A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Transição da Clínica Pediátrica para a Clínica de Adultos Simone Tenore UNIFESP CRT DST/AIDS-SP.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Transição da Clínica Pediátrica para a Clínica de Adultos Simone Tenore UNIFESP CRT DST/AIDS-SP."— Transcrição da apresentação:

1 Transição da Clínica Pediátrica para a Clínica de Adultos Simone Tenore UNIFESP CRT DST/AIDS-SP

2 Revisão da literatura sobre a transição para o ambulatório de adultos em crianças com doenças crônicas; Pesquisa qualitativa sobre transição (adolescentes e pediatras) Experiência no CEADIPe-UNIFESP e CRT DST AIDS/SP

3 Introdução Necessidade de mudança com os cuidados médicos e pessoais com a maturidade; O processo de mudança da clínica pediátrica para a de adultos é necessária, porém há pouco avanço nos estudos sobre a forma como esta transição deva ser feita Newacheck et al. Am J Public Health 1994;82: Blum et al. J Adolesc Health 1995;17:3-5

4 Anderson et al. Pediatr Pulmonol 2001 USA, Europa Austrália FCIdade Sem programa de transição Flume et al. Pediatr Pulmol 2001 USAFCIdade. Transição abrupta Hauser et al. Pediatr Nurse 1999 USAAFTransição para médicos com pouco conhecimento Westwood et al. J Pediatr health care 1999 África do Sul FC80% incertos sobre a transição. Necessidade de um programa Wojciechowski et al. J Pedriatr Nurse 2002 USAAFIdade Pouco preparo para a transição Pacaud et al. Can J Diabetes Care 1996 CanadáDM50% com dificuldade para a transição. Diferença entre a duas clínicas

5

6 Objetivos: Análise sobre o processo de transição, com jovens, familiares e médicos envolvidos, para um maior conhecimento do processo Identificação de fatores que auxiliem ou dificultem o processo de transição

7 Entrevistas com grupos de jovens, familiares e médicos; Hospitais pediátricos e ambulatórios Jovens: anos, com doença crônica, com início de tratamento antes dos 18 anos

8

9

10 Resultados: Fatores que afetam a transição: capacidade cognitiva do jovem natureza da doença crônica (sobrevida)

11 Resultados: Estágios de transição: (facilitadores) Visualizando o futuro Idade da responsabilidade Idade da transição: adolescência (12-17 anos) e adulto jovem (18-23)

12 Resultados Obstáculos à transição: Idade de transição em relação aos serviços de saúde anos pode ser muito velho para um hospital pediátrico, mas muito jovem para um hospital de adultos (média de idade anos) anos pode ser muito velho para um hospital pediátrico, mas muito jovem para um hospital de adultos (média de idade anos)... Recusa do anestesista pediátrico em fazer o procedimento em adulto jovem... Recusa do anestesista pediátrico em fazer o procedimento em adulto jovem

13 Resultados Obstáculos à transição: Experiência de um profissional para lidar com as doenças crônicas pediátricas (FC e AF); Organização dos serviços: especialista X clínico geral Comunicação

14

15 Princípios para uma transição de sucesso 1. Estímulo à autonomia, responsabilidade e autoconfiança 2. Profissional designado para a transição; 3. Manter um prontuário claro e atualizado; 4. Planejar a transição desde os 14 anos, processo longo, que envolve além do jovem o amadurecimento do pediatra e da família

16

17 Revisão Sistemática Critérios de inclusão: estudos com avaliação de evolução clinica pós programa de transição, por comparação com grupo controle ou por medidas pré e pós-intervenção Incluídos 10 estudos (8 DM, 1 FC, 1 Tx órgãos) 8 estudos: anos 2 estudos: 18 anos

18 Identificados 3 categorias de intervenção 1) direcionada ao paciente: programas educacionais e treinamento de habilidade 2) direcionadas à equipe: coordenador de transição, clínica compartilhada entre pediatras e clínicos de adultos 3) prestação de serviços: espaço do adolescente, suporte telefônico

19 6 estudos evidenciaram melhora dos resultados laboratoriais Todos com DM

20 Em relação ao jovem com infecção pelo HIV... Long term clinical and biological outcomes in children vertically infected with HIV Dolfus C et al. CROI 2006, abstract adolescentes, nascidos antes de % óbito 59% vivos, HAART 31% CD céls/mm 3 61% CD4>500 céls/mm 3

