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Construção da Rede Coletora de Esgoto Profª Gersina N.R.C. Junior.

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Apresentação em tema: "Construção da Rede Coletora de Esgoto Profª Gersina N.R.C. Junior."— Transcrição da apresentação:

1 Construção da Rede Coletora de Esgoto Profª Gersina N.R.C. Junior

2 Instalação da Rede Coletora de Esgoto Assentamento do Coletor Transportar os tubos da superfície do terreno para o fundo da vala, que em caso de necessidade, já deve estar devidamente escorada. Pode ser realizada com: O emprego de equipamento mecânico ou; Apenas com a força física de homens.

3 Instalação da Rede Coletora de Esgoto Assentamento do Coletor O assentamento é realizado com base do método construtivo da ordem de serviço, devendo ocorrer de jusante para montante. As tubulações devem ser assentadas sobre bases firmes, para evitar que os tubos mudem de posição, prejudicando as juntas e colocando os tubos sob risco de queda.

4 Instalação da Rede Coletora de Esgoto Assentamento do Coletor Descida da tubulação de esgoto

5 Instalação da Rede Coletora de Esgoto Assentamento do Coletor Atividade topográficas possibilitam: Que os tubos tenham alinhamento e declividade de acordo com a ordem de serviço.

6 Instalação da Rede Coletora de Esgoto Assentamento do Coletor O tempo para conexão dos tubos relacionado com: Capacitação e experiência da equipe construtura; Com o uso de equipamentos e; O tipo de material dos tubos.

7 Instalação da Rede Coletora de Esgoto Assentamento do Coletor No caso de interrupção do assentamento: É recomendada a vedação da extremidade do coletor, para evitar a entrada de materiais ou animais de pequeno porte. Além disso, o trecho assentado deve ser parcialmente aterrado para que não ocorra suspensão no caso de entrada de água(chuva, aqüífero freático) na vala.

8 Instalação da Rede Coletora de Esgoto Reaterro Consiste no envolvimento do tubo e preenchimento da vala com material escavado ou de empréstimo. O material de reaterro tende a recalcar em relação ao solo original da vala escavada. Esse movimento de cima para baixo, induz o esforço cortante no sentido contrário, o qual suporta parte do peso do reaterro.

9 Instalação da Rede Coletora de Esgoto Reaterro Reaterro com material de escavação da vala Reaterro com material de empréstimo

10 Instalação da Rede Coletora de Esgoto Reaterro Rodas dos veículos e caminhões Transmitem cargas móveis para aos tubos enterrados. A pressão vertical produzida nas camadas de solo se dissipa lateralmente com a profundidade, apenas uma porção concentrada dos pneus é absorvida pela tubulação enterrada Cargas móveis na superfície raramente influenciam o dimensionamento estrutural dos coletores, devido às suas grandes profundidades e pequenos diâmetros.

11 Instalação da Rede Coletora de Esgoto Compactação do material do reaterro Manual ou; Mecânica Compactação manual: Realizada com socador ou maço, constituído de bloco prismático de base quadrada de madeira, ferro ou concreto, sustentado por um cabo.

12 Instalação da Rede Coletora de Esgoto Compactação mecânica Pode ser realizada por : impacto, pressão ou vibração Por impacto, é realizada por soquetes denominados sapos mecânicos, acionados por máquinas especiais; Por pressão, decorre do emprego de rolos compressores de pequenas larguras que podem atuar dentro da vala; Por vibração, (por meio de vibradores) somente é recomendada para solos inconsistentes, como areia.

13 Instalação da Rede Coletora de Esgoto Construção do poço de visita O sistema requer uma estrutura conforme o tipo de solo. A laje de fundo pode ser de concreto simples ou armado.

14 Instalação da Rede Coletora de Esgoto Construção do poço de visita É importante que as canaletas ou calhas dos poços de visita estejam em concordância com os coletores afluentes e efluentes. Todo poço de visita deve ter caimento para essas canaletas, pois evita acumulação de esgoto.

15 Poço de visita com 2 entradas e 1 saída.

16 Instalação da Rede Coletora de Esgoto Construção do poço de visita Na construção do PV deve ser observado: Laje do fundo; Calhas ou canaletas; Câmara de trabalho ou balão; Peça de transição; Câmara de acesso ou chaminé; Tampão.

17 Instalação da Rede Coletora de Esgoto Construção do poço de visita Laje de fundo Laje de fundo Pode ser em concreto simples ou armado e apoiada sobre lastro de brita ou cascalho. Calhas ou canaletas Calhas ou canaletas Devem ser construídas sobre a laje, em concordância com os coletores de chegada e saída.

18 Câmara de trabalho ou balão Câmara de trabalho ou balão Pode ser de alvenaria de tijolos, alvenaria de pedra,blocos de concreto, anéis de concreto armada pré-fabricados, concreto armado fundido, PVC rígido, tubo de concreto ou tubo de fibrocimento. Instalação da Rede Coletora de Esgoto Construção do poço de visita Peça de transição Peça de transição Laje de concreto armado que interpõe-se entre a câmara de trabalho e a câmara de acesso.

