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A CHARGE COMO ESTÍMULO AO IMÁGINÁRIO DO INTERLOCUTOR REDEFOR-LP/IEL-UNICAMP Autor: Paulo Gomes da Silva Agência Financiadora: SEE-SP Palavras- Chave: Esfera.

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1 A CHARGE COMO ESTÍMULO AO IMÁGINÁRIO DO INTERLOCUTOR REDEFOR-LP/IEL-UNICAMP Autor: Paulo Gomes da Silva Agência Financiadora: SEE-SP Palavras- Chave: Esfera jornalística; Gênero: charge; Sequência Didática; Ensino Médio. A CHARGE COMO ESTÍMULO AO IMÁGINÁRIO DO INTERLOCUTOR REDEFOR-LP/IEL-UNICAMP Autor: Paulo Gomes da Silva Agência Financiadora: SEE-SP Palavras- Chave: Esfera jornalística; Gênero: charge; Sequência Didática; Ensino Médio. Tendo em mente que os gêneros textuais são fenômenos históricos profundamente vinculados à vida cultural e social, e que contribuem para ordenar e estabilizar as atividades comunicativas cotidianas (falta a referência), estudaremos propusemos uma nesta sequência didática sobre o gênero charge como instrumento de reflexão sobre a construção da sociedade e seus elementos significativos que estabelecem diálogo com os fatos históricos, sociais, políticos, culturais e linguísticos. Neste artigo trabalho destacou-se a necessidade de o aluno despertar para a criticidade, leitura, compreender e produzir textos a partir de um gênero textual ainda pouco utilizado em sala de aula: as charges. Além de proporcionar uma leitura mais próxima da realidade e propor um diálogo entre as diferentes linguagens (verbal e não-verbal), as charges são um excelente recurso didático, pois a imagem associada à palavra contribui para a produção de sentidos nos mais variados contextos: sócio-histórico e discursivos. Esse modelo didático abre espaços para uma leitura em que o conteúdo do texto seja alvo de debate aliado a um exame do gênero em sua dimensão geral. Língua e sentido funcionando ao mesmo tempo. Através dos tempos, Por muito tempo apenas os textos escritos eram foram aceitos como formas de leitura. Porém o texto visual esteve presente ao longo dos séculos, desde as pinturas rupestres, nas quais se podiam visualizar cenas do cotidianas. Nos dias atuais, em plena era da informação, para que a comunicação seja efetivada, o homem deve ser capaz de ler o mundo e suas múltiplas linguagens, sejam elas escritas, visuais ou sonoras. Entre todas as linguagens que fazem parte do mundo contemporâneo, este artigo trabalho aborda as charges como gênero que permite a integração entre a linguagem escrita e a linguagem visual. 1. INTRODUÇÃO 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 3. O GÊNERO CHARGE Esse gênero foi criado no início do século XIX, por opositores aos governantes ou críticos políticos que queriam se expressar de forma inédita, e que como em todos os momentos da história foram reprimidos pelas forças governantes, porém, a exemplo de hoje, tornaram-se popular, fato que garante sua existência até os tempo atuais. O termo charge tem origem no é do francêscharger e significa carregar, exagerar. É uma espécie de crônica humorística com caráter crítico, provocando o hilário, efeito este conseguido por meio do exagero. (Referência) 4. A SEQUÊNCIA DIDÁTICA PROPOSTA 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS Em Genebra foram introduzidas por Bernard Schneuwly, Joaquim Dolz, A. Pasquier e Sylvie Haller as primeiras sequências didáticas como modalidades de organizar o ensino, sendo definidas como um conjunto de atividades escolares organizadas, de maneira sistemática, em torno de um gênero textual (DOLZ; NOVERRAZ; SCHNEUWLY, 2004, p. 97). Tendo como Seu principal objetivo é levar os alunos a se apropriarem e a reconstruírem práticas de linguagens, sócio-historicamente construídas. Partindo da teoria abordada, o nosso gênero estudado, Charge, nos permite explorar o contexto histórico e social no qual a charge foi produzida, a fim de situá-la em um tempo e espaço, pois só assim é possível compreender o efeito de humor que esse gênero comumente propiciar ao ser lido. Assim a cada estudo realizado pode-se traçar um diálogo entre o que aconteceu naquele momento e a crítica social necessária para compreender o publicado. Vejamos então a análise de um exemplar desse nosso aclamado gênero. Esta charge é uma crítica clara à atuação imperialista dos EUA. Entretanto, só conseguimos perceber esse efeito crítico, se fizermos uma série de considerações sobre como a imagem e a história são construídas. Inicialmente vemos uma grande águia (símbolo norte-americano da liberdade) se alimentando de algo que percebemos ser o globo terrestre. Não se trata de uma águia qualquer, pois ela leva em sua plumagem as cores e detalhes da bandeira estadunidense. (Além disso, essa águia se alimenta de um pedaço especial do globo terrestre; com um pouco de conhecimento, percebemos que ela bica aquilo que nos mapas corresponderia à parte norte da América do Sul, onde está a região amazônica. Há um trabalho bastante interessante sob o ponto de vista da proporção: a águia é maior do que a parte do globo que conseguimos visualizar na imagem. Metaforicamente, critica-se o papel dos EUA que seriam apenas mais um país do globo, e não maiores que o globo como, em muitos momentos, parecem ser. Mas você não falou da SD, apenas da charge.


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