21

22 Revisão da literatura sobre a transição para o ambulatório de adultos em crianças com doenças crônicas; Pesquisa qualitativa sobre transição (adolescentes e pediatras) Experiência no CEADIPe-UNIFESP e CRT DST AIDS/SP

23 2 pesquisas: 6 jovens 2 pesquisas: 6 jovens 9 infecto-pediatras 9 infecto-pediatras 11(7-20) anos de atuação11(7-20) anos de atuação TCLETCLE Entrevista com os jovens: sem envolvimento da médica que atua no ambulatório de transição Entrevista com os jovens: sem envolvimento da médica que atua no ambulatório de transição Médicos: preenchimento de questionário de forma anônima Médicos: preenchimento de questionário de forma anônima

24 Jovens

25 A perspectiva do adolescente e jovem sobre o ambulatório de transição (AT) Você sabe o que significa o AT ? Você sabe o que significa o AT ? 5 (83.3%): não 5 (83.3%): não 1 (16.7%): sim 1 (16.7%): sim Houve explicação por parte da equipe de pediatria e na 1ª consulta no AT: dificuldade de aceitação? entendimento? Necessidade de conversas durante mais de uma consulta ?

26 O que você pensa sobre ser atendido no ambulatório de adultos O que você pensa sobre ser atendido no ambulatório de adultos ?...chato, estranho, um baque...diferente...não gosta (2)...bom...normal Algumas falas que expressam resistência frente à mudança

27 Você entende o motivo da mudança Você entende o motivo da mudança ? 2 (33%) não 4 (67%) sim Importante que o jovem entenda o motivo da transição, para que não se sinta inseguro Tema deveria ser abordado em algumas consultas prévias à transição

28 Com que idade você acha que deveria ser esta mudança Com que idade você acha que deveria ser esta mudança ? -15 anos (2) -18 anos (1) -25 anos (2) quando morrer

29 Quais os seus sentimentos frente a esta mudança Quais os seus sentimentos frente a esta mudança ? - Tristeza (2) - Medo - Angústia - Desconfiança - Curiosidade - normal (2) Pediatra deve estar seguro com o processo, para passar esta segurança aos jovens Importante lembrar que esses sentimentos fazem parte de qualquer processo que envolve luto e mudanças...

30 Como você imagina que será o atendimento no ambulatório de adultos frio, calculista só remédio, sem exame, sem conversa fila tipo INSS sem brincadeiras esquisito Importância da integração entre a equipe da pediatria e da equipe que atenderá no AT, para trabalhar com esta fantasias

31 Como você gostaria que fosse o atendimento no ambulatório de adultos Como você gostaria que fosse o atendimento no ambulatório de adultos ? Igual a pediatria (4) Divertido, com músicas, grupos... Não quer falar Imaturidade, resistência à mudança

32 Você se sente preparado para a mudança Você se sente preparado para a mudança ? 4 (67%): não 1 (16.5%): talvez 1 (16.5%): sim

33 Pediatras Pediatras

34 A perspectiva do pediatra em relação ao encaminhamento do adolescente soropositivo para o ambulatório de adultos A perspectiva do pediatra em relação ao encaminhamento do adolescente soropositivo para o ambulatório de adultos Existem diretrizes no seu serviço para o encaminhamento do adolescente com infecção pelo HIV ao amb. de adultos ? 7 (77.7%): sim7 (77.7%): sim 2 (22.3%):não2 (22.3%):não Critérios para encaminhamento:Critérios para encaminhamento: 100% idade 100% idade 1 idade + maturidade e concordância 1 idade + maturidade e concordância

35 Existe uma idade ideal ? Qual ? 4 (44.4%): sim 18 anos 4 (44.4%): sim 18 anos 5 (55.6%): não 5 (55.6%): não Dificuldade em se estabelecer um critério, talvez a transição deva ser um processo mais longo, que leve a um amadurecimento do jovem e do pediatra sobre o momento da mudança. ? Idade deve ser um critério único ?