19 Instalação da Rede Coletora de Esgoto Construção do poço de visita Câmara de acesso ou chaminé Câmara de acesso ou chaminé Pode ser executada em alvenaria de tijolos, em blocos de cimento, ou em anéis de concreto. Na parte superior de ser colocado um tampão de concreto ou ferro fundido, sendo capaz de suportar as cargas de trânsito diretamente sobre si.

20 Instalação da Rede Coletora de Esgoto Recomposição do pavimento Consiste na reconstrução da capa asfáltica, de concreto ou de outro tipo de pavimento removido da via pública na aberturada vala. Recomposição de pavimentos

21 Recebimento da obra O recebimento da obra ocorre em dois momentos distintos: Primeiro: A cada trecho executado é realizado o teste de estanqueidade e entregue o cadastro do coletor, para então ser atestada a execução do serviço e efetuado o pagamento da fatura da empresa contratada. Segundo: Ocorre o recebimento definitivo, quando a obra está concluída.

22 Operação de Manutenção de Rede Coletora de Esgoto

23 A concessionária deve dispor de equipe para realizar as atividades de operação e manutenção na rede coletora de esgoto de forma tecnicamente adequada. Equipes: Técnicos, encanadores,eletromecânicos, pessoal de apoio, etc Possuir: Equipamentos, máquinas pesadas, viaturas e material em estoque compatível com a necessidades do dia-a-dia.

24 Operação de Manutenção de Rede Coletora de Esgoto A manutenção do sistema de coletor de esgoto deve ser preventiva, corretiva e emergencial Preventiva: Evitar maiores desgastes de coletores equipamentos, como a lavagem de coletores, a remoção de areia do poço úmido, a substituição de gaxetas do conjunto motor e bomba. Preventiva: Evitar maiores desgastes de coletores equipamentos, como a lavagem de coletores, a remoção de areia do poço úmido, a substituição de gaxetas do conjunto motor e bomba.

25 Operação de Manutenção de Rede Coletora de Esgoto Corretiva Para melhorar o funcionamento dos coletores e equipamentos, como a substituição de trecho da rede coletora, a troca de rotor do conjunto motor e bomba etc; Corretiva Para melhorar o funcionamento dos coletores e equipamentos, como a substituição de trecho da rede coletora, a troca de rotor do conjunto motor e bomba etc; Emergencial Para reparar defeitos ocasionados por acidentes inesperados, como a recuperação de pontos de vazamento no coletor e a retirada de materiais que obstruem a entrada de esgoto na tubulação de sucção. Emergencial Para reparar defeitos ocasionados por acidentes inesperados, como a recuperação de pontos de vazamento no coletor e a retirada de materiais que obstruem a entrada de esgoto na tubulação de sucção.

26 Operação de Manutenção de Rede Coletora de Esgoto Entre as principais atividades de operação e manutenção do sistema de coleta e elevação de esgoto sanitário estão: Inspeção da rede coletora; Corte de ligação clandestinas; Reposição de tampões de poços de visita; Fiscalização de contribuições especiais; Desobstrução e limpeza de coletores e singularidades;

27 Contin... Monitoramento da vazão coletada; Operação e manutenção de EEE; Registro e controle de informações; Controle de consumo de energia elétrica; Atualização do cadastro. Operação de Manutenção de Rede Coletora de Esgoto

28 Inspeção da rede coletora Operação de Manutenção de Rede Coletora de Esgoto Corte de ligação clandestinas Ligações clandestinas de água pluvial ou mesmo de esgoto sanitário. Nos pontos danificados ocorre saída de esgoto para o terreno ou entrada de água subterrânea para o coletor.

29 Operação de Manutenção de Rede Coletora de Esgoto A inclusão de ligações clandestinas altera a vazão projetada para a rede coletora e provoca: Aumento da possibilidade de obstrução; Aumento do tempo de funcionamento do conjunto motor bomba; Diluição do esgoto no caso de águas pluviais; Perda de faturamento da empresa concessionária; Aumento da despesa de manutenção da empresa concessionária.

30 Operação de Manutenção de Rede Coletora de Esgoto Reposição dos tampões de poço de visita Poços de visita abertos: Perigos para veículos e pedestres;Perigos para veículos e pedestres; Favorecem carreamento de partículas minerais;Favorecem carreamento de partículas minerais; Lançamento indevidos de resíduos sólidos.Lançamento indevidos de resíduos sólidos. Tampões de ferroFurto Reposição dos tampões Estoque e agilidade para atender a demanda.

31 Operação de Manutenção de Rede Coletora de Esgoto Fiscalização de contribuições especiais Periodicamente a equipe de fiscalização deve fiscalizar: As vazões e características de efluentes especiais Imóveis com piscinas, de hospitais e de industrias Devem atender aos limites de vazão e composição recomendados pela concessionária para lançamento na rede coletora.

