 100 anos, provocando aumento na erosão da zona costeira, perda da terra e propriedade, deslocamento de pessoas, riscos de tempestades, capacidade reduzida de recuperação dos ecossistemas costeiros, salinidade em recursos de água potável e altos custos de adaptação a estas mudanças. - Grande vulnerabilidade de nações-ilha com suprimento de água muito limitado por causa dos impactos das mudanças climáticas sobre o equilíbrio da água. - Impactos negativos em recifes de corais provocados pelos altos níveis de dióxido de carbono. Mangues, vegetação marítima, outros ecossistemas costeiros e a biodiversidade associada afetadas pelo aumento da temperatura e elevação acelerada do nível do mar. - Declínio de ecossistemas costeiros, com impacto negativo sobre corais, peixes e outros seres aquáticos, afetando assim a prática de comunidades pesqueiras e aqueles que se apóiam na pesca como fonte significativa de alimento. - Diminuição de áreas de terra para arado e salinização do solo tornando vulnerável a agricultura, tanto para produção doméstica como para exportação da safra. - As repercussões socioeconômicas das mudanças climáticas ameaçam o ecoturismo (importante fonte de renda e intercâmbio) e o desenvolvimento sustentável das nações- ilha. Nações Ilhas


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