36 Como é conduzido o processo de transição ? 3 (33.5%): conversas durante consultas 3 (33.5%): conversas durante consultas 1 (11%): herbiatra assume após os 13 anos 1 (11%): herbiatra assume após os 13 anos 2 (22%): sem preparo. Data marcada 2 (22%): sem preparo. Data marcada 3 (33.5%): não estabelecido 3 (33.5%): não estabelecido

37 Quais são as reações observadas nos adolescentes ? 37.5% insegurança 37.5% insegurança 25% resistência 25% resistência 25% tudo bem 25% tudo bem 22% tristeza 22% tristeza Incredulidade, abandono, passivos Incredulidade, abandono, passivos Reações dos cuidadores ? 50% desacompanhados 50% desacompanhados 22% tristeza 22% tristeza Insegurança e insatisfação seguidos de confiança após discussão Insegurança e insatisfação seguidos de confiança após discussão

38 Os pediatras apresentam dificuldades e preocupações para o encaminhamento? 8 (89%) sim 8 (89%) sim 1 não 1 não

39 Quais as preocupações ? 5 (55.5%): preocupação com o cuidado, vínculo, adesão... 5 (55.5%): preocupação com o cuidado, vínculo, adesão... 2 (22%): dificuldade em romper o vínculo 2 (22%): dificuldade em romper o vínculo Perda Perda Saudades Saudades Superproteção Superproteção Abandono Abandono Não conhecer o profissional Não conhecer o profissional Integração da equipe, cuidado em não transferir estas preocupações para os jovens, dificuldade em iniciar o processo

40 Você acredita que o clínico que irá receber este paciente deva ter alguma caracteristica especial ? Escuta atenta Escuta atenta Cuidado com adesão (particularidades) Cuidado com adesão (particularidades) Abertura para as diferenças de comportamento e insatisfação com a mudança Abertura para as diferenças de comportamento e insatisfação com a mudança Entender que este paciente já passou por várias perdas Entender que este paciente já passou por várias perdas Não deve ser super-protetor Não deve ser super-protetor...o médico não deve ter característica especial, o jovem deve encarar a mudança, pediatra deve contribuir para o processo......o médico não deve ter característica especial, o jovem deve encarar a mudança, pediatra deve contribuir para o processo... Integração entre as equipes, entender que inicialmente a referência do jovem será a pediatria

41 Você costuma abordar com os jovens a necessidade de assumirem a responsabilidade sobre sua vida, considerando a possível ausência do cuidador ? 44% sim (incentivo a planos para o futuro, cuidados com as medicações, autonomia) 44% sim (incentivo a planos para o futuro, cuidados com as medicações, autonomia) 56% não 56% não

42 Revisão da literatura sobre a transição para o ambulatório de adultos em crianças com doenças crônicas; Pesquisa qualitativa sobre transição (adolescentes e pediatras) Experiência no CEADIPe-UNIFESP e CRT DST AIDS/SP

43 h h v f h Ž f CEADIPe: Espaços físicos diferentes CEADIPe Amb. Infectologia adultos

44 Início: setembro adolescentes 18 adolescentes Transferidos: 13 (3 com seguimento irregular-repetem o modelo pediátricó) Transferidos: 13 (3 com seguimento irregular-repetem o modelo pediátricó) Permanecem na pediatria: 3 Permanecem na pediatria: 3 Tempo médio de tempo para transferência: 12 meses (4-5 consultas) Tempo médio de tempo para transferência: 12 meses (4-5 consultas) Abandonos: 2 Abandonos: 2

45 CRT-DST/AIDS Mesmo local Mesmo andar!

46 O que mudou então? Coleta de amostras biológicas Coleta de amostras biológicas Atendimento fora de consulta – PA Atendimento fora de consulta – PA Busca nas faltas as consultas diferenciada Busca nas faltas as consultas diferenciada

47 CRT DST AIDS 16 adolescentes 16 adolescentes Todos transferidos Todos transferidos 2 trocaram de serviço após 1 ano - a pedido 2 trocaram de serviço após 1 ano - a pedido 2 abandonos 2 abandonos

48 Atualmente Processo com início mais precoce:14 anos Visitas guiadas ao ambulatório de adultos/ apresentação e maior integração entre pediatra, infecto, e assistente social Integração com equipe multidisciplinar

49 Conclusões: Transição é um processo longo, multifatorial; Hebeatra; Integração entre equipes Trabalho de uma equipe multiprofissional

50 Obrigada!


Carregar ppt "Transição da Clínica Pediátrica para a Clínica de Adultos Simone Tenore UNIFESP CRT DST/AIDS-SP."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google