32 Operação de Manutenção de Rede Coletora de Esgoto Fiscalização de contribuições especiais As vazões e concentrações de efluentes de piscinas Sobrecarga hidráulica no coletor e inativação de microrganismos na ETE. Na maioria dos locais permitido o lançamento na rede pública

33 As vazões e concentrações de efluentes de piscinas Operação de Manutenção de Rede Coletora de Esgoto O sistema de tratamento da água da piscina no imóvel; A capacidade da rede coletora do logradouro receber a contribuição da água da piscina. Mesma situação para os hospitais, devem evitar lançamento de efluentes líquidos com substâncias de compostos perigosos na rede coletora.

34 Operação de Manutenção de Rede Coletora de Esgoto Observar a proibição de lançamento na rede coletora de substâncias e materiais, contidos em efluentes industriais. NBR 9800 (1987)- Critérios para lançamento de efluentes líquidos industriais no sistema coletor público de esgoto sanitário: gasolina, óleos, solventes e tintas. Substâncias que, em razão de sua qualidade ou quantidade, são capazes de causar incêndio ou explosão, ou serem nocivas de qualquer outra maneira na operação e manutenção dos sistemas de esgotos como gasolina, óleos, solventes e tintas. Substâncias que, por si ou por interação com outros despejos, causem prejuízo público, risco à vida ou prejudiquem a operação e manutenção dos sistemas de esgotos.

35 NBR Critérios para lançamento de efluentes líquidos industriais no sistema coletor público de esgoto sanitário: Substâncias tóxicas, em quantidades que interfiram em processos biológicos de tratamento de esgotos, quando existirem, ou que causem danos ao corpo receptor. Materiais que causem obstrução na rede coletora ou outra interferência com a própria operação do sistema de esgotos como cinza, areia, metais, vidro, madeira, pano, lixo, asfalto, cera e estopas.

36 Operação de Manutenção de Rede Coletora de Esgoto Desobstrução e limpeza de coletores e singularidades. Início de desobstrução com abertura dos poços de visita do trecho, devendo o operador ter conhecimento de possíveis, riscos à sua saúde como: Presença de gases nocivos(CO, CO 2, CH 4, NH 3, e SO 2 ); Falta de oxigênio pela decomposição de matéria orgânica; Possibilidade de explosão decorrente da presença de CH 4 e de produtos lançados indevidamente (gasolina, óleo diesel etc.).

37 Operação de Manutenção de Rede Coletora de Esgoto Desobstrução e limpeza de coletores e singularidades. Antes da descida no poço de visita, os operários devem vestir os equipamentos de proteção e tomar medidas de segurança como: A ventilação forçada; A exaustão de gases; A aeração do esgoto; O exame da atmosfera no interior do coletor. Parte da equipe deve ficar na superfície e que exista um transporte disponível no local, para caso de eventual acidente.

38 Operação de Manutenção de Rede Coletora de Esgoto Desobstrução e limpeza de coletores e singularidades. Antes de iniciar a limpeza isolar os poços de visita do trecho do coletor, com pedaços de madeira ou balão(bolsão) inflável com ar comprimido. Escolha do equipamento mais adequado para a realização da limpeza, desobstrução e recuperação Depende do estado do coletor

39 Desobstrução e limpeza de coletores e singularidades. Os equipamentos mais utilizados: Varetas flexíveis com ponteira de aço ou outro material resistente, nos casos mais simples, como na remoção de sólidos grosseiros (pneus, tocos de madeira etc.); Equipamento de hidrojateamento, nos casos de complexidade média como remoção de areia, gordura e outros detritos; Máquinas pesadas ou caminhões com sistema de vácuo como pressão, na limpeza de tubulações com diâmetros maiores que 10.

40 Monitoramento da vazão coletada Operação de Manutenção de Rede Coletora de Esgoto Monitoramento da vazão de esgoto na entrada das estações de tratamento e estações elevatórias de esgoto. O monitoramento da vazão é utilizado na determinação das cargas orgânicas e de sólidos do esgoto. Está diretamente relacionado com o controle e eficiência das unidades de tratamento.

41 Operação de Manutenção de Estações Elevatória de Esgoto (EEE) Limpeza diária das grades e cestos Remoção de areia da unidade de desarenação e do poço de úmido Manutenção do CMB Reaperto de conectores, parafusos, troca de óleo e substituição do selo mecânico dos CMBs; Limpeza e checagem de válvula de retenção, para evitar retorno do líquido.

42 A implantação de rede coletora de esgotamento sanitário em áreas urbanas é dever do estado e direito do cidadão, cabendo aos responsáveis por esse empreendimento a conjugação da reivindicação popular, do planejamento governamental e da decisão política. Para isso, as atividades desenvolvidas na elaboração do projeto, construção, operação e manutenção da rede coletora devem ser tecnicamente embasadas, socialmente justas, ambientalmente seguras e economicamente viáveis.


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